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terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Sirva, ao invés de ser servido!

“Bem como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos.” (Mateus 20:28) Quando pela primeira vez foi meu dever ocupar este púlpito e pregar neste salão, minha congregação assumiu a aparência de uma massa irregular de pessoas vindas de todas as ruas desta cidade para ouvir a Palavra. Eu era, na ocasião, simplesmente um evangelista pregando a muitos que não tinham ouvido o Evangelho antes. Pela graça de Deus, uma mudança mui abençoada ocorreu e agora em vez de ter um grupo irregular reunido, minha congregação é tão constante quanto a de qualquer ministro em toda a cidade de Londres! Posso, a partir deste púlpito, observar os rostos dos meus amigos que ocuparam os mesmos lugares, tanto quanto possível, nestes muitos meses. E eu tenho o privilégio e o prazer de saber que uma proporção muito grande, certamente, três quartos das pessoas que se reúnem aqui não são pessoas que se veem aqui devido à curiosidade, mas são meus ouvintes regulares e constantes. E observo que as minhas características também mudaram! Antes eu era um evangelista, mas o meu ofício agora é ser o vosso pastor. Vocês uma vez foram um grupo heterogêneo reunido para me ouvir, mas agora somos unidos pelos laços do amor. Pela associação, temos crescido em amor e respeito uns para com os outros e agora vocês se tornaram as ovelhas do meu pasto e os membros do meu rebanho. E eu tenho agora o privilégio de assumir a posição de um pastor neste lugar, bem como na capela onde eu trabalho à noite. Eu penso que é razoável para o julgamento de todas as pessoas que, assim como a congregação e o ministro passaram por mudanças, o próprio ensino deve, em alguma medida, ter sofrido alguma diferença. Tem sido o meu desejo falar-lhes das verdades simples do Evangelho. Muito raramente, neste lugar, eu tenho tentado adentrar às coisas profundas de Deus. Um texto que eu pensei ser adequado para minha congregação para a noite, eu não faria disso assunto de discussão neste lugar na parte da manhã. Há muitas doutrinas altas e misteriosas, com que muitas vezes tenho tido a oportunidade de lidar em particular, as quais eu não tomei a liberdade de falar com vocês como uma reunião de pessoas que casualmente se reuniam para ouvir a Palavra. Mas agora, uma vez que as circunstâncias foram mudaram, o ensino também será mudado. Não vou agora simplesmente limitar-me à doutrina da fé ou ao ensino do Batismo de crentes. Eu não me deterei sobre questões superficiais, mas devo ousar, à medida que Deus me guiar, a introduzir aquilo que está na base da religião, que nós afirmamos com tanto amor. Não me envergonharei de pregar diante de vocês a doutrina da soberania Divina. Eu não titubearei em pregar a doutrina da eleição da maneira mais irrestrita e aberta. Não terei medo de anunciar a grande verdade da perseverança final dos santos. Eu não reterei aquela verdade inquestionável das Escrituras, a saber, o chamado eficaz dos eleitos de Deus. Tentarei, conforme Deus me ajudar, não omitir nada de vocês que se tornaram o meu rebanho. Visto que muitos de vocês agora “provaram que o Senhor é bom”, vamos nos esforçar para expor todo o sistema das Doutrinas da Graça, para que os santos sejam edificados e cresçam em sua santíssima fé! Começo esta manhã com a doutrina da redenção. “Veio... para dar a sua vida em resgate de muitos”. A doutrina da redenção é uma das doutrinas mais importantes do sistema da fé. Um erro nesse ponto conduzirá inevitavelmente a um erro por todo o sistema de nossa crença! Agora, você está ciente de que existem diferentes teorias da redenção. Todos os Cristãos sustentam que Cristo morreu para redimir, mas nem todos os Cristãos ensinam a mesma redenção! Somos diferentes quanto à natureza da expiação e quanto à concepção da redenção. Por exemplo, o Arminiano afirma que Cristo, quando morreu, não morreu com a intenção de salvar qualquer pessoa em particular. Os Arminianos ensinam também que a morte de Cristo não significa, por si só, a garantia inquestionável da salvação de qualquer homem vivo. Eles acreditam que Cristo morreu para tornar possível a salvação de todos os homens, ou que, por fazer alguma coisa, qualquer homem que quiser pode alcançar a vida eterna!

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Doutrinação nas escolas

Procuradora afirma que criança “não pertence à família”


A procuradora federal dos Direitos do Cidadão Deborah Duprat participou de um debate na TV Câmara com os deputados Glauber Braga (PSOL/RJ), Marcos Rogério (DEM/RO) e Miguel Nagib, advogado e criador do movimento Escola sem Partido. Em meio aos argumentos, ela fez uma declaração surpreendente, que teve grande repercussão nas redes sociais.

Duprat mostrou a verdadeira face da doutrinação ao afirmar que o filho não pertence à família. Isso é especialmente relevante por que esta semana foi aberta a comissão para discutir no plenário o PL 7180/14, projeto de lei apelidado de “Escola sem Partido”.

No entendimento da procuradora, existe uma “percepção equivocada de que a criança pertence à família, que a família tem um poder absoluto sobre a criança. Não é verdade”. Insistiu ainda que o que os pais ensinam em casa não poderia “prevalecer” sobre o que é apresentado em sala de aula.

Seu discurso revela pesados tons marxistas, apelando para uma leitura parcial da Constituição e citando questões debatidas em outros contextos na Europa, tentou arguir em favor de um controle da sociedade sobre o que as crianças aprendem nas escolas.

Ao defender sua postura, que embasa a proposta a lei, Nagib replicou, afirmando que a procuradora defende “que o professor poderá transmitir aos filhos dos outros as suas próprias convicções religiosas e morais… Evidentemente, isso é um absurdo, isso é um despropósito. Nenhum país do mundo, a não ser talvez a Coreia do Norte, adote esse sistema que está sendo proposto pela procuradora”.

Apresentando diversos argumentos, o advogado mostrou que, entre outras coisas, as doutrinações nas escolas são usadas para atacar a religião e a moral. Para comprovar isso, citou no ar uma “nota técnica” emitida por Deborah Duprat, onde ele assevera que: “A escola é o lugar estratégico para o fim das ideologias religiosas, que apresentam o mundo como a criação dos deuses”.

Ao rebater a fala do deputado Glauber, Najib lembrou que o PSOL é um dos partidos que mais se beneficia da doutrinação nas escolas. O advogado ressaltou que é “Explicitar os limites éticos e jurídicos da atividade dos professores”, para que os professores militantes não consigam influenciar toda uma geração.

A “Escola sem Partido” é uma tentativa de impedir que os professores usem o ambiente escolar para doutrinar os alunos, impondo suas convicções pessoais referentes a política, religião e sexualidade, por exemplo.
Extraído do site eclesia

Assista:


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sábado, 18 de fevereiro de 2017

Caminho do sucesso

Caminho do sucesso


Não cesses de falar deste Livro da Lei; antes, medita nele dia e noite […] então, farás prosperar o teu caminho… v.8

Leitura: Josué 1:1-9

Durante o Ano Novo chinês, é costume ter hongbaos (pequenos envelopes vermelhos com dinheiro) para serem doados para alguém. Quando os pais dão hongbaos para seus filhos, querem desejar-lhes prosperidade e sucesso. Entretanto, sabendo que este desejo sincero não é suficiente, estes envelopes também os lembram de que devem estudar arduamente. O povo chinês geralmente crê que uma boa educação é a chave do sucesso na vida de alguém.

Deus disse a Josué que seus caminhos poderiam prosperar, já que assumira o papel de liderança de Moisés. Mas ele e o povo deveriam mostrar coragem diante da forte oposição ao entrarem na Terra Prometida (Josué 1:6). Deus prometeu dar-lhes sucesso se eles considerassem Seu “Livro da Lei” (v.8).

Os cristãos de hoje também precisam viver conforme a Palavra de Deus, se quiserem desfrutar de sucesso em sua caminhada espiritual. A Bíblia não contém somente observações sobre “o que fazer e não fazer” a fim de viver, mas também registra as experiências de vida daqueles que agradaram ou desagradaram a Deus.

Assim como Josué, temos a promessa de Deus de que Ele sempre estará conosco (Josué1:9; Mateus 28:20). Isso deveria nos dar forças para enfrentar os desafios e dificuldades que, inevitavelmente, surgem ao procurarmos agradar o Senhor.

— Albert Lee

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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Nem mérito ou honra

NEM MÉRITO OU HONRA
Silmar Coelho

O amor de Deus e a salvação nos são dados completamente sem merecimento. Deus não salva ou usa alguém por que merece. Deus não ama quem merece, ou é inteligente, ou tem poder, Deus ama a todos.

“Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, — pela graça sois salvos (Efésios 2:4-5).

Se Deus escolhesse alguém por causa das suas conquistas, teria escolhido os babilônicos; eles escravizaram os judeus e os mantiveram no exílio por setenta anos.

Caso Deus desse valor a inteligência, teria escolhido os gregos como seu povo. Os gregos são os pais da filosofia; pensadores eméritos, fizeram com que sua língua e princípios filosóficos fossem seguidos por todo o mundo antigo. até mesmo a ética do Novo Testamento foi influenciada e têm, em suas bases, princípios relacionais gregos.

Também não é o poder que Deus procura. Ou a salvação teria vindo dos romanos. O domínio romano se estendeu desde pela Europa, África, e Oriente Médio, de 27 a. C. até .476 d. C. Seus feitos foram notáveis, principalmente pelas construções feitas em Roma, que ainda hoje assombra a humanidade. Como o ápice a queda romana também foi estrondosa.

Deus escolheu os judeus como seu povo. Durante toda a história os judeus têm sido escravizados, marginalizados, perseguidos, discriminados, destruídos, e olhados como a escória do mundo. Viveram sem pátria, sofreram com guerras, o horror do holocausto, serviram como cobaias, vivendo em miséria, e dores atrozes. No entanto, o maior homem da história era judeu. Israel é apenas um ínfimo pedacinho de terra, encravado no meio de ódio; ainda assim, influencia o mundo, divide opiniões, e prospera plantado no caos.


Somente Deus pode escolher o fraco, o que nada é, o menosprezado que carrega vergonha atrelada às suas vestes. Apenas Deus é capaz de amar a todos, escolher o improvável que ninguém dá valor. Tratar o homem não segundo a Sua misericórdia, não de acordo com os seus fracassos.

Um milagre sempre nasce da improbabilidade. De onde ninguém espera vem salvação, da morte nasce vida, da dor brota cura, e do sofrimento flui refrigério. Há em você uma grande dor?

Não existe mais solução viável para o seu problema? Tudo e todos afirmam que não tem jeito. Saiba que você se encontra exatamente no verge de um milagre. Quando tudo diz não, é aí que Deus diz sim.

“Não são chamados muitos sábios segundo a carne, nem muitos poderosos, nem muitos de nobre nascimento; pelo contrário, Deus escolhe as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios e escolhe as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes; escolhe as coisas humildes do mundo, e as desprezadas, e aquelas que nada são, para reduzir a nada as que são;” 1 Coríntios 1.26-28.

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sábado, 4 de fevereiro de 2017

O propósito da criação

O propósito da criação

O homem foi criado por Deus. Ele não é produto do acaso nem é o resultado final de uma evolução de milhões de anos. Não procedemos de uma ameba, nem dos macacos, mas de Deus. Se a Bíblia for corretamente interpretada, e a ciência for corretamente entendida, elas não irão se contradizer, pois ambas tratam sobre assuntos que são relacionados a Deus. A verdade incontestável é que o homem foi criado para ser imagem e semelhança do Senhor: E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; [...] E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou (Gênesis 1.26,27).

Somos a imagem criada a partir do Todo-poderoso. Ele criou o homem do pó da terra e soprou o fôlego de vida em suas narinas. Assim, a humanidade passou a ser alma vivente. Deus criou homem e mulher à Sua imagem e conforme Sua semelhança. Certamente essa semelhança não é física, pois Deus é Espírito. O homem é um ser moral e espiritual. Então, o Senhor lhe deu uma consciência, uma espécie de tribunal interior, com a qual pode julgar o que é certo ou errado. O homem é o único ser capaz de relacionar-se com o seu Criador de forma inteligente. Somos a obra-prima de Deus. Somos a coroa da criação. Nossa origem é divina. Nosso destino é a glória. Fomos criados para glorificar a Deus sempre!

O livro de Gênesis afirma que o homem é um ser criado à imagem e semelhança de Deus. O homem é, portanto, uma criatura. Há uma diferença abismal entre Deus (Criador) e o homem (criatura), que ela jamais poderá ser apagada. O homem é barro somado ao sopro divino.

Há várias implicações do fato de o homem ser uma criatura de Deus. Os seres humanos não têm existência independente, ou seja, ele é um ser dependente de Deus. Sem o Criador, não haveria homem. O homem não se gerou no princípio nem é autoexistente. Somente Deus é autoexistente. Ele nunca foi criado. Ele sempre existiu (Salmo 90.2).

A humanidade faz parte da criação. Em certos aspectos, podemos parecer muito diferentes dos seres criados por Deus. Apesar disso, em outras perspectivas, apresentamos semelhanças com as criaturas. O homem é parte da divina sequência criativa.

Há um vínculo comum entre todos os seres humanos. A doutrina da criação aponta que estamos todos relacionados uns com os outros. Portanto, o homem é uma criatura como revela o texto de Gênesis 1.26,27: um ser criado à imagem de Deus, conforme a Sua semelhança.


É interessante observar que as palavras imagem e semelhança reforçam-se mutuamente, não há distinção teológica entre elas. Aliás, para distinguir mais exatamente, a palavra hebraica equivalente à imagem significa reprodução, imitação, ser igual. A palavra equivalente à semelhança significa cópia. Portanto, dizer que o homem é imagem e semelhança de Deus significa dizer que ele é como o Senhor, reflexo dele. Isso é elucidado em Gênesis 5.3: E Adão viveu cento e trinta anos, e gerou um filho à sua semelhança, conforme a sua imagem, e chamou o seu nome Sete. Perceba que Sete é imagem e semelhança de Adão, ou seja, assim como um filho se parece com seu pai, o homem se parece com Deus.

Toda a Escritura Sagrada mostrará quais as características que tornam o homem um ser à imagem e semelhança de Deus. A humanidade reflete Deus na sua racionalidade, criatividade, capacidade de comunicação, espiritualidade, capacidade de governar e de tomar decisões, e assim por diante

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