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sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Quando orares

Oração, por Thomas Watson

Oração inclui confissão do pecado, as petições para o suprimento de nossas necessidades, e as homenagens dos nossos corações ao Doador de Si mesmo. Os ramos principais são: humilhação, súplica e adoração.

As orações dos apóstolos eram muito explícitas. Elas não eram divagações vagas ou meras generalizações, mas pedidos específicos de coisas bem definidas. As coisas que pediram são totalmente de natureza espiritual e graciosa. As orações dos apóstolos eram extremamente breves, a maioria delas composta por um ou dois versos, e a mais longa é de apenas sete versos. Lutero disse: “Quando orares deixe que as tuas palavras sejam poucas, mas os teus pensamentos e afetos muitos; e acima de tudo, deixa-os serem profundos. Quanto menos falares, melhor orarás. Oração externa e corporal é aquele zumbido dos lábios, que balbuciam para fora o que está se passando sem qualquer atenção, e que atinge os ouvidos dos homens; mas a oração em espírito e em verdade é o desejo interior, os movimentos, os suspiros, que emanam das profundezas do coração. A primeira é a oração dos hipócritas e de todos os que confiam em si mesmos. A última é a oração dos filhos de Deus que andam em Seu temor”.

Se o coração não vos acompanhar na oração, ele está falando, não orando. A oração é chamada de luta, de derramar a alma. Oração sem fervor, é como incenso sem fogo.