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sexta-feira, 25 de março de 2016

Jesus Cristo, nosso Cordeiro pascal

Leia o artigo da Pra. Elizete Malafaia: ‘Jesus Cristo, nosso Cordeiro pascal’


“Porque isto é o meu sangue, que é derramado em favor de muitos para o perdão dos pecados, o sangue que garante a aliança feita por Deus com o seu povo” (Mt 26.28, NTLH).

A Páscoa, comemorada pelos judeus, significa passagem. É realizada com o objetivo de fazer o povo recordar a libertação da escravidão egípcia e também a libertação da escravidão do pecado. Na antiga Páscoa judaica, antes da Festa dos Pães Asmos, as famílias removiam de sua casa todo o fermento ou os alimentos e bebidas fermentados. De acordo com o ensino bíblico, o fermento e tudo o que era preparado com ele simbolizavam o pecado.

Hoje, nossa Páscoa é representada pela Ceia do Senhor, uma das principais ordenanças da Igreja. Nessa festa, celebramos a morte e a ressurreição de Jesus Cristo, pois o cordeiro que era sacrificado na festa da Páscoa dos judeus apontava para o sacrifício de Cristo, o único Cordeiro que tira o pecado do mundo.

Cristo é a nossa Páscoa, aquele que nos propiciou a passagem da morte — vida de pecado, engano, mentira, inveja, orgulho, miséria, rivalidade, ressentimento, ódio, maldade e escravidão — para a vida. Por meio de Sua ressureição, Ele nos garantiu o direito à vida eterna e plena.

Quando o aceitamos, reconhecemos a importância e o significado de Seu sacrifício na cruz do Calvário e o confessamos como nosso Senhor, tornando-nos novas criaturas. Ele é o nosso caminho, a nossa Páscoa. Deus, por intermédio de Seu Filho, livrou-nos do domínio da morte e do pecado e concedeu-nos uma vida plena e saudável. Como Jesus mesmo disse: Eu vim para que tenham vida e a tenham com abundância (Jo 10.10b).

Quando participamos da Ceia do Senhor, proclamamos ao mundo nossa fé no sacrifício expiatório de Cristo e em Sua segunda vinda. É o momento em que reconhecemos o quanto éramos e estávamos escravizados pelo pecado e pelo mundo, assim como o quanto necessitávamos de um Salvador, Jesus Cristo.

Pelo grandioso ato de amor de morrer por nós, Jesus se fez maldição em nosso lugar, presenteando-nos com a vida eterna e com o fortalecimento de nossa fé. A Sua oferta nos permitiu uma vida na qual o triunfo, o amor, a criatividade, a fecundidade e a crença na ressurreição eterna nos possibilitem viver a ressurreição do amor, da graça, da paz, da unção, da unidade, da alegria, da esperança, da comunhão e da fé em nossos relacionamentos.

Que você sempre comemore com sua família e em sua igreja essa ordenança tão especial e importante para nossa vida espiritual e física, pois, quando participamos da Ceia do Senhor, somos purificados e curados no corpo, na alma e no espírito.

Um grande abraço,

Elizete Malafaia

terça-feira, 22 de março de 2016

Certamente venho sem demora


…Certamente, venho sem demora… —Apocalipse 22:20
Frequentemente, as palavras “EM BREVE!” precedem os eventos futuros nas diversões, nos esportes, ou no lançamento da mais nova tecnologia. O objetivo é criar expectativa e entusiasmo pelo que irá acontecer, ainda que isso só ocorra meses depois.

Ao ler o livro de Apocalipse, fiquei impressionado com o senso de iminência, do tipo “em breve”, que permeia o livro inteiro. Em vez de dizer “Algum dia, no futuro muito distante, Jesus Cristo retornará à terra”, o texto é repleto de frases como “…coisas que em breve devem acontecer…” (1:1) e “…o tempo está próximo” (v.3). No capítulo final, o Senhor diz três vezes: “…venho sem demora…” (Apocalipse 22:7,12,20). Outras versões traduzem essa frase como “venho em breve”, “cedo venho” e “venho logo!”

Como pode ser isso, se dois mil anos se passaram desde que essas palavras foram escritas? “Rapidamente” não parece adequado à nossa experiência de tempo.

Em vez de focar em uma data para o Seu retorno, o Senhor nos incita a fixarmos nossos corações em Sua promessa que será cumprida. Somos chamados a viver para Ele no tempo presente “…aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus” (Tito 2:13).

Viva como se Cristo fosse voltar hoje.
por david c. mccasland

sábado, 19 de março de 2016

Na minha angústia, clamei ao Senhor

E disse: Na minha angústia, clamei ao SENHOR, e ele me respondeu; do ventre do inferno gritei, e tu ouviste a minha voz.

Jonas 2.2
Bom é clamar ao Senhor quando a tentação estiver chegando; assim, ela não terá chance de realizar seu propósito. Ela é uma arma perigosa, usada pelo diabo, para nos tirar da presença divina e nos colocar sob suas garras. Jamais brinque com o tentador. Sansão, por exemplo, ao se expor ao perigo, viu a sua teimosia transformar-se em desgraça, quando Dalila descobriu o seu segredo e o entregou aos filisteus.
Quem vê a tentação se aproximar, mas não clama a Deus, mostra que Ele não é muito importante em sua vida. Isso é triste, porque, quando houver necessidade de ser atendido, o Altíssimo não poderá prestar-lhe socorro. O Senhor não Se cansa nem Se fadiga, por isso, sempre que precisar dEle, ore com fé e creia que Ele irá atendê-lo, pois não pode negar-se a si mesmo (2 Tm 2.13). Deus tem prazer em ajudar todos os que O buscam.
A pessoa que não ora enfrenta grandes tribulações. Assim aconteceu com o apóstolo Pedro, que, mesmo tendo sido avisado pelo Mestre, negou-O três vezes. Ele não acreditou na advertência de Jesus, achando que pudesse vencer sozinho a tentação, por isso chorou amargamente para obter perdão após seu fracasso. O certo é não pensar que pode ser diferente com você. Essa tática já foi usada por muitos que se submeteram ao diabo.
Quando Jonas viu que não havia chance de se salvar, estando há três dias dentro do peixe, entendeu que o fato de estar vivo já era prova suficiente do amor de Deus por ele; então, resolveu orar. Ao fazer isso, ele alcançou a misericórdia do Senhor e foi salvo. Se você estiver em uma situação onde não vê mais esperança de salvação, faça o mesmo e veja o quanto Deus pode ajudá-lo. O Altíssimo não negará bem algum aos que andam na retidão (Sl 84.11).
Jonas resumiu seu problema, dizendo que estava no ventre do Inferno, porque seu sofrimento era muito grande e não havia como escapar. Ao lembrar-se das promessas, o poder de Deus entrou no coração dele, que apresentou sua oração ao Senhor. Ele foi ouvido por crer no que o Altíssimo afirmava, apesar de não estar fazendo a vontade dEle. Porém, quando a fé voltou ao seu coração, ele se apropriou dela e partiu para executar a sua missão.
Não importa onde você esteja ou quanto tempo tenha se deixado levar pelo inimigo. O importante é ter a luz de Deus operando em seu ser e clamar a Ele. Certamente, você será atendido e consequentemente libertado. Esse recurso fez o Senhor ouvir Agar e atender à necessidade dela (Gn 21.17). O Onipotente promete responder a todos que rogarem a Ele.
O Altíssimo há de falar ao “peixe” que o abocanhou a fim de que o vomite. Então, você poderá corrigir o seu erro e cumprir o plano que o Altíssimo tem para você. Não deixe o diabo enganá-lo novamente. Sem temer nenhuma das suas ameaças, decida fazer a completa vontade de Deus. Clame e seja salvo.
Em Cristo, com amor,

quarta-feira, 16 de março de 2016

Jesus nos mostra o caminho a seguir

Noites de angústia

Cristo nos mostra o caminho a seguir. Um caminho de entrega e de confiança, que gera em nós esperança e coragem para prosseguir amando e fazendo o bem.

Escrito por Osmar Ludovico

No Getsêmani, Jesus convida Pedro, Tiago e João para orar. O grupo vivia dias tensos; todos estão exaustos e os discípulos acabam dormindo. Sozinho, na calada da noite, Jesus, tomado de pavor, diz: “A minha alma está profundamente triste até a morte; ficai aqui e vigiai” (Marcos 14.32-34). Como entender tamanha tristeza de Jesus e as gotas de sangue que brotam de sua fronte? Diante do poder político injusto e perverso e uma dinâmica religiosa distante de Deus, Jesus não está indiferente. E, sabendo-se na iminência da morte, ele assume completamente sua condição humana. O Filho de Deus sente o peso da impotência, da fragilidade, do desamparo, da perplexidade, da tentação de desistir.

Naquele momento, ele tem consciência de toda a maldade humana, até mesmo daquela praticada nos nossos dias. Jesus conhecia as injustiças da sua época e sabia, também, do que estava por vir no século 21 – o drama dos refugiados, a crueldade dos terroristas do Estado Islâmico, a crise política e econômica global, a corrupção, a violência e a injustiça no Brasil dos nossos dias. Cristo tinha consciência de um tempo em que violência, corrupção e mentira caracterizariam a sociedade. Ele sabe muito bem do pecado que habita no coração de cada um de nós, dos nossos ódios, do nosso orgulho, do nosso egoísmo, da nossa omissão de cada dia. E na naquela noite, na véspera de morrer, Jesus se angustia e chora por si e por nós.

No drama do jardim, Jesus se associa às nossas dores e às nossas tragédias, tanto as coletivas como as pessoais. Afligimo-nos com o diagnóstico de uma enfermidade grave, com a perda de um ente querido, com a ruptura na família. Desesperamo-nos com o desemprego e a falta de recursos para honrar os compromissos no fim do mês. E diariamente nos angustiamos com as notícias dos jornais. É na noite, na escuridão, que, invadidos pelas trevas, choramos sozinhos nossas dores, nossos medos e nossa solidão. Esta é uma realidade percebida por aqueles que estão engajados na luta por um mundo melhor, por aqueles que são sensíveis ao drama humano. Muitos optam pela via da negação: nada veem, nada sentem. Anestesiados pelas drogas ou pelo álcool, pelas distrações como as redes sociais e pelo consumismo e pela alienação religiosa, multidões se tornam insensíveis, distantes, omissas, alienadas e cínicas.

Naquela noite, entre as árvores do Getsêmani, Jesus não somente chora. Ele assume sobre si todas as injustiças e perversidades perpetradas na história da humanidade. Sim, de todos – e as minhas também. Em seguida, ele ora: “Aba, Pai, tudo te é possível. Passa de mim este cálice; contudo, não seja o que eu quero, e sim, o que tu queres”. Invadido por uma misteriosa confiança, ele se entrega a Deus, seu Pai, e está pronto para enfrentar seus inimigos, que representam aquilo de pior que o ser humano pode produzir: o ódio, a traição, o abandono, a injustiça, a tortura, a humilhação, a morte. É a partir de sua angústia noturna que Jesus nos indica o caminho a seguir, uma entrega total, em confiança completa nas mãos do nosso Deus, um pai com muitas coisas de mãe. É ele que nos consola e apazigua nossa alma, para que possamos enfrentar a vida e a morte com esperança e coragem.

Naquela tarde, Jesus Cristo morre no Calvário. Entregando-se por nós, ele quebra o ciclo do mal, pois só um poder maior – o poder do amor – poderia vencer o pecado incrustado na experiência humana. Nos três dias seguintes, o corpo de Jesus jaz numa tumba fria. Todas as esperanças se esvaem; todos os ideais elevados sucumbem. Os discípulos, amedrontados, fogem, sem projeto ou direção. Porém, na manhã de domingo, Deus dá a resposta final. O mal é efêmero e o bem é eterno; a vida é mais forte que a morte. Ele ressuscita, e as trevas do pecado e da morte se dissipam diante da luz divina. Também vivemos nossas noites de angústia, mas Cristo nos mostra o caminho a seguir. Um caminho de entrega e de confiança, que gera em nós esperança e coragem para prosseguir amando e fazendo o bem até mesmo a quem, aparentemente, não o merece.

Exilado em Patmos por seu testemunho de Cristo, o apóstolo João, certa vez, também viu a solidão e o medo rondarem sua alma. A Igreja, então nascente, experimentava anos de muito sofrimento, prisões e mortes. João também tem suas noites de angústia, e entre as revelações do Apocalipse, vê o céu se abrir e ouve uma voz que diz: “Eu sou a brilhante estrela da manhã.”

terça-feira, 8 de março de 2016

Sabedoria, você busca?

Provérbios 8:34­




Bem-aventurado o homem que me dá ouvidos­, velando às minhas portas cada dia, esp­erando às ombreiras da minha entrada.




Você anseia por sabedoria? Antes de cont­inuar apressadamente, considere a pergun­ta. Você anseia - realmente anseia - por­ sabedoria? O favor celestial depende di­sto. Você está ansioso por ouvir o ensin­o da sabedoria? Você busca por sabedoria­ todos os dias? Você espera com ansiosa ­expectativa por qualquer oportunidade de­ aprender? Ávidos procuradores são abenç­oados com vida e favor da parte do SENHO­R (Pv 8:35)!


A maior parte deste capítulo e do capítu­lo seguinte contém a personificação da s­abedoria, onde Salomão usa a Senhora Sab­edoria para atrair os homens a obter con­hecimento e entendimento. A Senhora Sabe­doria consta três vezes neste provérbio ­- o "me", "minhas" e "minha". Ela entusi­asticamente convida os homens para a sua­ casa, se quiserem aprender a sabedoria ­(Pv 8:1-7; 9:1-5).


Há recompensas para aqueles que buscam e­ encontram a sabedoria - A bênção da vid­a e do favor do SENHOR (Pv 8:35; 3:13; 3­:14-18). Que gloriosa oferta! O que o im­pede hoje de ouvir a sabedoria? Você est­á atento por ela todos os dias? Você est­á à espera por ela nas ombreiras da port­a dela? Ela ama àqueles que a amam, e aq­ueles que cedo a buscam a acharão (Pv 8:­17).


A maioria dos homens é preguiçosa ou tei­mosa demais - Jesus os chamou de "ouvint­es da beira do caminho." (Mc 4:15) Eles ­nãos se preparam nem se dedicam, e Satan­ás rapidamente arrebata qualquer sinal d­e sabedoria. Aprender por ouvir exige um­a preparação e atenção obstinada (Pv 22:­17), e uma abordagem preguiçosa à pregaç­ão ou à instrução escrita não funciona. ­Muito ensino cai nos ouvidos surdos e ol­hos cegos. A maioria dos homens nos dias­ de hoje não suportam a sã doutrina (IIT­m 4:3-4).


Outros homens são acomodados demais - Je­sus os chamou de "ouvintes de solo pedre­goso" (Mc 4:16-17). Eles podem se entusi­asmar ao ouvir a verdade, mas eles rapid­amente desfalecem quando se deparam com ­qualquer oposição. Eles valorizam a amiz­ade e a paz mais do que a verdade e a sa­bedoria. Esses tímidos comprometedores n­ão têm um verdadeiro comprometimento com­ a verdade, e o custo do discipulado é d­emais para eles (Mt 10:34-39; Jo 8:31; 1­2:33-43; At 14:22; IITm 3:5,12).


Outros homens amam o mundo - Jesus os ch­amou de ouvintes em "solos espinhosos" (­Mc 4:18-19). Eles gostam de ouvir a verd­ade, mas estão mais interessados em dinh­eiro e prazer. Eles estão tão envolvidos­ com a profissão, passatempo ou divertim­entos: não conseguem achar tempo ou esfo­rço para buscar com zelo a sabedoria. O ­amor pelo dinheiro e prazer os destrói (­ITm 4:7-8; 6:6-10; IITm 3:4; ITm 4:10; T­g 4:4; IJo 2:15-17). Lembre-se da mulher­ de Ló e de Demas!


Estes três tipos de ouvintes - a grande ­maioria de todos os homens - nunca receb­eram as bênçãos do Senhor. Eles deixam e­scapar a vida que Ele oferece; eles deix­am escapar o Seu divino favor; e eles nã­o crescem em sabedoria. Na realidade, De­us lhes tira o conhecimento e a sabedori­a que eles pensam que têm (Lc 8:18). Na ­economia de Deus, o rico se enriquece ma­is, e o pobre se torna mais pobre (Mt 25­:28)! Ele deixa falidos os ouvintes preg­uiçosos, para permanecerem na congregaçã­o dos mortos (Pv 21:16).


Mas existem bons ouvintes! Eles ouvem co­m alegria e produzem frutos e obtém o fa­vor do SENHOR. Eles estão comprometidos ­e diligentes, como é descrito em nosso p­rovérbio. Em Beréia eles foram chamados ­de nobres (At 17:11), e Salomão os descr­eveu como se tivessem um só pensamento (­Pv 18:1). Eles encaram o ouvir como se e­stivessem caçando um tesouro - com grand­e zelo (Pv 2:1-5). Só existem poucos del­es (Mt 7:14), mas eles são as jóias do S­ENHOR (Ml 3:16-18).


Qual é a lição? Jesus disse, "Vede, pois­, como ouvis ..." (Lc 8:18). Se você é u­m ouvinte ''beira da estrada, ''solo ped­regoso'', ou ''solo espinhento'', Ele re­moverá de você todo o conhecimento e bên­ção que você pensa que tem. Se você é um­ ouvinte ''bom solo'', Ele lhe dará mais­ conhecimento e bênção. "Vede, pois, com­o ouvis." Anseie por sabedoria; busque-a­ diariamente; dedique-se; aguarde ansios­o por toda oportunidade.


Davi suspirava por sabedoria. "Mais dese­jáveis são do que o ouro, sim, do que mu­ito ouro fino; e mais doces do que o mel­ e o licor dos favos. Também por eles é ­admoestado o teu servo; e em os guardar ­há grande recompensa." (Sl 19:10-11). E ­novamente, "Os teus testemunhos tenho eu­ tomado por herança para sempre, pois sã­o o gozo do meu coração." (Sl 119:111). ­E novamente, "Folgo com a tua palavra, c­omo aquele que acha um grande despojo." ­(Sl 119:162).


Sabedoria e verdade - o evangelho do rei­no de Jesus Cristo - são coisas valiosas­. Muitos profetas e homens justos deseja­ram ver e ouvir o evangelho, mas não pud­eram (Mt 13:16-17). Homens nobres vender­ão tudo o que têm para poder comprá-la (­Pv 23:23; Mt 13:44-46). A Senhora Sabedo­ria se oferece gratuitamente, mas é melh­or você não desperdiçar este convite, do­ contrário ela lhe deixará, em justa vin­gança, indefeso e sem esperança quando a­s suas calamidades chegarem (Pv 1:20-33)­.


Onde é que você encontra a Senhora Sabed­oria? Ela está entre as capas da Bíblia.­ De que forma você lê as escrituras - po­r obrigação ou pela ansiosa expectativa?­ Ela é ouvida dos púlpitos das igrejas q­ue pregam a Bíblia através de pastores f­iéis. De que forma você ouve? Com tolerâ­ncia dorida ou entusiástica apreciação? ­Ela está aqui nestes poucos comentários ­sobre este provérbio. Você lê com a leit­ura dinâmica ou com meditação cuidadosa?­ "Vede, pois, como ouvis"


"Bem-aventurado o homem que me dá ouvido­s." Você está preparado e pronto para ou­vir, como os nobres bereanos, quando a s­abedoria é pregada (At 17:11)? Abençoado­ é o homem que vela "às minhas portas ca­da dia". Você busca por sabedoria a cada­ dia da sua vida ou só nos domingos? Abe­nçoado é o homem que espera "às ombreira­s da minha entrada." Você ansiosamente a­ntecipa cada oportunidade que a Senhora ­Sabedoria aparece para lhe oferecer maio­r entendimento (At 10:33)?


O abençoado SENHOR será encontrado por q­ualquer homem que O buscar de todo o seu­ coração (Jr 29:13). Você O busca de tod­o o coração? O homem que se deleita no S­ENHOR é quem recebe os desejos do seu co­ração (Sl 37:4). Você se deleita fervoro­samente Nele? E o que dizer a respeito d­a sabedoria? Você anseia por sabedoria? ­Antes de sair deste comentário, consider­e a pergunta. Você anseia por sabedoria?­ As suas bênçãos futuras dependem disso.