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terça-feira, 27 de outubro de 2015

Relatos de cristãos perseguidos

RELATOS DE CRISTÃOS QUE SOFRERAM COM ATAQUES EXTREMISTAS
“Mesmo com medo de sermos feridos, nós continuamos a trabalhar para Cristo”



Ao serem visitados, os cristãos da igreja em Itawa, na Tanzânia, estavam reconstruindo o templo incendiado há poucos dias. Um dos membros cumprimentou os visitantes com um largo sorrido, dizendo: “Louvado seja Jesus! Eu nasci de novo. Eu sei que eles queimaram a nossa igreja, mas a Palavra de Deus em 1 Coríntios 3.16 diz que nós somos o santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em nós. Eu sou a igreja e esse incidente não abalou a minha fé”.



A perseguição serviu para reafirmar o dom evangelístico de cada um deles. "Estou consciente de que minha vida pode estar em perigo e talvez eu não seja uma pessoa livre como eu gostaria, mas eu tenho a liberdade de Cristo em meu coração e me sinto ainda mais capaz de pregar essa Palavra tão maravilhosa”, comentou outro cristão.



“Sabemos muito bem que não podemos enganar a nós mesmos, achando que isso vai terminar, pois as escrituras dizem que as coisas vão ficar ainda pior. Mas eu vou continuar com a obra do Senhor", disse Temistokles. E sua esposa concordou: "É verdade, agora estamos mais conscientes do perigo, mas somos chamados a servir ao Senhor, então vamos levar em frente esse ministério”.



“Mesmo com medo de sermos feridos, nós continuamos a trabalhar para Cristo. Eu estou orando pelas pessoas que fizeram isto, para que o Senhor conceda a eles misericórdia e salvação, espero que eles se arrependam enquanto é tempo. Independente deles, eu ainda serei um servo de Deus e vou amar a Cristo até o fim”, disse Clarence Mbaulo, de 18 anos. "Tem sido muito difícil, especialmente durante este período chuvoso. Está ventando muito, e as chuvas atrapalham nossos encontros, mas me dá uma alegria tão grande quando vejo que isso não abalou a nenhum de nós e o número de membros não diminuiu, pelo contrário, outros chegaram e a igreja continua crescendo firme. Nós somos perseguidos, mas não seremos abatidos”, conclui Emmanuel.