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quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Força na fraqueza

Força na Fraqueza
“…da fraqueza tiraram força”. (Hb 11:34)
Fraqueza, limitação, impotência são sentimentos que nos invadem a alma em muitos momentos do ministério. Já me senti fraco e impotente muitas vezes. Quando isso ocorre, procuro Deus. Choro, confesso, peço ajuda. Nem sempre me sinto forte fazendo isso, mais me sinto sustentado, acariciado e envolvido com algo que sei não sou eu mesmo.
O texto acima é uma pequena “pinçada” do relato dos heróis da fé em Hebreus 11. Dentre muitas vitórias que tiveram, uma delas que me saltou aos olhos: foi a forma como eles “exploravam” suas fraquezas e como eles conseguiam aproveitar de momentos que parecem não ter nenhum proveito se não para nos abater e acrescentar tristeza aos sofrimentos, para deles tirar força.
Verdadeiramente sentir-se fraco é muito importante e proveitoso para servos de Deus. Este sentimento tem o poder de eliminar o olhar altivo e a soberba que já derrubaram muitos notáveis no meio cristão evangélico.
A fraqueza se encarrega de nos mostrar, de maneira real e clara, que de fato somos fracos. Quem sente fraqueza está apto para servir a Deus.
A fraqueza pode nos conduzir a um aumento de fé e a uma dependência total de Deus, que a força de Seu poder se fará clara e inegável por você mesmo. Aprendi que Deus não precisa provar ninguém para si mesmo, mais sim para aquele que é provado. Deus não precisa testar para saber… ele já o sabe. Somos nós que precisamos aprender sobre nós mesmos através de Deus. Deus nos ensina quem somos.
Quando nos sentimos fracos, temos que aproveitar e explorar esse privilégio que estamos tendo para fazer crescer nossa alma com a benção do poder realizante de Deus que opera em nós, para que Sua Igreja desfrute do que temos recebido da parte de Deus.
Se homens do passado souberam tirar força da fraqueza, creio estar essa possibilidade a nossa disposição nos dias de hoje, porque temos um mesmo coração e uma mesma alma. Você se sente fraco? Aproveite para crescer! Com a benção de Deus,
Rev. Eliel P. Assis
Redentor Presbyterian Church
South River, NJ – USA

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Conselhos para o casamento feliz

6 frases mortais para o casamento: Evite-as
Quer melhorar instantaneamente a qualidade do seu casamento? Aqui estão seis frases para deixar de fora de suas conversas diárias.

Debbie Sibert

Há muitas coisas que podem prejudicar um casamento: estresse financeiro, parceiro infiel, vícios descontrolados. Todas essas coisas tomam uma quantidade considerável de tempo e esforço de ambos os parceiros. Mas há algo que pode mudar a qualidade de um casamento quase que instantaneamente: O que vocês dizem um para o outro diariamente. Se você gostaria de evitar brigas ou afastar o início de uma, faça um esforço consciente para omitir estas frases de suas conversas.

1. "Você sempre/nunca..."

Nunca comece uma frase com essas palavras, não importa o quanto você possa senti-lo no momento. É uma acusação dura para dizer ao seu cônjuge "Você nunca me ouve." ou "Você sempre trabalha até tarde." por que: a) Isso não é verdade. b) Na maioria das vezes esse comentário nasce no calor do momento. A melhor maneira de se expressar seria primeiro fazendo uma respiração profunda e depois dizer: "Às vezes eu não me sinto ouvido ou entendido. Você se importa de ouvir por alguns minutos? É realmente importante para mim." ou "Eu tenho certeza que todas essas horas extras são difíceis para você. É difícil para nossa família, também. Talvez possamos discutir algumas maneiras de termos um pouco mais de tempo para a família."


2. "Ouvi dizer que abriram uma academia nova. Você tem interesse em se matricular?"

Isto é basicamente um tapa no rosto e implica na sua insatisfação com o corpo de seu cônjuge. Nunca diga algo negativo sobre o corpo da pessoa amada. Nunca.

3. "Se você realmente me amasse, você faria __"

Isso soa como uma armadilha. Essencialmente, a frase comunica a seu cônjuge que ele é egoísta, se ele não fizer seja lá o que for. Na realidade, sinto que o oposto é verdadeiro. A pessoa que está fazendo este pedido está sendo egoísta ao não considerar os sentimentos de seu parceiro. E se for algo que o seu cônjuge se sente desconfortável em fazer? E se não está dentro do orçamento? Não só isso, mas a frase soa manipuladora e unilateral. Ninguém quer ser forçado a fazer nada. Quando se trata de decisões importantes que afetam ambas as partes, é melhor se for uma decisão mútua, e não exigência disfarçada de demonstração de "amor".

4. "Não vejo a hora de ir para o trabalho/de você ir para o trabalho."

Eu sei. Muitos de nós já sentimos isso. Você teve um fim de semana/noite/férias não tão perfeitos e sente que a distância entre vocês é a resposta. Um breve afastamento dos dois para amenizar os temperamentos e clarear as mentes é bom, é saudável. Mas, na verdade, dizer ao seu cônjuge que você gostaria que ele estivesse em outro lugar ou que você não quer estar perto dele é doloroso e o desvaloriza como cônjuge e pai/mãe de seus filhos. Independente do argumento, apenas reformule a sua necessidade de algum espaço. Algo como: "Eu sinto muito que nossos dias juntos tenham sido ásperos. Talvez possamos começar de novo amanhã."

5. "Você é um (inserir o insulto)."

Este é o seu cônjuge. Seu confidente. Seu ser amado. Mesmo que você sinta que o insulto é merecido - não o diga. Seja superior a isso. Não reaja quando uma briga se inicia. Tente dispersar os ânimos dizendo: "Tenho certeza que você não quis dizer isso. Vamos conversar quando você esfriar a cabeça." Ou, "Isso me magoou. Quando você estiver pronto para conversar respeitosamente, nós podemos discutir este problema juntos."

6. "Bem, (o cônjuge de tal pessoa) ajuda nas tarefas da casa/cuida dos filhos/faz jantares incríveis"

Ai! Comparar pode causar ressentimento e sentimentos de inadequação. Lembro-me da frase: "Escolha o seu amor, e ame a sua escolha." Isso não significa que você deva aceitar maus hábitos. Mas a maneira como você aborda o seu cônjuge faz uma grande diferença no quão seguramente ele se sente valorizado por você. Aqui está outra maneira de comunicar seus sentimentos: "Você sabe o que me faz sentir amada - quando você me ajuda com a louça/ao ajudar as crianças com a lição de casa/e arrumar o que bagunçou".

Casamentos são frágeis. Vamos ser mais cuidadosos e conscientes do que, e como, falamos com nosso cônjuge. O tom errado, a má escolha de palavras ou explosão de raiva pode fazer mais danos do que a maioria de nós imagina. Eu gosto da citação do defensor da família F. Burton Howard em relação ao casamento: "Se você quer algo que dure para sempre, trate-o de maneira especial."

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

ISRAEL, UMA CRISE NOVA E CRESCENTE

Israel - Uma Crise Nova e Crescente


Tim LaHaye e Ed Hindson

Embora nós dois sejamos gentios de nascimento e seguidores de Jesus Cristo, há muito tempo temos amado o povo judeu e a nação de Israel. É assim que deveria acontecer com todos os crentes. As Escrituras e a história apresentam pelo menos três importantes motivos para os cristãos cuidarem do povo judeu e de sua terra.

Primeiro, o fundador da nossa fé, Jesus Cristo, era judeu. Foi miraculosamente concebido no útero da judia virgem Maria. Foi criado como filho de um pai judeu chamado José, na cidade judaica de Nazaré. Embora tenha sido traído por Seu próprio povo e entregue às autoridades romanas, Sua morte na cruz levou à Sua ressurreição ao terceiro dia em Jerusalém, a capital de Israel. A Igreja logo teve início nessa mesma capital judaica no Dia de Pentecostes (Atos 2), crescendo rapidamente entre os judeus antes de se expandir em meio aos gentios em todo o mundo.

Segundo, os autores humanos da Bíblia eram quase que exclusivamente do povo judeu. Desde Moisés, autor de Gênesis, até o apóstolo João, autor de Apocalipse, os livros da Bíblia são o resultado de escritores judeus que foram guiados pelo Espírito Santo para produzir as palavras que dirigem nossa fé cristã hoje. Com a possível exceção de Lucas, autor do Evangelho de Lucas e de Atos dos Apóstolos, todos os livros da Bíblia foram escritos por autores judeus. Na verdade, muitos estudiosos creem que Lucas era judeu. Ele foi levado à fé em Cristo pelo apóstolo judeu Paulo.

Terceiro, o povo judeu fundou a Igreja em Jerusalém. Sem a liderança dos apóstolos judeus de Jesus e dos corajosos primeiros seguidores de Cristo, a Igreja que amamos hoje não seria o que é. Esses primeiros judeus cristãos arriscaram suas vidas pelo Evangelho e muitos foram martirizados por causa de sua fé em Cristo.

A história dos Estados Unidos da América também tem sido grandemente influenciada por seu relacionamento com a nação de Israel e com o povo judeu. Muitos dos maiores líderes da América reconheceram a aliança de Deus com Abraão em Gênesis 12.3: “abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão benditas todas as famílias da terra”. Quando Israel se tornou novamente uma nação, em 1948, os Estados Unidos tiveram um papel importante no apoio ao seu reconhecimento na comunidade internacional. Os esforços dos Estados Unidos da América na Segunda Guerra Mundial também afirmaram seu apoio ao povo judeu, salvando muitas vidas de judeus dos campos de concentração e da ira do nazista alemão Adolf Hitler.

Hoje, os EUA enfrentam uma crise nova e crescente relativamente a seu relacionamento histórico com Israel. A nação judaica está rodeada por vizinhos hostis, que tanto se negam a reconhecer sua existência quanto se propõem a apagar Israel do mapa. Além disso, muitos desses vizinhos estão fomentando uma aliança de nações que se colocam em oposição a Israel e sua soberania. Dentre essas tensões que estão surgindo, as nações ocidentais falam cada vez mais de paz, mas mostram pouca ação de apoio a Israel. Essas “inações” deixam o povo judeu em uma posição vulnerável, que mostra finalmente a proteção de um Deus amoroso que cuida das fronteiras da nação.



A pequenina nação de Israel e seus hostis vizinhos muçulmanos. As nações árabes totalizam mais de 5.000.000 de milhas quadradas de território, enquanto que Israel conta com somente 9.000 milhas quadradas. (Fonte: Randall Price, Fast Facts on the Middle East Conflicts [“Breves Fatos Sobre os Conflitos no Oriente Médio” em tradução livre] (Eugene, OR: Harvest House, 2003), p. 82. Usado mediante permissão.


Israel é o super sinal de Deus para os tempos do fim. Infelizmente, um número crescente de cristãos não interpreta a Bíblia literalmente no que se refere a Israel. Em vez disso, líderes e movimentos cristãos advogam popularmente os errôneos ensinamentos daquilo que é conhecido como Teologia da Substituição. Os proponentes dessa visão creem que a Igreja substituiu Israel no plano de Deus para o futuro. Em vez de olharem para a frente, para as bênçãos futuras de Deus sobre Israel, aqueles que adotam a Teologia da Substituição querem reivindicar as bênçãos de Deus sobre a Igreja. Todavia, aqueles que sustentam essa visão entendem mal os três grupos de pessoas ordenados por Deus os quais a Bíblia menciona no contexto dos tempos do fim. Paulo menciona esses grupos em 1Coríntios 10.32: “Não vos torneis causa de tropeço nem para judeus, nem para gentios, nem tampouco para a igreja de Deus”.

Estes três grupos incluem claramente os gentios, os judeus e os cristãos. E o que dizer sobre os judeus que aceitaram Cristo pela fé? Esses indivíduos são judeus por nascimento e cristãos pela fé. Nosso amigo e colega Dr. Thomas Ice fez a seguinte observação em Charting the End Times [Gráficos Sobre os Tempos do Fim]:

O estudo da profecia bíblica divide-se em três grandes áreas: as nações (gentios), Israel, e a Igreja. Das três áreas, são apresentados mais detalhes relativos aos planos futuros de Deus para Sua nação, Israel, do que para as nações ou para a Igreja. Quando a Igreja entende essas profecias pertencentes a Israel literalmente, como nós fazemos, então vemos que uma grande agenda profética está por vir referente a Israel como povo e nação. Quando a Igreja espiritualiza essas promessas, como tem feito com muita frequência na história, então a singularidade profética de Israel é irrealisticamente incorporada pela e combinada com a Igreja. Mas, se considerarmos as Escrituras criteriosamente, poderemos ver que Deus tem um futuro maravilhoso e abençoado planejado para os judeus individualmente e para o Israel nacional. É por isso que cremos que Israel é o “super sinal” de Deus para os tempos do fim.

As promessas de Deus a Abraão e a Israel são incondicionais e garantidas através de várias alianças subsequentes. Um padrão definido para a história futura de Israel foi profetizado em Deuteronômio antes que os judeus colocassem o pé na Terra Prometida (Deuteronômio 4.28-32). O padrão predito para o programa de Deus para Israel foi: Eles entrariam na terra sob a liderança de Josué, e finalmente se voltariam contra o Senhor e seriam expulsos da terra e espalhados por entre as nações gentílicas. De lá, o Senhor reagrupará o povo judeu durante os últimos dias e eles passarão pela Tribulação. Próximo do final da Tribulação, eles reconhecerão o Messias e serão regenerados. Cristo então retornará à Terra e resgatará Israel das nações que estarão reunidas no Armagedom para exterminar os judeus. Um segundo reajuntamento da nação então ocorrerá em preparação para o reinado milenar com Cristo, em cujo tempo todas as promessas a Israel que não tiverem sido cumpridas se realizarão. Este padrão é apresentado pelos profetas e reforçado no Novo Testamento.

Assim como está fazendo com a Igreja e as nações, Deus está movendo Seu povo escolhido – Israel – ao lugar determinado para o cumprimento futuro de Suas profecias relacionadas com a nação. Ele já trouxe o povo judeu de volta à sua terra da antiguidade (1948) e já lhes deu Jerusalém (1967). Entretanto, a atual situação de Israel é de constante caos e crise, especialmente na cidade velha de Jerusalém. Finalmente, Israel assinará uma aliança com o Anticristo e isso dará início à Tribulação de sete anos.

O reajuntamento de Israel e o caos são sinais específicos de que o programa de Deus para os tempos do fim está à beira de ser lançado a toda velocidade. Adicionalmente, o fato de que todas as três correntes da profecia (as nações, Israel, e a Igreja) estão convergindo pela primeira vez na história constitui um sinal em si mesmo. É por isso que muitos estudantes de profecia creem que estamos próximos dos últimos dias. Se você quiser saber o rumo que a história está tomando, simplesmente mantenha seus olhos naquilo que Deus está fazendo a Israel. [1]

O Evangelho de Jesus Cristo é para todos os grupos étnicos: asiáticos, africanos, europeus, judeus, árabes – nenhum está excluído. Deus não é antiárabe e tampouco nós o somos. Ele ama o povo árabe como ama todos os povos. Duas vezes Ele poderia ter resolvido o chamado conflito árabe-israelense 4.000 anos atrás se deixasse Ismael, o pai dos árabes, morrer no deserto (Gn 16.7-11; 21.17-18). Em vez disso, o próprio Senhor interveio para poupar a vida de Ismael e promete fazer dele uma grande nação, o que, de fato, Ele fez.

O verdadeiro conflito no Oriente Médio é mais religioso do que étnico. Islamismo é uma religião, enquanto que árabe é uma etnia. Nem todos os árabes são muçulmanos. Há muitos árabes que são cristãos, que são política e socialmente mantidos atrás da “Cortina Islâmica”. Eles precisam de nossas constantes orações, ajuda e apoio. Da mesma forma, há muitos muçulmanos que não são árabes. Por exemplo, há turcos, curdos, afegãos, iranianos e indonésios que não são da etnia árabe. Portanto, a verdadeira ameaça a Israel e ao ocidente é o fanatismo religioso.

A mão de bênçãos de Deus tem estado sobre o povo judeu por toda a história – desde o início com Abraão e Sara, durante a fuga da escravidão no Egito sob a liderança de Moisés, e durante inúmeros acontecimentos encontrados tanto na Bíblia quanto por toda a história. Durante séculos, o povo judeu tem estado espalhado por todo o mundo, mas, em décadas recentes, Deus o está reunindo na moderna nação de Israel. Quanto ao futuro, a Bíblia fala de ambos os tempos de julgamento e de bênçãos sobre Israel, culminando em novos céus e nova terra, que incluirão a cidade celestial chamada Nova Jerusalém.

Uma das fontes chave do ódio contra Israel nestes dias são as facções islâmicas extremistas, que estão determinadas a reconquistar qualquer terra que algum dia já tenha pertencido às forças islâmicas. Isto inclui a moderna nação de Israel. Nem todos os muçulmanos são extremistas, mas infelizmente aqueles que são extremistas são inúmeros e são firmemente comprometidos com a destruição e eliminação de Israel. Esses terroristas radicais creem nas mentiras de Satanás que blasfema contra a natureza de Deus e Seus mandamentos para vivermos vidas santas, de acordo com a Bíblia, e oferecem uma eternidade profana e imoral para aqueles que derem sua vida à promoção do avanço da dominação muçulmana por sobre todo o mundo. (Tim LaHaye e Ed Hindson — Chamada.com.br)

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

A sabedoria do Senhor

A SABEDORIA DO SENHOR­


Mas Jesus, respondendo, disse-lhes: Tamb­ém eu vos perguntarei uma coisa, e respo­ndei-me; e, então, vos direi com que aut­oridade faço estas coisas.


(Marcos 11.29) ­

O propagador da Boa Semente deve estar l­igado ao bom Pastor e evitar o desperdíc­io das oportunidades. Quando entramos em­ contato com a Palavra, o Onisciente toc­a em nosso coração. A fala do Senhor é p­ara abençoar, e não condenar; porém, mui­tas vezes, Ele nos admoesta sobre o fato­ de darmos ouvidos ao inimigo, a fim de ­não sermos condenados eternamente.

Não há nada melhor do que ser dirigido p­elo Espírito. Desse modo, você será bem-­sucedido. Pela Palavra, temos o testemun­ho do Altíssimo em nós. Se andarmos fora­ do plano divino, logo ficamos tristes. ­Por isso, ao sentir o toque divino, volt­e para o caminho que Ele lhe propôs.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

EXERCITE A FÉ

1. Exercite a fé. Como? Agindo. Vá em frente mesmo quando a estrada não for asfaltada ou não existir caminho. Não tente ver para crer. Baseie-se no que está escrito, e não em seus sentimentos.
2. Admita suas dúvidas. Fale com Deus sobre elas. Desenvolva uma amizade informal, íntima e envolvente com Deus, e depois interrogue-O.
3. Não fale em fracasso. O medo e os sentimentos negativos são venenosos para a fé. Tudo o que a gente pensa e fala pode se transformar em comportamento real.
4. Suporte as dificuldades numa boa. Quando a gente passa nos testes da vida, a fé cresce. E, considere a direção divina. Relembre os momentos difíceis de sua vida e como Deus o guiou. Estabeleça contatos com pessoas de fé e oração.
5. Estude a Bíblia e olhe para Jesus. O apóstolo Paulo diz que “a fé vem pela Palavra de Deus”. A Bíblia também diz que Jesus é o projetista e o construtor da nossa fé. Contemple-O. Sinta como Jesus confiava em Seu Pai.
6. Entre no ritmo de Deus. Saiba que Ele faz as coisas no Seu tempo, mas faz. Aprenda a esperar. Você não fica na fila para tantas coisas?
7. Pague o preço da fé. A fé que nada custa, nada vale. O preço é: tempo com Deus e obediência a Ele. Não tente um atalho; esqueça os malabarismos.
(Adaptado de “De Bem Com Você”, pág. 224)

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Religião de alta tecnologia ou fé real? - Elwood McQuaid

Religião de Alta Tecnologia ou Fé Real?


Elwood McQuaid
Assistir à “celebração” tumultuada dos alunos logo depois da vitória do Campeonato de Basquete da NCAA pela Universidade de Connecticut, em 2014, foi perturbador, para dizer o mínimo. Ver jovens chutando os pára-brisas dos carros de polícia e pondo fogo neles, enquanto as massas se comportavam como vândalos medievais nas ruas, parecia um aviso direto das coisas que estavam por acontecer. O relato de que o distúrbio foi, na verdade, planejado em vez de espontâneo tornou ainda maior a preocupação.
Ainda pior é que o episódio não foi um incidente isolado. Tumultos parecem ser as conseqüências menos evitáveis nestes dias de desordens e quebradeiras logo após competições esportivas e outros acontecimentos que atraem grandes multidões.
Por que tantos desta geração mais privilegiada e afluente desceram ao que pode ser mais bem descrito como neopaganismo? Estes são os jovens que governarão o país um dia – uma perspectiva que não é nada tranqüilizadora.

Conduta desordeira temporária ou caos futuro?

Alguns afirmam que esses jovens desordeiros, como aqueles das gerações que vieram antes deles, superarão suas tendências de ceder aos seus impulsos mais básicos e amadurecerão, tornando-se cidadãos modelares. Mas existe um problema: nossa cultura mudou.
Anteriormente, nossa sociedade estava enraizada na moral, na ética e no comportamento padrão judaico-cristãos. Infelizmente, a norma está em colapso. Forças radicais estão ganhando poder e têm a intenção de “transformar” o mundo em um ambiente anti-Deus que desdenha e rejeita tudo o que dirigiu, limitou e guiou o bom rumo no passado. Tão intensa é esta mentalidade revoltosa, que está travando uma guerra contra tudo o que é cristão.
É lógico que esta situação não é nada nova. Milhares de anos atrás, ela frustrou israelitas piedosos e profetas do Antigo Testamento. Habacuque reclamou:
Até quando, Senhor, clamarei eu, e tu não me escutarás? Gritar-te-ei: Violência! E não salvarás??Por que me mostras a iniqüidade e me fazes ver a opressão? Pois a destruição e a violência estão diante de mim; há contendas, e o litígio se suscita.?Por esta causa, a lei se afrouxa, e a justiça nunca se manifesta, porque o perverso cerca o justo, a justiça é torcida” (Hc 1.2-4).
Nos dias de Habacuque, o estado de coisas nacional havia virado de cabeça para baixo. Um novo e radical padrão de moral e de “correção política” havia varrido aquilo que tinha feito de Israel uma luz singular entre as nações. Era mudança por amor à mudança – deliberada e agressiva. Mas houve um elemento não previsto na alteração das coisas: o preço inevitável que uma sociedade paga por sua revolução para eliminar Deus.

Religião high-tech

Em qualquer época que as pessoas tentam derrubar Deus da vida nacional, elas encontram um substituto patético para preencher o vazio. Nos dias da Antigüidade, eram ídolos esculpidos por mãos humanas – produtos da invenção do próprio homem. A terra e o ambiente, criaturas, corpos celestiais, ancestrais e o “eu” são algumas de uma lista quase que inesgotável de coisas que as pessoas adoram em vez de Deus. No clima atual, a ciência e a tecnologia estão em voga.
Ninguém duvida que a tecnologia esteja mudando profundamente nosso jeito de viver. Muitos avanços tecnológicos são inquestionavelmente benéficos. Entretanto, existe um lado negativo na paixão pela parafernália eletrônica que está rapidamente se tornando a grande distração desta era. O florescente vício pela ciência e tecnologia, como deuses gêmeos do secularismo revolucionário, está alterando o mundo.
Por exemplo, nossas instituições culturais e educacionais têm consagrado a evolução como fato científico. Aqueles que discordam, independentemente de suas credenciais, são descartados como extremistas e tolos. Na verdade, evolução é fé, não fato. No entanto, ela foi estabelecida como a resposta ungida para a criação do Universo. Aqueles que crêem nela escarnecem da crença em Deus e impõem um ateísmo pseudocientífico às gerações que estão chegando.
Muitos avanços tecnológicos são inquestionavelmente benéficos. Entretanto, existe um lado negativo na paixão pela parafernália eletrônica que está rapidamente se tornando a grande distração desta era.
A conseqüência é um vazio moral, espiritual e social que deixa a humanidade por sua própria conta, sem uma bússola para o direcionamento e para uma conduta regulada. E quando não existe nenhum poder superior reconhecido, todos se tornam um poder em si mesmos, abrindo as portas para conceitos tais com ética situacional, na qual cada indivíduo decide o que é certo e o que é errado de acordo com suas preferências pessoais.
Negar a Deus também altera o que a sociedade julga aceitável. Sem Deus, satisfazer os apetites individuais (não importa quão perversos ou cruéis para os outros) é um comportamento adequado. Uma estatística persuasiva ilustra os extremos do fenômeno: o site www.LiveNews.com reportou o seguinte: “A entidade National Right to Life calcula que houve mais que 56 milhões de abortos desde 1973”, quando a Suprema Corte dos Estados Unidos legalizou a interrupção da gravidez no processo Roe vs. Wade.[1]
Uma mudança calamitosa está ocorrendo. Cada vez mais pessoas estão rejeitando a Deus e à Bíblia e ridicularizando constantemente os cristãos que crêem nas Escrituras. Talvez mais ameaçadoras sejam as estatísticas que indicam que a maioria dos que nasceram entre 1980 e o início do novo milênio (a grosso modo, pessoas entre 15 e 35 anos, que são ávidas por inovações) não freqüentam igrejas nem crêem em Deus. Se esta condição prevalecer, e se tornar um padrão, os resultados serão catastróficos.
A verdade, entretanto, é que, embora a sociedade tente se vacinar contra a fé, ela não consegue remover a realidade de Deus. Suas leis divinamente cunhadas e imutáveis prevalecerão. E embora a reação, a rebelião e as batalhas totais contra Ele estejam na moda, o Senhor do Universo vai fazer as coisas à Sua maneira. Ele já demonstrou este fato repetidas vezes durante os milênios da história da humanidade no planeta Terra.
No final, os esforços da humanidade para excluír Deus são tão fúteis quanto a busca do delirante Dom Quixote, personagem fictício de Miguel de Cervantes, que perdeu seu tempo contendendo com os moinhos de vento, pensando que estes fossem gigantes.
No mundo da verdade, Saulo de Tarso (mais tarde denominado o apóstolo Paulo) percebeu que sua busca por destruir a incipiente Igreja de Deus não resultou em nada; foi como dar chutes contra os aguilhões, como o próprio Cristo lhe disse (At 26.14). Era uma empreitada inútil. O encontro de Paulo, 2.000 anos atrás, com o Salvador ressuscitado, na estrada para Damasco, foi uma antecipação das experiências de milhões e milhões de pessoas que seriam transformadas por meio de um encontro pessoal com Jesus Cristo.

Nunca fora de contato

A Bíblia nunca está fora de moda nem fora do contato com a realidade. Tampouco é um mito ou uma lenda, ou, como alguns a vêem, uma muleta para os fracos e intelectualmente prejudicados. Como disse Paulo: “A palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus” (1Co 1.18).
A Bíblia é a verdade. De fato, ela tem estado muito adiante dos tempos em toda a história. O que a tecnologia consegue realizar hoje cumpre com o que a Bíblia predisse milhares de anos atrás.
Por exemplo, o Livro do Apocalipse afirma, sem equívoco, que duas testemunhas serão assassinadas nas ruas de Jerusalém durante a futura Grande Tribulação, e elas serão vistas em todo o mundo (Ap 11.9). Durante séculos, escarnecedores caçoaram dessa profecia. Dois homens, mortos por três dias, vistos pelo povo do mundo inteiro? “Ridículo!”, diziam eles. A moderna tecnologia já provou que não há nada de ridículo nisto.
Em Apocalipse 13, somos informados que uma imagem será construída com habilidade de falar e maravilhar o povo reunido diante dela (v.15). Como uma imagem feita por mãos de homens poderia proferir ordens e fazer com que multidões se curvassem diante dela em adulação? Para muitos, isso se assemelhava a ficção cientifica. Todavia, a tecnologia tem superado os pessimistas. O desenvolvimento de robôs que fazem tudo, desde vender produtos até esfregar o chão das cozinhas, torna o argumento irrelevante.
Verdade seja dita, muitos desenvolvimentos tecnológicos modernos confirmam, e não repudiam, a exatidão da Bíblia. As Escrituras proféticas, escritas há muito tempo, estão saltando para a vida em nossos dias como testemunhas irrevogáveis dAquele cujos pensamentos são mais altos que os nossos (Is 55.8-9). Sua mão move a história e Seu Livro dá instrução e informação ao homem finito e mortal.
Ignorar a Escritura não é apenas fútil, mas, no final, é fatal. Nossos púlpitos deveriam tornar as Escrituras conhecidas, sem desculpas, nem medo, nem intimidação. Há esperança! E essa esperança jamais será extinta, não importa quão feroz ou determinada seja a oposição. A boa notícia é que nossa esperança não está em fórmulas ou obras da mente ou das mãos, feitas por homens. Nossa esperança está na Pessoa que dá paz sem preço por meio do sacrifício de Seu Filho, Jesus. (Elwood McQuaid — Israel My Glory — Chamada.com.br)

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Todas as Promessas

Todas as promessas, alianças e ordenanças que Deus fez com Israel, também dizem respeito à igreja de forma espiritual, pois a Igreja é o Israel Espiritual de Deus.
O Senhor quer fazer de nós um povo de sua propriedade particular, por isso ele não aceita quando nos aliamos com aquilo que não faz parte do seu projeto, e nos afasta dele.

DESENVOLVIMENTO
Josafá, rei de Judá, foi um homem que buscou andar nos preceitos e caminhos do Senhor, conduzindo sua vida e a do seu povo de acordo com a vontade do Senhor, e por isso prosperou.
Um dia Josafá desejou empreender uma viagem à Társis a fim de adquirir ouro de Ofir para seus tesouros, pois isso lhe daria mais poder e glória.
Esse comportamento era natural entre os reis, naquela época de guerras e conflitos.

Josafá porém, cometeu um grande erro quando se uniu a Acazias, rei de Israel, homem ímpio e idólatra que não temia ao Senhor, a exemplo de seu pai e antecessor, o rei Acabe, que cometeu sérias abominações em Israel, levando a nação para longe do Senhor.

Josafá e Acazias planejaram construir navios em Eziom-Geber para com eles irem a Társis apanhar o ouro (Salomão também fez isso com Hirão, quando reinava em Israel unificado).
No entanto, o Senhor não se agradou a aliança feita por Josafá com Acazias, e enviou o profeta Eliézer para repreender o rei Josafá, dizendo: “Porquanto te aliaste com Acazias, o Senhor despedaçou as tuas obras”.
E os navios se quebraram, e não puderam ir a Társis.

CONCLUSÃO
Todo servo que busca ao Senhor, desejando o seu poder (ouro) para vencer as lutas desta vida e prosperar espiritualmente, deve ter o cuidado com as alianças que faz.
Se na busca da bênção o servo se descuida e faz concessões ao mundo, faz aliança com pessoas ou com aquilo que é abominável ao Senhor ou está fora do seu Projeto, certamente suas obras não prosperarão, pois o Senhor não compartilha com aquilo que o homem faz fora do seu plano eterno (1Co 13: 6).

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Notícias cristãs

Confeiteiros cristãos condenados por recusarem bolo a homossexuais quitam a indenização
Justiça determinou que os empresários cristãos pagassem US$ 135 mil de indenização

Fonte: Gospel Mais | 04/01/2016 - 14:30


Os empresários cristãos que haviam sido condenados a indenizar um casal homossexual, por se recusarem a fazer um bolo de casamento por questões de fé, quitaram os US$ 135 mil determinados pela Justiça.

Aaron e Melissa Klein precisaram fechar sua confeitaria, Sweet Cakes By Melissa, depois que o casal de lésbicas moveu a ação e venceu na Justiça. Eles haviam alegado que estavam pondo em prática a crença de que o casamento é a união de um homem e uma mulher.

Na última semana, eles entregaram um cheque de US$ 136.927,07, cobrindo a indenização e os juros acumulados desde que a sentença foi emitida.

Inicialmente, Aaron e Melissa disseram que não pagariam a indenização por falta de condições financeiras, já que precisaram fechar sua confeitaria, que enfrentou um grande número de hostilidades e cancelamentos de encomendas.

Uma iniciativa popular criou uma campanha de arrecadação de fundos e levantou doações de US$ 100 mil, mas os responsáveis pela plataforma GoFundMe bloquearam os valores. O pastor Franklin Graham, dentre outros líderes cristãos, se mobilizaram para tornar o caso conhecido, e outra campanha foi realizada, arrecadando US$ 515 mil.

“Deem um tempo! Na minha opinião, este casal [homossexual] é quem deve pagar US$135 mil aos Klein por tudo o que já passaram”, escreveu Graham em sua página no Facebook, em julho.

O casal cristão chegou a enfrentar severas dificuldades financeiras, e o ex-empresário revelou, na mesma época, que precisou aceitar um trabalho como gari para ajudar a pagar as contas domésticas, de acordo com informações do Christian Post.

Segundo o advogado dos Klein, a quitação do valor determinado pela Justiça não representa desistência da ação de apelação, mas apenas uma estratégia para reduzir a incidência de taxas de juros maiores, equivalente a US$ 35 diários, o que faria com que os valores doados ao casal fossem diluídos.

“A coisa prudente a fazer, dada a generosidade das pessoas que contribuíram com o fundo, era cuidar dele e continuar a luta”, afirmou Tyler Smith.

Danielle Cristina - Testemunho



A cantora Danielle Cristina, que faz parte do cast da Central Gospel Music desde 2006, se define como uma cantora com estilo eclético, mas de identidade pentecostal. Casada com o pastor Cristian Oliveira, que dirige a filial da Assembleia de Deus Vitória em Cristo no Recreio dos Bandeirantes (RJ), a adoradora, que morou por mais de 20 anos nos Estados Unidos, viajou por todo o Brasil e para outros países levando a Palavra de Deus através da música e de seu testemunho, mas foi na igreja onde congrega que vivenciou uma experiência sobrenatural com Deus. 

Embora já tenha testemunhado muitos milagres e bênçãos, essa experiência tornou-se particularmente especial para Danielle. Este ano, após ter ministrado num dos cultos da Mulher Vitoriosa, que acontece mensalmente, Sheila Santos procurou Danielle e revelou que, durante a mensagem daquele dia, Deus havia colocado em seu coração que a cantora orasse por ela, pois havia recebido o diagnóstico de um tumor no seio. “Abalada com a notícia, ela não queria aceitar o diagnóstico, embora soubesse da realidade do que estava por vir, pois havia sido instruída por seu médico.” 

Ali mesmo, no salão da igreja, Danielle orou com Sheila, crendo na palavra revelada em Números 23.19: Deus não é homem, para que minta; nem filho de home, para que se arrependa. “Profetizei a cura completa sobre a vida dela, lembrando-a de que Deus tem um propósito em tudo e que nada acontece em vão.” 

Mesmo colocando sua fé em prática, Danielle aconselhou-a a não ignorar o problema e a passar pelo processo indicado pelo médico em oração, crendo na cura. Um mês depois, antes do início do Culto da Mulher Vitoriosa, Sheila procurou por Danielle para contar que o tumor havia desaparecido. “O médico ficou assustado porque não sabia mais onde estava o caroço”, contou Danielle, feliz em poder acompanhar a irmã nesse momento de dificuldade. “É muito gratificante saber que quem está perto de nós também é impactado com o que de melhor Deus tem feito em nossas vidas. Ela está curada. Fiel é Deus”, glorificou. 
Livraria Rei dos Reis e Senhor

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

NANI AZEVEDO lança novo cd pela Gospel music



Nani Azevedo é um adorador desde a sua infância. Ele se define como um cantor de estilo simples, que se apresenta, muitas vezes, apenas com violão e voz pelas igrejas do Brasil. Seu desejo é adorar a Deus de forma intensa e levar a igreja à presença do Senhor através de sua música. O cantor acaba de lançar o CD Eu confiarei, seu oitavo trabalho pela Central Gospel Music. Paulo César Baruk assina a produção do álbum, que traz cinco composições próprias de Nani e a participação especial da filha dele, Mariana Saaz.

Com mais de 20 anos de ministério, Nani conta que o sucesso veio com o tempo e com muito trabalho, mas o seu carisma e o compromisso com a propagação do evangelho de Cristo são o que o mantém. Sua dedicação ao Senhor foi o que chamou a atenção do pastor Silas Malafaia, a quem Nani declara sua gratidão: “Só posso agradecer ao pastor Silas por ter sido canal de bênção em minha vida durante esses anos de parceria. Também sou grato à Central Gospel Music, representada pela diretora-executiva, Elba Alencar, e por toda a gerência, por acreditarem e investirem no meu ministério”. 

Confira a entrevista exclusiva que Nani Azevedo concedeu à Revista Fiel.

Revista Fiel: O que você espera desse novo trabalho e como Deus tratou seu coração em relação a esse lançamento?

Nani Azevedo: Mais uma vez agradeço a Deus pela Central Gospel Music, que tem abençoado minha vida. Desde o início, Deus tem aquietado meu coração quanto à ansiedade, mas creio que esse CD vai mais uma vez abençoar milhares de vidas.

Como ocorreu a escolha do nome do CD?

Sempre me preocupei em colocar um nome forte em meus CDs. Gravei uma música linda com o título Eu confiarei para este trabalho, e, então, decidimos unir o útil ao agradável e dar o mesmo nome ao álbum. Ela é de autoria de Delino Marçal, um irmão amado e muito querido, lá de Goiânia. Casa do Oleiro, do meu CD anterior, A última palavra, também é do mesmo autor. 

Suas músicas são congregacionais e de adoração, e você tem outros CDs gravados ao vivo. Eu confiarei também conta com a participação do público. Qual a importância dessa interação?

Mais uma vez eu levei a congregação ao estúdio para participar das gravações. Eu não sou ninguém sem a igreja. Não sou um intérprete de música. Sempre digo que sou um condutor de igrejas no louvor e na adoração. 

Quais as músicas são de sua autoria?

Tenho cinco composições nesse trabalho: Meu Libertador, A luz, A alegria, Um Deus que faz e Tudo para mim. Gravei também Cantando na Glória, que é uma parceria com Paulo César Baruk. Tenho canções de outros compositores. Sou bem criterioso quanto às letras, mas não me preocupo se o autor é conhecido. Se a música entra no meu coração, aí já seguro e acabo abençoando alguns irmãos e amigos. Amo a música Fiel a mim, sucesso da Eyshila, e consegui incluí-la neste CD. Também regravei o clássico Tudo entregarei.

Paulo César Baruk é hoje um dos grandes nomes da produção musical cristã e é ele quem assina esse novo trabalho. Como aconteceu essa parceria?
Conheço o Baruk há muito tempo. Um homem simples, crente e muito sensível aos arranjos. Ele consegue traduzir nas músicas o que a gente pensa. Há muito tempo, eu disse que um dia faria um CD com ele. Enfim, chegou a hora!

Eu confiarei tem a participação de sua filha, Mariana Saaz, como compositora e cantora. Como você avalia essa participação?

Ah! Estou muito feliz por isso! Ela é muito tímida, mas tem uma voz doce e afinada. Glória a Deus por esse momento.

O que mudou em seu ministério depois que você passou a fazer parte do cast da Central Gospel Music?

Mudou muita coisa, claro, e em todas as áreas. Aprendo muito com nosso pastor Silas Malafaia e meus companheiros de gravadora. Através da Central, Deus tem me levado a esse lindo Brasil e a alguns outros países. Glória a Deus por isso também.

Ao longo de sua carreira e ministério, você acumula discos de ouro e platina, além de já ter vencido o Troféu Talento. Esses títulos e premiações são importantes para você? 

Claro que sim. A glória é de Deus, mas a alegria é nossa. Como sempre digo, é o reconhecimento de um trabalho, mas os frutos de um ministério são as vidas alcançadas durante sua trajetória. A Deus seja a glória para sempre. Aleluia!

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Sob Tua Palavra lançarei as redes - Norbert Lieth

Sob Tua Palavra Lançarei as Redes


Norbert Lieth
"Aconteceu que, ao apertá-lo a multidão para ouvir a palavra de Deus, estava ele junto ao lago de Genesaré; e viu dois barcos junto à praia do lago; mas os pescadores, havendo desembarcado, lavavam as redes. Entrando em um dos barcos, que era o de Simão, pediu-lhe que o afastasse um pouco da praia; e, assentando-se, ensinava do barco as multidões. Quando acabou de falar, disse a Simão: Faze-te ao largo, e lançai as vossas redes para pescar. Respondeu-lhe Simão: Mestre, havendo trabalhado toda a noite, nada apanhamos, mas sob a tua palavra lançarei as redes. Isto fazendo, apanharam grande quantidade de peixes; e rompiam-se-lhes as redes. Então, fizeram sinais aos companheiros do outro barco, para que fossem ajudá-los. E foram e encheram ambos os barcos, a ponto de quase irem a pique... Disse Jesus a Simão: Não temas; doravante serás pescador de homens" (Lucas 5.1-7 e 10).
A tarefa prioritária da Igreja e de seus membros é ganhar pessoas para Jesus, pregar o Evangelho, envolver-se com a obra missionária. Qualquer outra atividade pode ser interessante ou importante, mas deve sempre ter posição secundária em relação a essa tarefa principal. O mais importante é que a Igreja de Jesus cresça, de modo que o Senhor, como recompensa pelo Seu sofrimento, possa a cada dia acrescentar à Sua Igreja os que forem sendo salvos, para que se complete a plenitude dos gentios (Rm 11.25). Alguém disse certa vez: "Aquilo que é bom é inimigo do que é melhor". Portanto, não devemos gastar nosso tempo com a coisas que nos parecem boas, esquecendo o que realmente é o mais importante, o que é prioritário aos olhos de Deus.

Precisamos sentir um peso no coração!

"Aconteceu que, ao apertá-lo a multidão para ouvir a Palavra de Deus, estava ele junto ao lago de Genesaré; e viu dois barcos junto à beira do lago..." (Lc 5.1-2). Quando o Senhor Jesus viu a multidão que O apertava para ouvir a Palavra de Deus, Ele ficou profundamente comovido. Por isso Ele buscou imediatamente uma maneira de transmitir-lhe a Palavra, olhando em volta à procura de um barco.
Ainda percebemos que sempre há um "aconteceu que"? Ainda notamos as oportunidades? Será que estamos atentos quando algo acontece, quando surge uma situação que pode dar a chance de falar de Jesus? Quantas possibilidades de alcançar as pessoas com o Evangelho de Jesus surgem em um único dia! Por exemplo, ao distribuirmos um folheto, ao fazermos uma visita, durante um encontro na rua, no ônibus, etc. A Bíblia Viva diz: "Ele me faz andar pelo caminho certo para mostrar a todos quão grande Ele é" (Sl 23.3). "Aconteceu que..." Esses são momentos especiais preparados por Deus para falarmos do Seu amor às pessoas. Às vezes nem é necessário muita coisa para transmitir alívio e ânimo ao nosso próximo: "O olhar do amigo alegra o coração; as boas-novas fortalecem até os ossos" (Pv 15.30).
Será que estamos à procura de oportunidades para levar a mensagem libertadora do Evangelho de Jesus Cristo aos que nos cercam? Sentimos a nossa responsabilidade neste sentido? Ainda somos impelidos a clamar de joelhos, com fé, a implorar ao Senhor Todo-Poderoso pelas pessoas em nossas famílias, em nossa vizinhança, a orar pelos nossos colegas de trabalho e de aula, intercedendo para que se convertam?
Quando o Senhor Jesus Se encontrava às margens do lago de Genesaré, as pessoas O escutavam com muita atenção: "...ao apertá-lo a multidão para ouvir a palavra de Deus..." Entretanto, não apenas naquela época, mas também hoje – quando a vinda de Jesus está próxima – o tempo continua sendo de colheita: ainda hoje as pessoas têm fome de ouvir a Palavra do Senhor. De modo nenhum devemos pensar que as pessoas não querem mais saber da Palavra de Deus. Em nossos dias, quando as atenções são absorvidas pelos meios de comunicação e pelos mais diversos tipos de lazer, deveríamos mesmo assim ver nas pessoas ao nosso redor uma multidão que se aperta para ouvir a Palavra de Deus. Pois os homens têm em si a busca pela verdade e pela paz completa. Por isso, todos são impelidos, consciente ou inconscientemente, em direção a Jesus, que é a verdade e quer tornar-se a nossa paz (Jo 14.6; Ef 2.14). Ainda estamos conscientes de que qualquer pessoa em toda a terra necessita de Jesus porque – sem Jesus – está perdida em seus pecados não perdoados?! O fato de que hoje em dia um incontável número de pessoas busca tantas correntes religiosas e filosóficas, é apenas mais uma prova de que elas anseiam ouvir a verdade em algum lugar. E justamente para isso é que Jesus quer usar-nos!

O Senhor procura por pessoas dispostas

Em Lucas 5.1-3 lemos: "...estava ele junto ao lago de Genesaré; e viu dois barcos junto à praia do lago; mas os pescadores, havendo desembarcado, lavavam as redes. Entrando em um dos barcos, que era o de Simão, pediu-lhe que o afastassem um pouco da praia; e, assentando-se, ensinava do barco as multidões." Para cumprir a Sua tarefa de salvar os perdidos, o Senhor quer usar pessoas que já foram salvas por Ele. Naquele tempo Ele estava junto ao lago para dar o pão da vida aos ansiosos e famintos. Ele usou homens e também o barco de Pedro para levar a Sua Palavra às pessoas: "Entrando em um dos barcos, que era o de Simão..."
Como o Senhor quer usar-nos? Ele nos usa quando pode dispor daquilo que nos pertence. Jesus entrou "...em um dos barcos, que era o de Simão...", mas então "pediu-lhe que o afastassem um pouco da praia." Ele quer usar toda a nossa vida – com tudo que somos e tudo que temos – em Sua causa, para que pessoas perdidas sejam eternamente salvas.
Mas Ele não obriga ninguém a dar-Lhe qualquer coisa. Ele apela à nossa vontade livre. Onde consegue ser ouvido, onde pessoas atendem aos Seus pedidos, outros passam a ser ricamente abençoados, e os próprios doadores voluntários terão superabundância. Cada um de nós é, individualmente, um desses pequenos barquinhos que o Senhor da seara quer usar.

Olhando para o que realmente importa

Está escrito: "...mas os pescadores, havendo desembarcado, lavavam as redes. Entrando em um dos barcos, que era o de Simão, pediu-lhe que o afastasse um pouco da praia; e, assentando-se, ensinava do barco as multidões" (Lc 5.2-3). Esses pescadores estavam ocupados com suas atividades do dia-a-dia, eles estavam realizando uma tarefa necessária, pois "lavavam as redes." Isso faz parte do trabalho de um bom pescador. Apesar disso, o Senhor Jesus tirou-os desse trabalho necessário e fez com que seus olhares se voltassem para um trabalho muito mais importante.
Às vezes Jesus quer arrancar-nos das circunstâncias normais da vida para usar-nos em Sua causa. Freqüentemente ficamos envolvidos pela rotina do cotidiano, preocupamo-nos com a infra-estrutura das nossas vidas e temos à nossa frente uma lista do que precisa ser feito "sem falta". Será que Jesus pode frustrar nossos planos e fazer-nos parar, tirar-nos do trabalho costumeiro e colocar-nos numa atividade que é a mais importante para Ele? Talvez, justamente neste momento, a irmã deveria visitar sua vizinha e deixar para outra oportunidade o trabalho de passar roupa? Pode ser também que em algum momento do dia você tenha a impressão que deve interceder por esta ou aquela pessoa. Então deixe o trabalho, e ore! Será que aceitamos essas interrupções que o Senhor coloca em nossas vidas? Ou fazemos o nosso devocional durante um certo período pela manhã, e depois nenhuma atividade para o Senhor cabe mais em nossa agenda?
Escutar a voz do Senhor e obedecer freqüentemente é mais frutífero do que todo o nosso trabalho. Pedindo a Pedro que "afastasse [o barco] um pouco da praia", Jesus tirou também os outros discípulos do seu trabalho de lavar as redes e eles tiveram que voltar ao barco.

Comunhão pessoal com Jesus

Antes que o Senhor Jesus alcançasse a multidão, Ele "entrou em um dos barcos, que era o de Simão, pediu-lhe que o afastasse um pouco da praia." O período que Pedro gastou afastando-se com Jesus da praia foi um tempo em que ele esteve a sós com Jesus. Isso foi extremamente importante para ele.
Também para nós esses momentos têm o maior significado. Estar a sós com Jesus, "um pouco afastados da praia", a hora silenciosa com o Senhor, não é o cumprimento de um dever, mas algo necessário para podermos respirar espiritualmente. Esses são os períodos mais frutíferos para nós, pois eles permitem que alcancemos outras pessoas com a mensagem da salvação e passemos adiante as bênçãos recebidas.

Indo mais longe

Depois que Jesus havia ensinado a multidão que estava às margens do lago, "disse a Simão: Faze-te ao largo, e lançai as vossas redes para pescar. Respondeu-lhe Simão: Mestre, havendo trabalhado toda a noite, nada apanhamos, mas sob a tua palavra lançarei as redes. Isto fazendo, apanharam grande quantidade de peixes; e rompiam-se-lhes as redes" (Lc 5.4-6).
A ordem do Senhor a Pedro: "Faze-te ao largo", aparece na Bíblia Viva como: "Agora saiam mais para o fundo". O Senhor está interessado em ampliar as fronteiras, em expandir sempre mais o Evangelho. Precisamos pensar em alcançar cada vez mais pessoas, não devemos deixar de remar, de avançar mais para o fundo no mar das nações. Temos que parar somente onde o Senhor mandar fazê-lo, e ali devemos lançar as redes.
Não deveríamos poupar esforços no sentido de continuar procurando oportunidades para cumprir a tarefa prioritária da Igreja de Jesus. Mas isso também exige confiança total nas promessas da Bíblia.

Confiança inabalável em Jesus

"Respondeu-lhe Simão: Mestre, havendo trabalhado toda a noite, nada apanhamos, mas sob a tua palavra lançarei as redes" (Lc 5.5). Pedro superou todas as objeções humanas, todos os argumentos racionais, e até sua própria experiência, dizendo: "...mas sob a tua palavra lançarei as redes." Existem milhares de argumentos, sentimentos, razões e conselhos humanos que poderiam nos deter, que nos dizem que basta, que nos aconselham a não lançar as redes e a ficarmos acomodados. Podemos pensar: não faz sentido continuar orando por esta ou aquela pessoa, – pois parece que sua vida fica cada vez pior! Mas, apesar de tudo, há um argumento decisivo para avançar e tentar alcançar ainda mais pessoas, e este argumento é a Palavra de Deus – que nos ordena que devemos ir. Jesus prometeu: "Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto... pregai o evangelho a toda criatura... E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século" (Mt 28.18-19; Mc 16.15; Mt 28.20). "Porque a Tua palavra o diz, Senhor, eu oro. Sob a Tua palavra, eu vou, pois não tenho outra coisa em que possa confiar. Pessoas nos decepcionam, mas sob as ordens da Tua palavra eu obedeço e vou!"
Pedro ousou confiar na palavra de Jesus. Ele lançou as redes e não se arrependeu: "Isto fazendo, apanharam grande quantidade de peixes; e rompiam-se-lhes as redes... Disse Jesus a Simão: Não temas; doravante serás pescador de homens" (Lc 5.6 e 10).
Até que amadureça em um coração a firme convicção de não mais olhar para a esquerda ou para a direita, mas de simplesmente agir sob a palavra de Jesus, é preciso ter fé. Deus não apela às nossas emoções, nem à nossa imaginação, Ele apela à nossa vontade. A respeito disso li recentemente:

"Eu gostaria" – "Logo farei" – "Estou fazendo"

Essas três expressões representam três tipos de pessoas. Não é difícil adivinhar para quem valem as promessas divinas e quem será bem-sucedido em sua vida de fé.
"Eu gostaria" – Quem se expressa assim, mostra saber que sua vida não está em ordem, demonstra que tem anseios de viver "outra vida", gostaria de deixar de lado todas as dúvidas e inverdades, mas não consegue tomar uma decisão clara. Tais pessoas não querem realmente. Elas ficam desejando mudar sem conseguir sair de sua situação.
"Logo farei" – Há o reconhecimento de que não se pode continuar do mesmo modo, é preciso deixar a indefinição de lado, toma-se uma decisão – mas ela fica para depois. Não se ousa executá-la, procura-se uma maior certeza. Tais pessoas "consolam" a si mesmas e às outras com promessas, mas não avançam, e finalmente são infelizes por não alcançarem o objetivo.
Ao contrário, quem diz "estou fazendo" não fica só nos desejos e anseios, mas toma uma decisão firme e dá passos concretos.
Foi o que Pedro fez quando Jesus colocou-o diante da decisão. Primeiro ele pronunciou o grande "mas" de sua vida, porém, depois foi: "...mas sob a tua palavra lançarei as redes." Milhões de pessoas já seguiram as ordens de Jesus – quanto antes nós também o fizermos corajosamente, tanto antes Ele poderá receber-nos em Sua comunhão e usar-nos em Seu serviço.
Jesus espera por estas duas pequenas palavras em nossa vida – agora e sempre: "estou fazendo..."
Tornemo-nos pessoas que, "sob a Sua palavra", deixam-se chamar para a amplitude e a profundeza das possibilidades de Deus! Somente quando damos passos firmes "sob a Sua palavra" tornamo-nos verdadeiramente pescadores de homens!

Um pescador...

Um pescador conhece os peixes
Ele sabe em que águas se encontram, ele conhece seus hábitos, ele sabe onde se escondem. Alguns se encontram em águas profundas, outros em águas rasas. Alguns nadam sozinhos, outros em cardumes.
Um pescador conhece as épocas
Ele sabe quando é hora de sair para a pesca e quando deve esperar. Nem toda hora é hora de pescar. Há horários em que é inútil lançar a rede. Há horários em que os peixes vêm por si mesmos. Por isso o pescador precisa saber e observar a hora certa para pescar.
Um pescador conhece os seus instrumentos de trabalho
Existem diferentes maneiras de pescar, que exigem apetrechos diferentes. Para certos tipos de peixes usa-se o caniço, enquanto outros são pescados com redes. Um pescador decide se vai levar o anzol ou o arpão para pescar. E ele sabe lidar com todos estes apetrechos e instrumentos.
Um pescador não deve ser visto
Ele não deve chamar a atenção. Ele não faz barulho ou movimentos bruscos. Ele não agita a água. Nem a sua sombra deve projetar-se na água. Um pescador não deve expor-se em seu trabalho. O importante não é o próprio pescador, mas o que ele faz. 

sábado, 2 de janeiro de 2016

10 conselhos para os jovens serem vitoriosos - livraria Rei dos Reis e Senhor






Todo jovem sonha em conquistar vitórias, porém, diversos fatores contribuem para que nem todos consigam realizar-se plenamente. No livro 10 conselhos para os jovens serem vitoriosos, o pastor Silas Malafaia ensina os jovens que o segredo para se tornarem vencedores está na Palavra de Deus. 

Baseado em 10 versículos bíblicos, o pastor instrui os jovens a serem cuidadosos com o olhar e com a mentira, a serem liberais e compassivos, a honrarem seus pais, a serem puros, a guardarem seus corações, a blindarem-se contra o pecado e, principalmente, a nunca perderem Jesus de vista. 

O pastor Silas enfatiza em sua obra que Deus levantou os jovens para fazerem diferença nesta geração e que a juventude não é a Igreja de amanhã, mas a Igreja de agora. “Ser jovem é estar no esplendor do que há de melhor na existência humana. Deus destinou isso para eles. Observar os valores bíblicos é fundamental para suas vidas”, afirmou.
Livraria Rei dos Reis e Senhor
Preço 20,00 reais
11 2484-4496
Faça seu pedido também pelo Whatsapp: 96140-4470

Casar de novo? livro de Norman Wright - Livraria Rei dos Reis e Senhor

O conselheiro cristão Norman Wright tem ajudado casais a trazerem nova vitalidade para seus casamentos. Por meio de aconselhamentos, seminários e mais de 90 livros, ele compartilha como aumentar a intimidade e melhorar relacionamentos. 

Em Casar de novo?, o autor, baseando-se em seus anos de vivência no aconselhamento a casais e em sua experiência como um viúvo bem casado novamente, faz 101 perguntas com o intuito de ajudar os leitores e seus parceiros a refletirem sobre suas diferenças e semelhanças em questões importantes, como a interação entre o casal, o crescimento espiritual, as finanças e as responsabilidades domésticas, e ainda aponta diretrizes para padrastos e madrastas. 

Esses questionamentos ajudarão os novos casais a aprofundarem seu conhecimento e a compreenderem melhor o outro, preparando-os para decidir se darão o próximo passo em seu relacionamento.

Com 168 páginas, o livro é voltado para casais, grupos de estudo, ministros e conselheiros. O autor acredita que o leitor vai gostar de aprender mais sobre si mesmo e sobre o seu parceiro, e que esse conhecimento o ajudará a se decidir sobre a continuidade ou não do relacionamento.