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sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Josué 3:14

Em pé na borda

Tendo partido o povo das suas tendas, para passar o Jordão, levando os sacerdotes a arca da Aliança diante do povo. —Josué 3:14


Leitura: Josué 3:9-17

Minha filhinha ficou apreensiva na borda da piscina. Como ainda não sabia nadar, estava tentando se sentir confortável na água. Na piscina, seu instrutor a esperava com os braços estendidos. Como minha filha hesitou, vi a dúvida em seus olhos: Você vai me pegar? O que vai acontecer se minha cabeça afundar?

Os israelitas podem ter se perguntado o que aconteceria quando eles atravessassem o rio Jordão. Podiam confiar em Deus para secar o solo no leito do rio? Deus estava conduzindo seu novo líder, Josué, como havia conduzido Moisés? Deus ajudaria Seu povo a derrotar os ameaçadores cananeus que habitavam do outro lado do rio?

Para saber as respostas a estas perguntas, os israelitas tiveram de se submeter a um teste de fé — tiveram que agir: “Tendo partido o povo das suas tendas, para passar o Jordão, levando os sacerdotes a arca da Aliança diante do povo” (v.14). Exercitar sua fé permitiu que eles vissem que Deus estava com eles. Ele ainda estava dirigindo Josué e os ajudaria a se estabelecerem em Canaã (vv.7:10,17).

Se você estiver enfrentando um teste de fé, também poderá ir em frente, fundamentado no caráter de Deus e em Suas infalíveis promessas. Confiar nele o ajudará a mover-se de onde você está para onde Ele desejar que você esteja.

— Jennifer Benson Schuldt

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domingo, 25 de dezembro de 2016

Natal : Deus conosco

Natal: Deus conosco

Apresença de Deus no Mundo

O nome Emanuel

Jesus , O Deus Onipotente

Jesus, O Deus onipresente

Jesus, o Deus onisciente

É Natal, Deus conosco

“Tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor pelo profeta, que diz: Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e chamá-lo-ão pelo nome de EMANUEL, que traduzido é: Deus conosco.”Mateus 1:22-23


Natal é uma palavra usada referindo-se a nascimento, com o tempo quando é mencionada, se associa ao nascimento do Senhor Jesus, portanto uma data comemorada universalmente de diversas formas pelos cristãos. Seu valor histórico influenciou de tal modo o mundo, que marcou uma fase nova na relação do homem com Deus nos dois últimos milênios, tornando propício da parte de Deus o processo e oportunidade de salvação oferecida a todos os homens.

O texto do evangelho de Mateus, capitulo primeiro, versos vinte e dois e vinte e três que acabamos de ler, se refere ao nascimento de Jesus como uma prova do desejo de Deus de manifestar Sua presença no mundo.

Portanto, o Natal fala do nascimento de Jesus, e o seu verdadeiro significado está relacionado com “Deus conosco” na pessoa de seu amado filho, o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

Dentre os grandes eventos narrados nas Escrituras com ênfase pelos profetas do Velho testamento relativos ao cristianismo podemos apontar, no Novo Testamento, dois destaques pontuais no projeto de Deus para a salvação do homem: o primeiro diz respeito ao nascimento do Senhor Jesus. O Segundo envolve um projeto relacionado com o arrebatamento da igreja.


1. A PRESENÇA DE DEUS NO MUNDO

A Bíblia fala das muitas manifestações da presença de Deus no mundo desde a criação de todas as coisas em que Ele, como O Criador, apresentou-se dentro dos atributos do Deus Onipotente, Deus Onipresente e Deus Onisciente.

Onipotente, porque é o único que possui todo o poder;

Onipresente, porque é o único que está presente ao mesmo tempo em todo o lugar;

Onisciente, porque conhece todas as coisas.






2, O NOME EMANUEL, QUE SIGNIFICA: “DEUS CONOSCO”.

No texto que lemos em Mateus 1:22-23, a Bíblia fala agora do nascimento do Senhor Jesus como um momento no projeto de Deus que Lhe aprouve manifestar ao mundo todos os Seus atributos concentrados em uma só pessoa, que é a pessoa bendita do Seu Amado Filho, o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Jesus é o “verbo de Deus que se fez carne e habitou entre nós”. (João 1:14).





3. O CUMPRIMENTO DA PROFECIA

“Tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor pelo profeta,”.

Os profetas eram homens que transmitiam a vontade Deus ao povo. Cumpriu-se no nascimento de Jesus a profecia de Isaías 7:14 que traduzia a vontade Deus de manifestar-se ao mundo dentro de um plano de salvação para o homem. Aprouve a Deus fazer isso executando o projeto eterno de salvação para o homem através do Seu Amado Filho. Jesus viria a este mundo e seria concebido, por obra e graça do Espirito Santo, por uma virgem de Nazaré da Galiléia e trazido à luz do dia para ser chamado de “Deus Conosco”.

Coube ao profeta Isaías o glorioso anúncio do nascimento de Jesus na condição de uma manifestação da vontade Deus, no sentido de que a presença de Deus no mundo fosse colocada a disposição do homem e ele pudesse se apropriar dos atributos de um Deus fisicamente presente no mundo para estar ao seu lado.



4.1 – JESUS, O DEUS ONIPOTENTE.

A manifestação da onipotência de Deus se dá através da pessoa do Senhor Jesus. Jesus é o centro de todo o projeto em que Deus se relaciona com o homem.

João 1:3 – “Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez”.

Hebreus 1:3 – “(…) e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, (…);”



Jesus estava presente na criação como parte da Trindade.

João 1:1 – “No princípio, era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus”.

João 1:2 – “Ele estava no princípio com Deus”.



Jesus se revela à igreja como o Todo Poderoso: reeditando nEle o projeto do Pai.

Mateus 28:18 – “E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra;”.

Toda a obra criadora foi feita foi em função de Jesus.

João 1:3 – “Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez”. Rom 11:36 – “Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém”.

Não há limites na operação do seu poder. Ele é poderoso em tudo.

Mateus 20:32 – “E Jesus, parando, chamou-os e disse: Que quereis que vos faça?”

O poder de fazer o mar aquietar-se.

Marcos 4:39 – “E ele, despertando, repreendeu o vento e disse ao mar: Cala-te, aquieta-te. E o vento se aquietou, e houve grande bonança”.

O poder de trazer Lázaro para fora da sepultura:

João 11:43 - “E, tendo dito isso, clamou com grande voz: Lázaro, vem para fora”.


4.2 – JESUS, O DEUS ONIPRESENTE.

O aspecto da onipresença de Deus é muito importante no processo da salvação, porque a salvação está relacionada com a presença de Deus na vida do homem, para caminhar com ele. Isso a Bíblia chama de Emmanuel, que significa “Deus conosco”. Ele é o Deus que se coloca junto com o homem na pessoa de Jesus e, ao fazer isso ele se revela em todos os seus atributos na obra criadora e da obra redentora. Ai está a grande maravilha do poder de Deus.



Como onipresente Deus transcende em todos os espaços da Terra. Ele não está sujeito às limitações e sua presença está em harmonia com todas as coisas. O que é transcender? É aquilo que está além do nosso nível de conhecimento. O conhecimento de Deus está muito além no nosso nível de conhecimento.



Salmo 139:7 – “Para onde me irei do teu Espírito ou para onde fugirei da tua face?”

Salmo 139:10 – “até ali a tua mão me guiará e a tua destra me susterá”.



Jesus veio ao mundo para marcar a presença de Deus no lugar mais impenetrável da vida do homem que é o seu coração. Ele fez isso curando os enfermos, abrindo os olhos aos cegos, fazendo andar os paralíticos, ressuscitando os mortos e multiplicando os pães para saciar a multidão.

O nome Emmanuel dado a Jesus era a marca visível do Deus presente para salvar e curar a alma do homem libertando-a das garras do pecado. É o nome do Deus presente na Terra que veio para passar por todas as amarguras que o homem passa neste mundo e dar-lhe vitórias sobre todas elas.

Como o Deus onipresente Jesus se propõe a ocupar todo o espaço do coração do homem fazendo nele morada ao dizer: “(…) Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele, e faremos nele morada”. – João 14:23



4.3 – JESUS, O DEUS ONISCIENTE.

A onisciência está relacionada ao conhecimento que Deus tem de todas as coisas. Ele sabe de tudo o que acontece e nada escapa de seu conhecimento.

Provérbios 15:3 – “Os olhos do SENHOR estão em todo lugar, contemplando os maus e os bons”.

Salmo 139:1-2 – “SENHOR, tu me sondaste e me conheces”. “Tu conheces o meu assentar e o meu levantar; de longe entendes o meu pensamento”.

Jesus veio ao mundo para ser o único que conhece o coração do homem e suas mais íntimas necessidades.

Ele conheceu a dor da viúva de Naim quando a viu chorando pela morte de seu filho. (Lucas 7:12-13)

Conheceu o motivo da angustia da mulher samaritana que lutava com um problema dentro do seu lar e alcançou-a com a sua salvação. (João 4:16-18)

Com o seu olhar compassivo olhou para Pedro no pátio do palácio naquela hora da noite e avaliou a sua dor através do choro amargo de seu arrependimento. (Lucas 22:61-62)

Sentiu a dor do pranto dos que estavam diante do túmulo de Lázaro, expressando essa dor com lágrimas nos seus olhos. (João 11:35).

Conheceu que dele saiu virtude quando a mulher do fluxo de sangue tocara na orla de suas vestes. (Lucas 8:46)

Deus conosco é ter no coração a presença deste Jesus que conhece todas as nossas necessidades, pois ele está conosco todos os dias até a consumação dos séculos. É ter um Deus conosco.



CONCLUSÃO – EMANUEL: DEUS ESTÁ CONOSCO!

O Natal, portanto representa para nós muito mais que um grande acontecimento histórico, é a certeza de que com a vinda de Jesus a este mundo, ao cumprir a profecia do profeta Isaías, o Deus onipotente, onipresente e onisciente passou agora a habitar com os homens na pessoa de seu bendito Filho, nosso amado Senhor Jesus Cristo.

O Natal nos traz à memória o fato de que a profecia continua se cumprindo à medida que nos apropriamos desses gloriosos atributos de Deus na pessoa do Senhor Jesus, recebendo-o nos nossos corações como o suficiente salvador das nossas

almas. O Seu poder em nós, a sua presença em nosso meio e o seu conhecimento das nossas necessidades nos provam o seu grande amor para conosco, na pessoa de Jesus a quem podemos chamar de Emanuel, Deus conosco.

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sábado, 10 de dezembro de 2016

Leitura obrigatória


Sammy Tippit - Avivamento verdadeiramente enviado pelo Espírito Santo
09/12/2016

Talvez, a minha maior proximidade com um verdadeiro avivamento tenha acontecido na Romênia. Eu comecei a viajar para lá nos anos 80. Eu era um pastor na Alemanha quando fui para a Romênia e vi algo que nunca havia visto antes. Eu fui para a cidade de Oradea. Lá, estavam alguns crentes que tinham sido aprisionados pela fé. Eu fui pregar numa igreja lá e Deus operou. Eu tinha um grupo de cantores comigo e nós chegamos cerca de duas horas antes do culto começar para arrumarmos o som. Por toda a igreja havia pessoas orando, clamando e chorando baixinho nos bancos. Conforme eu entrei na igreja, eu tive a nítida sensação de que Deus estava ali! Quando o culto começou, não havia espaço para todo mundo. Eles ficaram ao redor do púlpito e fora da igreja para ouvir a Palavra de Deus.

Em 1984, eu voltei para a mesma igreja e preguei lá. O lugar estava lotado; pessoas sentando nos corredores. Muitos conheceram a Cristo naquela noite. Após o culto terminar, um dos líderes da igreja veio a mim e disse: “Irmão Sammy, o Senhor operou?”

Eu perguntei: “O que você quer dizer com ‘o Senhor operou’? Por que você está me perguntando isso? Você não viu quantas pessoas estavam na igreja? Você não viu o que aconteceu? Muitos vieram a Cristo! Por que você está perguntando se o Senhor operou?”

Ele disse: “Ah, você não sabe. Eu não estava no templo. Eu estava numa outra sala com 100 homens e nós estávamos orando por todo o tempo que você estava pregando. Havia uma outra sala com 100 mulheres e elas também estavam orando enquanto você pregava.” Até aquele momento, eu nunca tinha estado em nenhum lugar onde houvesse 100 homens e 100 mulheres orando enquanto eu pregava.

Ele disse que houve um pastor que foi naquela igreja e ensinou o povo a orar. Ele fez duas coisas: ele ensinou as pessoas a orarem e pediu por arrependimento. Na Romênia, Europa Oriental, os crentes são chamados de “arrependedores”. A mensagem do pastor foi: “Os arrependedores devem se arrepender!”. A igreja, na verdade, fez uma aliança de arrependimento. Eles se arrependeram pelos pecados que haviam na vida deles e por pecados da igreja. Eles foram quebrantados perante Deus e fizeram uma aliança de arrependimento.

Então, eles começaram a orar e houve uma explosão; uma ‘dunamis’ dominou o lugar. Dentro de 6 meses, 200 foram batizados. Na Europa Oriental, nos dias do comunismo, ser batizado era muito perigoso. Quando Deus começou a mover, a igreja começou a crescer. Um grande avivamento aconteceu. Ele se espalhou por todo o quadrante nordeste da Romênia.

O pastor ensinou aquelas pessoas a orarem de uma maneira incomum. Ele disse para orarem para que um dia eles fossem para os grandes estádios da Romênia e proclamassem o Evangelho de Jesus Cristo. Disse para orarem para que um dia, através do rádio e de todos jornais, eles proclamassem o Evangelho de Jesus Cristo. Orem, orem, orem. E eles oraram, oraram, oraram. E, quanto mais eles oraram, mais tenebroso ficou e pior se tornou. Deus estava preparando as pessoas.

Em 1988, eu estava indo para a Romênia. O trem parou e uns soldados vieram e me tiraram do trem. Me mantiveram sob guarda. Eu fui deportado do país e eles disseram que eu nunca mais colocaria meus pés em solo romeno novamente.

Meu coração se quebrou, porque eu amo os romenos. Eu tinha um relacionamento tão maravilhoso com eles! Mas, eu sabia que, apesar dos comunistas terem me deportado, eles não podiam deportar o Espírito Santo e, também, não podiam deportar as orações do povo de Deus. Eu recebi uma mensagem, de um dos meus amigos, que simplesmente dizia: “Sammy, continue orando. Lembre-se: a glória de Deus vem do sofrimento. Continue orando”.

Em dezembro de 1989, eu estava visitando minha mãe, na época do Natal, e meu filho veio de onde ele estava assistindo tv e disse: “Pai, você precisa ver o que está passando. Alguma coisa está acontecendo na Romênia”. Ao de investigarmos, soubemos que um pastor evangélico havia sido preso. Os crentes de todas as igrejas foram ao apartamento dele e fizeram um círculo ao redor, tentando evitar que o pastor fosse preso pela polícia secreta. A polícia secreta começou a incendiar a multidão, matando homens, mulheres e crianças inocentes.

Quando o sangue dos mártires começou a correr nas ruas de Timisoara, houve um derramamento da ira de Deus sobre o maligno regime de Ceausescu e um derramamento da glória de Deus sobre Seu povo. Cerca de 200.000 pessoas reuniram-se na praça principal. Eles eram todos ateístas. Eles foram ensinados no ateísmo científico desde o jardim de infância até o doutorado universitário. Eles foram ensinados de que não havia Deus. O pastor da Primeira Igreja Batista ficou de pé perante a multidão e começou a pregar. Conforme ele pregava sobre a cruz de Jesus Cristo, uma dunamis tomou conta do lugar.

Um amigo meu de Ohio ficou discando 16 horas, tentando falar com Titus, um amigo meu na Romênia. Finalmente, ele conseguiu falar com Titus e ele perguntou: “Titus, você está bem? E sua família? O que está acontecendo?”

A única coisa que Titus falava era: “A glória de Deus veio sobre meu povo! A glória de Deus veio sobre meu povo! Diga ao Sammy que o que ele vinha orando a tanto tempo finalmente aconteceu! Diga que ele deve voltar!”

Eu larguei tudo que estava fazendo, peguei um avião e fui para Viena, na Áustria. Uns amigos me buscaram lá e dirigimos pela Hungria até a fronteira romena. Oramos por todo o trajeto, porque sabíamos que meu nome estava no computador. Antes da revolução, a primeira pergunta que eles faziam na fronteira era: “você está trazendo Bíblias? E, se você tivesse carregando Bíblias, estaria com sérios problemas.

Chegamos na fronteira naquela noite. A revolução ainda estava em processo. Estava frio, escuro e nevando. Nós éramos o único carro no local. Os soldados vieram até o carro. Eles disseram: “Saiam”. Nós saímos. Eles fizeram a seguinte pergunta: “Vocês são cristãos?” Meu coração começou a disparar. Eu olhei para aquele soldado e disse: “Sim, senhor, somos cristãos”.

Meu amigo Titus estava esperando no prédio da alfândega. Ele ?. Ele veio e me abraçou e, no mesmo lugar onde me disseram que eu nunca, nunca mais, iria colocar meus pés em solo romeno, nós ajoelhamos e demos a glória, honra e louvor a Jesus Cristo!

Nós entramos na Romênia e meus olhos viram coisas que eu nunca sonhei que iriam ver. A última vez que estive lá, quando nós íamos na casa de um cristão, nós tínhamos que estacionar o carro longe, bem tarde da noite, e dar uma boa volta, para despistar o lugar para onde estávamos indo para comer.

Ao caminhar pelas ruas, pessoas que não me conheciam, mas viam que eu era do ocidente, muitas dessas pessoas (não pessoas da igreja, mas pessoas na rua), se juntavam ao meu redor e começavam a gritar: “Deus existe! Deus existe! Deus existe!” O hino dos dias da revolução era uma canção sobre a segunda vinda de Jesus Cristo. Não que todo país tinha se convertido, mas houve uma visita de Deus sobre a nação na qual o espírito do ateísmo, em um momento divino, foi lançado fora do país.










Sammy Tippit
Pastor, Escritor e Conferencista Internacional

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quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Apocalipse 5:9

…porque foste morto e com o teu sangue [nos] compraste para Deus… —Apocalipse 5:9


Leitura: Apocalipse 5:1-12
A Bíblia em um ano: Ezequiel 37-39;2 Pedro 2
Uma casa colocada à venda “assim como está” geralmente significa que o vendedor não pode ou não quer gastar mais qualquer valor para reparar a casa ou melhorar o seu visual. Qualquer conserto necessário ou melhorias desejadas são responsabilidade do comprador quando a venda estiver efetuada. “Assim como está” equivale a dizer: “Comprador tome cuidado. A casa pode precisar de investimentos adicionais significativos.”

É digno de nota que Jesus ao morrer pagou o mais alto preço por todos nós, independentemente de nossa condição. O livro de Apocalipse 5 descreve uma cena no céu onde apenas “o Leão da tribo de Judá, a Raiz de Davi” é digno de ler e selar o rolo (vv.3-5). Ele aparece como um cordeiro e se torna objeto de louvor em uma nova canção, “…porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda a tribo, e língua, e povo, e nação; E para o nosso Deus os fizeste reis e sacerdotes; e eles reinarão sobre a terra” (vv.9,10).

Jesus Cristo deliberadamente nos comprou para Deus com Seu sangue. Fomos comprados “assim como estamos”, com falhas, com defeitos, carentes de transformação. Por fé estamos agora sob Sua propriedade, no processo de reforma para a glória de Deus. Que maravilhoso! Deus nos conhecia, nos amava e nos comprou exatamente como somos.

— david c. mccasland

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quinta-feira, 24 de novembro de 2016

O que é perdão?

Pergunta: "Como posso receber perdão de Deus?"


Resposta: Atos 13:38 declara: “Tomai, pois, irmãos, conhecimento de que se vos anuncia remissão de pecados por intermédio deste [Jesus].”

O que é perdão e por que preciso?

A palavra “perdão” significa limpar a conta, perdoar ou cancelar a dívida. Quando ofendemos alguém, buscamos seu perdão para que o relacionamento seja restaurado. Perdão não é dado porque alguém merece ser perdoado. Ninguém merece ser perdoado. Perdão é um ato de amor, misericórdia e graça. Perdão é uma decisão de não manter algo contra outra pessoa, apesar do que tenha lhe feito.

A Bíblia nos diz que todos nós precisamos do perdão de Deus. Todos nós temos cometido pecado. Eclesiastes 7:20 proclama: “Não há homem justo sobre a face da terra que faça o bem e que não peque.” 1 João 1:8 diz: “Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós.” No final das contas todo pecado é contra Deus (Salmos 51:4). Por isso, precisamos desesperadamente do perdão de Deus. Se nossos pecados não forem perdoados, passaremos a eternidade sofrendo as conseqüências de nossos pecados (Mateus 25:46; João 3:36).

Perdão – Como posso obter?

Graças a Deus, Ele é bondoso e misericordioso — pronto para nos perdoar dos nossos pecados! 2 Pedro 3:9 nos diz: “...Ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento.” Deus deseja nos perdoar, então ele providenciou nosso perdão.

O único castigo justo pelos nossos pecados é a morte. A primeira parte de Romanos 6:23 declara: “Porque o salário do pecado é a morte...” Morte eterna é o salário que merecemos por nossos pecados. Deus, em Seu plano perfeito, tornou-se um ser humano — Jesus Cristo (João 1:1,14). Jesus morreu na cruz, pagando o preço que nós merecíamos pagar— morte. 2 Coríntios 5:21 nos ensina que: “Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus.” Jesus morreu na cruz, levando sobre si o castigo que nós merecemos! Sendo Deus, a morte de Jesus providenciou perdão pelos pecados do mundo inteiro. 1 João 2:2 proclama: “E Ele é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo inteiro.” Jesus ressuscitou dos mortos, proclamando Sua vitória sobre o pecado e a morte (1 Coríntios 15:1-28). Graças a Deus pela morte e ressurreição de Jesus Cristo. A segunda parte de Romanos 6:23 também é verdade: “...mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.”

Você quer ter seus pecados perdoados? Você tem sentido o peso da culpa que simplesmente não desaparece? Perdão de seus pecados é disponível a você se apenas colocar sua fé em Jesus Cristo como seu Salvador. Efésios 1:7 diz: “No qual temos a redenção, pelo seu sangue, a remissão dos pecados, segundo a riqueza da sua graça.” Jesus pagou nossa dívida por nós para que pudéssemos ser perdoados — e Ele te perdoará! João 3:16-17 contém esta maravilhosa mensagem: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porquanto Deus enviou o Seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por Ele.”

Perdão – É mesmo tão fácil assim?

Sim, realmente é! Você não pode conquistar o perdão de Deus. Você não pode pagar pelo perdão de seus pecados contra Deus. Você só pode recebê-lo, por fé, através da graça e misericórdia de Deus. Se você quiser aceitar Jesus Cristo como seu Salvador e receber perdão de Deus, aqui está uma oração que você pode fazer. Fazer esta oração ou qualquer outra oração não é capaz de lhe salvar. Apenas confiar em Jesus Cristo pode providenciar perdão de seus pecados. “Deus, Eu sei que tenho pecado contra Ti e mereço castigo. Mas Jesus Cristo tomou o castigo que eu mereço para que por fé nele eu possa ser perdoado. Eu abandono meu pecado e coloco minha confiança em Ti para minha salvação. Graças Te dou por Sua maravilhosa graça e perdão! Amém!”

Você tomou uma decisão por Cristo por causa do que você leu aqui? Se sim, por favor clique no botão "Aceitei Cristo Hoje" abaixo.

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sábado, 19 de novembro de 2016

Dica de leitura


Livro “Deus e Darwin” – degustação
Como os cristãos responderam à “A Origem das Espécies” de Darwin?

Muitos acreditam que, antes de Darwin publicar The Origin of Species, em 1859, os cristãos como um todo mantinham uma interpretação literal dos seis dias de Gênesis e que a Terra possui apenas alguns milhares de anos de idade. Na verdade, no entanto, a ideia de uma Terra antiga já tinha se tornado cada vez mais popular entre os cristãos cerca de 50 anos antes de A Origem das Espécies.

Outro equívoco é que a chegada da teoria de Darwin levou as comunidades científicas e teológicas a assumirem imediatamente posições opostas entre si. Mas a história revela que um dos primeiros defensores da teoria da evolução na comunidade científica americana foi um botânico cristão devoto chamado Asa Gray. E entre os teólogos, BB Warfield, que fundamentou o pensamento evangélico contemporâneo da infalibilidade da Bíblia, acreditava que certas formas de evolução também eram compatíveis com uma visão elevada das Escrituras.

(Fonte adaptada – Biologos – http://biologos.org/common-questions/christianity-and-science/christian-response-to-darwin)

O livro Deus e Darwin chega considerando uma clara necessidade de se examinar, de forma extensa e detalhada, as implicações do pensamento evolutivo para a teologia natural , tanto à época do próprio Darwin, quanto em períodos mais recentes. O objetivo de Deus e Darwin é justamente:

1 identificar as formas de teologia natural que surgiram ao longo do período de 1690–1850, e como as mesmas foram afetadas pelo advento das teorias de Darwin; e

2 explorar e avaliar as reflexões do século XXI acerca da relação entre o pensamento evolutivo e a teologia natural.

Este livro consiste numa versão estendida de seis palestras proferidas na Conferência Hulseana da Universidade de Cambridge, que marcaram o 200º aniversário do nascimento de Darwin, e o 150º aniversário da publicação de sua obra A Origem das Espécies. Cambridge era o lugar ideal para explorar essas questões. Tanto Charles Darwin quanto William Paley estudaram na Universidade de Cambridge; na verdade, acredita-se até mesmo que eles ocuparam a mesma sala na Christ’s College, em Cambridge. Essas palestras pautaram-se por um novo interesse que surgia por Darwin e pela teoria da evolução, aproveitando a oportunidade para reabrir toda a questão acerca da relação entre o pensamento evolutivo e a teologia natural, tanto como questões históricas quanto contemporâneas.

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quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Você tem vida eterna?

Pergunta: "Você tem Vida Eterna?"


Resposta: A Bíblia apresenta um caminho claro para a vida eterna. Primeiramente, temos que reconhecer que temos pecado contra Deus: “Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3:23). Todos nós temos feito coisas que desagradam a Deus, que nos fazem merecedores de castigo. Já que todos os nossos pecados, no final das contas, são contra o Deus eterno, somente um castigo eterno é suficiente. “O salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 6:23).

Porém, Jesus Cristo, o santo (1 Pedro 2:22), eterno Filho de Deus, tornou-se homem (João 1:1,14) e morreu para pagar nossos pecados. “Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5:8). Jesus Cristo morreu na cruz (João 19:31-42), tomando sobre si o castigo que nós merecemos (2 Coríntios 5:21). Três dias depois ele ressuscitou dos mortos (1 Coríntios 15:1-4), provando Sua vitória sobre o pecado e a morte. “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua muita misericórida, nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos” (1 Pedro 1:3).

Pela fé, temos que fugir do pecado e olhar para Cristo para salvação (Atos 3:19). Se colocarmos nossa fé nele, confiando na Sua morte na cruz para pagar nossos pecados, seremos perdoados e a nós é prometida vida eterna no céu. “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3:16) “Se, com a tua boca, confessares a Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo” (Romanos 10:9). Fé absoluta no sacrifício de Cristo na cruz é o único caminho para a vida eterna! “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie” (Efésios 2:8-9).

Se você quer aceitar Jesus Cristo como seu Salvador, aqui está uma simples oração que você pode usar. Lembre-se que dizer esta oração como qualquer outra não irá salvá-lo. Somente crendo em Cristo você pode ser salvo. Esta oração é uma simples maneira de expressar a Deus sua fé nele e agradecer a Ele por ter providenciado sua salvação. “Deus, Eu sei que tenho pecado contra Ti e mereço ser castigado. Mas Jesus Cristo tomou o castigo que eu mereço para que por minha fé nele eu possa ser perdoado. Eu abandono meu pecado e coloco minha confiança em Ti para minha salvação. Obrigado por Sua maravilhosa graça e perdão — o presente da vida eterna! Amém!”

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Pare de reclamar da vida!

Já ouviu em Progeria?
Veja este vídeo e pare de murmurar!
https://www.youtube.com/shared?ci=0xNeh6ATJvk

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terça-feira, 15 de novembro de 2016

Riquezas Ilimitadas


Riquezas Ilimitadas

“O meu Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades em glória, por Cristo Jesus.” (Filipenses 4:19)

O Deus de Paulo é o nosso Deus e suprirá todas as nossas necessidades. Paulo tinha certeza disso, em relação aos Filipenses, e temos certeza disso quanto a nós mesmos. Deus o fará, pois de modo semelhante Ele nos ama, Ele tem prazer em nos abençoar, e Ele será glorificado ao fazê-lo. Sua compaixão, Seu poder, Seu amor, Sua fidelidade, todos cooperam juntamente para que não fiquemos famintos.

O SENHOR age com a seguinte medida: “segundo as suas riquezas... em glória, por Cristo Jesus”.

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sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Como posso vencer o pecado?


A Bíblia apresenta vários recursos diferentes para nos ajudar em nossos esforços para vencer o pecado. Nesta vida, nunca seremos perfeitamente vitoriosos sobre o pecado (1 João 1:8), mas esse ainda deve ser o nosso objetivo. Com a ajuda de Deus, e ao seguir os princípios da Sua Palavra, podemos progressivamente vencer o pecado e nos tornar mais e mais como Cristo.

O primeiro recurso que a Bíblia menciona em nosso esforço para vencer o pecado é o Espírito Santo. Deus nos deu o Espírito Santo para que possamos ser vitoriosos na vida cristã. Deus contrasta os feitos da carne com o fruto do Espírito em Gálatas 5:16-25. Nessa passagem, somos chamados a andar no Espírito. Todos os crentes já possuem o Espírito Santo, mas esta passagem nos diz que precisamos andar no Espírito, cedendo ao Seu controle. Isto significa escolher consistentemente seguir a direção do Espírito Santo em nossas vidas ao invés de seguir a carne.

A diferença que o Espírito Santo pode fazer é demonstrada na vida de Pedro, o qual, antes de ser cheio do Espírito Santo, negou Jesus três vezes -- e isso depois de dizer que seguiria a Cristo até a morte. Depois de ser cheio do Espírito, ele falou abertamente e fortemente com os judeus no Pentecostes.

Andamos no Espírito quando tentamos não apagar a Sua direção (como mencionado em 1 Tessalonicenses 5:19) e ao invés disso buscamos estar cheios do Espírito (Efésios 5:18-21). Como se pode ser cheio do Espírito Santo? Em primeiro lugar, é escolha de Deus assim como era no Antigo Testamento. Ele selecionou indivíduos para realizar uma obra que queria que fosse cumprida e encheu-os com o Seu Espírito (Gênesis 41:38; Êxodo 31:3; Números 24:2; 1 Samuel 10:10). Há evidências em Efésios 5:18-21 e Colossenses 3:16 de que Deus escolhe encher aqueles que se abastecem com a Palavra de Deus. Isso nos leva ao segundo recurso.

A Palavra de Deus, a Bíblia, diz que Deus nos deu a Sua Palavra para nos equipar para toda boa obra (2 Timóteo 3:16-17). Ela nos ensina a como viver e em que acreditar, revela quando escolhemos caminhos errados, ajuda-nos a voltar ao caminho certo e a permanecer neste caminho. Hebreus 4:12 nos diz que a Palavra de Deus é viva e eficaz, capaz de penetrar em nossos corações para erradicar e superar os pecados mais profundos do coração e da atitude. O salmista fala sobre o poder transformador da Palavra de Deus em Salmo 119. Josué disse que a chave do sucesso para vencer seus inimigos era não se esquecer deste recurso, mas meditar nela dia e noite e obedecê-la. Isto ele fez, mesmo quando o que Deus ordenou não fazia sentido (como uma estratégia militar), e esta foi a chave para a sua vitória em suas batalhas pela Terra Prometida.

A Bíblia é um recurso que muitas vezes não levamos a sério. Damos prova disso ao levarmos nossas Bíblias para a igreja ou ao lermos um devocional diário ou um capítulo por dia, mas falhamos em memorizá-la, meditar nela ou em aplicá-la em nossas vidas; falhamos em confessar os pecados que ela revela ou em louvar a Deus pelos Seus dons. Quando se trata da Bíblia, muitas vezes somos ou anoréxicos ou bulímicos. Ou ingerimos apenas o suficiente da Palavra de Deus para manter-nos vivos espiritualmente (mas nunca ingerindo o suficiente para sermos cristãos saudáveis e prósperos), ou nos alimentamos frequentemente sem nunca suficientemente meditarmos nela para conseguir nutrição espiritual.

É importante, se você ainda não tiver o hábito de diariamente estudar e memorizar a Palavra de Deus, que você comece a fazê-lo. Alguns acham que é útil começar um diário. Crie o hábito de não deixar a Palavra até que tenha escrito algo que aprendeu. Alguns registram orações para Deus, pedindo-Lhe que os ajude a mudar nas áreas sobre as quais Ele falou aos seus corações. A Bíblia é a ferramenta que o Espírito usa em nossas vidas (Efésios 6:17), uma parte essencial e importante da armadura que Deus nos dá para lutarmos em nossas batalhas espirituais (Efésios 6:12-18).

Um terceiro recurso fundamental na nossa batalha contra o pecado é a oração. Novamente, é um recurso que os cristãos frequentemente dão valor da boca para fora mas que raramente usam. Temos reuniões de oração, momentos de oração, etc., mas não usamos a oração da mesma forma que a igreja primitiva (Atos 3:1; 4:31; 6:4; 13:1-3). Paulo repetidamente menciona como ele orava por aqueles a quem ministrava. Deus nos deu promessas maravilhosas a respeito da oração (Mateus 7:7-11, Lucas 18:1-8, João 6:23-27, 1 João 5:14-15), e Paulo inclui a oração em sua passagem sobre como se preparar para a batalha espiritual (Efésios 6:18).

Quão importante é a oração para vencer o pecado em nossas vidas? Temos as palavras de Cristo a Pedro no Jardim do Getsêmani, pouco antes da negação de Pedro. Enquanto Jesus ora, Pedro está dormindo. Jesus o acorda e diz: "Vigiem e orem para que não caiam em tentação. O espírito está pronto, mas a carne é fraca"(Mateus 26:41). Nós, como Pedro, queremos fazer o que é certo, mas não encontramos forças. Precisamos seguir o alerta de Deus para continuarmos buscando, batendo, pedindo - e Ele nos dará a força de que precisamos (Mateus 7:7). A oração não é uma fórmula mágica. A oração é simplesmente reconhecer nossas próprias limitações e o poder inesgotável de Deus e voltar-nos a Ele para encontrar a força de fazer o que Ele quer que façamos, não o que queremos fazer (1 João 5:14-15).

Um quarto recurso em nossa guerra para vencer o pecado é a igreja, a comunhão de outros crentes. Quando Jesus enviou Seus discípulos, Ele os enviou dois a dois (Mateus 10:1). Os missionários em Atos não saíram um de cada vez, mas em grupos de dois ou mais. Jesus ordena que não deixemos de congregar-nos juntos, mas que usemos esse tempo para encorajar uns aos outros em amor e boas obras (Hebreus 10:24). Ele nos diz para confessarmos os nossos pecados uns aos outros (Tiago 5:16). Na literatura sapiencial do Antigo Testamento, aprendemos que como o ferro afia o ferro, um homem afia o outro (Provérbios 27:17). Há força em grupos (Eclesiastes 4:11-12).

Muitos cristãos acham que ter um parceiro para prestação de contas pode ser um benefício enorme em superar pecados teimosos. Ter uma outra pessoa que possa falar com você, orar com você, encorajá-lo e até mesmo repreendê-lo é de grande valor. A tentação é comum a todos nós (1 Coríntios 10:13). Ter um parceiro ou um grupo de prestação de contas pode nos dar a dose final de encorajamento e motivação de que precisamos para superar até mesmo os mais teimosos dos pecados.

Às vezes a vitória sobre o pecado vem rapidamente. Outras vezes, a vitória vem mais devagar. Deus prometeu que ao fazermos uso de Seus recursos, Ele vai progressivamente trazer mudanças em nossas vidas. Podemos perseverar em nossos esforços para vencer o pecado porque sabemos que Ele é fiel às Suas promessas.

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quinta-feira, 10 de novembro de 2016

10 conselhos para os jovens serem vitoriosos

A vitória do jovem é uma questão de princípios bíblicos e decisão.
Eu vos escrevi, jovens, de porque sois fortes, e a palavra de Deus está em vós, e já vencestes o maligno. (1 João 2.14).
Certamente todo jovem quer alcançar a vitória na sua vida.
Eu acredito que a juventude não é a Igreja de amanhã, é a Igreja de Deus agora!
Deus levantou os jovens para fazerem diferença nesta geração.
Neste livro, eu dou 10 conselhos para os jovens serem vitoriosos :
1 Conselho : Uma palavra de Paulo a Timóteo
2 Conselho : Cuidado com o olhar
3 Conselho : Cuidado com a mentira
4 Conselho : Sejam liberais
5 Conselho : Compareçam-se do pobre
6 Conselho : Honrem seu pai e sua mãe
7 Conselho : Decidam-se a não se contaminar
8 Conselho : Guardem os seus corações
9 Conselho : Sejam blindados contra o pecado
10 Conselho : Nunca percam Jesus de vista


Que vocês jovens leitores evangélicos, possam tirar o máximo proveito destes conselhos que eu preparei especialmente para vocês, após alicerça-los no livro mais sábio de todos os livros, a Palavra de Deus.

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quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Filipenses 2:3-4

Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo. Não atente cada um para o que é propriamente seu, mas cada qual também para o que é dos outros.
Filipenses 2:3‭-‬4

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segunda-feira, 7 de novembro de 2016

A salvação é pela fé?


Esta talvez seja a mais importante pergunta em toda a Teologia Cristã. Esta pergunta motivou a Reforma: a separação entre a igreja Protestante e a igreja Católica. Nesta pergunta está a diferença crucial entre o Cristianismo Bíblico e a maioria dos cultos “Cristãos”. A salvação se dá somente pela fé ou pela fé mais as obras? Sou salvo apenas por crer em Jesus ou tenho que crer em Jesus e fazer certas coisas?

A questão da fé somente ou fé mais as obras se faz difícil por causa de algumas passagens bíblicas de difícil correlação. Compare Romanos 3:28, 5:1 e Gálatas 3:24 com Tiago 2:24. Há quem veja uma diferença entre Paulo (a Salvação é somente pela fé) e Tiago (a Salvação é pela fé mais as obras). Na verdade, Paulo e Tiago, de maneira alguma, discordam entre si. O único ponto de discordância que alguns afirmam existir é a respeito da relação entre fé e obras. Paulo dogmaticamente diz que a justificação se dá somente pela fé (Efésios 2:8-9) enquanto Tiago aparentemente está dizendo que a justificação é pela fé mais as obras. Este aparente problema é resolvido ao examinarmos com precisão sobre o que discorre Tiago. Tiago está negando a crença de que a pessoa possa ter fé sem produzir quaisquer boas obras (Tiago 2:17-18). Tiago está enfatizando o argumento de que a fé genuína em Cristo produzirá uma vida transformada e boas obras (Tiago 2:20-26). Tiago não está dizendo que a justificação se dá pela fé mais as obras, mas, ao invés disso, diz que a pessoa que é verdadeiramente justificada pela fé produzirá boas obras em sua vida. Se uma pessoa afirma ser crente, mas não produz boas obras em sua vida - então ela provavelmente não tem fé genuína em Cristo (Tiago 2:14, 17, 20, 26).

Paulo escreve o mesmo. O bom fruto que os crentes devem produzir em suas vidas é citado em Gálatas 5:22-23. Logo depois de nos dizer que somos salvos pela fé, não por obras (Efésios 2:8,9), Paulo nos informa que fomos criados para as boas obras (Efésios 2:10). Paulo espera tanto de uma vida transformada quanto Tiago. “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (II Coríntios 5:17)! Tiago e Paulo não discordam em seus ensinamentos sobre a salvação. Eles abordam o mesmo assunto sob diferentes prismas. Paulo simplesmente enfatizou que a justificação vem somente pela fé enquanto Tiago enfatizou o fato de que a fé em Cristo produz boas obras.

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quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Abraão

A provável significaçãode Abrão é: o pai é engrandecido. A forma mais extensa não quer dizer coisa alguma, mas por uma semelhança de som sugere a significação hebraica de ‘pai da multidão’ (Gn 17.6). Fundador da nação judaica (como se vê em Js 24.2 - 1 Rs 18.86 - is 29.22 - Ne 9.7 - etc. - Mt 1.1 - 3.9, etc. ). Acha-se descrita a sua vida em Gn 11.26 a 26.10. Terá, descendente de Sem, saiu de ‘Ur da Caldéia’ com seu filho Abrão e sua nora Sarai, e seu sobrinho Ló, para Harã, onde fixou residência, não indo, como tencionava, ‘para ir à terra de Canaã’ (Gn 11.31). Depois da morte de Terá, ouviu Abraão a divina chamada, e procurou nova terra - recebeu, então, de Deus a primeira promessa com bênçãos a respeito da futura grandeza da sua descendência (Gn 12.1). Guiados por Deus, dirigiram-se Abraão, Sarai e Ló com os seus haveres e servos, à terra de Canaã, e vemos depois toda a família na rica planície de Moré, perto de Siquém, nas faldas dos dois famosos montes Ebal e Gerizim. Aí edificou ele um altar ao Senhor, e recebeu a primeira promessa, clara e distinta, de que aquela terra seria dos seus descendentes (Gn 12.7). Depois retirou-se para outro lugar, na região montanhosa entre Betel e Ai, e aí se conservou em segurança até que a fome o levou para o Egito. Neste país, o seu artifício com respeito a Sarai obrigou-o a uma situação humilhante perante Faraó. A sua riqueza e o seu poder já eram consideráveis. Ao voltar do Egito, ele separou-se de seu sobrinho L6 e foi habitar no vale de Manre, perto de Hebrom, a futura capital de Judá, que estava na linha de comunicação com o Egito, e nas proximidades do deserto e das terras de pastagem de Berseba. No ataque a Quedorlaomer (Gn 14), Abrão já é o principal de uma pequena confederação de chefes, e bastante poderoso para perseguir o inimigo até à entrada do vale do Jordão, combatendo com bom êxito uma grande força, e libertando Ló. E com esta vitória pôde deter por algum tempo a corrente das invasões do norte. No cap. 15 confirma-se a promessa de uma inumerável descendência em face da objeção de Abrão de que não tinha filhos - assume, então, a sua fé uma tal proeminência na teologia judaica e cristã que, dizem os autores sagrados, ‘ele creu no Senhor, e isso lhe foi imputado para justiça’ (Gn 16.6 - cp. Rm 4.3 - 9.7 - Gl 3.6 - Tg 2.23). É, ainda, ratificada a promessa por meio de um pacto entre o Senhor e Abrão - mas antes de cumprir-se pelo nascimento de isaque, é a sua fé provada pela demora, e fortalecida com uma disciplina moralizadora. os caps. 16 a 20 contêm narrativas do nascimento de ismael, filho de Abrão e de Hagar, que era serva de Sarai, e também a respeito da circuncisão, instituída como selo do pacto, e da mudança dos nomes de Abrão para Abraão e de Sarai para Sara. Nesses mesmos capítulos se narra a visita dos anjos e a especial promessa de que Abraão e Sara haviam de ter um filho dentro do espaço de um ano - a intervenção de Abraão pela cidade de Sodoma - a destruição das cidades da planície - a salvadora fuga de L6 - e a segunda decepção a respeito de Sara (Cp. com o cap. 12, e vede Abimeleque). Depois do nascimento de isaque, e da expulsão de ismael a favor do ‘filho da promessa’ (cap. 21), a história silencia por alguns anos, até que, na infância de isaque, aparece a dura prova de fé a Abraão na ordem que recebeu para oferecer o seu filho em sacrifício (cap. 22). Em vista do uso de sacrifícios humanos, tão generalizado entre as nações pagãs circunvizinhas, tal ordem podia ser prontamente considerada, sem qualquer repugnância, como vontade de Deus. o seguimento da narrativa nos mostra Abraão e sua fortíssima fé, com a declaração de que para o Senhor Deus de israel era melhor a ‘obediência’ que o ‘sacrifício’. Ainda que a vida de Abraão se tenha prolongado por 60 anos depois deste acontecimento, os únicos incidentes que se acham pormenorizados são a morte de Sara, a compra da gruta de Macpela para sepultura (cap. 23), e o casamento de isaque com Rebeca (cap. 24). A morte de Sara foi em Quiriate-Arba, isto é, em Hebrom, devendo por isso voltar Abraão, de Berseba, à sua antiga casa. É realmente significativo (At 7.5) o fato de ter sido a herança de Abraão na terra da promessa apenas um túmulo (*veja Gn 60.18). Na bela história do casamento de isaque é deveras digno de nota o ter Abraão recusado a aliança do seu filho com as idólatras de Canaã. Finalmente menciona o livro de Gênesis o seu casamento com Quetura, e a sua morte na idade de 175 anos. o seu herdeiro isaque, bem como o exilado ismael, sepultaram-no ao lado de Sara na cova de Macpela. Abraão representa, no N.T., o verdadeiro ideal da religião, quer pela sua fé (Rm 4. 16 a 22), quer pelas suas obras (Tg 2.21 a 28). Jesus m

esmo diz dele: ‘Vosso pai Abraão alegrou-se por ver o meu dia’ (Jo 8.56). S. Tiago (2.23) chama-lhe ‘o amigo de Deus’ (cp.com is 41.8 - 2 Cr 20. 7), designação que entre os árabes substituiu o seu próprio nome (Kalil Allah, ou simplesmente Kalil, o Amigo).

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quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Provérbios 27:5

Provérbios 27:5



Melhor é a repreensão aberta do que o amor encoberto.




Temos aqui um provérbio de certa forma obscura, mas é um que precisamos aprender e praticar em duas direções. Você é um amigo verdadeiro e que ama? Você aprecia tais amigos?

Há duas formas de amigos, mostradas por "amor" neste versículo e no próximo (Pv 27:6). Um é melhor do que o outro, assim, precisamos aprender a amar o bom, rejeitando e desprezando o mau.

O que é uma repreensão aberta? É dizer pessoal e diretamente ao homem a sua falta, seja ou não contra você, a outros, ou a Deus. É aberta, pois você o faz cara a cara, ao invés de fingir que está tudo bem; e é uma repreensão, pois você o confronta com o seu erro, ao invés de lisonjeá-lo com elogios. A repreensão aberta não é contar aos outros, pois contar aos outros, desnecessariamente, é errado (Pv 25:9; 11:13).

O nosso Senhor nos ensinou esta regra (Mt 18:15). Tiago o ensinou (Tg 5:19-20); Paulo o ensinou (Gl 6:1-3); e Paulo o praticou com Pedro, cuja falta foi pública (Gl 2:11-14).

Repreender um amigo por pecado é amor verdadeiro, que Moisés havia ensinado muito tempo atrás (Lv 19:17). Não corrigi-lo é simplesmente ódio. A caridade não pode suportar o pecado na sua razão de ser (ICo 13:6), pois, ajudá-lo a viver uma vida santa é o mais alto padrão de amor e amizade (ISm 23:16).

O que é amor secreto? É demonstrar afeição amizade e serviço sem ter a coragem ou o comprometimento de corrigir o erro do outro. É secreto por que o verdadeiro caráter do amor - a correção - está ausente; é sarcasticamente chamado de amor, pois somente a lisonja aberta e a bondade superficial existem em tal relacionamento. É verdadeiramente ódio (Lv 19:17). O provérbio seguinte ajuda (Pv 27:6).

Um amigo ferindo você pela correção é fiel; mas um que beija sem corrigir é um inimigo. Os beijos são enganosos, pois não têm substância; o ferimento é fiel, pois é a prova de uma verdadeira amizade. Maior favor e uma amizade mais forte resultarão de uma repreensão do que uma lisonja mundana (Pv 28:23; Pv 27:9).

Caro leitor, você ama desta maneira? Se é assim, você advertirá o desgovernado (ITs 5:14), repreenderá e castigará os seus filhos (Pv 13:24; 29:15), estimulará os outros à justiça (Hb 3:12-13; 10:23-25), e agradará os outros ao invés de si mesmo, para a edificação deles (Rm 15:1-2).

Você recebe a repreensão aberta deste provérbio sem se encrespar? Davi afirmou que consideraria a repreensão e o ferimento por parte de um homem justo como sendo um verdadeiro ato de bondade (Sl 141:5). Como pecadores, precisamos de tais amigos, que o confrontarão ao invés de bajulá-lo. Ame esses!

O nosso Senhor Jesus repreendeu fielmente os Seus queridos amigos (Mt 16:23; Lc 9:55; Jo 21:17).

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terça-feira, 25 de outubro de 2016

Deus é real?


Sabemos que Deus é real porque Ele Se revelou a nós de três formas: na criação, na Sua Palavra e em Seu Filho, Jesus Cristo.

A prova mais básica da existência de Deus é simplesmente o que Ele fez. “Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles (incrédulos) fiquem inescusáveis” (Romanos 1:20). “Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos” (Salmos 19:1).

Se eu encontrasse um relógio de pulso no meio de um campo, eu não iria pensar que ele simplesmente “apareceu” do nada ou que sempre existiu. Baseado em seu design, eu iria pressupor que alguém projetou suas formas. Mas eu vejo um design tão mais grandioso e preciso no mundo que nos cerca. Nossa medida de tempo não é baseada em relógios de pulso, mas na obra das mãos de Deus: na rotação regular da terra (e nas propriedades radioativas do átomo do césio-133). O universo exibe grandioso design, e isto exige um Grandioso Projetista.

Se eu encontrasse uma mensagem cifrada, eu buscaria um especialista que me auxiliasse na decodificação. Eu presumiria que há um emissor inteligente, alguém que criou o código. Quão complexo é o “código” do DNA que carregamos em cada célula de nossos corpos? Não é verdade que a complexidade e propósito do DNA exigem que haja um Escritor Inteligente para este código?

Deus não apenas fez o mundo físico de modo complexo, elaborado e detalhadamente ajustado, mas Ele também fez penetrar um senso de eternidade no coração de cada pessoa (Eclesiastes 3:11). A espécie humana tem uma percepção inata de que há mais entre o céu e a terra do que meramente aquilo que se vê, que há uma existência maior de que esta rotina secular. Nosso senso de eternidade se manifesta de pelo menos duas formas: na criação das leis e na adoração.

Através da história, todas as civilizações valorizam certas leis morais, que são surpreendentemente parecidas em cada cultura. Por exemplo, o ideal de amor é universalmente valorizado, enquanto a mentira é universalmente condenada. Este aspecto moral em comum, ou seja, esta compreensão global entre o certo e o errado, aponta para o Supremo Ser Moral que em nós imprimiu estes princípios.

Da mesma forma, independentemente da cultura, os povos de todo o mundo sempre cultivaram um sistema de adoração. O objeto da adoração pode variar, mas o sentido de haver um “poder maior” é uma parte inegável da condição humana. Somos propensos a adorar, o que está em harmonia com o fato de Deus ter nos criado “à Sua própria imagem” (Gênesis 1:27).

Deus também Se revelou a nós através de Sua Palavra, a Bíblia. Através das escrituras, a existência de Deus é tratada como um fato evidente por si só (Gênesis 1:1; Êxodo 3:14). Quando Benjamin Franklin escreveu sua autobiografia, ele não perdeu tempo tentando provar sua própria existência. Da mesma forma, Deus não gasta muito tempo provando Sua própria existência em Seu livro. A Bíblia, com sua natureza transformadora de vidas, sua integridade e milagres ocorridos durante o período em que foi escrita poderiam ser suficientes para justificar um olhar mais atento.

A terceira forma pela qual Deus Se revelou é através de Seu Filho, Jesus Cristo (João 14:6-11). “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus... E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós.” (João 1:1, 14). Em Jesus Cristo “habita corporalmente toda a plenitude de divindade” (Colossenses 2:9).

Na surpreendente vida de Jesus, Ele guardou perfeitamente toda a lei do Velho Testamento e cumpriu as profecias a respeito do Messias (Mateus 5:17). Ele agiu inúmeras vezes demonstrando compaixão e fez inúmeros milagres públicos, tudo para validar Sua mensagem e testemunhar a favor de sua divindade (João 21:24-25). Então, três dias após Sua crucificação, Ele ressuscitou dentre os mortos, um fato afirmado por centenas de testemunhas oculares (I Coríntios 15:6). Os registros da história estão cheios de “provas” de quem é Jesus. Como disse o Apóstolo Paulo: “... porque isto não se fez em qualquer canto” (Atos 26:26).

Sabemos que sempre haverá céticos com suas próprias idéias a respeito de Deus, e que de acordo com estas idéias, interpretarão estas provas. E haverá alguns que nenhuma quantidade de provas será capaz de convencer (Salmos 14:1). No final, o mais importante aspecto é a fé (Hebreus 11:6).

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sábado, 22 de outubro de 2016

Orando por Revelação

ORANDO POR REVELAÇÃO – POR LUCIANO SUBIRÁ





“Quando você está lendo um livro em um quarto escuro e acha isto difícil, leva-o para perto de uma janela para receber mais luz. Da mesma forma, leve sua Bíblia a Cristo.” (Robert Murray M’Cheyne)

“Desvenda os meus olhos, para que eu veja as maravilhas da tua lei” Salmos 119.18
Quando desejamos profundamente algo da parte de Deus, levamos isto ao altar do Senhor através da oração. Esta é a maneira de recebermos qualquer coisa que Deus tem para nós. Como Tiago ensinou “Nada tendes, porque não pedis” (Tg 4.2)

O autor do Salmo 119 tinha um anelo pela compreensão da Palavra de Deus, e ele levou tudo em oração ao Senhor. Ele clamou por revelação da Palavra. Este é um passo básico e fundamental que devemos dar em direção ao conhecimento revelado: orar especificamente por isto! Seja qual for a área das nossas vidas, se quisermos a ação divina, devemos orar. Mesmo que outros princípios espirituais estejam em operação, devemos clamar ao Senhor, e Ele nos responderá do Céu.

REVELAÇÃO POR TRÁS DA ORAÇÃO

Há uma revelação de Deus quando oramos. O Senhor nos prometeu isto:

“Clama a mim, e responder-te-ei, e anunciar-te-ei coisas grandes e ocultas, que não saber” Jeremias 33.3
Deus não disse que Ele simplesmente daria uma resposta ao clamor e à oração, mas que, juntamente com a resposta, também viria revelação, ou seja, o anúncio de coisas grandes e ocultas que não sabíamos. Em outras palavras, Deus, além de responder a oração, revela mistérios.

Vemos um claro cumprimento desta palavra do Senhor no Livro de Daniel. Quando Daniel achegou-se ao Senhor em oração pelo seu povo, a consequência doi que Deus lhe deu tremendas revelações sobre a sua nação.Se ansiamos pela manifestação do conhecimento por revelação, temos que orar por isto. O Novo Testamento registra orações que Paulo fazia, pedindo revelação ao Senhor:

“Não cesso de dar graças a Deus por vós, lembrando-me de vós nas minhas orações: Para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos dê em seu conhecimento o espírito de sabedoria e de revelação; Tendo iluminados os olhos do vosso entendimento, para que saibais qual seja a esperança da sua vocação, e quais as riquezas da glória da sua herança nos santos; E qual a sobreexcelente grandeza do seu poder sobre nós, os que cremos, segundo a operação da força do seu poder, que manifestou em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos, e pondo-o à sua direita nos céus” Efésios 1:16-20
“E peço isto: que o vosso amor cresça mais e mais em ciência e em todo o conhecimento, para que aproveis as coisas excelentes, para que sejais sinceros, e sem escândalo algum até ao dia de Cristo; cheios dos frutos de justiça, que são por Jesus Cristo, para glória e louvor de Deus.” Filipenses 1:9-11
“Por esta razão, nós também, desde o dia em que o ouvimos, não cessamos de orar por vós, e de pedir que sejais cheios do conhecimento da sua vontade, em toda a sabedoria e inteligência espiritual; para que possais andar dignamente diante do Senhor, agradando-lhe em tudo, frutificando em toda a boa obra, e crescendo no conhecimento de Deus; corroborados em toda a fortaleza, segundo a força da sua glória, em toda a paciência, e longanimidade com gozo” Colossenses 1:9-11
“Para que os seus corações sejam consolados, e estejam unidos em amor, e enriquecidos da plenitude da inteligência, para conhecimento do mistério de Deus e Pai, e de Cristo, em quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência.” Colossenses 2:2,3
Algo que frequentemente eu tenho feito e aconselhado outras pessoas a fazerem é transformar estas orações à Primeira Pessoa do Singular onde quer que haja pronomes. Exemplo: ao invés de orar: “que os vossos olhos sejam…”, você pode orar: “que os meus olhos sejam…”

Entretanto, você não tem que fazer estas orações como se estivesse repetindo uma “fórmula mágica”! O ideal é que você expresse o anseio do seu coração pela revelação da Palavra, usando estas orações ou não. Uma coisa, porém, é certa: Se Deus dirigiu a Paulo a orar assim e até mesmo a registrar em suas Cartas que ele realmente orava por isto, então isto significa que o Senhor queria dizer-nos que nós também devemos orar desta forma e Ele responderá!

INTERCESSÃO

Enquanto o autor do Salmo 119 orava por si mesmo, Paulo, por sua vez, orava por terceiros.
Esta é uma prática que devemos ter se quisermos ver pessoas sendo tocadas pelo Espírito de sabedoria e revelação. Devemos orar pelas igrejas de hoje, assim como Paulo intercedia pelas igrejas da sua época.

Se você conhece pessoas que demonstram uma grande dificuldade em entenderem as coisas espirituais, comece a orar por elas, e você verá de fato como nosso Pai celestial intervirá!


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quarta-feira, 19 de outubro de 2016

O que é o cristianismo?


1 Coríntios 15:1-4 diz: “Irmãos, venho lembrar-vos o evangelho que vos anunciei, o qual recebestes e no qual ainda perseverais; por ele também sois salvos, se retiverdes a palavra tal como vo-la preguei, a menos que tenhais crido em vão. Antes de tudo, vos entreguei também o que recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras.”

De forma sucinta, esta é a crença do Cristianismo. O Cristianismo é único entre todas as outras fés, porque o Cristianismo é mais um relacionamento do que uma prática religiosa. Ao invés de aderir a uma lista de “faça isso e não faça aquilo”, o objetivo do Cristianismo é cultivar um andar próximo ao Deus Pai. Este relacionamento se torna possível por causa da obra de Jesus Cristo e do ministério na vida do cristão pelo Espírito Santo.

Os cristãos acreditam que a Bíblia é a Palavra inspirada e inerrante de Deus, e que seus ensinamentos são a autoridade final (2 Timóteo 3:16, 2 Pedro 1:20-21). Os cristãos acreditam em um Deus que existe em três pessoas: o Pai, o Filho (Jesus Cristo) e o Espírito Santo.

Os cristãos acreditam que a humanidade foi criada especificamente para ter um relacionamento com Deus, mas que o pecado separa todos os homens de Deus (Romanos 5:12; Romanos 3:23). O Cristianismo ensina que Jesus Cristo andou pela terra, sendo completamente Deus e mesmo assim completamente homem (Filipenses 2:6-11), e morreu na cruz. Os cristãos acreditam que após Sua morte na cruz, Cristo foi sepultado, ressuscitou e está agora assentado à direita do Pai, intercedendo para sempre pelos crentes (Hebreus 7:25). O Cristianismo proclama que a morte de Jesus na cruz foi suficiente para pagar completamente o débito do pecado devido por todos os homens, e que isto é o que restaura o relacionamento que havia sido rompido entre Deus e os homens (Hebreus 9:11-14, Hebreus 10:10, Romanos 6:23, Romanos 5:8).

Para alguém ser salvo, deve apenas depositar sua fé, inteiramente, na obra que foi completada por Cristo na cruz. Se alguém acredita que Cristo morreu em seu próprio lugar pagando o preço pelos seus pecados e ressuscitou, este alguém está salvo. Ninguém pode ser “bom o suficiente” para agradar a Deus por conta própria, porque todos nós somos pecadores (Isaías 64:6-7, Isaías 53:6). Além disso, não há nada mais a ser feito, porque Cristo já fez tudo o que havia para se fazer! Quando estava na cruz, Jesus disse: “Está consumado!” (João 19:30).

Assim como não há nada que alguém possa fazer para ganhar a salvação por conta própria, uma vez que este alguém deposita sua fé na obra de Cristo na cruz, também não há nada que possa fazer para perder a salvação. Lembre-se que o trabalho foi realizado e finalizado por Cristo! Nada relativo à salvação depende daquele que a recebeu! João 10:27-29 afirma: “As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu conheço-as, e elas me seguem; e dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão. Meu Pai, que mas deu, é maior do que todos; e ninguém pode arrebatá-las da mão de meu Pai.”

Alguns podem pensar: “Isso é fantástico – uma vez salvo, posso fazer aquilo que mais me agradar, e não perder a minha salvação!” Porém, a salvação não se trata de ser livre para fazer o que mais lhe agrada. A salvação é tornar-se livre de ter que servir à velha natureza pecaminosa e também para buscar um relacionamento correto com Deus. Enquanto os crentes viverem neste mundo com seus corpos pecaminosos, haverá um conflito constante contra ceder ao pecado. Viver em pecado obstrui o relacionamento que Deus procura ter com a humanidade, e enquanto alguém viver em pecado, mesmo sendo um crente, não irá desfrutar do relacionamento que Deus gostaria de ter com ele. No entanto, os cristãos podem ter vitória sobre este conflito contra o pecado através do estudo e aplicação da Palavra de Deus (a Bíblia) nas suas vidas, e por serem controlados pelo Espírito Santo – isto é, por submeterem-se à influência e liderança do Espírito em todas as circunstâncias do dia a dia, e através do Espírito obedecer à Palavra de Deus.

Portanto, enquanto tantos sistemas religiosos exigem que se faça ou não certas coisas, o Cristianismo se trata de ter um relacionamento com Deus, e de acreditar que Cristo morreu na cruz como pagamento pelo nosso próprio pecado e ressuscitou. O seu débito do pecado é pago e você pode ter comunhão com Deus. Você pode ter vitória sobre a sua natureza pecaminosa e andar com Deus em comunhão e obediência. Isto é o verdadeiro Cristianismo bíblico.

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segunda-feira, 17 de outubro de 2016

É a Bíblia verdadeiramente a Palavra de Deus?


Nossa resposta a esta pergunta não irá apenas determinar como vemos a Bíblia e sua importância para nossas vidas, mas também, ao final, provocar em nós um impacto eterno. Se a Bíblia é de fato a palavra de Deus, devemos então estimá-la, estudá-la, obedecer-lhe e nela confiar. Se a Bíblia é a Palavra de Deus, dispensá-la, então, é dispensar o próprio Deus.

O fato de que Deus nos deu a Bíblia é evidência e exemplo de Seu amor por nós. O termo “revelação” significa simplesmente que Deus comunicou à humanidade como Ele é e como nós podemos ter um correto relacionamento com Ele. São coisas que não poderíamos saber se Deus, na Bíblia, não as tivesse revelado divinamente a nós. Embora a revelação de Deus sobre Si mesmo tenha sido dada progressivamente, ao longo de aproximadamente 1500 anos, ela sempre conteve tudo que o homem precisava saber sobre Deus para com Ele ter um bom relacionamento. Se a Bíblia é realmente a Palavra de Deus, é portanto a autoridade final sobre todas as questões de fé, prática religiosa e moral.

A pergunta que devemos fazer a nós mesmos é: como podemos saber que a Bíblia é a Palavra de Deus e não simplesmente um bom livro? O que é único sobre a Bíblia que a separa de todos os outros livros religiosos já escritos? Existe alguma evidência de que a Bíblia é realmente a Palavra de Deus? Estes são os tipos de perguntas que merecem análise se formos seriamente examinar a afirmação bíblica de que a Bíblia é a verdadeira Palavra de Deus, divinamente inspirada, e totalmente suficiente para todas as questões de fé e prática.

Não pode haver dúvida sobre o fato de que a própria Bíblia afirma ser a verdadeira Palavra de Deus. Tal pode ser claramente observado em versículos como 2 Timóteo 3:15-17, que diz: “... desde a infância, sabes as sagradas letras, que podem tornar-te sábio para a salvação pela fé em Cristo Jesus. Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra.”

A fim de responder a estas perguntas, devemos observar tanto as evidências internas quanto as evidências externas de que a Bíblia é mesmo a Palavra de Deus. Evidências internas são aquelas coisas do interior da Bíblia que testificam sua origem divina. Uma das primeiras evidências internas de que a Bíblia é a Palavra de Deus é a sua unidade. Apesar de, na verdade, ser composta de sessenta e seis livros individuais, escritos em três continentes, em três diferentes línguas, durante um período de aproximadamente 1500 anos, por mais de 40 autores (que tinham profissões diferentes), a Bíblia permanece como um livro unificado desde o início até o fim, sem contradições. Esta unidade é singular em comparação a todos os outros livros e é evidência da origem divina das palavras, enquanto Deus moveu homens de tal forma que registraram as Suas palavras.

Outra evidência interna que indica que a Bíblia é a Palavra de Deus é observada nas profecias detalhadas contidas em suas páginas. A Bíblia contém centenas de detalhadas profecias relacionadas ao futuro de nações individuais, incluindo Israel, ao futuro de certas cidades, ao futuro da humanidade, e à vinda de um que seria o Messias, o Salvador, não só de Israel, mas de todos que Nele cressem. Ao contrário de profecias encontradas em outros livros religiosos, ou das profecias feitas por Nostradamus, as profecias bíblicas são extremamente detalhadas e nunca falharam em se tornar realidade. Há mais de trezentas profecias relacionadas a Jesus Cristo apenas no Antigo Testamento. Não apenas foi predito onde Ele nasceria e de qual família viria, mas também como Ele morreria e que ressuscitaria ao terceiro dia. Simplesmente não há maneira lógica de explicar as profecias cumpridas da Bíblia a não ser por origem divina. Não existe outro livro religioso com a extensão ou o tipo de previsão das profecias que a Bíblia contém.

Uma terceira evidência interna da origem divina da Bíblia é notada na sua autoridade e poder únicos. Enquanto esta evidência é mais subjetiva do que as duas evidências anteriores, ela não é nada menos do que testemunho poderoso da origem divina da Bíblia. A Bíblia tem autoridade única, que não se parece com a de qualquer outro livro já escrito. Esta autoridade e poder podem ser vistos com mais clareza pela forma como inúmeras vidas já foram transformadas pela leitura da Bíblia. Curou viciados em drogas, libertou homossexuais, transformou a vida de pessoas sem rumo, modificou criminosos de coração duro, repreende pecadores, e sua leitura transforma o ódio em amor. A Bíblia possui um poder dinâmico e transformador que só é possível por ser a verdadeira Palavra de Deus.

Além das evidências internas de que a Bíblia é a Palavra de Deus, existem também evidências externas que indicam isto. Uma destas evidências é o caráter histórico da Bíblia. Como a Bíblia relata eventos históricos, a sua veracidade e precisão estão sujeitas à verificação, como qualquer outro documento histórico. Através tanto de evidências arqueológicas quanto de outros documentos escritos, os relatos históricos da Bíblia foram várias vezes comprovados como verdadeiros e precisos. Na verdade, todas as evidências arqueológicas e encontradas em manuscritos que validam a Bíblia a tornam o melhor livro documentado do mundo antigo. O fato de que a Bíblia registra precisa e verdadeiramente eventos historicamente verificáveis é uma grande indicação da sua veracidade ao lidar com assuntos religiosos e doutrinas, ajudando a substanciar sua afirmação em ser a Palavra Deus.

Outra evidência externa de que a Bíblia é a Palavra de Deus é a integridade de seus autores humanos. Como mencionado anteriormente, Deus usou homens vindos de diversas profissões e ofícios para registrar as Suas palavras para nós. Estudando as vidas destes homens, não há boa razão para acreditar que não tenham sido homens honestos e sinceros. Examinando suas vidas e o fato de que estavam dispostos a morrer (quase sempre mortes terríveis) pelo que acreditavam, logo se torna claro que estes homens comuns, porém honestos, realmente criam que Deus com eles havia falado. Os homens que escreveram o Novo Testamento e centenas de outros crentes (1 Coríntios 15:6) sabiam a verdade da sua mensagem porque haviam visto e passado tempo com Jesus Cristo depois que Ele ressuscitou dentre os mortos. A transformação ao ter visto o Cristo Ressuscitado causou tremendo impacto nestes homens. Eles passaram do “esconder-se com medo” ao estado de “disposição a morrer pela mensagem que Deus lhes havia revelado”. Suas vidas e mortes testificam o fato de que a Bíblia é verdadeiramente a Palavra de Deus.

Uma última evidência externa de que a Bíblia é verdadeiramente a Palavra de Deus é seu “caráter indestrutível”. Por causa de sua importância e de sua afirmação em ser a Palavra de Deus, a Bíblia sofreu mais ataques e tentativas de destruição do que qualquer outro livro na história. Dos primeiros imperadores romanos como Diocleciano, passando por ditadores comunistas e até chegar aos ateus e agnósticos modernos, a Bíblia resistiu e permaneceu a todos os seus ataques e continua sendo o livro mais publicado no mundo hoje.

Através dos tempos, céticos tiveram a Bíblia como mitológica, mas a arqueologia a estabeleceu como histórica. Seus oponentes atacaram seus ensinamentos como sendo primitivos e desatualizados, porém estes, somados a seus conceitos morais e legais, tiveram uma influência positiva em sociedades e culturas do mundo todo. Ela continua a ser atacada pela ciência, psicologia e por movimentos políticos, mas mesmo assim permanece tão verdadeira e relevante como quando foi escrita. Ela é um livro que transformou inúmeras vidas e culturas através dos últimos 2000 anos. Não importa o quanto seus oponentes tentem atacá-la, destruí-la ou fazer com que perca sua reputação, a Bíblia permanece tão forte, verdadeira e relevante após os ataques quanto antes. A precisão com que foi preservada, apesar de todas as tentativas de corrompê-la, atacá-la ou destruí-la é o testemunho claro do fato de que a Bíblia é verdadeiramente a Palavra de Deus. Não deveria ser surpresa para nós que, não importa o quanto seja atacada, ela sempre volta igual e ilesa. Afinal, Jesus disse: “Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão” (Marcos 13:31). Após observar as evidências, qualquer um pode dizer sem dúvida nenhuma que “Sim, a Bíblia é verdadeiramente a Palavra de Deus.”

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terça-feira, 11 de outubro de 2016

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Quais são os atributos de Deus?


A boa notícia, quando tentamos responder a esta pergunta, é que há muito que pode ser encontrado sobre Deus! Aqueles que examinarem esta explicação podem achar melhor ler o texto inteiramente; depois voltar e procurar pelas passagens Bíblicas selecionadas para elucidação. As referências às Escrituras são completamente necessárias, porque sem a autoridade da Bíblia, este monte de palavras não seria nem um pouco melhor do que a opinião dos homens, a qual por si só é quase sempre incorreta para entender Deus (Jó 42:7). Nem precisamos dizer o quanto é importante para nós tentarmos entender a natureza de Deus! Se não o fizermos, provavelmente vamos nos levantar, procurar e adorar falsos deuses contrários a Sua vontade (Êxodo 20:3-5).

Apenas o que o próprio Deus escolheu de Si mesmo para ser revelado pode ser conhecido. Um dos atributos ou qualidades de Deus é “luz”, o que significa que Ele próprio Se revela (Isaías 60:19, Tiago 1:17). A realidade de que Deus revelou conhecimento sobre Si próprio não deve ser negligenciada, a fim de que nenhum de nós perca a oportunidade de entrar em Seu descanso (Hebreus 4:1). A Criação, a Bíblia e o Verbo feito carne (Jesus Cristo) irão nos ajudar a entender como é Deus.

Vamos começar por entender que Deus é nosso Criador e que nós somos parte da Sua criação (Gênesis 1:1; Salmos 24:1). Deus disse que o homem é criado a Sua imagem. O homem está acima do resto da criação e recebeu domínio sobre ela (Gênesis 1:26-28). A criação se deteriorou pela 'queda', mas ainda assim nos dá um flash, uma rápida idéia da obra de Deus (Gênesis 3:17-18; Romanos 1:19-20). Considerando a vastidão, complexidade, beleza e ordem da criação, nós podemos ter uma idéia da grandiosidade e magnificência de Deus.

A leitura de alguns dos nomes de Deus pode nos ajudar em nossa busca por como é Deus. Eles são os seguintes:

Elohim – O Forte, divino (Gênesis 1:1)
Adonai – Senhor, indicando uma relação de Mestre para servo (Êxodo 4:10, 13)
El Elyon – O mais Alto, o mais Forte (Gênesis 14:20)
El Roi – o Forte que enxerga (Gênesis 16:13)
El Shaddai – Deus Todo-Poderoso (Gênesis 17:1)
El Olam – eterno Deus (Isaías 40:28)
Yahweh – SENHOR “Eu Sou”, significando o Deus eterno auto-existente (Êxodo 3:13,14).

Vamos agora continuar examinando mais dos atributos de Deus; Deus é eterno, o que significa que Ele não teve início e que a Sua existência jamais irá cessar. Ele é imortal, infinito (Deuteronômio 33:27; Salmos 90:2; 1 Timóteo 1:17). Deus é imutável, o que quer dizer que Ele não muda; isto significa que Ele é absolutamente confiável (Malaquias 3:6; Números 23:19; Salmos 102:26,27). Deus é incomparável, o que quer dizer que não há ninguém como Ele em obras ou ser; Ele é inigualável e perfeito (2 Samuel 7:22; Salmos 86:8; Isaías 40:25; Mateus 5:48). Deus é inescrutável, o que significa que Ele é imensurável, inencontrável, impossível de ser inteiramente entendido (Isaías 40:28; Salmos 145:3; Romanos 11:33,34).

Deus é justo, o que quer dizer que Ele não demonstra favoritismo por algumas pessoas (Deuteronômio 32:4; Salmos 18:30). Deus é onipotente, o que significa que Ele é todo-poderoso; Ele pode fazer qualquer coisa que Lhe agrada, mas as Suas ações estarão sempre de acordo com o resto de Seu caráter (Apocalipse 19:6; Jeremias 32:17, 27). Deus é onipresente, o que significa que Ele está sempre presente, em todos os lugares; isto não significa que Deus seja tudo (Salmos 139:7-13; Jeremias 23:23). Deus é onisciente, o que significa que Ele conhece o passado, o presente e futuro, até mesmo aquilo que nós estamos pensando em qualquer dado momento; como Ele sabe tudo, Sua justiça será sempre administrada de forma justa (Salmos 139:1-5; Provérbios 5:21).

Deus é um, o que significa não apenas que não haja outro, mas também que Ele é único em ser capaz de conhecer as mais profundas necessidades e anseios dos nossos corações, e somente Ele é digno da nossa adoração e devoção (Deuteronômio 6:4). Deus é reto, o que significa que Deus não pode e não irá ignorar o erro; é por causa da Sua retidão e justiça, para que nossos pecados fossem perdoados, que Jesus teve que experimentar o julgamento de Deus quando nossos pecados foram postos sobre Ele (Êxodo 9:27; Mateus 27:45,46; Romanos 3:21-26).

Deus é soberano, o que significa que Ele é supremo; toda a Sua criação posta junta, conhecedora ou não-conhecedora, não pode impedir os Seus propósitos (Salmos 93:1; 95:3; Jeremias 23: 20). Deus é espírito, o que significa que Ele é invisível (João 1:18; 4:24). Deus é uma Trindade, o que quer dizer que Ele é três em um, de mesma substância, com poderes e glória iguais. Note na primeira passagem da Escritura citada que o 'nome' é singular, apesar de se referir a três Pessoas distintas - “Pai, Filho e Espírito Santo” (Mateus 28:19; Marcos 1:9-11). Deus é verdade, o que significa que Ele está de acordo com tudo o que Ele é. Ele irá permanecer incorruptível e não pode mentir (Salmos 117:2; 1 Samuel 15:29).

Deus é santo, o que significa que Ele está separado de toda poluição moral e a ela é hostil. Deus vê tudo o que é mal, e o mal O deixa enfurecido; o fogo é usualmente mencionado nas Escrituras junto com a santidade. Refere-se a Deus como um fogo que consome (Isaías 6:3; Habacuque 1:13; Êxodo 3:2,4,5; Hebreus 12:29). Deus é gracioso – isto incluiria Sua bondade, benevolência, misericórdia e amor, que são palavras que apenas de longe descrevem Sua bondade. Se não fosse pela graça de Deus, teríamos a impressão de que todos os Seus outros atributos nos excluiriam Dele. Felizmente, este não é o caso, pois Ele deseja conhecer a cada um de nós pessoalmente (Êxodo 34:6; Salmos 31:19; 1 Pedro 1:3; João 3:16; João 17:3).

Esta foi apenas uma tentativa modesta de responder a uma pergunta tão grande quanto Deus. Por favor, sinta-se fortemente encorajado a continuar procurando por Ele (Jeremias 29:13)

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quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Qual o sentido da vida para você?


Qual é o sentido da vida? Como posso encontrar propósito, realização e satisfação na vida? Terei o potencial de realizar algo de significância duradoura? Há tantas pessoas que jamais pararam para pensar no sentido da vida. Anos mais tarde elas olham para trás e se perguntam por que seus relacionamentos não deram certo e por que se sentem tão vazias, mesmo tendo alcançado algum objetivo anteriormente estabelecido. Um jogador de baseball que alcançou o hall da fama deste esporte foi questionado sobre o que gostaria que lhe tivessem dito quando ainda estava começando a jogar baseball. Ele respondeu: “Eu gostaria que alguém tivesse me dito que quando você chega ao topo, não há nada lá.” Muitos objetivos revelam o quanto são vazios apenas depois que vários anos foram perdidos em sua busca.

Em nossa sociedade humanística, as pessoas vão atrás de muitos propósitos, pensando que neles encontrarão sentido. Entre eles estão: sucesso nos negócios, prosperidade, bons relacionamentos, sexo, entretenimento, fazer o bem aos outros, etc. As pessoas já viram que, mesmo quando atingiram seus propósitos de prosperidade, relacionamentos e prazer, havia ainda uma grande lacuna interior – um sentimento de vazio que nada parecia preencher.

O autor do livro Bíblico de Eclesiastes expressa este sentimento quando diz: “Vaidade de vaidades, ...tudo é vaidade.” Este autor tinha prosperidade além da medida, sabedoria maior que de qualquer homem de seu tempo ou do nosso, mulheres às centenas, palácios e jardins que eram a inveja de outros reinos, a melhor comida e o melhor vinho e toda a forma possível de diversão. E ele disse, em dado momento, que qualquer coisa que seu coração quisesse, ele buscava. E mesmo assim ele resumiu a “vida debaixo do sol” (a vida vivida como se tudo o que nela há é o que podemos ver com nossos olhos e experimentar com nossos sentidos) como sendo sem significado! Por que existe tal vazio? Porque Deus nos criou para algo além do que nós podemos experimentar aqui e agora. Disse Salomão a respeito de Deus: "Ele também pôs a eternidade no coração dos homens..." Nos nossos corações, nós sabemos que o “aqui e agora” não é tudo o que há.

Em Gênesis, o primeiro livro da Bíblia, vemos que Deus criou a humanidade à Sua imagem (Gênesis 1:26). Isto significa que nós somos mais parecidos com Deus do que com qualquer outra coisa (qualquer outra forma de vida). Nós também vemos que antes da humanidade cair em pecado e a maldição vir por sobre a terra, as seguintes afirmações eram verdadeiras: (1) Deus fez o homem uma criatura social (Gênesis 2:18-25); (2) Deus deu trabalho ao homem (Gênesis 2:15); (3) Deus tinha comunhão com o homem (Gênesis 3:8); e (4) Deus deu ao homem domínio sobre a terra (Gênesis 1:26). Qual o significado disto? Eu creio que Deus tinha como intenção, com cada uma destas coisas, acrescentar realização a nossa vida, porém tudo isto (especialmente a comunhão do homem com Deus) foi adversamente afetado pela queda do homem em pecado e conseqüente maldição sobre a terra (Gênesis 3).

No Apocalipse, o último livro da Bíblia, ao final de muitos outros eventos do fim dos tempos, Deus revela que Ele irá destruir a atual terra e céu que conhecemos e conduzir-nos ao estado eterno, criando um novo céu e uma nova terra. Neste tempo, Ele irá restaurar a comunhão total com a humanidade redimida. Alguns da humanidade terão sido julgados indignos e jogados ao Lago de Fogo (Apocalipse 20:11-15). E a maldição do pecado será eliminada; não haverá mais pecado, tristeza, doença, morte, dor, etc. (Apocalipse 21:4). E aqueles que crêem herdarão todas as coisas; Deus habitará com eles, e eles serão Seus filhos (Apocalipse 21:7). Portanto, chegamos ao ponto inicial de que Deus nos criou para termos comunhão com Ele; o homem pecou, quebrando tal comunhão; Deus restaura esta comunhão completamente no estado eterno com aqueles julgados dignos por Ele. Agora, passar a vida inteira alcançando qualquer coisa e todas as coisas apenas para morrer separado de Deus pela eternidade seria mais do que fútil! Mas Deus providenciou uma maneira não apenas de tornar possível a eterna alegria espiritual (Lucas 23:43), mas também para vivermos esta vida com satisfação e sentido. Então, como esta eterna alegria espiritual e o “céu na terra” são obtidos?

O SENTIDO DA VIDA RESTAURADO ATRAVÉS DE JESUS CRISTO

Como fizemos alusão acima, o real sentido, tanto agora como na eternidade, é encontrado ao se restaurar o relacionamento com Deus, relacionamento que foi perdido quando Adão e Eva caíram em pecado. Hoje, este relacionamento com Deus somente é possível através de Seu Filho, Jesus Cristo (Atos 4:12; João 14:6; João 1:12). A vida eterna é recebida quando alguém se arrepende de seu pecado (ao não querer mais continuar nele, mas que Cristo o mude e faça dele uma nova pessoa) e começa a confiar em Jesus Cristo como Salvador (veja a questão “Qual é o plano da salvação?” para mais informações sobre este assunto tão importante).

Porém, o real sentido da vida não é encontrado meramente em descobrir Jesus como Salvador (apesar do quão maravilhoso ser). Ao invés disso, o real sentido da vida é encontrado ao se começar a seguir a Cristo como Seu discípulo, aprendendo Dele, passando tempo com Ele na Sua Palavra, a Bíblia, tendo comunhão com Ele em oração e caminhando com Ele em obediência aos Seus mandamentos. Se você é um descrente (ou talvez um novo crente), você deve estar dizendo a si mesmo: “Isto não me soa assim tão incrível e realizador!” Mas por favor, leia um pouco mais. Jesus fez as seguintes declarações:

“Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve” (Mateus 11:28-30). “...eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância” (João 10:10b). “Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me; Porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de mim, achá-la-á.” (Mateus 16:24-25). E nos Salmos encontramos o seguinte: “Deleita-te também no SENHOR, e te concederá os desejos do teu coração.” (Salmos 37:4).

O que todos estes versículos estão dizendo é que nós temos uma escolha. Nós podemos continuar buscando guiar nossas próprias vidas (com o resultado de vivermos uma vida vazia) ou podemos escolher seguir a Deus buscando Sua vontade para as nossas vidas com todo o nosso coração (o que resultará em uma vida vivida por completo, tendo os desejos do nosso coração atendidos e encontrando contentamento e satisfação). Isto é assim porque o nosso Criador nos ama e deseja o melhor para nós (não necessariamente a vida mais fácil, mas a com mais satisfação).

Para finalizar, eu gostaria de compartilhar uma analogia emprestada de um amigo pastor. Se você é um fã de esportes e decide ir a um jogo profissional, você pode poupar algum dinheiro e pegar um lugar “bem baratinho”, longe da ação, nas posições mais altas do estádio, ou você pode gastar bem mais e ficar bem perto e aproveitar com mais vivacidade a ação. É assim na vida Cristã. Assistir à obra de Deus EM PRIMEIRA MÃO não é para os cristãos de domingo. Eles não pagaram o preço. Assistir à obra de Deus EM PRIMEIRA MÃO é para o discípulo de Cristo que o é de todo o coração, aquele que parou de ir atrás das suas próprias vontades a fim de seguir os propósitos de Deus em sua vida. ELES pagaram o preço (rendição completa a Cristo e a Sua vontade); eles estão vivendo a vida ao máximo; e eles podem encarar a si próprios, seus amigos e seu Criador sem remorsos! Você já pagou o preço? Sente vontade? Se a resposta é sim, você nunca mais sentirá fome de sentido e propósito.

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