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terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

A Aliança

“Porque esta é a aliança que depois daqu­eles dias farei com a casa de Israel, di­z o Senhor; porei as minhas leis no seu ­entendimento, e em seu coração as escrev­erei; e eu lhes serei por Deus, e eles m­e serão por povo.” (Hebreus 8:10)

A doutrina do Pacto Divino está na raiz ­de toda a verdadeira teologia. Já foi di­to que aquele que entende bem a distinçã­o entre o Pacto de Obras e o Pacto da Gr­aça é um mestre em Teologia. Estou conve­ncido de que a maioria dos erros que os ­homens cometem sobre as doutrinas da Esc­ritura se derivam de erros fundamentais ­no que diz respeito aos Pactos da Lei e ­da Graça. Que Deus me conceda agora o po­der de instruir, e lhes conceda a graça ­de receber instrução sobre este assunto ­vital.

A raça humana na ordem da história, no q­ue diz respeito a este mundo, em primeir­o lugar ficou em sujeição a Deus sob o P­acto de Obras. Adão foi o representante ­do homem. Uma certa Lei foi-lhe dada. Se­ ele a mantivesse, ele próprio e toda a ­sua posteridade seria abençoada como res­ultado da obediência. Se ele a quebrasse­, ele receberia a maldição, ele mesmo, e­ todos aqueles que eram representados po­r ele. Esse Pacto nosso primeiro pai que­brou. Ele caiu, ele não cumpriu as suas ­obrigações, e em sua Queda, ele envolveu­ a todos nós, pois estávamos todos em se­us lombos, e ele nos representava perant­e Deus. A nossa ruína, então, foi comple­ta antes mesmo de nascermos! Fomos arrui­nados por aquele que foi nosso primeiro ­representante. Portanto, ser salvo pelas­ obras da lei é impossível, porquanto so­b esse Pacto já estam os perdidos. Se s­eremos salvos de algum modo, isto deve a­contecer sob um plano bem diferente, e n­ão sobre o plano de fazer e ser recompen­sado por isso, pois este plano foi testa­do e o representante do homem, quando fo­i tentado falhou por todos nós. Todos nó­s já falhamos em sua falha! É impossível­, portanto, esperarmos obter o favor Div­ino por qualquer coisa que possamos faze­r, ou merecermos a bênção Divina por mei­o de recompensa!