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sábado, 22 de julho de 2017

E quem é a esposa?

"Eu sou o vosso esposo.” (Jeremias 3.14)

O Senhor Jesus Cristo está unido ao seu povo em casamento. Em amor, Ele desposou sua igreja como uma virgem pura, antes mesmo que ela caísse sob o jugo de servidão. Repleto de afeições intensas, Ele trabalhou arduamente pela igreja, assim como Jacó trabalhou por Raquel, até que todo o dinheiro da aquisição fosse pago.

sábado, 15 de julho de 2017

Jesus, Moisés e Elias

Jesus, Moisés e Elias
Mais ou menos uma semana depois de ter dito essas coisas, Jesus levou Pedro, João e Tiago e subiu o monte para orar. Enquanto orava, o seu rosto mudou de aparência, e a sua roupa ficou muito branca e brilhante. De repente, dois homens apareceram ali e começaram a falar com ele. Eram Moisés e Elias, que estavam cercados por um brilho celestial. Eles falavam com Jesus a respeito da morte que, de acordo com a vontade de Deus, ele ia sofrer em Jerusalém. Pedro e os seus companheiros estavam dormindo profundamente, mas acordaram e viram a glória de Jesus e os dois homens que estavam com ele. Quando esses dois homens estavam se afastando de Jesus, Pedro disse:

— Mestre, como é bom estarmos aqui! Vamos armar três barracas: uma para o senhor, outra para Moisés e outra para Elias.

Pedro não sabia o que estava dizendo. Ele ainda estava falando, quando apareceu uma nuvem e os cobriu. Os discípulos ficaram com medo quando a nuvem desceu sobre eles. E da nuvem veio uma voz, que disse:

— Este é o meu Filho, o meu escolhido. Escutem o que ele diz!

Quando a voz parou, eles viram que Jesus estava sozinho. Os discípulos ficaram calados e naquela ocasião não disseram nada a ninguém sobre o que tinham visto.

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Salmos 103:6

Quinta-feira, 13 de Julho de 2017 'O Senhor executa atos de justiça, e juízo a favor de todos os oprimidos.' Salmos 103:6

Às vezes na história do mundo, esta promessa de Deus parece ser uma miragem perante governos brutais, ódio racial e injustiça humana. Ao longo do tempo, porém, governos brutais são esmagados. Déspotas são enterrados. Indignação moral substitui complacência. Como pessoas do Reino, não acha que somos chamados para modelar a ética e valores da vontade de Deus? Então, vamos renovar a oração que Jesus nos ensinou: 'Seja feita a Sua vontade, assim na terra como nos céus'! E vamos demonstrar a vontade de Deus nas nossas famílias, amizades e igrejas!.

ORAÇÃO: Santo e justo Deus, eu sei que o Senhor se repugna mais do que nós ao ver a desumanidade que mancha nosso mundo e esmaga pessoas preciosas e inocentes. Por favor, Pai, mostre sua vontade e discipline aquelas nações que são cruéis na sua injustiça. Convença-nos, seu povo, de que como indivíduos e como congregações, devemos ser lugares de reconciliação, justiça, cura e esperança. Use-me, junto com meus irmãos e irmãs na nossa congregação, para mostrar sua justiça e santidade para com aqueles da nossa comunidade que precisam de liberdade de opressão, e que precisam de alguém que os ajude a defender a justiça em todas as áreas da vida. No nome de Jesus eu oro. Amém.

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Namoro


No mundo contemporâneo, com todas as mudanças sociais e comportamentais, o namoro passou a ter um conceito bem diferente do de anos atrás. Para a juventude de hoje em dia, namorar significa ter uma intimidade exagerada.

E a isso pais e pastores precisam ficar atentos Quando um jovem ou um adolescente afirma para a família e para os amigos que está namorando, o que isso quer dizer? Bem… até alguns anos atrás, isso poderia significar que o casal estava conversando mais; que saía, mas sempre acompanhado (para não ficar “mal falado”); que até tinha algum contato físico, mas sem nenhum exagero, e, principalmente, que estava se preparando para o casamento. Hoje em dia, entretanto, o mundo moderno dita algumas regras para o namoro, principalmente por meio da mídia, que são totalmente contrárias ao real significado de namorar.

Estar namorando atualmente tem uma associação direta a “curtir” o outro, a ficar, a sair para se divertir e ter alguém como companhia, abusar da intimidade física e, principalmente, descobrir, através do sexo, se a outra pessoa é apta para, um dia, se tornar seu marido ou esposa. De forma geral, os relacionamentos de hoje são desenfreados, sem nenhum critério de afetividade. Para a maioria dos jovens, o que importa mesmo é a satisfação pessoal. Além disso, não há limites para a intimidade, que já fica explícita no primeiro encontro, com carícias mais quentes ou até mesmo um relacionamento sexual.

Um rapaz que já está na faculdade, por exemplo, e declara que ainda não transou com a namorada, sem dúvida, vira motivo de chacota entre os colegas. E a situação pode ficar ainda pior se ele afirmar que o namoro já dura alguns anos. Já uma jovem que conta para as amigas que está conversando com um rapaz e orando a Deus, pedindo orientação sobre se deve ou não namorar, vai, com certeza, receber um bombardeio de conselhos argumentando que, enquanto aguarda, pode ir “ficando” com ele, para conhecê-lo melhor.

Diante desse cenário, será que pais, pastores e demais líderes das igrejas estão preparados para abordar o tema “namoro” com os jovens e adolescentes de hoje em dia? Palestrantes experientes no tema afirmam que nos últimos cinco anos o teor das palestras sobre o assunto teve que ser totalmente refeito, assim como a faixa etária de quem as escuta precisou ser reduzida. Nas reuniões da juventude anos atrás, o alvo de uma palestra sobre sexo, por exemplo, era o jovem acima de 18 anos.

Atualmente, já há pastores que recomendam convocar os adolescentes de 11 anos para discutir o tema, e sem usar eufemismos para fugir dos tópicos mais polêmicos. E essa preocupação tem razão para existir. A Pesquisa Nacional de Demografia da Saúde da Mulher e da Criança, divulgada no início deste ano, apontou que a iniciação sexual está ocorrendo mais cedo, dos 13 aos 17 anos, e que 32,5% das jovens entrevistadas entre 15 e 19 anos admitiram ter tido a primeira relação sexual aos 15 anos. Há 10 anos, esse índice era de 11,5%. “Antes, a gente falava mais pontualmente sobre namoro para jovens de 17, 18 anos. Hoje, precisamos falar para os meninos e meninas de 11, 12 anos.

O mundo mudou muito nesses últimos anos e não podemos ficar só discutindo gravidez fora do casamento e doenças sexualmente transmissíveis. A Igreja precisa trabalhar esses assuntos de forma clara e direta. A Igreja tem ficado para trás porque, às vezes, fala somente do voto de castidade. Precisamos avançar, porque o mundo está apresentando uma realidade errada sobre o que é namoro, fora dos padrões de Deus”, declara o líder dos jovens da Associação Adventista Espírito-Santense, pastor Pedro Rodrigues da Silva Filho.

Ensinar quais são os princípios passados por Deus para a vida do homem é considerada a melhor forma de pais e líderes de igrejas instruírem os casais de namorados. Se eles entenderem o que é o melhor de acordo com o Senhor, correm menos risco de errar. “É preciso criar consciência no jovem e no adolescente e ensinar princípios bíblicos. Nas palestras que dou pelo País, sempre pergunto aos pais: ‘vocês querem filhos obedientes ou responsáveis?’.

A primeira resposta é sempre ‘obediente’. No entanto, obediente só obedece ao que você diz. O responsável obedece e entende o que foi passado. A Igreja precisa ensinar, mas há muitos pastores que têm medo de falar sobre esse tema. Essa geração quer ouvir isso, e se não ouvir nas igrejas vai ouvir na rua, na internet. Não devemos ficar criando regras, com o que pode e o que não pode fazer; precisamos ensinar princípios bíblicos, que serão levados muito adiante pelos jovens e adolescentes”, afirma o líder do Ministério Hombridade, da Universidade da Família, Samuel Costa.

O papel dos líderes

Mesmo sem falar de forma clara como deve ser o namoro cristão, há muitas denominações que adotam uma postura mais firme em relação a essa fase da vida e chegam a acompanhar de perto o início do namoro e o decorrer do relacionamento até a data do casamento. Alguns casais precisam, inclusive, pedir autorização do pastor para começar o namoro, e ele ainda estabelece regras para os jovens enamorados.

“Há pastores que delimitam dias e horários para os encontros e até dão prazo para o casal se casar. No entanto, quem tem que consentir com o namoro são os pais dos jovens, e não o pastor. Este tem o papel de orientar, falar sobre como deve ser o padrão do namoro, desenvolver estudos sobre sexualidade, preparar o casal para o casamento”, afirma o pastor da Primeira Igreja Batista em Santa Mônica, Vila Velha, Davi Nogueira.

Ele dá algumas orientações para os pais sobre como instruir os filhos na vida afetiva. O primeiro passo é declarar se a garota ou garoto escolhido agrada à família. Em segundo lugar, é necessário alertar que o filho/a não deve perder o foco dos estudos. Em terceiro, ressaltar explicitamente o fato de que a sexualidade será aflorada e, por isso, é melhor tomar alguns cuidados na hora das carícias. “Eu indico que os pais delimitem dias e horários para o filho namorar, seja em casa ou para sair, e que não autorizem um namorado dormir na casa do outro. Hoje, há uma liberdade muito grande nos namoros, mas é preciso criar regras, porque o Diabo esperar oportunidades para agir”, acrescenta o pastor Davi Nogueira.

Essa liberdade é vista tranquilamente na frequência com que os casais de namorados se encontram, e isso sem contar com as visitas virtuais, graças ao boom da internet. “Há muita informação errada sendo passada para os jovens através da internet. Há crianças de 8 anos nas igrejas que já estão namorando, e a referência que elas têm são os amigos da escola, das redes sociais. Hoje, uma menina de 10 anos parece que tem 15, e não apenas pelo corpo, mas pela mente mesmo; já está lá na frente, inclusive na área emocional.

Os pastores precisam orientar espiritualmente, mas o controle do namoro deve ficar a cargo dos pais”, argumenta o obreiro na Igreja Assembleia de Deus do Ibes, pastor Cleber Souza.
Nas palestras que faz sobre namoro, o pastor compara essa fase da vida com o Tabernáculo de Deus para que os jovens e adolescentes entendam qual deve ser o grau de intimidade que um casal enamorado deve ter. A Bíblia explica que o Tabernáculo possuía três ambientes — pátio, lugar santo e santíssimo.

A orientação é adotar essas três posturas no início da caminhada a dois.“O pátio ainda é fora do templo, é o lugar onde se queima a carne e que representa o namoro. Já o lugar santo é para queimar incenso, ouvir a Palavra de Deus. É o ambiente que representa o noivado, e aqui ainda é possível voltar para o pátio se algo der errado. Já o lugar santíssimo é onde Deus revela as coisas santas, é onde o Maná está escondido. Não dá mais para voltar quando se alcança esse estágio”, exemplifica o pastor Cleber Souza.

É hora de cortejar!

Os pais e pastores podem achar que “ficar” é o que há de mais moderno entre os relacionamentos dos jovens e adolescentes. Mas não é. Esse verbo, até há alguns poucos anos, significava ficar com apenas uma pessoa durante um período do dia, durante um passeio, uma festa. Hoje em dia, há jovens que “ficam” com três ou quatro em uma mesma noite. Ou seja, esse verbo virou sinônimo de beijar. E há até disputas de quem “fica” mais.

Mas, no meio de tanta “modernidade” nos relacionamentos, parece haver uma luz no fim do túnel. Como em um resgate aos tempos antigos, há igrejas que estão adotando outro verbo para iniciar a preparação para o namoro: “cortejar”.

Na Missão Evangélica Praia da Costa, em Vila Velha, liderada pelo pastor Simonton de Araújo, quem tiver interesse em namorar alguém deve primeiro passar seis meses, no mínimo, cortejando o outro. A medida, que é uma orientação e não uma obrigação, é válida a partir dos adolescentes de 14 anos e já vem sendo adotada há cerca de cinco anos.“Cortejar é o contrário de ficar; é o princípio, é um tempo de conversa entre a garota e o garoto, com os pais deles, com o pastor e, principalmente, com Deus. Após esse período, eles definem se vão começar a namorar ou não. O interessante é que apresentamos essa ideia e todos têm aderido, inclusive os mais velhos, jovens com 30 anos, por exemplo”, declara Simonton Araújo.

Durante esse período da corte, o casal não pode ficar sozinho e não há carícias. “Em Provérbios, o rei Salomão diz que peca quem se precipita (Provérbio 19:2) e isso é verdade também nos relacionamentos afetivos. A saúde do namoro está em terminar antes mesmo de começar. O período da corte serve para analisar se o parceiro tem algo além de beijo, beijo e sexo. E muitos têm descoberto isso e agradecido a Deus por não terem começado o namoro, se não iriam sair feridos emocionalmente”, acrescenta o pastor.

E para não dizer que essas atitudes só funcionam com as outras pessoas, o próprio filho do pastor, o adolescente Matheus Araújo, 16 anos, está fazendo corte a uma menina da igreja. Segundo ele, na escola, os colegas estranharam quando ele revelou que está cortejando alguém e brincam dizendo que fazer a corte é “namorar sem beijar”. “Essa é uma das ideias da corte, mas é um pensamento errado achar que é só isso. É um período muito bom para conhecer a menina, a família dela. A gente ora e conversa muito. Os meus colegas de escola ficam implicando, mas normalmente têm muitas dúvidas e, quando eu explico, até entendem. Eu não tenho dificuldade em esperar para começar a namorar. Prefiro assim porque sei que tem mais chance de dar certo”, conta Matheus.

Afinal, devem existir regras para os casais de namorados, quanto a horário, vestimenta, lugares para sair? Esse tópico tem rendido palestras, mensagens e até livros. “Na verdade, na parceria entre pais e filhos precisa haver negociações baseadas na confiança de ambas as partes. O canal de comunicação deve estar aberto e transparente, eles devem juntos colocar essas coisas de forma clara na mesa. Mas o que falta é preparação dos pais para isso. Não é promover a liberalidade e sim ter acordos, limites e margens baseados em princípios e valores cristãos e da família. Quanto e quando os pais estão investindo no valor da aliança de casamento junto aos seus filhos? Que tipo de preparo têm feito para incutir isso não na mente e sim no coração de seus filhos?”, questiona o diretor do Veredas Antigas, da Universidade da Família, Marcelo Gatti Staut.

Pais, pastores e líderes das igrejas precisam estar atentos e atualizados sobre o tema e conversar mais com os jovens e adolescentes para saber como eles têm enxergado e encarado esse assunto no dia a dia. Ainda é possível construir namoros saudáveis perante os padrões do Pai, lembrando sempre que o tipo de relacionamento atual pode ter mudado no mundo, mas os ensinamentos de Deus permanecem intactos.

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Qual é a melhor religião?


Os restaurantes de fast food nos seduzem permitindo-nos pedir a nossa comida exatamente como nós a queremos. Algumas cafeterias exibem mais de cem sabores e variedades de café. Mesmo quando compramos casas e carros, nós podemos procurar por um com todas as opções e recursos que desejamos. Não vivemos mais num mundo de chocolate, baunilha e morango. A escolha reina! Você pode encontrar praticamente qualquer coisa de acordo com seus gostos e necessidades pessoais.

Então que tal uma religião que seja certa para você? Que tal uma religião sem culpa, que não exige nada e que não está cheia de faças e não-faças? Está bem aí, bem como eu descrevi, mas a religião é algo a ser escolhido como o seu sabor de sorvete favorito?

Há muitas vozes pedindo a nossa atenção, então por que alguém deveria considerar Jesus acima de, vamos dizer, Maomé ou Confúcio, Buda, ou Charles Taze Russell, ou Joseph Smith? Afinal, todas as estradas não o levam para o Céu? Todas as religiões não são basicamente a mesma coisa? A verdade é que todas as religiões não o levam para o Céu, da mesma forma que nem todas as estradas o levam para São Paulo.

Somente Jesus fala com a autoridade de Deus porque somente Jesus derrotou a morte. Maomé, Confúcio e os outros estão se decompondo em suas sepulturas até o dia de hoje, mas Jesus, pelo Seu próprio poder, saiu da tumba três dias depois de morrer numa cruel cruz romana. Qualquer um com poder sobre a morte merece ser ouvido.

As provas a favor da ressurreição de Jesus são irrefutáveis. Primeiro, houve mais de quinhentas testemunhas oculares do Cristo ressuscitado! São muitas testemunhas. Quinhentas vozes não podem ser ignoradas. Há também a questão da tumba vazia; os inimigos de Jesus poderiam simplesmente ter acabado com toda a conversa sobre a ressurreição exibindo o Seu corpo morto e decadente, mas não havia corpo morto para eles exibirem! A tumba estava vazia! Poderiam os discípulos ter roubado o Seu corpo? Dificilmente. Para impedir que isso acontecesse, a tumba de Jesus havia sido fortemente guardada por soldados armados. Considerando que Seus seguidores mais próximos haviam fugido com medo durante a prisão e crucificação de Jesus, é pouco provável que este bando de pescadores assustados teriam ido corpo-a-corpo contra soldados treinados e profissionais. O simples fato é que a ressurreição de Jesus não pode ser explicada!

Mais uma vez, qualquer um com poder sobre a morte merece ser ouvido. Jesus provou o Seu poder sobre a morte, portanto nós devemos ouvir o que Ele diz. Jesus diz ser o único caminho para a salvação (João 14:6). Ele não é um caminho; Jesus não é um de vários caminhos, mas é o caminho.

E este mesmo Jesus diz: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei” (Mateus 11:28). Este é um mundo duro e a vida é difícil. Muitos de nós estão ensangüentados, arranhados e feridos pelas batalhas. Concorda? Então o que você quer? Restauração ou mera religião? Um Salvador vivo ou um de vários “profetas” mortos? Uma relação com significado ou rituais vazios? Jesus não é uma escolha – Ele é a escolha!

Jesus é a “religião” certa se você está procurando por perdão (Atos 10:43). Jesus é a “religião” certa se você está procurando por uma relação significativa com Deus (João 10:10). Jesus é a “religião” certa se você está procurando por uma morada eterna no Céu (João 3:16). Deposite a sua fé em Jesus Cristo como seu Salvador – você não vai se arrepender! Confie nele para o perdão dos seus pecados – você não vai se desapontar.

Se você quer ter uma “relação correta” com Deus, aqui está uma simples oração. Lembre-se que fazer esta oração ou qualquer outra não irá salvá-lo. Somente confiando em Cristo você pode ser salvo de seu pecado! Esta oração é simplesmente uma forma de expressar a Deus a sua fé Nele e agradecer a Ele por prover a sua salvação. “Deus, sei que pequei contra Ti e mereço punição. Mas Jesus Cristo tomou a punição que eu mereço para que através da fé Nele eu pudesse ser perdoado. Com a Tua ajuda, eu me volto contra os meus pecados e deposito a minha confiança em Ti para salvação. Obrigado pela Tua maravilhosa graça e perdão – o dom da vida eterna! Amém!”