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quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Uma vez salvo, salvo para sempre?


Pergunta: "Uma vez salvo, sempre salvo?"

Resposta: Uma vez que a pessoa é salva, está salva para sempre? Quando as pessoas conhecem a Cristo como seu Salvador, são trazidas a um relacionamento com Deus que garante que sua salvação seja eternamente assegurada. Inúmeras passagens da Escritura declaram tal fato. (a) Romanos 8:30 diz: “E aos que predestinou a estes também chamou; e aos que chamou a estes também justificou; e aos que justificou a estes também glorificou.” Este verso nos diz que a partir do momento que Deus nos escolhe, é como se fôssemos glorificados na Sua presença no céu. Não há nada que possa impedir um crente de um dia ser glorificado porque Deus já assim determinou no céu. Uma vez justificado, a salvação é garantida – a pessoa está garantida, como se ela já estivesse glorificada no céu.


(b) Paulo faz duas perguntas cruciais em Romanos 8:33-34: “Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem os condenará? Pois é Cristo quem morreu, ou antes quem ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós.” Quem tentará acusar o escolhido de Deus? Ninguém, porque Cristo é nosso defensor. Quem nos condenará? Ninguém, porque Cristo, O que morreu por nós, é O que condena. Temos como Salvador aquele que é defensor e juiz.

(c) Os crentes nasceram de novo (foram regenerados) no momento em que creram (João 3:3; Tito 3:5). Para que um cristão perdesse a salvação, teria que ser não-regenerado. A Bíblia não nos dá evidências de que o novo nascimento possa ser revertido. (d) O Espírito Santo habita em todos os crentes (João 14:17; Romanos 8:9) e batiza todos os crentes no Corpo de Cristo (I Coríntios 12:13). Para que um crente perdesse a salvação, teria que ser “não habitado” e desconectado do Corpo de Cristo.

(e) João 3:15 afirma que todo aquele que crer em Jesus Cristo “terá a vida eterna”. Se você crê em Cristo hoje e tem vida eterna, mas a perder amanhã, então esta jamais foi “eterna”. Então, nesse caso, se você perdesse a salvação, as promessas de vida eterna na Bíblia seriam falsas. (f) Como prova definitiva, creio que a Escritura explica melhor por si só: “Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor” (Romanos 8:38-39). Lembre-se que o mesmo Deus que salvou você é o mesmo Deus que o manterá salvo. Uma vez salvos, sempre salvos. Nossa salvação, definitivamente, está garantida para sempre.

terça-feira, 14 de agosto de 2018

No Meio de Um Redemoinho


No meio de um redemoinho
Perdas, angústias, desilusões,... Tem hora que procuramos onde está um refúgio, um lugar para respirar, um ombro para chorar e ouvidos para nos ouvir, mas não temos. Nesse momento a aflição chega, a angústia bate à porta do nosso coração e não temos como fugir do desespero total. Um verdadeiro caos.

Quando isso acontece, não temos muitas respostas para as nossas dúvidas. Choramos, lamentamos e pedimos a Deus para agir. Mas sabe, nem sempre é tão rápido a resposta dEle. A partir daí, começa os questionamentos internos: “Onde está Deus? Deus ainda me ama? Por que eu sofro tudo isso?” O nosso coração anseia por respostas, a nossa alma grita por socorro. E, agora?

Alguns recorrem às murmurações e começam a se afastar das promessas, desistem dos planos de Deus e se enfraquecem na fé. Outros correm para as igrejas, vão aos cultos de oração em busca de uma resposta. Mas nem sempre encontram.

Jó foi um homem temente a Deus, mas sentiu bem na pele o que é perder. Perdeu tudo: filhos, gados, riqueza, saúde e até ouviu de sua esposa algo que ninguém queria ouvir: “Amaldiçoa o seu Deus e morre!” Logicamente que ela amava o seu marido, mas no momento de desespero preferia vê-lo morto.

Tudo estava escuro e sem saída na mente confusa daquele homem. Ele era um homem justo e não tinha cometido falta alguma com Deus. Essa história tem alguma semelhança com você? Vamos pensar... Sofremos e olhamos para dentro de nós e dizemos: “Sou fiel, não fiz nada de errado, por que isso, Senhor?” Nem sempre temos as respostas na hora que clamamos.

Deus ouviu o clamor de Jó e o respondeu de dentro de um redemoinho (Jó 38.1). Interessante que quando estamos em lutas, a última coisa que queremos é ver um redemoinho. Não é mesmo? Ali era um lugar improvável, mas foi o lugar escolhido por Deus para conversar com Jó. Realmente ele não precisava passar por tudo aquilo, mas Deus conhecia a fidelidade dele.

Nossos planos nem sempre saem conforme planejamos. Deus mostrou para Jó que Ele precisava ser soberano em toda sua vida. Guarde isso com você! Deus te conhece e tem as respostas para todos os seus questionamentos. Ele não perdeu você. Muito menos esqueceu daquilo que te prometeu. Isso é uma prova. O professor está calado. Mas ao final, ele entregará a sua nota. E qual será?

Aproveite para confiar mais em Deus. Olhe para o Alto. O redemoinho está bem perto de você. Fique atenta! Pode ser ali que Deus virá para falar contigo. Jó foi aprovado e recebeu tudo em dobro. Sua recompensa também será grandiosa. Creia!

Por Luciene Saviolli

sábado, 11 de agosto de 2018

Como devemos lidar com a morte de um filho?


Pergunta: "Como devem os pais cristãos lidar com a morte de um filho?"

Resposta: Como pais, não podemos imaginar uma experiência mais traumática do que perder um filho. Todos os pais naturalmente esperam que irão morrer antes dos seus filhos. Tal perda é um extraordinário evento fora-de-ordem que traz consigo uma enorme sensação de dor e tristeza persistente. É uma experiência transformadora que apresenta desafios únicos para os pais na medida em que procuram reconstruir as suas vidas sem seu filho.

Seria presunçoso de qualquer pessoa tentar dizer aos pais como lidar com a morte de seu filho. No entanto, sabemos que os que têm rendido suas vidas a Deus são mais aptos a se recuperarem dessa perda com um maior senso de normalidade do que aqueles sem uma fé genuína e positiva em nosso Criador. Levando isso em consideração, como devem os pais cristãos lidar com a morte de um filho? Será que a Bíblia aborda o assunto, e em caso afirmativo, em que sentido?

Em primeiro lugar, devemos observar que cada pessoa lida com a dor de forma diferente. As emoções variam muito na sua intensidade e são normais e naturais. Em segundo lugar, nenhum pai ou mãe chega a cicatrizar completamente da perda de um filho. Não é como uma doença da qual se recupera. A maioria dos conselheiros compara esse evento a uma lesão física que transforma a vida. No entanto, também devemos saber que embora possamos sempre sentir a perda, a sua intensidade diminui com o tempo.

É a fé do cristão em um Deus amoroso e sempre fiel que nos permite resistir e recuperar-nos da perda de um filho, às vezes de maneiras que outros acham notáveis. Tal foi o caso de Davi na perda do seu primeiro filho, o qual morreu sete dias após o nascimento (2 Samuel 12:18-19). Há várias lições valiosas que podemos aprender com esta passagem da Escritura que podem ajudar os pais em luto a enfrentar o futuro com esperança.

Uma delas é que Davi orou fervorosamente pela vida do seu filho (2 Samuel 12:16). Isso deve ser verdade para todos os pais em todos os momentos, e não apenas quando os tempos são difíceis. Os pais devem sempre orar por seus filhos, pedindo a Deus que cuide deles e os proteja. Da mesma forma, os pais devem orar para que Deus ofereça sabedoria e orientação divina para que os nossos filhos cresçam na disciplina e admoestação do Senhor (Juízes 13:12; Provérbios 22:6, Efésios 6:4).

Uma outra lição que aprendemos com Davi foi a sua reação à morte do seu filho. Ao saber que a criança havia morrido, houve uma aceitação representada por suas ações quando ele "se levantou da terra; lavou-se, ungiu-se, mudou de vestes, entrou na Casa do SENHOR e adorou; depois, veio para sua casa e pediu pão; puseram-no diante dele, e ele comeu" (2 Samuel 12:20). O que é surpreendente sobre esta passagem é que Davi "entrou na casa do Senhor e adorou." Em outras palavras, Davi não só aceitou a morte do seu filho, mas entregou tudo a Deus em adoração. A capacidade de adorar e honrar a Deus em um momento de provação ou crise é uma poderosa demonstração da nossa confiança espiritual em nosso Deus. Fazer isso nos permite aceitar a realidade da nossa perda. E é assim que Deus nos liberta para continuar vivendo. Davi modela para nós nesta história a sabedoria de liberar aquilo que não podemos mudar.

A próxima lição é a mais reveladora. É a confiança no conhecimento de que crianças que morrem antes de chegarem à idade da responsabilidade vão para o céu. A resposta de Davi aos questionando a sua reação à morte de seu filho sempre foi uma grande fonte de conforto a pais crentes que perderam bebês e crianças pequenas. "Porém, agora que é morta, por que jejuaria eu? Poderei eu fazê-la voltar? Eu irei a ela, porém ela não voltará para mim" (2 Samuel 12:23). Davi estava plenamente confiante de que iria encontrar o seu filho no céu. Esta passagem é uma indicação forte de que os bebês e crianças que passam deste mundo vão para o céu.

Sofrer a perda de um filho é uma viagem comovente. Não há regras estabelecidas para nos ensinar a lamentar. No entanto, conselheiros e aqueles que sofreram a perda de um filho têm fornecido alguns conselhos úteis:

• Reconheça que você não está sozinho. Você tem Deus. Você tem seus irmãos e irmãs em Cristo. Você tem amigos próximos e familiares. Peça por ajuda. Eles estão disponíveis a ajudá-lo.

• Não coloque limites de tempo na sua recuperação. Não espere que um dia passe sem que você pense em seu filho, e nem deseje isso.

• Fale sobre o seu filho. É importante que você compartilhe a história do seu filho com outras pessoas.

• Cuide de si mesmo e dos seus outros filhos. Eles também estão sofrendo a perda de um irmão e o desconforto adicional de ver seus pais em luto.

• Tente não fazer nenhuma decisão importante, pelo menos durante o primeiro ano.

• Espere que passar pelos muitos "primeiros" após a morte de um jovem filho – primeiro aniversário, primeiro natal, etc. - vai ser doloroso.

E, por último, os cristãos que perderam uma criança têm a promessa fiel da Palavra de Deus: "E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram" (Apocalipse 21:4).

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Qual dos 2 ladrões é você?

Qual dos dois ladrões da cruz é você?



Qual dos dois ladrões da cruz é você?


“Se é somente para esta vida que temos esperança em Cristo, dentre todos os homens somos os mais dignos de compaixão.” 1 Coríntios 15:19




Qual dos dois ladrões da cruz é você? Pergunta deselegante esta que eu fiz, né? A grande e assustadora verdade é que nós somos um dos dois. Sempre.

Acho interessante o quanto lemos a Bíblia e conseguimos enquadrar inúmeras pessoas, familiares, e até inimigos nos personagens. Porém, a modelagem literária bíblica foi feita para que nós pudéssemos nos enxergar nela. É uma espécie de espelho.

Quando lemos a Bíblia temos sempre que nos perguntar: “Quais desses personagens reflete a minha vida?”.

A Bíblia diz que Jesus foi crucificado, e em ambos lados de sua cruz foram pendurados ladrões. Além de serem ladrões existe mais uma coisa em comum entre eles que é mostrado nos diálogos: eles fazem um pedido de ajuda. Só que o tipo de ajuda que cada um pede é totalmente diferente do outro.

O primeiro ladrão que questionou Jesus pediu: “Se és mesmo o Cristo, salva a ti mesmo e a nós”. Já o outro ladrão pede: “Nós merecemos estar aqui, mas esse homem não. Senhor, lembra de mim quando entrares no Teu Reino”.

Sentiu a diferença do pedido de um e do outro? Agora que vem a parte mais dura de se ler neste texto. Qual tipo de pedido você faz quando ora? Quando pede ajuda a Deus… Qual tipo de ajuda você pede?

O primeiro ladrão pediu algo para esta terra: “Salva a ti mesmo e a nós”. Já o outro pediu para a vida eterna: “Lembra de mim quando entrares no Teu Reino”. Em sua oração quanto tempo você gasta pedindo coisas para esta vida, aqui na terra? E quanto tempo você gasta pedindo coisas para a eternidade, no céu?

O apostolo Paulo diz: “Se esperamos em Cristo somente nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens”.

Reflita nisto. O que você tem buscado em Cristo em suas orações? Coisas materiais? Coisas somente nesta vida e nesta terra?

Insisto: Qual dos dois ladrões é você nesta história?

André Samuel Câmara é diretor da Rede Boas Novas Nacional e pastor do Centro de Convenções da Assembleia de Deus em São Cristóvão – RJ.

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Quem eram os doze discípulos de Jesus?


Pergunta: "Quem eram os doze (12) discípulos/apóstolos de Jesus Cristo?"

Resposta: A palavra “discípulos” se refere a um “aprendiz” ou “seguidor”. A palavra “apóstolo” se refere a “alguém que é enviado”. Enquanto Jesus estava na terra, os doze eram chamados discípulos. Os 12 discípulos seguiram a Jesus Cristo, aprenderam com Ele, e foram treinados por Ele. Após a ressurreição e a ascensão de Jesus, Ele enviou os discípulos ao mundo (Mateus 28:18-20) para que fossem Suas testemunhas. Eles então passaram a ser conhecidos como os doze apóstolos. No entanto, mesmo quando Jesus ainda estava na terra, os termos discípulos e apóstolos eram de certa forma usados alternadamente, enquanto Jesus os treinava e enviava para pregarem.

Os doze discípulos/apóstolos originais estão listados em Mateus 10:2-4: “Ora, os nomes dos doze apóstolos são estes: primeiro, Simão, por sobrenome Pedro, e André, seu irmão; Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão; Filipe e Bartolomeu; Tomé e Mateus, o publicano; Tiago, filho de Alfeu, e Tadeu; Simão, o Zelote, e Judas Iscariotes, que foi quem o traiu”. A Bíblia também lista os 12 discípulos/apóstolos em Marcos 3:16-19 e Lucas 6:13-16. Ao comparar as três passagens, há algumas pequenas diferenças. Aparentemente, Tadeu também era conhecido como “Judas, filho de Tiago” (Lucas 6:16). Simão, o Zelote também era conhecido como Simão, o cananeu. Judas Iscariotes, que traiu Jesus, foi substituído entre os doze apóstolos por Matias (veja Atos 1:20-26). Alguns professores bíblicos vêem Matias como um membro “inválido” para os 12 apóstolos, e acreditam que o apóstolo Paulo foi a escolha de Deus para substituir Judas Iscariotes como o décimo segundo apóstolo.

Os doze discípulos/apóstolos eram homens comuns a quem Deus usou de maneira extraordinária. Entre os 12 estavam pescadores, um coletor de impostos, um revolucionário. Os Evangelhos registram as constantes falhas, dificuldades e dúvidas destes doze homens que seguiam a Jesus Cristo. Após testemunharem a ressurreição e a ascensão de Jesus ao Céu, o Espírito Santo transformou os discípulos/apóstolos em homens poderosos de Deus que “viraram o mundo de cabeça para baixo” (Atos 17:6). Qual foi a mudança? Os 12 apóstolos/discípulos haviam “estado com Jesus” (Atos 4:13). Que o mesmo possa ser dito de nós!

quinta-feira, 12 de julho de 2018

Os limites do materialismo

O Limite do Materialismo
Werner Gitt

As leis naturais sobre a informação confirmam: para a imensa quantidade de informação da natureza é necessário que haja um Emissor onisciente e onipotente. Elas apontam para um mundo espiritual.

Na área da ciência, a argumentação mais forte é sempre dada quando se emprega as leis naturais para fundamentar um procedimento ou uma ideia, bem como para contestá-los. Em cada ser vivo encontramos uma gama inimaginável de informação que é absolutamente necessária para os planos construtivos dos indivíduos e para o direcionamento de todos os procedimentos complexos nas células. Com o auxílio das leis naturais da informação é possível comprovar que cada informação, e isso inclui também a informação biológica, necessita de um autor inteligente.

Fala-se em uma lei natural quando, em nosso mundo perceptível, a validade geral de frases de forma reprodutiva pode ser constantemente confirmada. As leis naturais possuem o maior poder de afirmação na ciência, pois:

Para elas não há exceções;
Elas respondem as questões se algum procedimento planejado é possível de ser realizado ou não;
Elas já sempre existiram, e isso independentemente de sua descoberta ou formulação realizada por pessoas;
Elas podem ser aplicadas com êxito também para situações ainda desconhecidas.
Por leis naturais normalmente entendemos as leis da física e da química. Aquele que pensa que o mundo pode ser descrito unicamente com grandezas materiais acaba restringindo suas percepções. Também as grandezas não materiais como, por exemplo, a informação, a vontade e a consciência fazem parte da nossa realidade. As leis naturais para grandezas não materiais preenchem os mesmos critérios rigorosos como as leis para grandezas materiais e, por isso, têm o mesmo efeito em suas conclusões.

Para que se possa descrever as leis naturais da informação e analisar um sistema desconhecido, é necessário que se tenha a definição precisa e adequada da informação: a informação está presente sempre que são identificados todos esses cinco níveis hierárquicos em um sistema observado: estatística, sintaxe (código, gramática, vocabulário), semântica (significado), pragmática (ação) e apobética (alvo, resultado).

As quatro leis naturais da informação são:

Uma grandeza material não pode produzir uma grandeza não material.
A informação é uma grandeza não material.
Em processos estatísticos (procedimentos sem uma inteligência diretiva) não se produz informação.
A informação somente surge por meio de um emissor inteligente.
Um emissor inteligente é provido de consciência, é criativo, pensa com independência e age orientado para um objetivo. Após as leis naturais da informação serem conhecidas, elas podem então ser aplicadas objetiva e efetivamente para obter conclusões de ampla abrangência. Como nossas questões ultrapassam as respostas possíveis de cunho científico, precisamos de uma fonte de informação superior e esta, em minha opinião de cristão, é a Bíblia. A seguir mencionaremos primeiramente a conclusão científica com base nas leis naturais e na sequência mencionaremos a orientação bíblica que confirma ou até ultrapassa o resultado científico.


A informação codificada na molécula DNA supera de longe qualquer das nossas tecnologias disponíveis.
Conclusão nº 1: pelo fato de que em todas as formas de vida há um código (molécula DNA ou RNA) além dos outros níveis da informação, encontramo-nos claramente dentro da área de definição da informação. Assim, nesse caso podemos identificar a 4ª lei natural da informação: é necessário que haja um emissor inteligente!

Como não existe processo comprobatório por meio de observação ou experimentação dizendo que a informação surgiu por si na matéria, isso também vale para qualquer informação nos seres vivos. Assim, as leis naturais 1 a 4 também requerem um autor inteligente para elaborar os programas. Assim, a 1ª conclusão é uma prova da existência de Deus ou também uma contestação científica ao ateísmo.

Conclusão nº 2: a informação codificada na molécula DNA supera de longe qualquer das nossas tecnologias disponíveis. Já que nenhuma pessoa entra em questão como emissor, este precisa ser procurado fora do nosso mundo visível. Podemos concluir: o emissor não só precisa ser extremamente inteligente como também precisa dispor de uma imensa gama de informação e inteligência, isto é: ele precisa ser onisciente. Isso se aplica com as leis naturais nº 1 e 4 sobre a informação.

Admitamos que esse emissor (autor, criador, deus) tivesse inteligência limitada, então ele necessitaria de um deus superior a ele e que tivesse mais informação para ensiná-lo. Como este, por sua vez, também necessitaria de um instrutor, chegaremos a uma grande quantidade de deuses, sendo que o “último”, pelo constante acréscimo, chegaria ao saber infinito, isto é, seria onisciente. A alternativa lógica equivalente a ser admitida seria a de haver um único Deus. Este, nesse caso, precisaria ser infinitamente inteligente e ter à sua disposição um conjunto infinito de informações. Assim, ele precisaria ser onisciente.

A segunda alternativa é a que a Bíblia também ensina. Existe somente um Deus: “Eu sou o primeiro e eu sou o último; além de mim não há Deus” (Is 44.6). Se esse Deus, como observamos na 2ª conclusão, é onisciente, então ele tem conhecimento sobre todas as coisas do presente, do passado e também do futuro. Se ele sabe de tudo, também além dos limites temporais, então ele deve mesmo ser eterno! É o que lemos também em Salmo 90.2, Isaías 40.28 e Daniel 6.26.

Conclusão nº 3: pelo fato de que o Emissor

codificou a informação de maneira genial, como a encontramos nas moléculas de DNA,
deve ter construído as complexas biomáquinas, que decodificam a informação e executam os vários processos para a biossíntese,
deve ter elaborado cada detalhe de todos os seres vivos e programado todas as suas habilidades,
podemos concluir que o Emissor queria que tudo fosse dessa maneira e que ele deve ser muito poderoso.

A partir da 2ª conclusão verificamos, com base nas leis naturais, que o emissor (criador, deus) deve ser onisciente e eterno. Agora passamos a indagar sobre a grandeza do seu poder. Aplicando a mesma lógica como na 2ª conclusão, chegaremos ao resultado de que ele também precisa ser onipotente. É o que a Bíblia também comprova: “‘Eu sou o Alfa e o Ômega’, diz o Senhor Deus, ‘o que é, o que era e o que há de vir, o Todo-poderoso’” (Ap 1.8).

Conclusão nº 4: como as pessoas estão em condições de produzir nova informação, esta não pode ter origem em nossa parte material (corpo). Assim, podemos concluir: o homem precisa ter um componente não material (alma, espírito). Isso também contradiz a ideia do materialismo. É o que podemos constatar com a aplicação da 1ª e da 4ª leis naturais sobre a informação.

Na biologia da evolução e das moléculas raciocina-se exclusivamente de modo materialista. Com o auxílio da informação, esse materialismo pode ser contestado da seguinte maneira: todos nós temos a capacidade de gerar nova informação (p. ex.: em cartas, livros, etc.) – isto é, grandezas não materiais. Como a matéria é incapaz de fazer isso (1ª lei natural sobre a informação), requer-se um componente não material além do nosso corpo (matéria), e esse é a alma. Em 1Tessalonicenses 5.23, a Bíblia confirma essa conclusão: “Que o próprio Deus da paz os santifique inteiramente. Que todo o espírito, a alma e o corpo de vocês sejam preservados irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo”. O corpo é a parte material da pessoa, enquanto a alma e o espírito são componentes não materiais.

Em virtude da maneira materialista de pensar, na ciência, os pesquisadores trabalham com a seguinte condição: “Nosso cérebro é a fonte da informação”. Essa suposição é errada, pois nosso cérebro é matéria e, de acordo com a 1ª lei natural sobre a informação, ele é incapaz de gerar informação. Assim, o cérebro, mesmo que seja muito complexo, não pode ser a fonte da informação; ele é apenas uma máquina de processamento da informação.


Aquilo que é vivo não constitui uma grandeza material. Não pode ter sido gerado pela matéria.
Conclusão nº 5: pelo fato de que a informação é o componente básico de toda a vida, que não pode ser gerada a partir da matéria e energia, é necessário que haja um emissor inteligente. Como, porém, todas as teorias da evolução química e biológica exigem que a informação seja gerada unicamente pela matéria e pela energia (e assim não podem ter um emissor), podemos concluir que todas essas teorias e conceitos da evolução química e biológica (macroevolução) devem ser falsas. Podemos verificar isso mediante a aplicação da 1ª e da 2º leis naturais sobre a informação.

A evolução tenta explicar a vida simplesmente no nível físico-químico. As leis naturais excluem a ideia da macroevolução – isto é, a trajetória desde a célula original até a pessoa. O sistema da evolução, diante dos enunciados da informação, se apresenta como um “Perpetuum mobile da informação” (“movimento perpétuo”), ou seja, é algo impossível.

A microevolução, ou seja, a adaptação dentro de uma espécie (p. ex.: diferenças entre os bicos dos tentilhões de Darwin) são possíveis de observar. A informação necessária para isso, por consequência, também não foi gerada na matéria, mas decorre de diversificação do programa que o Criador, em toda sua onisciência, já havia previsto.

O relato da criação ressalta reiteradamente que a inimaginável multiplicidade de toda a vida foi criada muito especificamente – cada um conforme a sua espécie. Também nesse caso não há sinal algum da evolução.

Conclusão nº 6: como também aquilo que é vivo não constitui uma grandeza material, não pode ter sido gerado pela matéria. Disso concluímos: na matéria não existe nenhum processo que conduza do estado sem vida para o estado vivo. Procedimentos puramente materiais não podem conduzir à vida, tanto na terra como em qualquer lugar do universo. Isso se verifica com a aplicação da 1ª lei natural sobre a informação.


O diferencial da vida (ou o fenômeno “vida”) em um ser vivo, da mesma forma como a informação, não é algo material. Conforme a 6ª conclusão demonstra, com o auxílio dessa nova abordagem pode-se excluir a possibilidade de geração espontânea de vida na matéria.

Resumindo, podemos concluir que, com o auxílio dos enunciados da informação, pode-se contestar ideias amplamente divulgadas:

a concepção puramente materialista na ciência,
todas as atuais concepções evolucionistas (evolução química e biológica),
o materialismo (p. ex.: a figura humana materialista),
o ateísmo.
Além disso, conseguimos comprovar:

que precisa existir um autor da vida (criador, deus) de acordo com as leis naturais da informação,
que esse autor precisa ser onisciente e eterno,
que ele precisa ser onipotente,
que a pessoa precisa ter um componente não material (alma),
que o cérebro não pode ser a fonte da informação por nós gerada.
No entanto, nesse ponto surgem perguntas importantes: quem é o emissor dessa informação biológica e quem é o autor de todas as formas de vida?

Deus entregou a tarefa da criação ao seu Filho Jesus e, por isso, o Novo Testamento fala sobre Jesus: “Ele é a imagem do Deus invisível... pois nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis... todas as coisas foram criadas por ele e para ele. Ele é antes de todas as coisas, e nele tudo subsiste” (Cl 1.15-17). Assim, não há nada no nosso mundo que não tenha sido criado por nosso Senhor Jesus: o imenso cosmo faz parte, bem como cada micróbio, cada formiga, cada girafa e também cada pessoa.

Jesus Cristo é o que estava desde a eternidade e é o Soberano do reino celestial. A ele foi dada toda a autoridade no céu e na terra (Mt 28.18). Será que conseguimos compreender a seguinte empolgante ideia? O Homem na cruz do Gólgota e o Criador desse mundo e de toda a vida são a mesma Pessoa! Com seu amor insondável por nós ele permitiu ser sacrificado sem qualquer resistência por causa do nosso pecado, para que a porta para o céu fosse aberta para nós. Quem rejeita o Salvador perde tudo: “... como escaparemos, se negligenciarmos tão grande salvação?” (Hb 2.3). Quem o aceita, recebe tudo, pois Jesus disse: “Quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna... já passou da morte para a vida” (Jo 5.24).




Extraído de Revista Chamada da Meia-Noite julho de 2017

sábado, 7 de julho de 2018

O capitalismo à luz da Bíblia


O dicionário define o capitalismo como "um sistema econômico caracterizado pela propriedade privada ou corporativa de bens de capital, através de investimentos que são determinados por decisão particular, e por preços, produção e distribuição de bens que são determinados principalmente pela concorrência em um livre mercado." Embora a Bíblia não mencione o capitalismo pelo nome, ela fala muito sobre questões econômicas. Por exemplo, seções inteiras do livro de Provérbios e muitas das parábolas de Jesus tratam de questões econômicas. Como tal, aprendemos qual deve ser a nossa atitude quanto à riqueza e como um cristão deve lidar com as suas finanças. A Bíblia também nos fornece uma descrição de nossa natureza humana, o que nos ajuda a avaliar o possível sucesso e fracasso de um sistema econômico na sociedade.

Porque a economia é uma área onde muito da nossa vida cotidiana acontece, devemos avaliá-la de uma perspectiva bíblica. Quando usamos a Bíblia como nossa estrutura, podemos começar a construir o modelo de um governo e uma economia que libera o potencial humano e limita o pecado humano. Em Gênesis 1:28, Deus diz que devemos subjugar a terra e ter domínio sobre ela. Um aspecto disso é que os seres humanos podem possuir propriedades para exercer o seu domínio. Já que temos tanto a vontade quanto direitos de propriedade privada, podemos supor que devemos ter a liberdade de trocar esses direitos de propriedade privada em um mercado livre onde os bens e serviços podem ser trocados.

No entanto, devido à devastação do pecado, muitas partes do mundo têm se tornado locais de decadência e escassez. Além disso, embora Deus nos tenha dado o domínio sobre a criação, devemos ser bons administradores dos recursos à nossa disposição. Historicamente, o sistema do comércio livre tem fornecido a maior quantidade de liberdade e os ganhos econômicos mais eficazes do que qualquer sistema econômico já inventado. Mesmo assim, os cristãos muitas vezes se perguntam se podem apoiar o capitalismo. Em essência, o interesse próprio é recompensado em um sistema capitalista livre. No entanto, até mesmo o evangelho apela ao nosso interesse próprio porque é para o nosso próprio bem aceitar Jesus Cristo como nosso salvador para que o nosso destino eterno seja garantido.

De uma perspectiva cristã, a base da propriedade privada repousa em sermos criados à imagem de Deus. Podemos fazer escolhas sobre propriedades que podemos trocar em um sistema de mercado. No entanto, às vezes o desejo por propriedade privada cresce do nosso pecado. Correspondentemente, a nossa natureza pecaminosa também produz negligência, preguiça e ociosidade. O fato é que a justiça econômica só pode ser alcançada da melhor forma se cada pessoa for responsável por sua própria produtividade.

Historicamente, o capitalismo tem uma série de vantagens. Tem o potencial econômico liberado. Ele também fornece a base para uma grande liberdade política e econômica. Quando o governo não está controlando os mercados, então há liberdade econômica para se envolver em uma série de atividades empresariais. O capitalismo também tem levado à grande liberdade política porque uma vez que o papel do governo na economia é limitado, também limitamos o alcance do governo em outras áreas. Não é por acaso que a maioria dos países com a maior liberdade política geralmente têm grande liberdade econômica.

No entanto, os cristãos não podem e não devem endossar todos os aspectos do capitalismo. Por exemplo, muitos defensores do capitalismo têm uma visão conhecida como utilitarismo, a qual se opõe à noção de absolutos bíblicos. Certamente devemos rejeitar esta filosofia. Além disso, há certas questões econômicas e morais que devem ser abordadas. Embora existam algumas críticas econômicas válidas do capitalismo, como os monopólios e o subproduto da poluição, estes podem ser controlados por um controle governamental limitado. E quando o capitalismo é sabiamente controlado, ele gera prosperidade e liberdade econômica significativa para o seu povo.

Um dos principais argumentos morais contra o capitalismo é a ganância - é por isso que muitos cristãos se sentem inseguros sobre o comércio livre. Os críticos do capitalismo argumentam que este sistema deixam as pessoas gananciosas. No entanto, então devemos nos perguntar se o capitalismo torna as pessoas gananciosas ou se já temos pessoas gananciosas que usam a liberdade econômica do sistema capitalista para atingir os seus objetivos? À luz da descrição bíblica da natureza humana (Jeremias 17:9), este último parece mais provável. Porque as pessoas são pecaminosas e egoístas, algumas vão usar o sistema capitalista para satisfazer a sua ganância. Entretanto, isso não é realmente uma crítica do capitalismo, uma vez que é um reconhecimento da condição humana. O objetivo do capitalismo não é mudar as pessoas más, mas nos proteger delas. O capitalismo é um sistema em que as pessoas ruins podem fazer o mínimo de danos e pessoas boas têm a liberdade de fazer boas obras. O capitalismo funciona bem com indivíduos completamente morais, mas também funciona adequadamente com pessoas egoístas e gananciosas.

É importante perceber que há uma diferença entre interesse próprio e egoísmo. Todas as pessoas têm interesses próprios que podem operar de formas que não são egoístas. Por exemplo, é do nosso próprio interesse conseguir um emprego e ganhar uma renda para que possamos sustentar a nossa família. Podemos fazer isso de formas que não são egoístas. Por outro lado, outros sistemas econômicos, como o socialismo, ignoram as definições bíblicas da natureza humana. Como resultado, eles permitem que o poder econômico seja centralizado e se concentre nas mãos de poucas pessoas gananciosas. Aqueles que reclamam da influência que grandes corporações exercem sobre as nossas vidas devem considerar a alternativa socialista onde alguns burocratas governamentais controlam cada aspecto de nossas vidas.

Embora a ganância às vezes seja evidente no sistema capitalista, temos que entender que não é por causa do sistema -- é porque a ganância faz parte da natureza pecaminosa do homem. A solução não se encontra em mudar o sistema econômico, mas em mudar o coração do homem através do poder do evangelho de Jesus Cristo.

terça-feira, 3 de julho de 2018

É bíblica a segurança eterna?


Quando as pessoas vêm a Cristo como seu Salvador, elas são trazidas a um relacionamento com Deus que lhes garante segurança eterna. Judas 1:24 declara: “Ora, àquele que é poderoso para vos guardar de tropeçar, e apresentar-vos irrepreensíveis, com alegria, perante a sua glória.” O poder de Deus assegura que o crente não caia. Depende Dele, não de nós, nos apresentarmos ante Sua presença gloriosa. Nossa segurança eterna é possível porque Deus nos mantém salvos, não porque nós mantenhamos nossa própria salvação.

O Senhor Jesus Cristo proclamou: “E dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão. Meu Pai, que mas deu, é maior do que todos; e ninguém pode arrebatá-las da mão de meu Pai.” (João 10:28-29). Tanto Jesus quanto o Pai nos têm firmemente seguros em suas mãos. Quem poderia algum dia nos arrancar das mãos fortes do Pai e do Filho?

Efésios 4:30 nos diz que os crentes “estão selados para o dia da redenção”. Se os crentes não tivessem esta garantia eterna, o selo não poderia ser até o dia da redenção, mas somente até o dia do pecado, apostasia ou incredulidade. João 3:15-16 nos diz que todo aquele que crer em Jesus Cristo “terá vida eterna”. Se fosse para prometer a alguém vida eterna, mas depois arrancá-la de volta, para início de conversa, nunca teria sido “eterna”. Se a garantia eterna não for verdadeira, as promessas bíblicas de vida eterna seriam equivocadas.

O argumento mais poderoso para a segurança eterna está em Romanos 8:38-39: “Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.” Nossa segurança eterna é baseada no amor de Deus por aqueles que redimiu. Nossa segurança eterna é comprada por Cristo, prometida pelo Pai e selada pelo Espírito Santo.

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Uma vez salvo, sempre salvo?


Uma vez que a pessoa é salva, está salva para sempre? Quando as pessoas conhecem a Cristo como seu Salvador, são trazidas a um relacionamento com Deus que garante que sua salvação seja eternamente assegurada. Inúmeras passagens da Escritura declaram tal fato. (a) Romanos 8:30 diz: “E aos que predestinou a estes também chamou; e aos que chamou a estes também justificou; e aos que justificou a estes também glorificou.” Este verso nos diz que a partir do momento que Deus nos escolhe, é como se fôssemos glorificados na Sua presença no céu. Não há nada que possa impedir um crente de um dia ser glorificado porque Deus já assim determinou no céu. Uma vez justificado, a salvação é garantida – a pessoa está garantida, como se ela já estivesse glorificada no céu.

(b) Paulo faz duas perguntas cruciais em Romanos 8:33-34: “Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem os condenará? Pois é Cristo quem morreu, ou antes quem ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós.” Quem tentará acusar o escolhido de Deus? Ninguém, porque Cristo é nosso defensor. Quem nos condenará? Ninguém, porque Cristo, O que morreu por nós, é O que condena. Temos como Salvador aquele que é defensor e juiz.

(c) Os crentes nasceram de novo (foram regenerados) no momento em que creram (João 3:3; Tito 3:5). Para que um cristão perdesse a salvação, teria que ser não-regenerado. A Bíblia não nos dá evidências de que o novo nascimento possa ser revertido. (d) O Espírito Santo habita em todos os crentes (João 14:17; Romanos 8:9) e batiza todos os crentes no Corpo de Cristo (I Coríntios 12:13). Para que um crente perdesse a salvação, teria que ser “não habitado” e desconectado do Corpo de Cristo.

(e) João 3:15 afirma que todo aquele que crer em Jesus Cristo “terá a vida eterna”. Se você crê em Cristo hoje e tem vida eterna, mas a perder amanhã, então esta jamais foi “eterna”. Então, nesse caso, se você perdesse a salvação, as promessas de vida eterna na Bíblia seriam falsas. (f) Como prova definitiva, creio que a Escritura explica melhor por si só: “Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor” (Romanos 8:38-39). Lembre-se que o mesmo Deus que salvou você é o mesmo Deus que o manterá salvo. Uma vez salvos, sempre salvos. Nossa salvação, definitivamente, está garantida para sempre.

sábado, 23 de junho de 2018

O que significa a salvação em Jesus?


"Jesus salva" é um slogan popular em adesivos, placas em eventos esportivos e até mesmo em faixas que são puxadas no céu por aviões de pequeno porte. Infelizmente, poucos dos que veem a frase "Jesus salva" verdadeiramente e completamente entendem o que isso significa. Há uma tremenda quantidade de poder e verdade nessas duas palavras.

Jesus salva, mas quem é Jesus?
A maioria das pessoas entende que Jesus era um homem que viveu em Israel cerca de 2000 anos atrás. Praticamente todas as religiões do mundo enxergam Jesus como um bom professor e / ou um profeta. No entanto, apesar dessas coisas sobre Jesus definitivamente serem verdadeiras, elas não transmitem quem Jesus realmente é, nem explicam como ou por que Jesus salva. Jesus é Deus em forma humana (João 1:1, 14). Jesus é Deus que veio para a Terra como um verdadeiro ser humano (1 João 4:2). Deus tornou-se um ser humano na pessoa de Jesus para nos salvar. Isso traz à tona a seguinte questão: por que precisamos ser salvos?

Jesus salva, mas por que precisamos ser salvos?
A Bíblia declara que todo ser humano que já viveu pecou (Eclesiastes 7:20, Romanos 3:23). Pecar é fazer algo, seja em pensamento, palavra ou ação, que contradiz o caráter perfeito e santo de Deus. Por causa do nosso pecado, todos nós merecemos o julgamento de Deus (João 3:18, 36). Deus é perfeitamente justo, por isso Ele não pode permitir que o pecado e o mal permaneçam sem punição. Uma vez que Deus é infinito e eterno, e que todo pecado é, em última instância, contra Deus (Salmo 51:4), somente um castigo eterno e infinito é suficiente. Morte eterna é a única punição justa para o pecado. Esse é o motivo pelo qual precisamos ser salvos.

Jesus salva, mas como Ele salva?
Porque pecamos contra um Deus infinito, ou uma pessoa finita (nós) tem que pagar pelos seus pecados por uma quantidade infinita de tempo, ou uma pessoa infinita (Jesus) deve pagar por nossos pecados uma só vez. Não há outra opção. Jesus nos salva ao morrer em nosso lugar. Na pessoa de Jesus Cristo, Deus se sacrificou em nosso favor, pagando a penalidade infinita e eterna que só Ele poderia pagar (2 Coríntios 5:21, 1 João 2:2). Jesus tomou sobre Si a punição que merecemos a fim de nos salvar de um destino eterno horrível, a consequência justa de nossos pecados. Por causa do Seu grande amor por nós, Jesus deu a Sua vida (João 15:13) para pagar a penalidade que merecíamos -mas não podíamos- pagar. Jesus ressuscitou em seguida, demonstrando que Sua morte foi realmente suficiente para pagar a penalidade pelos nossos pecados (1 Coríntios 15).

Jesus salva, mas quem Ele salva?
Jesus salva todos os que recebem o Seu presente da salvação. Jesus salva todos aqueles que confiam plenamente e somente no Seu sacrifício como o pagamento pelo pecado (João 3:16, Atos 16:31). Enquanto que o sacrifício de Jesus tenha sido perfeitamente suficiente para pagar pelos pecados de toda a humanidade, Jesus só salva aqueles que pessoalmente recebem o mais precioso dos Seus presentes (João 1:12).

Se você agora compreende o que significa que Jesus salva, e deseja confiar nEle como seu Salvador pessoal, certifique-se de que você entende e acredita no seguinte e, como um ato de fé, comunique o seguinte a Deus. "Deus, eu sei que sou um pecador e sei que por causa do meu pecado, mereço ser eternamente separado de ti. Mesmo sem merecer, obrigado por me amar e oferecer o sacrifício pelos meus pecados através da morte e ressurreição de Jesus Cristo. Creio que Jesus morreu pelos meus pecados e confio apenas nEle para me salvar. Deste ponto em diante, ajude-me a viver a minha vida para ti e não para o pecado. Ajude-me a viver o resto da minha vida em gratidão pela salvação maravilhosa que Tu tens fornecido. Obrigado, Jesus, por me salvar!"

quinta-feira, 21 de junho de 2018

A satisfação que derrota o pecado

A satisfação que derrota o pecado
Versículo do dia: Declarou-lhes, pois, Jesus: Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome; e o que crê em mim jamais terá sede. (João 6.35)

O que nós precisamos ver aqui é que a essência da fé é ser satisfeita com tudo o que Deus é para nós em Cristo.


Essa afirmação enfatiza duas coisas. Uma é a centralidade de Deus na fé. Não são apenas as promessas de Deus que nos satisfazem, mas sim tudo o que o próprio Deus é para nós. A fé se apossa de Deus — não apenas de seus dons prometidos — como nosso tesouro.

A fé deposita sua esperança não apenas na herança real da era vindoura, mas também no fato de que Deus estará lá (Apocalipse 21.3). E, mesmo agora, o que a fé abraça mais fervorosamente não é apenas a realidade dos pecados perdoados (por mais precioso que isso seja), mas a presença do Cristo vivo em nossos corações e a plenitude do próprio Deus (Efésios 3.17-19).

A outra coisa enfatizada na definição da fé como ser satisfeita com tudo o que Deus é para nós é o termo “satisfação”. A fé é o saciamento da sede da alma na fonte de Deus. Em João 6.35 vemos que “crer” significa “vir” a Jesus para comer e beber o “pão da vida” e a “água viva” (João 4.10, 14), que não são outra coisa, senão o próprio Jesus.

Aqui está o segredo do poder da fé para quebrar a força escravizante das atrações pecaminosas. Se o coração é satisfeito com tudo o que Deus é para nós em Jesus, o poder do pecado para nos afastar da sabedoria de Cristo é quebrado.

sábado, 16 de junho de 2018

Como posso ser salvo?


Esta simples, mas profunda, questão é a mais importante que alguém possa fazer. A pergunta "Como posso ser salvo?" trata de onde passaremos a eternidade depois que as nossas vidas neste mundo acabarem. Não há questão mais importante do que o nosso destino eterno. Felizmente, a Bíblia é bastante clara sobre como uma pessoa pode ser salva. O carcereiro de Filipos perguntou a Paulo e Silas: "Senhores, que me é necessário fazer para me salvar?" (Atos 16:30). Paulo e Silas responderam: "Crê no Senhor Jesus e serás salvo" (Atos 16:31).

Como posso ser salvo? Por que preciso ser salvo?
Somos todos infectados com o pecado (Romanos 3:23). Nascemos com o pecado (Salmos 51:5), e todos nós pessoalmente escolhemos pecar (Eclesiastes 7:20, 1 João 1:8). O pecado é o que nos tira a salvação por nos separar de Deus e nos colocar no caminho para a destruição eterna.

Como posso ser salvo? Salvo de quê?
Por causa do nosso pecado, todos nós merecemos a morte (Romanos 6:23). Enquanto a consequência física do pecado seja a morte física, ela não é o único tipo de morte que resulta do pecado. No fim das contas, todo pecado é cometido contra um Deus eterno e infinito (Salmo 51:4). Por causa disso, a penalidade justa para o nosso pecado também é eterna e infinita. Precisamos ser salvos da destruição eterna (Mateus 25:46, Apocalipse 20:15).

Como posso ser salvo? Como Deus providenciou a salvação?
Já que a justa penalidade para o pecado é infinita e eterna, só Deus poderia pagá-la porque só Ele é eterno e infinito. No entanto, Deus, em Sua natureza divina, não podia morrer, por isso tornou-se um ser humano na pessoa de Jesus Cristo. Deus assumiu a carne humana, viveu entre nós e nos ensinou. Quando as pessoas rejeitaram a Ele e à Sua mensagem, ao ponto de procurarem matá-lo, Ele voluntariamente se sacrificou por nós, permitindo que o crucificassem (João 10:15). Porque Jesus Cristo era humano, Ele podia morrer; e porque Jesus Cristo era Deus, a Sua morte tinha um valor eterno e infinito. A morte de Jesus na cruz foi o pagamento perfeito e completo para o nosso pecado (1 João 2:2). Ele tomou sobre Si as consequências que merecíamos. A ressurreição de Jesus dentre os mortos demonstrou que a Sua morte foi realmente o sacrifício perfeitamente suficiente para o pecado.

Como posso ser salvo? O que preciso fazer?
"Crê no Senhor Jesus e serás salvo" (Atos 16:31). Deus já fez tudo o que precisava ser feito. Tudo o que você deve fazer é receber, em fé, a salvação que Deus oferece (Efésios 2:8-9). Totalmente confie somente em Jesus como o pagamento por seus pecados. Acredite nele e você não perecerá (João 3:16). Deus está lhe oferecendo a salvação como um dom. Tudo que você tem a fazer é aceitá-la. Jesus é o caminho da salvação (João 14:6).

terça-feira, 12 de junho de 2018

Pr. James Reimer

Pr. James Reimer – Biografia
James Reimer nasceu em Fairbanks, Alaska – EUA. Apesar de ter sido criado num lar cristão, ele envolveu-se no tumulto da década de 60 e entrou na subcultura das drogas. Na véspera de 1971, em Starnberg, Alemanha, a sua vida mudou radicalmente ao ter um encontro com Jesus Cristo. Após a sua poderosa conversão, ele voltou aos estudos na Universidade do Alasca e, mais tarde, na Northwest Nazarene University, onde completou um BEL em Filosofia. Em 1975, ele continuou os seus estudos de pós-graduação em Teologia no Seminário Teológico Nazareno e mais tarde em Missiologia na Universidade Regent.

Após oito anos de implantação de igrejas no coração dos Estados Unidos, James, a sua esposa, Helen, e os seus cinco filhos mudaram-se para Lisboa, Portugal, onde têm sido usados na implantação de igrejas e influenciado fortemente o Corpo de Cristo. A sua chamada missionária já o levou a mais de 58 nações, onde fundou e ensinou em escolas bíblicas, plantou igrejas e onde tem trazido ensino e supervisão às igrejas estabelecidas. No seu serviço ao Corpo de Cristo, James, também coopera com diversas equipas apostólicas.

Ele é o fundador e presidente das Missões Indígenas Estratégicas [Strategic Indigenous Missions, em Inglês], uma instituição que tem um chamado específico para estender o Reino de Deus em todo o mundo e ajudar a suprir as necessidades das vítimas do homem caído. Atualmente, a família Reimer pastoreia a Logos Comunhão Cristã, uma igreja que ele plantou em 1987, em Lisboa, Portugal.

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Ir ao céu


Encare o fato. O dia em que cada um de nós entraremos na eternidade pode vir mais cedo do que pensamos. Em preparação para esse momento, nós precisamos conhecer esta verdade: nem todo mundo irá ao céu. Como podemos ter certeza de que somos um dos que passarão a eternidade no céu? Cerca de 2.000 anos atrás, os apóstolos Pedro e João estavam pregando o Evangelho de Jesus Cristo a uma grande multidão em Jerusalém. Foi então que Pedro fez uma declaração profunda que tem um grande impacto mesmo em nosso mundo pós-moderno: "E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos" (Atos 4: 12).

Assim como era então, no clima atual de que "todos os caminhos levam ao céu", essa não é uma mensagem politicamente correta. Há muitos que pensam que podem ter o céu sem Jesus. Eles querem as boas promessas de glória, mas não querem ser incomodados pela cruz, e muito menos por Aquele que foi pendurado e ali morreu pelos pecados de todos os que nEle creem. Muitos não querem aceitar a Jesus como o único caminho e estão determinados a encontrar um outro caminho. Mas o próprio Jesus nos adverte de que não existe um outro caminho e que as consequências de rejeitar essa verdade são uma eternidade no inferno. Ele nos disse claramente que "... quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, todavia, se mantém rebelde contra o Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus" (João 3:36).

Alguns argumentam que é extremamente restritivo de Deus fornecer apenas um caminho para o céu. Entretanto, francamente, à luz da rejeição rebelde da humanidade contra Deus, é extremamente abrangente da parte dEle fornecer um caminho para o céu. Nós merecemos o julgamento e em vez disso Ele nos dá uma maneira de escapar ao enviar o seu Filho unigênito para morrer pelos nossos pecados. Quer alguém enxergue isso como restritivo ou abrangente, é a verdade, e os Cristãos precisam manter a mensagem bem clara de que o único caminho para o céu é através de Jesus Cristo.

Muitas pessoas hoje em dia têm acreditado em um evangelho diluído que exclui a mensagem de arrependimento de seus pecados. Eles querem acreditar em um Deus amoroso e sem julgamento que não requer nenhum arrependimento e nenhuma mudança em seu estilo de vida. Eles podem dizer coisas como: "Eu creio em Jesus Cristo, mas meu Deus não é um Deus que julga assim. Meu Deus nunca iria enviar uma pessoa para o inferno." No entanto, não podemos ter as duas coisas. Se professarmos que somos Cristãos, devemos reconhecer Cristo como Ele disse que é - o único caminho para o céu. Negar isso é negar o próprio Jesus, pois foi Ele quem declarou: "Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim" (João 14:6).

A pergunta permanece: quem vai realmente entrar no reino de Deus? Como posso garantir o meu destino eterno? A resposta a estas perguntas é encontrada na distinção clara entre aqueles que têm a vida eterna e os que não. "Aquele que tem o Filho tem a vida; aquele que não tem o Filho de Deus não tem a vida" (1 João 5:12). Aqueles que creem em Cristo, que aceitaram o Seu sacrifício como pagamento pelos seus pecados, e que O seguem em obediência vão passar a eternidade no céu. Aqueles que O rejeitam não vão. "Quem nele crê não é julgado; o que não crê já está julgado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus" (João 3:18).

Por mais impressionante que o céu seja para aqueles que escolhem Jesus Cristo como Salvador, o inferno será muito mais terrível para aqueles que O rejeitam. A nossa mensagem aos perdidos seria entregue com mais urgência se entendêssemos o que a santidade e a justiça de Deus farão com aqueles que rejeitam a oferta completa de perdão em Seu Filho, Jesus Cristo. Não se pode ler a Bíblia seriamente sem se deparar com essa verdade repetidas vezes – a linha foi desenhada. A Bíblia deixa bem claro que existe apenas um caminho para o céu - através de Jesus Cristo. Ele nos deu este aviso: "Entrai pela porta estreita (larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela), porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela" (Mateus 7:13-14).

Existe apenas um caminho para o céu e aqueles que seguem esse caminho chegarão lá de certeza. Mas nem todo mundo está seguindo esse caminho. Você está?

quinta-feira, 31 de maio de 2018

Como não ir ao inferno


Não ir ao inferno é mais fácil do que você pensa. Algumas pessoas acreditam que têm que obedecer os dez mandamentos pela vida inteira para não ir para o inferno. Outras pessoas acreditam que devem observar certos rituais a fim de não ir para o inferno. Algumas pessoas acreditam que não há nenhuma maneira que nós podemos saber com certeza se vamos ou não para o inferno. Nenhuma destas concepções são corretas. A Bíblia é muito clara sobre como uma pessoa pode evitar ir ao inferno depois da morte.

A Bíblia descreve o inferno como um lugar terrível e assustador. O inferno é descrito como um “fogo eterno” (Mateus 25:41), “fogo que nunca se apagará” (Mateus 3:12), “vergonha e desprezo eterno” (Daniel 12:2), um lugar onde “o fogo nunca se apaga” (Marcos 9:44-49) e “eterna perdição” (2 Tessalonicenses 1:9). Apocalipse 20:10 descreve o inferno como um “lago de fogo e enxofre”, onde os perversos são “atormentados para todo o sempre”. Por essas passagens, é bem claro que o inferno é um lugar que devemos evitar.

Por que o inferno existe e por que é que Deus envia algumas pessoas para lá? A Bíblia nos diz que Deus “preparou” o inferno para o diabo e os anjos caídos depois de terem se rebelado contra Ele (Mateus 25:41). Aqueles que rejeitam a oferta do perdão de Deus sofrerão o mesmo destino eterno que o diabo e os anjos caídos. Por que o inferno é necessário? Todo pecado é, no final das contas, contra Deus (Salmos 51:4), e uma vez que Deus é infinito e eterno, somente uma pena infinita e eterna é suficiente. O inferno é o lugar onde as demandas de um Deus santo e justo são realizadas. O inferno é onde Deus condena o pecado e todos aqueles que O rejeitam. A Bíblia deixa claro que todos nós pecamos (Eclesiastes 7:20, Romanos 3:10-23), então, como resultado, todos nós merecemos ir para o inferno.

Assim, como podemos não ir para o inferno? Uma vez que apenas uma pena infinita e eterna é suficiente, um preço infinito e eterno deve ser pago. Deus tornou-se um ser humano na Pessoa de Jesus Cristo. Em Jesus Cristo, Deus habitou entre nós, nos ensinou e nos curou - mas essas coisas não foram a Sua missão principal. Deus se tornou um ser humano (João 1:1, 14) para que Ele pudesse morrer por nós. Jesus, Deus em forma humana, morreu na cruz. Como Deus, Sua morte foi de valor infinito e eterno, pagando o preço total pelo pecado (1 João 2:2). Deus nos convida a receber Jesus Cristo como Salvador, aceitando Sua morte como o pleno e justo pagamento pelos nossos pecados. Deus promete que todo aquele que crê em Jesus (João 3:16), confiando somente nEle como o Salvador (João 14:6), será salvo, ou seja, não irá para o inferno.

Deus não quer que ninguém vá para o inferno (2 Pedro 3:9). É por isso que Deus fez o sacrifício supremo, perfeito e suficiente a nosso favor. Se você não quiser ir para o inferno, receba Jesus como o seu Salvador. É um processo muito simples. Diga a Deus que você reconhece que é um pecador e que merece ir para o inferno. Diga a Deus que você está confiando em Jesus Cristo como o seu Salvador. Agradeça a Deus por providenciar pela sua salvação e libertação do inferno. Através de fé simples, quer dizer, confiando em Jesus Cristo como Salvador, é como você pode evitar ir para o inferno!

segunda-feira, 28 de maio de 2018

A oração de salvação


Muitas pessoas perguntam: "Existe uma oração que eu possa orar para alcançar a minha salvação?" Ao considerar esta pergunta, é importante lembrar-se de que a salvação não é recebida através da repetição de uma oração ou certas palavras. A Bíblia não registra em nenhum lugar uma pessoa recebendo salvação por orar. Fazer uma oração não é o meio bíblico de salvação.

O método bíblico de salvação é acreditar em Jesus. João 3:16 diz: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. Salvação é adquirida através da fé (Efésios 2:8), ao receber Jesus como Salvador (João 1:12) e ao confiar plenamente nEle (João 14:6; Atos 4:12) – não por repetir uma oração.

A mensagem bíblica de salvação é simples, clara e surpreendente ao mesmo tempo. Todos nós temos pecado contra Deus (Romanos 3:23). Não há um sequer que tenha vivido uma vida inteira sem pecar (Eclesiastes 7:20). Por causa de nosso pecado, merecemos o julgamento de Deus (Romanos 6:23), e esse julgamento é a morte física seguida da morte espiritual. Por causa de nosso pecado e seu castigo merecido, não há nada que possamos fazer por conta própria para nos justificar diante de Deus. Como um resultado do Seu amor por nós, Deus tornou-se um ser humano na Pessoa de Jesus Cristo.

Jesus viveu uma vida perfeita e sempre ensinou a verdade. Entretanto, a humanidade rejeitou Jesus e O pôs a morrer na cruz. Jesus morreu em nosso lugar através daquele ato horrível. Jesus levou sobre si o peso e julgamento do pecado, e morreu por nós (2 Coríntios 5:21). Jesus então ressuscitou dos mortos (1 Coríntios 15), provando que Seu pagamento pelo pecado era suficiente, e que Ele tinha vencido o pecado e a morte. Como um resultado do sacrifício de Jesus, Deus nos oferece salvação como um presente. Deus nos convida a transformar nossas mentes sobre Jesus (Atos 17:30), e a recebê-lO como o pagamento completo por nossos pecados (1 João 2:2). Salvação só é alcançada quando recebemos o presente que Deus nos oferece, não por simplesmente fazer uma oração.

Agora, isso não quer dizer que oração não possa fazer parte do processo de receber a salvação. Se você entende o Evangelho, acredita na sua veracidade e aceitou Jesus como o seu Salvador - é bom e apropriado expressar sua fé a Deus em oração. Comunicar-se com Deus através de oração pode ser um meio de progredir de simplesmente aceitar os fatos sobre Jesus como verdadeiros a plenamente confiar em Jesus como o Salvador. A oração pode fazer parte do ato de colocar a sua fé apenas em Jesus para a salvação.

No entanto, é muito importante que você não baseie sua salvação em simplesmente ter feito uma oração. O ato de simplesmente orar não pode salvá-lo! Se você quiser receber a salvação disponível através de Jesus, coloque sua fé nEle. Confie plenamente em Sua morte como o sacrifício suficiente para pagar pelos seus pecados. Dependa dEle completamente como o seu Salvador. Esse é o método bíblico de salvação. Se você recebeu Jesus como seu Salvador, então comunique-se com Deus através de uma oração. Diga a Deus o quão agradecido você é por Jesus. Louve a Deus por Seu amor e sacrifício. Agradeça a Jesus por ter morrido por seus pecados e por ter lhe providenciado a salvação. Essa é a conexão bíblica entre a salvação e a oração!

quinta-feira, 24 de maio de 2018

As 10 pragas do Egito


Estas terríveis visitações tiveram por fim levar Faraó a reconhecer e a confessar que o Deus dos hebreus era supremo, estando o Seu poder acima da nação mais poderosa que era então o Egito (Êx 9.16 - 1 Sm 4.8, etc.) cujos habitantes deviam ser julgados pela sua crueldade e grosseira idolatria. 1: A conversão do Nilo em sangue. os egípcios tributavam honras divinas ao rio Nilo, e reverenciavam-no como o primeiro dos seus deuses. Diziam que ele era o rival do céu, visto como regava a terra sem o auxílio de nuvens e de chuva. o fato de se tornar em sangue a água do sagrado rio, durante sete dias, era uma calamidade, que foi causa de consternação e terror (Êx 7.14 e seguintes). 2: A praga das rãs. Na praga das rãs foi o próprio rio sagrado um ativo instrumento de castigo, juntamente com outros dos seus deuses. A rã era um animal consagrado ao Sol, sendo considerada um emblema de divina inspiração nas suas intumescências. o repentino desaparecimento da praga foi uma prova tão forte do poder de Deus, como o seu aparecimento. (Êx 8.1 e seg.). 3: Piolhos. A praga dos piolhos foi particularmente uma coisa horrorosa para o povo egípcio, tão escrupulosamente asseado e limpo. Dum modo especial os sacerdotes rapavam o pelo de todo o corpo de três em três dias, a fim de que nenhum parasita pudesse permanecer neles, enquanto serviam os seus deuses. Esta praga abalou os próprios magos, pois que, em conseqüência da pequenez desses insetos, eles não podiam produzi-los pela ligeireza de mãos, sendo obrigados a confessar que estava ali o ‘dedo de Deus’ (Êx 8.19).4: Moscas. As três primeiras pragas sofreram-nas os egípcios juntamente com os israelitas, mas por ocasião da quarta separou Deus, de um modo especial, dos seus opressores, o povo que tinha escolhido (Êx 8.20 a 23). Este milagre seria, em parte, contra os sagrados escaravelhos, adorados no Egito. *veja Peste no gado. 5: praga se declarou no dia seguinte, em conformidade com a determinação divina (Êx 9.1 e seguintes). outra vez é feita uma distinção entre os egípcios e os seus cativos. o gado dos primeiros é inteiramente destruído, escapando à mortandade o dos israelitas. Este milagre foi diretamente operado pela mão de Deus, sem a intervenção de Arão, embora Moisés fosse mandado a Faraó com o usual aviso. Vi. Úlceras e tumores. (Êx 9.8 e seguintes.) 6: praga mostra que, da parte de Deus, tinha aumentado a severidade contra um monarca obstinado, de coração pérfido. E aparecia agora também Moisés como executor das ordens divinas - com efeito, tendo ele arremessado ao ar, na presença de Faraó, uma mão cheia de cinzas, caiu uma praga de úlceras sobre o povo. Foi um ato significativo. A dispersão de cinzas devia recordar aos egípcios o que eles costumavam fazer no sacrifício de vítimas humanas, concorrendo o ar, que era também uma divindade egípcia, para disseminar a doença. 7: A saraiva. (Êx 9.22 e seguintes.) Houve, com certeza, algum intervalo entre esta praga e a do nº 6, porque os egípcios tiveram tempo de ir buscar mais gado à terra de Gósen, onde estavam os israelitas. É também evidente que os egípcios tinham por esta ocasião um salutar temor do Deus de israel, e a tempo precaveram-se contra a terrível praga dos trovões e da saraiva (Êx 9.20). 8: os gafanhotos. Esta praga atacou o reino vegetal. Foi um castigo mais terrível que os outros, porque a alimentação do povo constava quase inteiramente de vegetais. Nesta ocasião os conselheiros de Faraó pediram com instância ao rei que se conformasse com o desejo dos mensageiros de Deus, fazendo-lhe ver que o país já tinha sofrido demasiadamente (Êx 10.7). Faraó cedeu até certo ponto, permitindo que somente saíssem do Egito os homens - mas mesmo isto foi feito com tão má vontade que mandou sair da sua presença a Moisés e Arão (Êx 10.7 a 11). Foi então que uma vez mais estendeu Moisés o seu braço à ordem de Deus, cobrindo-se a terra de gafanhotos, destruidores de toda a vegetação que tinha escapado da praga da saraiva. outra vez prometeu o monarca que deixaria sair os israelitas, mas sendo a praga removida, não cumpriu a sua palavra. 9: Três dias de escuridão. A praga das trevas mostraria a falta de poder do deus do Sol, ao qual os egípcios prestavam culto. Caiu intempestivamente a nova praga sobre os egípcios, havendo uma horrorosa escuridão sobre a terra durante 3 dias (Êx 10.21 e seguintes). Mas os israelitas tinham luz nas suas habitações. Faraó já consentia que todo o povo deixasse o Egito, devendo, contudo, ficar o gado. Moisés, porém, rejeitou tal solução. Sendo dessa força a cegueira do rei, anunciou a última e a mais terrível praga que seria a destruição dos primogênitos do Egito (Êx 10.24 a 11.8). Afastou-se Moisés irritado da presença de Faraó cujo coração estava ainda endurecido (Êx 11.9,10). 10:

A morte dos primogênitos. Foi esta a última e decisiva praga (Êx 11.1 e seguintes). E foi, também, a mais claramente infligida pela direta ação de Deus, não só porque não teve relação alguma com qualquer fenômeno natural, mas também porque ocorreu sem a intervenção de qualquer agência conhecida. Mesmo as famílias, onde não havia crianças, foram afligidas com a morte dos primogênitos dos animais. os israelitas foram protegidos, ficando livres da ação do anjo exterminador, pela obediência às especiais disposições divinas.

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Salmos 138.8


"O que a mim me concerne o SENHOR levará a bom termo.” (Salmos 138.8)

A confiança que o salmista expressou nestas palavras era divina. O salmista não disse: “Tenho graça suficiente para aperfeiçoar o que a mim me concerne. Minha fé é tão firme que não vacilarei; meu amor é tão ardente que jamais se esfriará; minha determinação é tão firme que nada a abalará”. Não, a dependência do salmista estava apenas no Senhor.

sábado, 19 de maio de 2018

O que faz Jesus exultar?

O que faz Jesus exultar
Versículo do dia: Naquela hora, exultou Jesus no Espírito Santo e exclamou: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e instruídos e as revelaste aos pequeninos. Sim, ó Pai, porque assim foi do teu agrado. (Lucas 10.21)

Esse versículo é uma das únicas duas passagens nos evangelhos onde se diz que Jesus se alegrou. Os setenta discípulos tinham acabado de voltar de suas jornadas para pregação e relataram seu sucesso a Jesus.

Lucas escreve no versículo 21: “Naquela hora, exultou Jesus no Espírito Santo e exclamou: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e instruídos e as revelaste aos pequeninos. Sim, ó Pai, porque assim foi do teu agrado”.




Observe que os três membros da Trindade se alegram aqui: Jesus está se alegrando; mas é dito que ele está se alegrando no Espírito Santo. Eu considero que isso signifique que o Espírito Santo está enchendo-o e movendo-o a se alegrar. Depois, no fim do versículo, é descrito o agrado de Deus Pai. A NVI o traduz como: “Sim, Pai, pois assim foi do teu agrado”.

Ora, o que fez toda a Trindade se alegrar juntamente nesta passagem? É o amor livre e eletivo de Deus em esconder coisas da elite intelectual e revelá-las aos pequeninos. “Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e instruídos e as revelaste aos pequeninos”.

E o que o Pai esconde de alguns e revela a outros? Lucas 10.22 responde: “Ninguém sabe quem é o Filho, senão o Pai”. Assim, o que Deus Pai deve revelar é a verdadeira identidade espiritual do Filho.

Quando os setenta discípulos voltam de sua missão evangelística e dão seu relatório a Jesus, ele e o Espírito Santo se regozijam de que Deus Pai, escolheu, de acordo com sua boa vontade, revelar o Filho aos pequeninos e escondê-lo dos sábios.

A questão não é que existam apenas certas classes de pessoas escolhidas por Deus. A questão é que Deus é livre para escolher os candidatos menos prováveis ​​para a sua graça.

Deus contradiz o que o mérito humano poderia ditar. Ele esconde dos sábios e revela aos mais desamparados e incapazes.

Quando Jesus vê o Pai livremente

iluminando e salvando as pessoas cuja única esperança é a livre graça, ele exulta no Espírito Santo e se deleita na eleição do seu Pai.

quinta-feira, 17 de maio de 2018

Como posso me tornar um cristão?


Um homem na cidade grega de Filipos fez uma pergunta bastante parecida a Paulo e Silas. Sabemos de pelo menos três coisas sobre esse homem: ele era um carcereiro, era pagão e estava desesperado. Ele estava às margens de cometer suicídio quando Paulo o interrompeu. E foi nesse instante que esse homem perguntou: “O que devo fazer para que seja salvo?” (Atos 16:30).

O fato de que fez essa pergunta mostra que reconhecia sua necessidade de salvação—ele via apenas morte para si mesmo, e sabia que precisava de ajuda. O fato de que faz tal pergunta a Paulo e Silas mostra que acreditava que eles tinham a resposta.

A resposta vem de forma simples e rápida: “Crê no Senhor Jesus, e serás salvo, tu e tua casa” (verso 31). O resto da passagem mostra que o homem acreditou na mensagem e se converteu. Sua vida começou a demonstrar a diferença daquele dia em diante.

Note que a conversão desse homem foi baseada em fé (“Crê”). Ele tinha que confiar em Jesus e nada mais. Ele acreditou que Jesus era o Filho de Deus (“Senhor”) e o Messias que tinha cumprido as Sagradas Escrituras (“Cristo”). Sua fé também incluía uma crença em que Jesus tinha morrido por seu pecado e ressuscitado, pois essa era a mensagem que Paulo e Silas estavam pregando (veja Romanos 10:9-10 e 1 Coríntios 15:1-4).

“Converter-se” significa literalmente “voltar-se”. Quando nos voltamos em direção a alguma coisa, estamos ao mesmo tempo nos voltando contra outra coisa. Quando nos voltamos a Jesus, precisamos nos voltar contra o pecado. A Bíblia chama esse processo de voltar-se contra o pecado de “arrependimento” e o processo de voltar-se a Jesus de “fé”. Então, arrependimento e fé complementam um ao outro. Os dois são mencionados em 1 Tessalonicenses 1:9: “deixando os ídolos, vos convertestes a Deus”. Um Cristão vai deixar para trás seus caminhos anteriores e qualquer coisa pertencente à religião falsa como resultado de sua conversão genuína ao Cristianismo.

Explicando de forma simples, para converter-se ao Cristianismo é necessário acreditar que Jesus Cristo é o Filho de Deus que morreu pelos seus pecados e ressuscitou. Você precisa concordar com Deus sobre ser um pecador que precisa de salvação, e precisa confiar em Jesus – e só nEle – para salvá-lo. Ao voltar-se contra o pecado em direção a Cristo, Deus promete salvá-lo e dá-lo o Espírito Santo, o qual vai fazer de você uma nova criatura.

O Cristianismo, em essência, não é uma religião. O Cristianismo, de acordo com a Bíblia, é um relacionamento com Jesus Cristo. O Cristianismo é Deus oferecendo salvação a qualquer um que acredita e confia no sacrifício de Jesus na cruz. A pessoa que se converte ao Cristianismo não está trocando uma religião por outra. Converter-se ao Cristianismo significa receber o presente que Deus oferece e começar um relacionamento pessoal com Jesus Cristo que resulta em perdão dos pecados e eternidade no Céu depois da morte.

Você deseja converter-se ao Cristianismo por causa de tudo que leu neste artigo? Se sua resposta for sim, encontre a seguir uma simples oração que você pode oferecer a Deus. Fazer essa oração, ou qualquer outra oração, não vai salvá-lo. Só sua confiança em Cristo pode salvá-lo de seu pecado. Essa oração é apenas uma forma de expressar a Deus sua fé nEle e de agradecer a Ele pela provisão para a sua salvação. "Deus, sei que tenho pecado contra Ti e que mereço punição. Entretanto, Jesus carregou sobre Si a punição que mereço, para que por fé eu pudesse ser perdoado. Coloco minha confiança em Ti para salvação. Obrigado por Tua maravilhosa graça e perdão – o presente de vida eterna! Amém!"

sábado, 12 de maio de 2018

Parábolas


PARÁBOLA
É o desenvolvimento de uma comparação de dois termos, resultando numa narrativa. Por exemplo, a comparação "A palavra de Deus é como a semente" foi desenvolvida na parábola do semeador. A parábola é uma historieta inventada, mas baseada em fatos corriqueiros da vida. Como na comparação, assim também na parábola os termos devem ser tomados no sentido próprio. Na parábola, porém, o confronto não se verifica entre dois termos, e sim entre duassituações. É desse confronto que se deve tirar o ensinamento, fim principal da parábola. 

Parábolas de Jesus: 
 

Administrador infiel: Lc 16,1-13.
Amigo importuno: Lc 11,5-8.
Avarento insensato: Lc 12,16-21.
Bodas do filho do rei: Mt 22,1-14.
Bom Pastor: Jo 10,1-16.
Bom samaritano: Lc 10,30-37.
Casa sobre rocha: Mt 7,24-27; Lc 6,47-49.
Cem moedas de prata: Lc 19,11-26.
Dez virgens: Mt 25,1-13.
Dois devedores: Lc 7,41s.
Fariseu e o cobrador de impostos: Lc 18,9-14.
Fermento: Mt 13,33; Lc 13,20s.
Figueira estéril: Lc 13,6-9.
Filho fingido: Mt 21,28-32.
Filho pródigo: Lc 15,11-32.
Grande ceia: Lc 14,16-24.
Grão de mostarda: Mt 13,31s; Mc 4,30-32; Lc 13,18-21.
Grão de trigo: Jo 12,24.
Joio entre o trigo: Mt 13,24-30.36-43.
Juiz iníquo: Lc 18,1-8.
Lavradores homicidas: Mt 21,33-46; Mc 12,1-12; Lc 20,9-19.
Moeda perdida: Lc 15,8-10.
Ovelha extraviada: Mt 18,12-14; Lc 15,1-7.
Pai de família: Mt 13,52.
Pérola preciosa: Mt 13,45s.
Rede de pesca: Mt 13,47-50.
Rei que vai guerrear: Lc 14,31-33.
Rico avarento e o pobre Lázaro: Lc 16,19-31.
Roupa velha: Mt 9,16; Mc 2,21; Lc 5,36.
Semeador: Mt 13,1-9.18-23; Mc 4,3-20; Lc 8,4-15.
Semente que cresce: Mc 4,26-29.
Servo cruel: Mt 18,23-35.
Servos inúteis: Lc 17,7-10.
Servos vigilantes: Mt 24,42-51; Lc 12,35-48.
Talentos: Mt 25,14-30.
Tesouro no campo: Mt 13,44.
Torre a ser construída: Lc 14,28-30.
Trabalhadores na vinha: Mt 20,1-16.
Videira e ramos: Jo 15,1-8.
Vinho novo: Mt 9,17; Mc 2,22; Lc 5,37-39.

sexta-feira, 11 de maio de 2018

Honra teu pai e tua mãe

Honre seu pai e sua mãe
Êxodo 20 nos dá os Dez Mandamentos que Deus deu ao povo de Israel. O quinto (Êxodo 20:12) é sobre os pais:

Êxodo 20:12 
“Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o SENHOR, teu Deus, te dá.”

Deus mandou que o povo de Israel HONRASSE seus pais e mães. O que “honra teu pai e tua mãe” significa? Aqui está como um comentarista define isso:

“Esse era um plano ordenado por Deus, escrito com sua própria mão, e foi entregue por Moisés a eles; era de natureza moral, e de obrigação eterna: é para ser entendido, não simplesmente como uma elevada estima que os filhos deveriam ter em relação aos seus pais, ou o uso de uma linguagem e gestos respeitosos diante deles, nem apenas uma alegre obediência a ser cedidas a eles; mas também de honrá-los com sua substância, alimentação, vestimenta, e os suprindo com as necessidades da vida, quando eles estiverem em necessidade dos mesmos; que é, porém serviço razoável deles, por todo o cuidado, despesa e problemas que eles tenha tido em trazê-los neste mundo” (Exposição de toda a Bíblia de John Gill, Dr. John Gill 1690-1771)

Honrar seus pais envolve elevada estima, reverência e apoio. Isso significa que você estará lá para eles quando houver a necessidade e que vocês cuidam deles com seu serviço, apoio, dinheiro, visitas e etc.

Honrando seus pais e promessas associadas com isso
Em contraste com os outros mandamentos, onde nenhuma promessa específica está ligada diretamente a eles, Deus, ao dar este mandamento, também adicionou uma promessa específica. Como ele disse, “honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o SENHOR, teu Deus, te dá”. Mas Ele não para ali. Deuteronômio 5:16 afirma o mesmo mandamento mas com uma promessa adicional anexado a ele:

Deuteronômio 5:16 
“Honra a teu pai e a tua mãe, como o SENHOR teu Deus te ordenou, para que se prolonguem os teus dias [promessa 1], e para que te vá bem na terra que te dá o SENHOR teu Deus[promessa 2].”

Paulo está repetindo o mandamento em Efésios 6:2-3:

“Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa; Para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra.”

Paulo diz que esse é o “primeiro mandamento com promessa”. O primeiro mandamento que Deus deu e que continha uma promessa era o mandamento de honrar nossos pais! É realmente uma grande promessa! Você viverá muito tempo sobre a terra e te irá bem! Você quer viver muito tempo sobre a terra? Você quer ficar bem? Bem, aqui está para você: honre seus pais e é isso que vai acontecer!

Honrar seus pais: a visão de Jesus
Como no caso dos outros mandamentos, assim também como honrar os pais, Deus diz o que aconteceria se alguém não guardasse este mandamento. Jesus resumiu em Marcos 7 tanto o mandamento e o que, de acordo com este mandamento, aconteceria se não guardar:

Marcos 7:10 
“Porque Moisés disse: Honra a teu pai e a tua mãe; e quem maldisser, ou o pai ou a mãe, certamente morrerá.”

O verbo “maldizer” aqui é o verbo grego “kakologeo” que significa “falar mal”. Quem quer que falasse mal contra seu pai ou mãe era condenado à morte. Para ver um exemplo de não honrar os pais, continue abaixo com a passagem de Marcos:

Marcos 7:11-13 
“Vós, porém, dizeis: Se um homem disser ao pai ou à mãe: Aquilo que poderias aproveitar de mim é Corbã, isto é, oferta ao Senhor; Nada mais lhe deixais fazer por seu pai ou por sua mãe, Invalidando assim a palavra de Deus pela vossa tradição, que vós ordenastes. E muitas coisas fazeis semelhantes a estas.”

A palavra “Corbã” é a palavra hebraica que significa “oferta a Deus”. Esta palavra é usada em Levítico 1:2, por exemplo, onde diz:

Levítico 1:2 
“Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando algum de vós oferecer oferta [Corbã] ao SENHOR, oferecerá a sua oferta de gado, isto é, de gado vacum e de ovelha.”

A palavra oferecer aqui é a palavra Corbã que o Senhor também usou para falar daqueles judeus que não honraram seus pais. Em essência, o que esses judeus estavam dizendo aos seus pais era “tudo que vocês poderiam se beneficiar de mim, minha propriedade, minha renda, é Corbã dedicado a Deus e eu não posso dar isso a vocês. Isso era um voto que eles costumavam fazer para evitar dar aos seus pais. Eles fizeram um voto dedicando tudo para Deus e, portanto, eles podiam alegar que nada tinham para apoiar e logo, nenhuma obrigação para tal apoio em relação a seus pais. Como Barnes explica:

“Se ele tinha uma vez dedicado sua propriedade e dito que era “Corbã” ou uma oferta a Deus – isso não poderia ser apropriado para o apoio dos pais. Se os pais eram necessitados e pobres e se dirigissem ao filho em busca de assistência, e o filho respondesse, embora irritado, “É dedicado a Deus; essa propriedade que vocês precisam, e por qual vocês poderiam estar aproveitando de mim é “Corbã” – Eu dei isso a Deus;” os judeus diziam que a propriedade não podia ser retirada e o filho não tinha obrigação de ajudar aos pais com ela. Ele tinha feito uma coisa mais importante ao oferecê-la a Deus. O filho estava livre. Ele não poderia ser requerido para fazer alguma coisa por seu pai depois daquilo. Assim, ele poderia em um momento se livrar da obrigação de obedecer ao seu pai ou mãe» (Notas de Albert Barnes na Bíblia, Albert Barnes (1798-1870))

Nosso Senhor Jesus Cristo condenou o uso da desculpa do “Corbã” – oferta a Deus – para evitar o auxílio aos pais. Obviamente para ele honrar aos pais era algo muito importante, tão importante quanto foi para Deus quando listou isso nos 10 mandamentos.

Honrando seu pai e mãe: Conclusão
É mandamento de Deus honrar nossos pais com tudo que essa honra pode incluir. O mandamento de honrar nossos pais é o primeiro mandamento com promessa e realmente uma grande promessa: Viver por muito tempo sobre a terra e estar bem com você! A maioria das pessoas não vai querer mais que isso! Bom, essa é a promessa! Embora, não é incondicional! É condicional e será concedida para aqueles que honrarem seus pais. O mandamento de honrar nossos pais era tão importante o que falasse mal de seus pais morreria. Sim, hoje vivemos sob a era da graça, mas o mandamento do Senhor e Sua promessa estão aí. E o desafio está aí para nós também:

Efésios 6:2-3 
“Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa; Para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra.”

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Como tornar-se um filho de Deus


"Mas, a todos quantos o [Jesus] receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus" (João 1:12).

"Você precisa nascer de novo"
Quando visitado por um líder religioso chamado Nicodemos, Jesus não imediatamente o assegurou de que ia ao céu. Ao invés, Cristo disse: "Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus" (João 3:3).

A primeira vez que uma pessoa nasce, ela herda a natureza pecaminosa que resulta da desobediência de Adão no Jardim do Éden. Ninguém tem que ensinar uma criança a pecar. Ela já naturalmente segue seus desejos de fazer o errado, os quais a levam a cometer pecados como mentir, roubar e odiar. Ao invés de ser um filho de Deus, a criança é na verdade um filho da desobediência e ira.

“Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar [Satanás], do espírito que agora atua nos filhos da desobediência; entre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais” (Efésios 2:1-3).

Como filhos da ira, merecemos ser separados de Deus no inferno. Felizmente, a passagem continua: “Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, -pela graça sois salvos-” (Efésios 2:4-5).

Receba a Jesus
"Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus" (João 1:12).

Esta passagem explica claramente como tornar-se um Filho de Deus. Precisamos receber Jesus através da fé nEle. O que precisamos acreditar sobre Jesus?

Primeiro, precisamos reconhecer que Jesus é o eterno Filho de Deus que se tornou homem. Nascido do poder do Espírito Santo, pela virgem Maria, Jesus não herdou a natureza pecaminosa de Adão. Então, Ele é chamado de segundo Adão (1 Coríntios 15:22). Enquanto que a desobediência de Adão trouxe a maldição do pecado ao mundo, a vida perfeita de Cristo pode cobrir as nossas transgressões. Nossa resposta deve ser de nos arrepender (voltar-nos contra o pecado), confiando em Sua vida perfeita para nos purificar.

Segundo, precisamos ter fé em Jesus como Salvador. O plano de Deus foi de sacrificar o Seu Filho perfeito na cruz para pagar pela punição que merecemos pelo nosso pecado: a morte. A morte de Cristo liberta a todo aquele que O recebe da penalidade e do poder do pecado.

Finalmente, precisamos seguir a Jesus como Senhor. Depois de fazer de Cristo o Vitorioso sobre o pecado e a morte, Deus deu a Ele toda autoridade (Efésios 1:20-23). Jesus guia todos que O recebem; Ele vai julgar a todos que O rejeitam (Atos 10:42).

Porque a graça de Deus nos leva ao arrependimento e fé no Salvador e Senhor, somos nascidos de novo para uma nova vida como filhos de Deus. Apenas aqueles que recebem a Jesus – não apenas um conhecimento intelectual sobre Ele, mas realmente dependendo dEle de coração para a salvação, submetendo-se a Ele como Mestre, e amando a Ele como o tesouro supremo – tornam-se filhos de Deus.

Torne-se um filho de Deus
"Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; a saber: aos que crêem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus" (João 1:12-13).

Assim como não tivemos influência alguma sobre o nosso nascimento a este mundo, não podemos fazer nada que causaria o nosso nascimento à família de Deus, nem através de boas obras, nem por invocar uma fé qualquer. Como o verso acima diz: Deus é quem “nos deu o poder” de acordo com a sua vontade graciosa. “Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus” (1 João 3:1). Por causa disso, o filho de Deus não tem nada do que se orgulhar, mas se vangloria apenas no Senhor (Efésios 2:8-9).

Uma criança cresce e se parece com os seus pais. Igualmente, Deus quer que Seus filhos tornem-se mais e mais como Jesus Cristo. Apesar de que apenas no céu seremos perfeitos, um filho de Deus não vai habitualmente pecar sem se arrepender. “Filhinhos, não vos deixeis enganar por ninguém; aquele que pratica a justiça é justo, assim como ele é justo. Aquele que pratica o pecado procede do diabo, porque o diabo vive pecando desde o princípio. Para isto se manifestou o Filho de Deus: para destruir as obras do diabo. Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado; pois o que permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus. Nisto são manifestos os filhos de Deus e os filhos do diabo: todo aquele que não pratica justiça não procede de Deus, nem aquele que não ama a seu irmão” (1 João 3:7-10).

Não se engane; um filho de Deus não pode ser “renegado” por pecar. Entretanto, alguém que “pratica” o pecado (quer dizer, consistentemente desfruta do pecado sem se preocupar em viver de uma forma que agrade a Deus) revela que nunca nasceu de novo. Jesus falou a tais pessoas: “Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhes aos desejos” (João 8:44). Os filhos de Deus, por outro lado, não mais desejam a gratificação do pecado, mas sim conhecer, amar e glorificar ao seu Pai.

A recompensa de ser um filho de Deus é imensurável. Como filhos de Deus, fazemos parte de Sua família (a igreja), temos como promessa um lar no céu e recebemos o direito de nos aproximar de Deus em oração como o nosso Pai (Efésios 2:19; 1 Pedro 1:3-6; Romanos 8:15).

Responda ao chamado de Deus de se arrepender dos seus pecados e acreditar em Cristo. Torne-se um filho de Deus hoje mesmo!

domingo, 6 de maio de 2018

A escolha de Davi


E disse Davi a Joabe e aos maiorais do povo: Ide, contai a Israel desde Berseba até Dã; e trazei-me a conta, para que saiba o número deles.

(1 Crônicas 21.2)

Até servos de Deus, se não vigiarem, serão usados pelo inimigo. Isso ocorreu com o rei Davi, quando sentiu que deveria contar o povo. Essa atitude pareceu má aos olhos dos homens que andavam com o Senhor, mas, mesmo tendo sido aconselhado, ele permaneceu firme em sua decisão. O preço pago foi alto por ter feito o recenseamento. Ele se arrependeu, mas sem antes ver o custo de sua tola decisão. Cuidado para não ser guiado por Satanás!

Devemos ouvir os que andam perto de Deus, pois eles são usados de modo claro. Quando falam, dá para perceber a autoridade no timbre da voz. A pessoa que age inspirada pelo diabo até sente que a sua atitude é errada, porém insiste nela. Se você conversar com alguém que pecou, ele dirá que, na primeira vez, tremia dos pés à cabeça, mas, depois, tudo parecia normal.