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segunda-feira, 29 de maio de 2017

Toda árvore que não dá fruto ...


Ai!

“Todo ramo... que dá fruto ele poda, para que dê mais fruto ainda” (João 15.2).

É algo impressionante andar entre as árvores coloridas do pomar num dia ensolarado de outono. O Criador permitiu o crescimento de uma grande variedade de frutas para nosso prazer. No entanto, após a colheita, chega o agricultor e poda os galhos. Vemos então as árvores desgalhadas e os parreirais com aspecto de que foram maltratados. E isso que há pouco eles produziram tanto, a ponto de quase suspirar sob o peso dos frutos em seus galhos. É algo incompreensível para um leigo!

Quem quiser produzir frutos em sua vida não consegue se escapar da poda. Não deveria ser motivo de estranhar se o Viticultor considera sua vida tão valiosa que aplica a tesoura para podar, para que produza ainda mais frutos. Pergunta-se, porém, se também os galhos produtivos mais úteis precisam ser podados?

O viticultor avalia cada ramo. Cada um. Sem exceção. Se ele estiver ligado à videira, ele a limpa. Nessa vida, a promessa de limpeza por meio de uma intervenção dolorosa é feita para os bons e não para os maus. O resultado dos recursos dolorosos é mais do que compensador. Se desejarmos produzir frutos para o Senhor Jesus, podemos estar tranquilos de que a mão amorosa e suave do nosso Viticultor celestial fará exatamente aquilo que for da amorosa vontade dele.

Não atente para os sussurros do inimigo dizendo que a mão do Viticultor seja muito brutal ao cortar. O olhar do Pai examina os galhos produtivos e ele aplica a eles a sua honra para que, ao final, somente ele seja glorificado. O Pai celestial é glorificado com mais frutos, e frutos permanentes! Aquele que em sua vida nunca sentiu a mão limpadora do Viticultor e que só espera dias bons e prazer precisa verificar em que tipo de ramo ele está enxertado.

De que maneira, porém, podemos produzir frutos? O segredo é a ideia: “Permaneçam em mim”. Quando iniciei minha vida cristã, muitas vezes eu cometia o erro de me preocupar com a qualidade do fruto ao invés de me concentrar na ligação íntima com a videira. Tentei muitas vezes viver de maneira agradável a Deus por meio de esforços carnais. Eu mesmo determinava o que seria um fruto bom. No entanto, eu sempre me desesperava com minha instável firmeza espiritual. O irmão Werner Heukelbach, que sofria de dolorosa Angina pectoris, certa vez orou de modo comovente: “Senhor Jesus, corte, corte mais fundo, separe aquilo que não te agrada”. Um irmão que o acompanhava disse em seguida que, ao ouvir essas palavras, ele sentiu como se uma ducha gelada escorresse em suas costas. E quanto o Senhor cortou! Quantas bênçãos resultaram desse ramo!

Você, no entanto, não precisa orar dessa maneira, pois o seu Pai celestial sabe muito bem o que pode exigir de você. A estrofe do cântico a seguir mostra o significado de viver em íntima ligação com a videira: “Olhe somente para Jesus, veja unicamente a sua face e as coisas do mundo obscurecerão e ficarão pequenas à luz da sua glória”. Assim, entregue a avaliação da sua situação confiadamente ao seu Pai celestial. Ele sabe das suas aptidões, sejam quais forem. O consolo contido nessa promessa de produzir frutos é tão grande que pode ser comparado à riqueza, saúde e honra.

Para Deus, um coração humilde é mais valioso do que ouro e prata.
Esteja tranquilo, pois seu Pai celestial também sabe das suas noites sofridas e de insônia. Ele sabe de suas lágrimas secretas. Ele conhece também os limites da sua capacidade de suportar cargas. Ele nunca colocará uma responsabilidade maior do que você consegue suportar. Em suas situações de sofrimento, ele tornará em realidade as suas palavras: “Minha graça é suficiente a você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2Coríntios 12.9).

Quando não conseguimos superar determinadas coisas, precisamos nos submeter a elas. O potencial da força da graça de Deus está à sua disposição. Para Deus, um coração humilde é mais valioso do que ouro e prata. E é nessa força de Deus que encontramos a vitória! — Manfred Paul

quinta-feira, 18 de maio de 2017

As 4 Leis Espirituais


As Quatro Leis Espirituais são uma forma de compartilhar as boas novas da salvação disponíveis através da fé em Jesus Cristo. Trata-se de uma forma simples de organizar a informação importante do Evangelho em quatro pontos.

A primeira das quatro leis espirituais é: “Deus ama você e tem um plano maravilhoso para a sua vida.” João 3:16 nos diz: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” João 10:10 nos dá a razão pela qual Jesus veio: “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.” O que está nos bloqueando do amor de Deus? O que está nos impedindo de ter uma vida abundante?

A segunda das Quatro Leis Espirituais é: “A humanidade está corrompida pelo pecado e portanto está separada de Deus. Como resultado, nós não podemos conhecer o maravilhoso plano de Deus para as nossas vidas.” Romanos 3:23 afirma: “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus.” Romanos 6:23 nos dá as conseqüências do pecado: “Porque o salário do pecado é a morte.” Deus nos criou para termos comunhão com Ele. No entanto, a humanidade trouxe o pecado para o mundo, e portanto está separada de Deus. Nós arruinamos nosso relacionamento com Ele, relacionamento este que Deus tinha a intenção de que nós tivéssemos. Qual é a solução?

A terceira das Quatro Leis Espirituais é: “Jesus Cristo é a única provisão de Deus para o nosso pecado. Através de Jesus Cristo, nós podemos ter os nossos pecados perdoados e restaurar uma relação correta com Deus.” Romanos 5:8 nos diz: “Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.” 1 Coríntios 15:3-4 nos informa do que nós precisamos saber e acreditar para sermos salvos: “...que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras.” O próprio Jesus declara que Ele é o único caminho para a salvação em João 14:6: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao pai senão por mim.” Como posso receber este maravilhoso dom da salvação?

A quarta das Quatro Leis Espirituais é: “Nós devemos depositar a nossa fé em Jesus Cristo como Salvador para que possamos receber o dom da salvação e conhecer o maravilhoso plano de Deus para as nossas vidas.” João 1:12 descreve isto para nós: “Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome.” Atos 16:31 diz muito claramente: “Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa.” Nós podemos ser salvos unicamente pela graça, unicamente pela fé, unicamente em Jesus Cristo (Efésios 2:8-9).

Se você quer acreditar em Jesus Cristo como seu Salvador, diga as seguintes palavras a Deus. Dizer estas palavras não irá salvá-lo, mas confiar em Cristo irá! Esta oração é simplesmente uma forma de expressar a Deus a sua fé Nele e agradecer por prover a sua salvação. “Deus, sei que pequei contra Ti e mereço punição. Mas Jesus Cristo tomou a punição que eu mereço para que através da fé Nele eu pudesse ser perdoado. Com a Tua ajuda, eu me volto contra os meus pecados e deposito a minha confiança em Ti para salvação. Obrigado pela Tua maravilhosa graça e perdão – o dom da vida eterna! Amém!”

sábado, 13 de maio de 2017

A Estrada de Romanos


A Estrada de Romanos para a salvação é uma forma de compartilhar as boas novas da salvação utilizando versículos do livro Bíblico de Romanos. É um simples mas poderoso método para explicar por que nós precisamos da salvação, como Deus providenciou a salvação, como nós podemos receber a salvação e quais os resultados da salvação.

O primeiro versículo na Estrada de Romanos para a salvação é Romanos 3:23: “Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus.” Nós todos pecamos. Nós todos fizemos coisas que são desagradáveis a Deus. Não há ninguém que seja inocente. Romanos 3:10-18 nos dá uma imagem detalhada de como é o pecado nas nossas vidas. A segunda Escritura na Estrada de Romanos para a salvação, Romanos 6:23, nos ensina sobre as conseqüências do pecado - “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.” A punição que nós ganhamos pelos nossos pecados é a morte - não apenas morte física, mas morte eterna!

O terceiro versículo na Estrada de Romanos para a salvação retoma onde Romanos 6:23 parou: “mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.” Romanos 5:8 declara: “Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.” Jesus Cristo morreu por nós! A morte de Jesus pagou o preço dos nossos pecados. A ressurreição de Jesus prova que Deus aceitou a morte de Jesus como pagamento pelos nossos pecados.

A quarta parada na Estrada de Romanos para a salvação é Romanos 10:9: “Se, com a tua boca, confessares a Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo.” Por causa da morte de Jesus em nosso favor, tudo o que nós temos a fazer é acreditar Nele, acreditando na Sua morte como pagamento pelos nossos pecados – e nós seremos salvos! Romanos 10:13 diz mais uma vez: “Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.” Jesus morreu para pagar a pena pelos nossos pecados e nos resgatar da morte eterna. A salvação, o perdão dos pecados, está disponível para qualquer um que confiar em Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador.

O aspecto final da Estrada de Romanos para a salvação é o resultado da salvação. Romanos 5:1 tem esta maravilhosa mensagem: “Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo.” Através de Jesus Cristo nós podemos ter uma relação de paz com Deus. Romanos 8:1 nos ensina: “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus.” Por causa da morte de Jesus em nosso lugar, nós nunca seremos condenados pelos nossos pecados. Finalmente, nós temos esta preciosa promessa de Deus de Romanos 8:38-39: “Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.”

Você gostaria de seguir a Estrada de Romanos para a salvação? Se sim, aqui está uma simples oração que você pode fazer a Deus. Fazer esta oração é uma forma de declarar a Deus que você está confiando em Jesus Cristo para a sua salvação. As palavras em si não irão salvá-lo. Apenas a fé em Jesus Cristo pode prover salvação! “Deus, eu sei que eu pequei contra Ti e mereço punição. Mas Jesus Cristo tomou a punição que eu mereço para que através da fé Nele eu pudesse ser perdoado. Com a Tua ajuda, eu me volto contra os meus pecados e deposito a minha confiança em Ti para salvação. Obrigado pela Tua maravilhosa graça e perdão – o dom da vida eterna! Amém!”

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Israel

Israel: o maior sinal da breve vinda de Jesus

Tim LaHaye

Através das profecias contidas nas Escrituras, o Senhor Jesus Cristo nos deixou o maior sinal possível de Sua vinda para arrebatar Sua Igreja no final dos tempos. Ele, sendo “o espírito da profecia”, acrescentou informações mais significativas e detalhadas do que qualquer um dos profetas do Antigo Testamento. Tenha sempre em mente ao estudar o Sermão do Monte das Oliveiras, em Mateus 24 e 25, que Ele estava respondendo à pergunta especial dos discípulos: “E qual será o sinal da tua vinda e do fim dos tempos?” (Mt 24.3, NVI).

Em Sua resposta, Ele delineou por inteiro os acontecimentos dos tempos do fim, que compreendem os “últimos dias” ou “o final dos tempos”. É importante observar que Ele nunca repreendeu os discípulos por fazerem tal pergunta, mas, pelo contrário, entrou em maiores detalhes ao lhes responder.

Por isso, podemos concluir que não é possível sabermos “o dia e a hora” em que Cristo voltará. É razoável e até mesmo natural que façamos a pergunta sobre qual sinal irá nos avisar de Sua breve vinda à medida que o fim se aproxima. Deveríamos então estudar a resposta dEle cuidadosamente, pois podemos muito bem estar vivendo nos dias do fim sobre o qual os discípulos estavam perguntando.

Há muitos sinais “do fim” que deveremos estudar nos próximos meses, mas nenhum deles é mais significativo do que o sinal específico que Ele deu em resposta à pergunta dos discípulos no Monte das Oliveiras, registrado em Mateus 24 e 25. Antes de tratarmos do sinal, vamos estabelecer o ambiente, pois ele é sumamente importante.

O fato aconteceu apenas cerca de um dia antes do julgamento e da crucificação de Jesus por causa do pecado do mundo todo. Foi, portanto, dentre as últimas palavras que o Salvador proferiu antes de Seu injusto julgamento e da Sua morte compulsória, que Ele sofreu pelos nossos pecados e pelos pecados do mundo todo.

Jesus havia acabado de Se apresentar à nação de Israel e ao mundo como o Messias da Bíblia, mas, mesmo assim, eles O rejeitaram. O problema deles é que queriam alguém que os salvasse do opressivo governo romano mais do que queriam alguém que salvasse suas almas por toda a eternidade.

Ele chorou sobre a cidade pela perda que eles estavam por sofrer, devido ao engano satânico incitado pelos falsos ensinamentos dos fariseus, saduceus e outros líderes religiosos da época. Entretanto, suportou os resultados dessa rejeição com o propósito único de “dar a Sua vida em resgate” dos muitos milhões que finalmente viriam a crer nEle e ganhariam a vida eterna que Ele prometera.

Desta forma O encontramos em Mateus 24, no Monte do Templo, onde os discípulos fizeram-Lhe uma das mais importantes perguntas sobre o fim dos tempos, registrada no versículo 3: “Dize-nos, quando acontecerão essas coisas? (isto é, a futura destruição do Templo, que havia sido profetizada por Daniel) E qual será o sinal da tua vinda e do fim dos tempos?”. Observe como eles fundiram a destruição do Templo (que aconteceria somente trinta e cinco anos mais tarde), o retorno de Jesus e o fim dos tempos (que ainda não aconteceu, após 2.000 anos). Observe particularmente como eles combinaram a vinda de Jesus com o “fim dos tempos”. Esta última combinação é muitíssimo importante para os alunos de profecia, pois Jesus nunca repreendeu os discípulos por combinarem esses dois acontecimentos. Assim, estamos justificados em concluir que eles aconteceriam em datas muito próximas.

Já era naturalmente bastante para a mente deles que a vinda de Cristo estabelecesse Seu reino terreno, sobre o que esses discípulos judeus O haviam ouvido falar tanto em Seus ensinamentos durante aqueles últimos três anos. Mal sabiam eles que isso não aconteceria até que se passassem séculos após a morte deles próprios.

Dentre as muitas coisas que deveríamos aprender a partir desse grandioso ensinamento profético de nosso Senhor – além dEle ter delineado o plano completo para “os últimos dias” ministrando no Monte das Oliveiras – está o ponto principal que Ele citou em Mateus 24.32-33:

“Aprendam a lição da figueira: quando seus ramos se renovam e suas folhas começam a brotar, vocês sabem que o verão está próximo. Assim também, quando virem todas estas coisas, saibam que ele está próximo, às portas” (NVI).

O fundamental que Ele quer que aprendamos com essa profecia é a parábola da figueira: quando ela começar a mostrar crescimento, estamos chegando perto da época da colheita. Ele está se referindo, é claro, ao propósito principal da existência dela. A maioria dos estudiosos de profecia crê que “a parábola da figueira” é o ensinamento de que Israel deverá ser o foco da atividade do fim. Na próxima edição vamos apresentar detalhes das Escrituras sobre essa parábola.

À medida que eu estudava e orava sobre esta passagem, cheguei à conclusão de que a parábola aqui não se refere a um evento único, mas sim a um processo de eventos sobre Israel (simbolizado pela figueira), processo esse que começou próximo do final do século 19 e continua não apenas até o momento presente, mas também continuará na Tribulação e culminará com a Aparição Gloriosa de Cristo e o estabelecimento do Seu Reino. Outras passagens identificam isto como o Milênio (ou um reino de paz de mil anos sobre o qual Jesus reinará e durante o qual bilhões de almas responderão a Ele em fé). (Ver Ap 19.11-20.15).

Historicamente, isto começou com a migração gradativa dos judeus de todo o mundo, movimentando-se de volta à terra de Israel para possuí-la como sua terra natal nacional. O primeiro passo público nessa direção foi iniciado quando Theodor Herzl, brilhante estudioso e jornalista, organizou o primeiro Congresso Sionista Mundial na Suíça, em 1897. No ano anterior, ele havia acabado de produzir um livro de extraordinária vendagem, defendendo a criação de um Estado Judeu. Os judeus do mundo todo e muitos cristãos defensores de Israel atenderam à sua conclamação em favor de uma terra natal para seu povo.

Herzl foi chamado “O Pai do Sionismo Mundial” naquela conferência, mas morreu tragicamente quatro anos mais tarde, com a idade de 44 anos. Como costumava dizer Paul Harvey: “E agora estamos prontos para o restante da história – a história de Israel”.


O livro de Herzl era sobre o caso do capitão Dreyfus, a história trágica de um oficial do exército francês grosseiramente discriminado, cuja carreira foi destruída pelo ataque anti-semita a um oficial leal, por nenhum crime a não ser o de ser judeu. É interessante que li esse livro enquanto cursava o Ensino Médio e, em minha juventude, percebi o resultado do anti-semitismo de perto e de modo bem feio. Naquela época, eu não conseguia acreditar no ataque satanicamente inspirado contra um judeu em um país secular, que havia sobrevivido à Revolução Francesa para libertar o país da monarquia francesa.

Anos mais tarde, quando escrevia um livro comparando a revolução dos Estados Unidos, em grande parte realizada por homens cristãos interessados em estabelecer uma nação mais baseada em princípios bíblicos do que qualquer outra nação na história do mundo (o verdadeiro segredo da grandeza dos Estados Unidos), verifiquei que secularizadores da Revolução Francesa escreveram uma constituição que permitiu dez revoluções subseqüentes pela liberdade, enquanto que os delegados constitucionais predominantemente cristãos dos EUA escreveram uma constituição que tem sobrevivido há quase 250 anos e nesse tempo houve apenas uma guerra civil, que foi para libertar os escravos e manter o país unido. Seria possível que os colonizadores da América, que foram melhores para os judeus e lhes deram mais apoio do que qualquer outra nação no mundo, tenham colhido as bênçãos de Deus durante todos esses anos... assim como Ele prometeu? Pessoalmente, creio que sim, porque Deus manteve a Sua promessa quando Ele apresentou o povo hebreu e, subseqüentemente, o povo judeu (Gn 12.1-3).

“Então o Senhor disse a Abrão: “Saia da sua terra, do meio dos seus parentes e da casa de seu pai, e vá para a terra que eu lhe mostrarei. Farei de você um grande povo, e o abençoarei. Tornarei famoso o seu nome, e você será uma bênção. Abençoarei os que o abençoarem, e amaldiçoarei os que o amaldiçoarem; e por meio de você todos os povos da terra serão abençoados”” (Gn 12.1-3, NVI).

Na próxima edição analisaremos a inspiradora história da figueira brotando durante o Século 20 – verdadeiramente uma história de milagres sobre a fidelidade de Deus a Israel e ao nosso mundo!