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sábado, 16 de junho de 2018

Como posso ser salvo?


Esta simples, mas profunda, questão é a mais importante que alguém possa fazer. A pergunta "Como posso ser salvo?" trata de onde passaremos a eternidade depois que as nossas vidas neste mundo acabarem. Não há questão mais importante do que o nosso destino eterno. Felizmente, a Bíblia é bastante clara sobre como uma pessoa pode ser salva. O carcereiro de Filipos perguntou a Paulo e Silas: "Senhores, que me é necessário fazer para me salvar?" (Atos 16:30). Paulo e Silas responderam: "Crê no Senhor Jesus e serás salvo" (Atos 16:31).

Como posso ser salvo? Por que preciso ser salvo?
Somos todos infectados com o pecado (Romanos 3:23). Nascemos com o pecado (Salmos 51:5), e todos nós pessoalmente escolhemos pecar (Eclesiastes 7:20, 1 João 1:8). O pecado é o que nos tira a salvação por nos separar de Deus e nos colocar no caminho para a destruição eterna.

Como posso ser salvo? Salvo de quê?
Por causa do nosso pecado, todos nós merecemos a morte (Romanos 6:23). Enquanto a consequência física do pecado seja a morte física, ela não é o único tipo de morte que resulta do pecado. No fim das contas, todo pecado é cometido contra um Deus eterno e infinito (Salmo 51:4). Por causa disso, a penalidade justa para o nosso pecado também é eterna e infinita. Precisamos ser salvos da destruição eterna (Mateus 25:46, Apocalipse 20:15).

Como posso ser salvo? Como Deus providenciou a salvação?
Já que a justa penalidade para o pecado é infinita e eterna, só Deus poderia pagá-la porque só Ele é eterno e infinito. No entanto, Deus, em Sua natureza divina, não podia morrer, por isso tornou-se um ser humano na pessoa de Jesus Cristo. Deus assumiu a carne humana, viveu entre nós e nos ensinou. Quando as pessoas rejeitaram a Ele e à Sua mensagem, ao ponto de procurarem matá-lo, Ele voluntariamente se sacrificou por nós, permitindo que o crucificassem (João 10:15). Porque Jesus Cristo era humano, Ele podia morrer; e porque Jesus Cristo era Deus, a Sua morte tinha um valor eterno e infinito. A morte de Jesus na cruz foi o pagamento perfeito e completo para o nosso pecado (1 João 2:2). Ele tomou sobre Si as consequências que merecíamos. A ressurreição de Jesus dentre os mortos demonstrou que a Sua morte foi realmente o sacrifício perfeitamente suficiente para o pecado.

Como posso ser salvo? O que preciso fazer?
"Crê no Senhor Jesus e serás salvo" (Atos 16:31). Deus já fez tudo o que precisava ser feito. Tudo o que você deve fazer é receber, em fé, a salvação que Deus oferece (Efésios 2:8-9). Totalmente confie somente em Jesus como o pagamento por seus pecados. Acredite nele e você não perecerá (João 3:16). Deus está lhe oferecendo a salvação como um dom. Tudo que você tem a fazer é aceitá-la. Jesus é o caminho da salvação (João 14:6).

terça-feira, 12 de junho de 2018

Pr. James Reimer

Pr. James Reimer – Biografia
James Reimer nasceu em Fairbanks, Alaska – EUA. Apesar de ter sido criado num lar cristão, ele envolveu-se no tumulto da década de 60 e entrou na subcultura das drogas. Na véspera de 1971, em Starnberg, Alemanha, a sua vida mudou radicalmente ao ter um encontro com Jesus Cristo. Após a sua poderosa conversão, ele voltou aos estudos na Universidade do Alasca e, mais tarde, na Northwest Nazarene University, onde completou um BEL em Filosofia. Em 1975, ele continuou os seus estudos de pós-graduação em Teologia no Seminário Teológico Nazareno e mais tarde em Missiologia na Universidade Regent.

Após oito anos de implantação de igrejas no coração dos Estados Unidos, James, a sua esposa, Helen, e os seus cinco filhos mudaram-se para Lisboa, Portugal, onde têm sido usados na implantação de igrejas e influenciado fortemente o Corpo de Cristo. A sua chamada missionária já o levou a mais de 58 nações, onde fundou e ensinou em escolas bíblicas, plantou igrejas e onde tem trazido ensino e supervisão às igrejas estabelecidas. No seu serviço ao Corpo de Cristo, James, também coopera com diversas equipas apostólicas.

Ele é o fundador e presidente das Missões Indígenas Estratégicas [Strategic Indigenous Missions, em Inglês], uma instituição que tem um chamado específico para estender o Reino de Deus em todo o mundo e ajudar a suprir as necessidades das vítimas do homem caído. Atualmente, a família Reimer pastoreia a Logos Comunhão Cristã, uma igreja que ele plantou em 1987, em Lisboa, Portugal.

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Ir ao céu


Encare o fato. O dia em que cada um de nós entraremos na eternidade pode vir mais cedo do que pensamos. Em preparação para esse momento, nós precisamos conhecer esta verdade: nem todo mundo irá ao céu. Como podemos ter certeza de que somos um dos que passarão a eternidade no céu? Cerca de 2.000 anos atrás, os apóstolos Pedro e João estavam pregando o Evangelho de Jesus Cristo a uma grande multidão em Jerusalém. Foi então que Pedro fez uma declaração profunda que tem um grande impacto mesmo em nosso mundo pós-moderno: "E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos" (Atos 4: 12).

Assim como era então, no clima atual de que "todos os caminhos levam ao céu", essa não é uma mensagem politicamente correta. Há muitos que pensam que podem ter o céu sem Jesus. Eles querem as boas promessas de glória, mas não querem ser incomodados pela cruz, e muito menos por Aquele que foi pendurado e ali morreu pelos pecados de todos os que nEle creem. Muitos não querem aceitar a Jesus como o único caminho e estão determinados a encontrar um outro caminho. Mas o próprio Jesus nos adverte de que não existe um outro caminho e que as consequências de rejeitar essa verdade são uma eternidade no inferno. Ele nos disse claramente que "... quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, todavia, se mantém rebelde contra o Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus" (João 3:36).

Alguns argumentam que é extremamente restritivo de Deus fornecer apenas um caminho para o céu. Entretanto, francamente, à luz da rejeição rebelde da humanidade contra Deus, é extremamente abrangente da parte dEle fornecer um caminho para o céu. Nós merecemos o julgamento e em vez disso Ele nos dá uma maneira de escapar ao enviar o seu Filho unigênito para morrer pelos nossos pecados. Quer alguém enxergue isso como restritivo ou abrangente, é a verdade, e os Cristãos precisam manter a mensagem bem clara de que o único caminho para o céu é através de Jesus Cristo.

Muitas pessoas hoje em dia têm acreditado em um evangelho diluído que exclui a mensagem de arrependimento de seus pecados. Eles querem acreditar em um Deus amoroso e sem julgamento que não requer nenhum arrependimento e nenhuma mudança em seu estilo de vida. Eles podem dizer coisas como: "Eu creio em Jesus Cristo, mas meu Deus não é um Deus que julga assim. Meu Deus nunca iria enviar uma pessoa para o inferno." No entanto, não podemos ter as duas coisas. Se professarmos que somos Cristãos, devemos reconhecer Cristo como Ele disse que é - o único caminho para o céu. Negar isso é negar o próprio Jesus, pois foi Ele quem declarou: "Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim" (João 14:6).

A pergunta permanece: quem vai realmente entrar no reino de Deus? Como posso garantir o meu destino eterno? A resposta a estas perguntas é encontrada na distinção clara entre aqueles que têm a vida eterna e os que não. "Aquele que tem o Filho tem a vida; aquele que não tem o Filho de Deus não tem a vida" (1 João 5:12). Aqueles que creem em Cristo, que aceitaram o Seu sacrifício como pagamento pelos seus pecados, e que O seguem em obediência vão passar a eternidade no céu. Aqueles que O rejeitam não vão. "Quem nele crê não é julgado; o que não crê já está julgado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus" (João 3:18).

Por mais impressionante que o céu seja para aqueles que escolhem Jesus Cristo como Salvador, o inferno será muito mais terrível para aqueles que O rejeitam. A nossa mensagem aos perdidos seria entregue com mais urgência se entendêssemos o que a santidade e a justiça de Deus farão com aqueles que rejeitam a oferta completa de perdão em Seu Filho, Jesus Cristo. Não se pode ler a Bíblia seriamente sem se deparar com essa verdade repetidas vezes – a linha foi desenhada. A Bíblia deixa bem claro que existe apenas um caminho para o céu - através de Jesus Cristo. Ele nos deu este aviso: "Entrai pela porta estreita (larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela), porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela" (Mateus 7:13-14).

Existe apenas um caminho para o céu e aqueles que seguem esse caminho chegarão lá de certeza. Mas nem todo mundo está seguindo esse caminho. Você está?

quinta-feira, 31 de maio de 2018

Como não ir ao inferno


Não ir ao inferno é mais fácil do que você pensa. Algumas pessoas acreditam que têm que obedecer os dez mandamentos pela vida inteira para não ir para o inferno. Outras pessoas acreditam que devem observar certos rituais a fim de não ir para o inferno. Algumas pessoas acreditam que não há nenhuma maneira que nós podemos saber com certeza se vamos ou não para o inferno. Nenhuma destas concepções são corretas. A Bíblia é muito clara sobre como uma pessoa pode evitar ir ao inferno depois da morte.

A Bíblia descreve o inferno como um lugar terrível e assustador. O inferno é descrito como um “fogo eterno” (Mateus 25:41), “fogo que nunca se apagará” (Mateus 3:12), “vergonha e desprezo eterno” (Daniel 12:2), um lugar onde “o fogo nunca se apaga” (Marcos 9:44-49) e “eterna perdição” (2 Tessalonicenses 1:9). Apocalipse 20:10 descreve o inferno como um “lago de fogo e enxofre”, onde os perversos são “atormentados para todo o sempre”. Por essas passagens, é bem claro que o inferno é um lugar que devemos evitar.

Por que o inferno existe e por que é que Deus envia algumas pessoas para lá? A Bíblia nos diz que Deus “preparou” o inferno para o diabo e os anjos caídos depois de terem se rebelado contra Ele (Mateus 25:41). Aqueles que rejeitam a oferta do perdão de Deus sofrerão o mesmo destino eterno que o diabo e os anjos caídos. Por que o inferno é necessário? Todo pecado é, no final das contas, contra Deus (Salmos 51:4), e uma vez que Deus é infinito e eterno, somente uma pena infinita e eterna é suficiente. O inferno é o lugar onde as demandas de um Deus santo e justo são realizadas. O inferno é onde Deus condena o pecado e todos aqueles que O rejeitam. A Bíblia deixa claro que todos nós pecamos (Eclesiastes 7:20, Romanos 3:10-23), então, como resultado, todos nós merecemos ir para o inferno.

Assim, como podemos não ir para o inferno? Uma vez que apenas uma pena infinita e eterna é suficiente, um preço infinito e eterno deve ser pago. Deus tornou-se um ser humano na Pessoa de Jesus Cristo. Em Jesus Cristo, Deus habitou entre nós, nos ensinou e nos curou - mas essas coisas não foram a Sua missão principal. Deus se tornou um ser humano (João 1:1, 14) para que Ele pudesse morrer por nós. Jesus, Deus em forma humana, morreu na cruz. Como Deus, Sua morte foi de valor infinito e eterno, pagando o preço total pelo pecado (1 João 2:2). Deus nos convida a receber Jesus Cristo como Salvador, aceitando Sua morte como o pleno e justo pagamento pelos nossos pecados. Deus promete que todo aquele que crê em Jesus (João 3:16), confiando somente nEle como o Salvador (João 14:6), será salvo, ou seja, não irá para o inferno.

Deus não quer que ninguém vá para o inferno (2 Pedro 3:9). É por isso que Deus fez o sacrifício supremo, perfeito e suficiente a nosso favor. Se você não quiser ir para o inferno, receba Jesus como o seu Salvador. É um processo muito simples. Diga a Deus que você reconhece que é um pecador e que merece ir para o inferno. Diga a Deus que você está confiando em Jesus Cristo como o seu Salvador. Agradeça a Deus por providenciar pela sua salvação e libertação do inferno. Através de fé simples, quer dizer, confiando em Jesus Cristo como Salvador, é como você pode evitar ir para o inferno!

segunda-feira, 28 de maio de 2018

A oração de salvação


Muitas pessoas perguntam: "Existe uma oração que eu possa orar para alcançar a minha salvação?" Ao considerar esta pergunta, é importante lembrar-se de que a salvação não é recebida através da repetição de uma oração ou certas palavras. A Bíblia não registra em nenhum lugar uma pessoa recebendo salvação por orar. Fazer uma oração não é o meio bíblico de salvação.

O método bíblico de salvação é acreditar em Jesus. João 3:16 diz: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. Salvação é adquirida através da fé (Efésios 2:8), ao receber Jesus como Salvador (João 1:12) e ao confiar plenamente nEle (João 14:6; Atos 4:12) – não por repetir uma oração.

A mensagem bíblica de salvação é simples, clara e surpreendente ao mesmo tempo. Todos nós temos pecado contra Deus (Romanos 3:23). Não há um sequer que tenha vivido uma vida inteira sem pecar (Eclesiastes 7:20). Por causa de nosso pecado, merecemos o julgamento de Deus (Romanos 6:23), e esse julgamento é a morte física seguida da morte espiritual. Por causa de nosso pecado e seu castigo merecido, não há nada que possamos fazer por conta própria para nos justificar diante de Deus. Como um resultado do Seu amor por nós, Deus tornou-se um ser humano na Pessoa de Jesus Cristo.

Jesus viveu uma vida perfeita e sempre ensinou a verdade. Entretanto, a humanidade rejeitou Jesus e O pôs a morrer na cruz. Jesus morreu em nosso lugar através daquele ato horrível. Jesus levou sobre si o peso e julgamento do pecado, e morreu por nós (2 Coríntios 5:21). Jesus então ressuscitou dos mortos (1 Coríntios 15), provando que Seu pagamento pelo pecado era suficiente, e que Ele tinha vencido o pecado e a morte. Como um resultado do sacrifício de Jesus, Deus nos oferece salvação como um presente. Deus nos convida a transformar nossas mentes sobre Jesus (Atos 17:30), e a recebê-lO como o pagamento completo por nossos pecados (1 João 2:2). Salvação só é alcançada quando recebemos o presente que Deus nos oferece, não por simplesmente fazer uma oração.

Agora, isso não quer dizer que oração não possa fazer parte do processo de receber a salvação. Se você entende o Evangelho, acredita na sua veracidade e aceitou Jesus como o seu Salvador - é bom e apropriado expressar sua fé a Deus em oração. Comunicar-se com Deus através de oração pode ser um meio de progredir de simplesmente aceitar os fatos sobre Jesus como verdadeiros a plenamente confiar em Jesus como o Salvador. A oração pode fazer parte do ato de colocar a sua fé apenas em Jesus para a salvação.

No entanto, é muito importante que você não baseie sua salvação em simplesmente ter feito uma oração. O ato de simplesmente orar não pode salvá-lo! Se você quiser receber a salvação disponível através de Jesus, coloque sua fé nEle. Confie plenamente em Sua morte como o sacrifício suficiente para pagar pelos seus pecados. Dependa dEle completamente como o seu Salvador. Esse é o método bíblico de salvação. Se você recebeu Jesus como seu Salvador, então comunique-se com Deus através de uma oração. Diga a Deus o quão agradecido você é por Jesus. Louve a Deus por Seu amor e sacrifício. Agradeça a Jesus por ter morrido por seus pecados e por ter lhe providenciado a salvação. Essa é a conexão bíblica entre a salvação e a oração!

quinta-feira, 24 de maio de 2018

As 10 pragas do Egito


Estas terríveis visitações tiveram por fim levar Faraó a reconhecer e a confessar que o Deus dos hebreus era supremo, estando o Seu poder acima da nação mais poderosa que era então o Egito (Êx 9.16 - 1 Sm 4.8, etc.) cujos habitantes deviam ser julgados pela sua crueldade e grosseira idolatria. 1: A conversão do Nilo em sangue. os egípcios tributavam honras divinas ao rio Nilo, e reverenciavam-no como o primeiro dos seus deuses. Diziam que ele era o rival do céu, visto como regava a terra sem o auxílio de nuvens e de chuva. o fato de se tornar em sangue a água do sagrado rio, durante sete dias, era uma calamidade, que foi causa de consternação e terror (Êx 7.14 e seguintes). 2: A praga das rãs. Na praga das rãs foi o próprio rio sagrado um ativo instrumento de castigo, juntamente com outros dos seus deuses. A rã era um animal consagrado ao Sol, sendo considerada um emblema de divina inspiração nas suas intumescências. o repentino desaparecimento da praga foi uma prova tão forte do poder de Deus, como o seu aparecimento. (Êx 8.1 e seg.). 3: Piolhos. A praga dos piolhos foi particularmente uma coisa horrorosa para o povo egípcio, tão escrupulosamente asseado e limpo. Dum modo especial os sacerdotes rapavam o pelo de todo o corpo de três em três dias, a fim de que nenhum parasita pudesse permanecer neles, enquanto serviam os seus deuses. Esta praga abalou os próprios magos, pois que, em conseqüência da pequenez desses insetos, eles não podiam produzi-los pela ligeireza de mãos, sendo obrigados a confessar que estava ali o ‘dedo de Deus’ (Êx 8.19).4: Moscas. As três primeiras pragas sofreram-nas os egípcios juntamente com os israelitas, mas por ocasião da quarta separou Deus, de um modo especial, dos seus opressores, o povo que tinha escolhido (Êx 8.20 a 23). Este milagre seria, em parte, contra os sagrados escaravelhos, adorados no Egito. *veja Peste no gado. 5: praga se declarou no dia seguinte, em conformidade com a determinação divina (Êx 9.1 e seguintes). outra vez é feita uma distinção entre os egípcios e os seus cativos. o gado dos primeiros é inteiramente destruído, escapando à mortandade o dos israelitas. Este milagre foi diretamente operado pela mão de Deus, sem a intervenção de Arão, embora Moisés fosse mandado a Faraó com o usual aviso. Vi. Úlceras e tumores. (Êx 9.8 e seguintes.) 6: praga mostra que, da parte de Deus, tinha aumentado a severidade contra um monarca obstinado, de coração pérfido. E aparecia agora também Moisés como executor das ordens divinas - com efeito, tendo ele arremessado ao ar, na presença de Faraó, uma mão cheia de cinzas, caiu uma praga de úlceras sobre o povo. Foi um ato significativo. A dispersão de cinzas devia recordar aos egípcios o que eles costumavam fazer no sacrifício de vítimas humanas, concorrendo o ar, que era também uma divindade egípcia, para disseminar a doença. 7: A saraiva. (Êx 9.22 e seguintes.) Houve, com certeza, algum intervalo entre esta praga e a do nº 6, porque os egípcios tiveram tempo de ir buscar mais gado à terra de Gósen, onde estavam os israelitas. É também evidente que os egípcios tinham por esta ocasião um salutar temor do Deus de israel, e a tempo precaveram-se contra a terrível praga dos trovões e da saraiva (Êx 9.20). 8: os gafanhotos. Esta praga atacou o reino vegetal. Foi um castigo mais terrível que os outros, porque a alimentação do povo constava quase inteiramente de vegetais. Nesta ocasião os conselheiros de Faraó pediram com instância ao rei que se conformasse com o desejo dos mensageiros de Deus, fazendo-lhe ver que o país já tinha sofrido demasiadamente (Êx 10.7). Faraó cedeu até certo ponto, permitindo que somente saíssem do Egito os homens - mas mesmo isto foi feito com tão má vontade que mandou sair da sua presença a Moisés e Arão (Êx 10.7 a 11). Foi então que uma vez mais estendeu Moisés o seu braço à ordem de Deus, cobrindo-se a terra de gafanhotos, destruidores de toda a vegetação que tinha escapado da praga da saraiva. outra vez prometeu o monarca que deixaria sair os israelitas, mas sendo a praga removida, não cumpriu a sua palavra. 9: Três dias de escuridão. A praga das trevas mostraria a falta de poder do deus do Sol, ao qual os egípcios prestavam culto. Caiu intempestivamente a nova praga sobre os egípcios, havendo uma horrorosa escuridão sobre a terra durante 3 dias (Êx 10.21 e seguintes). Mas os israelitas tinham luz nas suas habitações. Faraó já consentia que todo o povo deixasse o Egito, devendo, contudo, ficar o gado. Moisés, porém, rejeitou tal solução. Sendo dessa força a cegueira do rei, anunciou a última e a mais terrível praga que seria a destruição dos primogênitos do Egito (Êx 10.24 a 11.8). Afastou-se Moisés irritado da presença de Faraó cujo coração estava ainda endurecido (Êx 11.9,10). 10:

A morte dos primogênitos. Foi esta a última e decisiva praga (Êx 11.1 e seguintes). E foi, também, a mais claramente infligida pela direta ação de Deus, não só porque não teve relação alguma com qualquer fenômeno natural, mas também porque ocorreu sem a intervenção de qualquer agência conhecida. Mesmo as famílias, onde não havia crianças, foram afligidas com a morte dos primogênitos dos animais. os israelitas foram protegidos, ficando livres da ação do anjo exterminador, pela obediência às especiais disposições divinas.

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Salmos 138.8


"O que a mim me concerne o SENHOR levará a bom termo.” (Salmos 138.8)

A confiança que o salmista expressou nestas palavras era divina. O salmista não disse: “Tenho graça suficiente para aperfeiçoar o que a mim me concerne. Minha fé é tão firme que não vacilarei; meu amor é tão ardente que jamais se esfriará; minha determinação é tão firme que nada a abalará”. Não, a dependência do salmista estava apenas no Senhor.

sábado, 19 de maio de 2018

O que faz Jesus exultar?

O que faz Jesus exultar
Versículo do dia: Naquela hora, exultou Jesus no Espírito Santo e exclamou: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e instruídos e as revelaste aos pequeninos. Sim, ó Pai, porque assim foi do teu agrado. (Lucas 10.21)

Esse versículo é uma das únicas duas passagens nos evangelhos onde se diz que Jesus se alegrou. Os setenta discípulos tinham acabado de voltar de suas jornadas para pregação e relataram seu sucesso a Jesus.

Lucas escreve no versículo 21: “Naquela hora, exultou Jesus no Espírito Santo e exclamou: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e instruídos e as revelaste aos pequeninos. Sim, ó Pai, porque assim foi do teu agrado”.




Observe que os três membros da Trindade se alegram aqui: Jesus está se alegrando; mas é dito que ele está se alegrando no Espírito Santo. Eu considero que isso signifique que o Espírito Santo está enchendo-o e movendo-o a se alegrar. Depois, no fim do versículo, é descrito o agrado de Deus Pai. A NVI o traduz como: “Sim, Pai, pois assim foi do teu agrado”.

Ora, o que fez toda a Trindade se alegrar juntamente nesta passagem? É o amor livre e eletivo de Deus em esconder coisas da elite intelectual e revelá-las aos pequeninos. “Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e instruídos e as revelaste aos pequeninos”.

E o que o Pai esconde de alguns e revela a outros? Lucas 10.22 responde: “Ninguém sabe quem é o Filho, senão o Pai”. Assim, o que Deus Pai deve revelar é a verdadeira identidade espiritual do Filho.

Quando os setenta discípulos voltam de sua missão evangelística e dão seu relatório a Jesus, ele e o Espírito Santo se regozijam de que Deus Pai, escolheu, de acordo com sua boa vontade, revelar o Filho aos pequeninos e escondê-lo dos sábios.

A questão não é que existam apenas certas classes de pessoas escolhidas por Deus. A questão é que Deus é livre para escolher os candidatos menos prováveis ​​para a sua graça.

Deus contradiz o que o mérito humano poderia ditar. Ele esconde dos sábios e revela aos mais desamparados e incapazes.

Quando Jesus vê o Pai livremente

iluminando e salvando as pessoas cuja única esperança é a livre graça, ele exulta no Espírito Santo e se deleita na eleição do seu Pai.

quinta-feira, 17 de maio de 2018

Como posso me tornar um cristão?


Um homem na cidade grega de Filipos fez uma pergunta bastante parecida a Paulo e Silas. Sabemos de pelo menos três coisas sobre esse homem: ele era um carcereiro, era pagão e estava desesperado. Ele estava às margens de cometer suicídio quando Paulo o interrompeu. E foi nesse instante que esse homem perguntou: “O que devo fazer para que seja salvo?” (Atos 16:30).

O fato de que fez essa pergunta mostra que reconhecia sua necessidade de salvação—ele via apenas morte para si mesmo, e sabia que precisava de ajuda. O fato de que faz tal pergunta a Paulo e Silas mostra que acreditava que eles tinham a resposta.

A resposta vem de forma simples e rápida: “Crê no Senhor Jesus, e serás salvo, tu e tua casa” (verso 31). O resto da passagem mostra que o homem acreditou na mensagem e se converteu. Sua vida começou a demonstrar a diferença daquele dia em diante.

Note que a conversão desse homem foi baseada em fé (“Crê”). Ele tinha que confiar em Jesus e nada mais. Ele acreditou que Jesus era o Filho de Deus (“Senhor”) e o Messias que tinha cumprido as Sagradas Escrituras (“Cristo”). Sua fé também incluía uma crença em que Jesus tinha morrido por seu pecado e ressuscitado, pois essa era a mensagem que Paulo e Silas estavam pregando (veja Romanos 10:9-10 e 1 Coríntios 15:1-4).

“Converter-se” significa literalmente “voltar-se”. Quando nos voltamos em direção a alguma coisa, estamos ao mesmo tempo nos voltando contra outra coisa. Quando nos voltamos a Jesus, precisamos nos voltar contra o pecado. A Bíblia chama esse processo de voltar-se contra o pecado de “arrependimento” e o processo de voltar-se a Jesus de “fé”. Então, arrependimento e fé complementam um ao outro. Os dois são mencionados em 1 Tessalonicenses 1:9: “deixando os ídolos, vos convertestes a Deus”. Um Cristão vai deixar para trás seus caminhos anteriores e qualquer coisa pertencente à religião falsa como resultado de sua conversão genuína ao Cristianismo.

Explicando de forma simples, para converter-se ao Cristianismo é necessário acreditar que Jesus Cristo é o Filho de Deus que morreu pelos seus pecados e ressuscitou. Você precisa concordar com Deus sobre ser um pecador que precisa de salvação, e precisa confiar em Jesus – e só nEle – para salvá-lo. Ao voltar-se contra o pecado em direção a Cristo, Deus promete salvá-lo e dá-lo o Espírito Santo, o qual vai fazer de você uma nova criatura.

O Cristianismo, em essência, não é uma religião. O Cristianismo, de acordo com a Bíblia, é um relacionamento com Jesus Cristo. O Cristianismo é Deus oferecendo salvação a qualquer um que acredita e confia no sacrifício de Jesus na cruz. A pessoa que se converte ao Cristianismo não está trocando uma religião por outra. Converter-se ao Cristianismo significa receber o presente que Deus oferece e começar um relacionamento pessoal com Jesus Cristo que resulta em perdão dos pecados e eternidade no Céu depois da morte.

Você deseja converter-se ao Cristianismo por causa de tudo que leu neste artigo? Se sua resposta for sim, encontre a seguir uma simples oração que você pode oferecer a Deus. Fazer essa oração, ou qualquer outra oração, não vai salvá-lo. Só sua confiança em Cristo pode salvá-lo de seu pecado. Essa oração é apenas uma forma de expressar a Deus sua fé nEle e de agradecer a Ele pela provisão para a sua salvação. "Deus, sei que tenho pecado contra Ti e que mereço punição. Entretanto, Jesus carregou sobre Si a punição que mereço, para que por fé eu pudesse ser perdoado. Coloco minha confiança em Ti para salvação. Obrigado por Tua maravilhosa graça e perdão – o presente de vida eterna! Amém!"

sábado, 12 de maio de 2018

Parábolas


PARÁBOLA
É o desenvolvimento de uma comparação de dois termos, resultando numa narrativa. Por exemplo, a comparação "A palavra de Deus é como a semente" foi desenvolvida na parábola do semeador. A parábola é uma historieta inventada, mas baseada em fatos corriqueiros da vida. Como na comparação, assim também na parábola os termos devem ser tomados no sentido próprio. Na parábola, porém, o confronto não se verifica entre dois termos, e sim entre duassituações. É desse confronto que se deve tirar o ensinamento, fim principal da parábola. 

Parábolas de Jesus: 
 

Administrador infiel: Lc 16,1-13.
Amigo importuno: Lc 11,5-8.
Avarento insensato: Lc 12,16-21.
Bodas do filho do rei: Mt 22,1-14.
Bom Pastor: Jo 10,1-16.
Bom samaritano: Lc 10,30-37.
Casa sobre rocha: Mt 7,24-27; Lc 6,47-49.
Cem moedas de prata: Lc 19,11-26.
Dez virgens: Mt 25,1-13.
Dois devedores: Lc 7,41s.
Fariseu e o cobrador de impostos: Lc 18,9-14.
Fermento: Mt 13,33; Lc 13,20s.
Figueira estéril: Lc 13,6-9.
Filho fingido: Mt 21,28-32.
Filho pródigo: Lc 15,11-32.
Grande ceia: Lc 14,16-24.
Grão de mostarda: Mt 13,31s; Mc 4,30-32; Lc 13,18-21.
Grão de trigo: Jo 12,24.
Joio entre o trigo: Mt 13,24-30.36-43.
Juiz iníquo: Lc 18,1-8.
Lavradores homicidas: Mt 21,33-46; Mc 12,1-12; Lc 20,9-19.
Moeda perdida: Lc 15,8-10.
Ovelha extraviada: Mt 18,12-14; Lc 15,1-7.
Pai de família: Mt 13,52.
Pérola preciosa: Mt 13,45s.
Rede de pesca: Mt 13,47-50.
Rei que vai guerrear: Lc 14,31-33.
Rico avarento e o pobre Lázaro: Lc 16,19-31.
Roupa velha: Mt 9,16; Mc 2,21; Lc 5,36.
Semeador: Mt 13,1-9.18-23; Mc 4,3-20; Lc 8,4-15.
Semente que cresce: Mc 4,26-29.
Servo cruel: Mt 18,23-35.
Servos inúteis: Lc 17,7-10.
Servos vigilantes: Mt 24,42-51; Lc 12,35-48.
Talentos: Mt 25,14-30.
Tesouro no campo: Mt 13,44.
Torre a ser construída: Lc 14,28-30.
Trabalhadores na vinha: Mt 20,1-16.
Videira e ramos: Jo 15,1-8.
Vinho novo: Mt 9,17; Mc 2,22; Lc 5,37-39.

sexta-feira, 11 de maio de 2018

Honra teu pai e tua mãe

Honre seu pai e sua mãe
Êxodo 20 nos dá os Dez Mandamentos que Deus deu ao povo de Israel. O quinto (Êxodo 20:12) é sobre os pais:

Êxodo 20:12 
“Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o SENHOR, teu Deus, te dá.”

Deus mandou que o povo de Israel HONRASSE seus pais e mães. O que “honra teu pai e tua mãe” significa? Aqui está como um comentarista define isso:

“Esse era um plano ordenado por Deus, escrito com sua própria mão, e foi entregue por Moisés a eles; era de natureza moral, e de obrigação eterna: é para ser entendido, não simplesmente como uma elevada estima que os filhos deveriam ter em relação aos seus pais, ou o uso de uma linguagem e gestos respeitosos diante deles, nem apenas uma alegre obediência a ser cedidas a eles; mas também de honrá-los com sua substância, alimentação, vestimenta, e os suprindo com as necessidades da vida, quando eles estiverem em necessidade dos mesmos; que é, porém serviço razoável deles, por todo o cuidado, despesa e problemas que eles tenha tido em trazê-los neste mundo” (Exposição de toda a Bíblia de John Gill, Dr. John Gill 1690-1771)

Honrar seus pais envolve elevada estima, reverência e apoio. Isso significa que você estará lá para eles quando houver a necessidade e que vocês cuidam deles com seu serviço, apoio, dinheiro, visitas e etc.

Honrando seus pais e promessas associadas com isso
Em contraste com os outros mandamentos, onde nenhuma promessa específica está ligada diretamente a eles, Deus, ao dar este mandamento, também adicionou uma promessa específica. Como ele disse, “honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o SENHOR, teu Deus, te dá”. Mas Ele não para ali. Deuteronômio 5:16 afirma o mesmo mandamento mas com uma promessa adicional anexado a ele:

Deuteronômio 5:16 
“Honra a teu pai e a tua mãe, como o SENHOR teu Deus te ordenou, para que se prolonguem os teus dias [promessa 1], e para que te vá bem na terra que te dá o SENHOR teu Deus[promessa 2].”

Paulo está repetindo o mandamento em Efésios 6:2-3:

“Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa; Para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra.”

Paulo diz que esse é o “primeiro mandamento com promessa”. O primeiro mandamento que Deus deu e que continha uma promessa era o mandamento de honrar nossos pais! É realmente uma grande promessa! Você viverá muito tempo sobre a terra e te irá bem! Você quer viver muito tempo sobre a terra? Você quer ficar bem? Bem, aqui está para você: honre seus pais e é isso que vai acontecer!

Honrar seus pais: a visão de Jesus
Como no caso dos outros mandamentos, assim também como honrar os pais, Deus diz o que aconteceria se alguém não guardasse este mandamento. Jesus resumiu em Marcos 7 tanto o mandamento e o que, de acordo com este mandamento, aconteceria se não guardar:

Marcos 7:10 
“Porque Moisés disse: Honra a teu pai e a tua mãe; e quem maldisser, ou o pai ou a mãe, certamente morrerá.”

O verbo “maldizer” aqui é o verbo grego “kakologeo” que significa “falar mal”. Quem quer que falasse mal contra seu pai ou mãe era condenado à morte. Para ver um exemplo de não honrar os pais, continue abaixo com a passagem de Marcos:

Marcos 7:11-13 
“Vós, porém, dizeis: Se um homem disser ao pai ou à mãe: Aquilo que poderias aproveitar de mim é Corbã, isto é, oferta ao Senhor; Nada mais lhe deixais fazer por seu pai ou por sua mãe, Invalidando assim a palavra de Deus pela vossa tradição, que vós ordenastes. E muitas coisas fazeis semelhantes a estas.”

A palavra “Corbã” é a palavra hebraica que significa “oferta a Deus”. Esta palavra é usada em Levítico 1:2, por exemplo, onde diz:

Levítico 1:2 
“Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando algum de vós oferecer oferta [Corbã] ao SENHOR, oferecerá a sua oferta de gado, isto é, de gado vacum e de ovelha.”

A palavra oferecer aqui é a palavra Corbã que o Senhor também usou para falar daqueles judeus que não honraram seus pais. Em essência, o que esses judeus estavam dizendo aos seus pais era “tudo que vocês poderiam se beneficiar de mim, minha propriedade, minha renda, é Corbã dedicado a Deus e eu não posso dar isso a vocês. Isso era um voto que eles costumavam fazer para evitar dar aos seus pais. Eles fizeram um voto dedicando tudo para Deus e, portanto, eles podiam alegar que nada tinham para apoiar e logo, nenhuma obrigação para tal apoio em relação a seus pais. Como Barnes explica:

“Se ele tinha uma vez dedicado sua propriedade e dito que era “Corbã” ou uma oferta a Deus – isso não poderia ser apropriado para o apoio dos pais. Se os pais eram necessitados e pobres e se dirigissem ao filho em busca de assistência, e o filho respondesse, embora irritado, “É dedicado a Deus; essa propriedade que vocês precisam, e por qual vocês poderiam estar aproveitando de mim é “Corbã” – Eu dei isso a Deus;” os judeus diziam que a propriedade não podia ser retirada e o filho não tinha obrigação de ajudar aos pais com ela. Ele tinha feito uma coisa mais importante ao oferecê-la a Deus. O filho estava livre. Ele não poderia ser requerido para fazer alguma coisa por seu pai depois daquilo. Assim, ele poderia em um momento se livrar da obrigação de obedecer ao seu pai ou mãe» (Notas de Albert Barnes na Bíblia, Albert Barnes (1798-1870))

Nosso Senhor Jesus Cristo condenou o uso da desculpa do “Corbã” – oferta a Deus – para evitar o auxílio aos pais. Obviamente para ele honrar aos pais era algo muito importante, tão importante quanto foi para Deus quando listou isso nos 10 mandamentos.

Honrando seu pai e mãe: Conclusão
É mandamento de Deus honrar nossos pais com tudo que essa honra pode incluir. O mandamento de honrar nossos pais é o primeiro mandamento com promessa e realmente uma grande promessa: Viver por muito tempo sobre a terra e estar bem com você! A maioria das pessoas não vai querer mais que isso! Bom, essa é a promessa! Embora, não é incondicional! É condicional e será concedida para aqueles que honrarem seus pais. O mandamento de honrar nossos pais era tão importante o que falasse mal de seus pais morreria. Sim, hoje vivemos sob a era da graça, mas o mandamento do Senhor e Sua promessa estão aí. E o desafio está aí para nós também:

Efésios 6:2-3 
“Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa; Para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra.”

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Como tornar-se um filho de Deus


"Mas, a todos quantos o [Jesus] receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus" (João 1:12).

"Você precisa nascer de novo"
Quando visitado por um líder religioso chamado Nicodemos, Jesus não imediatamente o assegurou de que ia ao céu. Ao invés, Cristo disse: "Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus" (João 3:3).

A primeira vez que uma pessoa nasce, ela herda a natureza pecaminosa que resulta da desobediência de Adão no Jardim do Éden. Ninguém tem que ensinar uma criança a pecar. Ela já naturalmente segue seus desejos de fazer o errado, os quais a levam a cometer pecados como mentir, roubar e odiar. Ao invés de ser um filho de Deus, a criança é na verdade um filho da desobediência e ira.

“Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar [Satanás], do espírito que agora atua nos filhos da desobediência; entre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais” (Efésios 2:1-3).

Como filhos da ira, merecemos ser separados de Deus no inferno. Felizmente, a passagem continua: “Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, -pela graça sois salvos-” (Efésios 2:4-5).

Receba a Jesus
"Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus" (João 1:12).

Esta passagem explica claramente como tornar-se um Filho de Deus. Precisamos receber Jesus através da fé nEle. O que precisamos acreditar sobre Jesus?

Primeiro, precisamos reconhecer que Jesus é o eterno Filho de Deus que se tornou homem. Nascido do poder do Espírito Santo, pela virgem Maria, Jesus não herdou a natureza pecaminosa de Adão. Então, Ele é chamado de segundo Adão (1 Coríntios 15:22). Enquanto que a desobediência de Adão trouxe a maldição do pecado ao mundo, a vida perfeita de Cristo pode cobrir as nossas transgressões. Nossa resposta deve ser de nos arrepender (voltar-nos contra o pecado), confiando em Sua vida perfeita para nos purificar.

Segundo, precisamos ter fé em Jesus como Salvador. O plano de Deus foi de sacrificar o Seu Filho perfeito na cruz para pagar pela punição que merecemos pelo nosso pecado: a morte. A morte de Cristo liberta a todo aquele que O recebe da penalidade e do poder do pecado.

Finalmente, precisamos seguir a Jesus como Senhor. Depois de fazer de Cristo o Vitorioso sobre o pecado e a morte, Deus deu a Ele toda autoridade (Efésios 1:20-23). Jesus guia todos que O recebem; Ele vai julgar a todos que O rejeitam (Atos 10:42).

Porque a graça de Deus nos leva ao arrependimento e fé no Salvador e Senhor, somos nascidos de novo para uma nova vida como filhos de Deus. Apenas aqueles que recebem a Jesus – não apenas um conhecimento intelectual sobre Ele, mas realmente dependendo dEle de coração para a salvação, submetendo-se a Ele como Mestre, e amando a Ele como o tesouro supremo – tornam-se filhos de Deus.

Torne-se um filho de Deus
"Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; a saber: aos que crêem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus" (João 1:12-13).

Assim como não tivemos influência alguma sobre o nosso nascimento a este mundo, não podemos fazer nada que causaria o nosso nascimento à família de Deus, nem através de boas obras, nem por invocar uma fé qualquer. Como o verso acima diz: Deus é quem “nos deu o poder” de acordo com a sua vontade graciosa. “Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus” (1 João 3:1). Por causa disso, o filho de Deus não tem nada do que se orgulhar, mas se vangloria apenas no Senhor (Efésios 2:8-9).

Uma criança cresce e se parece com os seus pais. Igualmente, Deus quer que Seus filhos tornem-se mais e mais como Jesus Cristo. Apesar de que apenas no céu seremos perfeitos, um filho de Deus não vai habitualmente pecar sem se arrepender. “Filhinhos, não vos deixeis enganar por ninguém; aquele que pratica a justiça é justo, assim como ele é justo. Aquele que pratica o pecado procede do diabo, porque o diabo vive pecando desde o princípio. Para isto se manifestou o Filho de Deus: para destruir as obras do diabo. Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado; pois o que permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus. Nisto são manifestos os filhos de Deus e os filhos do diabo: todo aquele que não pratica justiça não procede de Deus, nem aquele que não ama a seu irmão” (1 João 3:7-10).

Não se engane; um filho de Deus não pode ser “renegado” por pecar. Entretanto, alguém que “pratica” o pecado (quer dizer, consistentemente desfruta do pecado sem se preocupar em viver de uma forma que agrade a Deus) revela que nunca nasceu de novo. Jesus falou a tais pessoas: “Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhes aos desejos” (João 8:44). Os filhos de Deus, por outro lado, não mais desejam a gratificação do pecado, mas sim conhecer, amar e glorificar ao seu Pai.

A recompensa de ser um filho de Deus é imensurável. Como filhos de Deus, fazemos parte de Sua família (a igreja), temos como promessa um lar no céu e recebemos o direito de nos aproximar de Deus em oração como o nosso Pai (Efésios 2:19; 1 Pedro 1:3-6; Romanos 8:15).

Responda ao chamado de Deus de se arrepender dos seus pecados e acreditar em Cristo. Torne-se um filho de Deus hoje mesmo!

domingo, 6 de maio de 2018

A escolha de Davi


E disse Davi a Joabe e aos maiorais do povo: Ide, contai a Israel desde Berseba até Dã; e trazei-me a conta, para que saiba o número deles.

(1 Crônicas 21.2)

Até servos de Deus, se não vigiarem, serão usados pelo inimigo. Isso ocorreu com o rei Davi, quando sentiu que deveria contar o povo. Essa atitude pareceu má aos olhos dos homens que andavam com o Senhor, mas, mesmo tendo sido aconselhado, ele permaneceu firme em sua decisão. O preço pago foi alto por ter feito o recenseamento. Ele se arrependeu, mas sem antes ver o custo de sua tola decisão. Cuidado para não ser guiado por Satanás!

Devemos ouvir os que andam perto de Deus, pois eles são usados de modo claro. Quando falam, dá para perceber a autoridade no timbre da voz. A pessoa que age inspirada pelo diabo até sente que a sua atitude é errada, porém insiste nela. Se você conversar com alguém que pecou, ele dirá que, na primeira vez, tremia dos pés à cabeça, mas, depois, tudo parecia normal.

quinta-feira, 3 de maio de 2018

João 17.15

"Não peço que os tires do mundo.” (João 17.15)

Para todos os crentes, a ida ao lar, a fim de estarem com Jesus, no tempo determinado por Deus, será um acontecimento bendito e feliz. Em apenas alguns anos, os soldados de Cristo que agora estão lutando o bom combate da fé (ver 1 Timóteo 6.12) terminarão o seu conflito e entrarão no gozo de seu Senhor.

quarta-feira, 2 de maio de 2018

O que agrada a Deus?


A fé agrada a Deus porque pela fé em Jesus podemos ser salvos. Deus nos ama e quer nos salvar. Quando confiamos em Deus mostramos que não rejeitamos Seu amor.

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Davi

o segundo e o mais ilustre dos reis de israel. Era filho de Jessé, bisneto de Rute, e nasceu em Belém, sendo o mais novo de uma família de dez. Davi, na sua mocidade, foi pastor, ocupação que nos países orientais era geralmente exercida pelos escravos, pelas mulheres, ou pelos íntimos da família. Apesar de tudo isto foi ungido por Samuel para ser rei de israel. Como era hábil tocador de harpa, foi chamado por Saul com o fim de suavizar a melancolia do infeliz monarca (1 Sm 16). o lugar do recontro de Davi com Golias foi Efes-Damim (1 Sm 17), que fica entre os montes da parte ocidental de Judá - e o ribeiro que corria entre dois exércitos era o Elá, ou ‘o Terebinto’, que hoje tem o nome de Wady Es-Sunt. A fama que Davi adquiriu pelo fato de ter vencido o gigante, se por um lado motivou o seu casamento com Mical, filha do rei, foi, também, causa de ter Saul maliciosos ciúmes do jovem guerreiro. Todavia, o rei nomeou Davi capitão da sua real guarda, posição somente inferior à de Abner, o general do exército, e à de Jônatas, o presuntivo herdeiro do trono. Davi e Jônatas vieram a ser dedicados amigos, mas a louca inveja e os maus intentos do rei arrastaram por fim Davi para o exílio. Ele foi ter primeiramente com o sacerdote Aimeleque, mas depois refugiou-se na corte de Aquis, o filisteu monarca de Gate, e dali pôde livrar-se, fingindo-se louco (1 Sm 19 a 21). Retirando-se de Gate, escondeu-se Davi na caverna de Adulão - e foi depois para uma fortaleza perto de En-Gedi - e mais tarde apareceu no bosque de Herete ao sul de Judá. Aqui se juntou a Davi um grupo de homens dedicados, que de boa vontade compartilhavam os seus perigos. É verdade que pertencer ao partido de Davi era uma situação perigosa, e isso se patenteou no assassinato de Aimeleque e dos sacerdotes que Doegue o idumeu, perpetrou por mandado de Saul (1 Sm 22). os amigos de Davi entraram na fortificada cidade de Queila, e esperava Saul apanhá-los ali de surpresa (1 Sm 23). Em contraste com a furiosa perseguição, movida contra Davi, manifesta-se a cavalheiresca atenção do fugitivo para com ‘o ungido do Senhor’, como se mostrou quando ele poupou a vida de Saul no deserto de En-Gedi (1 Sm 24), e no deserto de Zife (1 Sm 26). Foi para esta nobre disposição que Abigail apelou no caso do insensato Nabal (1 Sm 25). Por algum tempo achou Davi abrigo junto de Aquis, rei de Gate, e então Saul não o procurou mais (1 Sm 27.4). Na ausência de Davi, foi tomada Ziclague e incendiada pelos amalequitas - mas Davi perseguiu os invasores, derrotou-os, e assim pôde livrar do cativeiro muitas pessoas, entre as quais estavam as suas próprias mulheres (1 Sm 30). Depois da desastrosa batalha de Gilboa (1 Sm 31), proferiu Davi aquela tocante lamentação a respeito de Saul e Jônatas (2 Sm 1). Davi veio a ser, então, rei de Judá - foi ungido em Hebrom (2 Sm 2), e reinou ali por mais de sete Prolongada guerra houve entre a casa de Saul e a casa de Davi (2 Sm 3.1). Mas, depois do assassinato de is-Bosete, filho de Saul (2 Sm 4), ato que foi fortemente desaprovado por Davi, tornou-se ele rei de todo o povo de israel (2 Sm 5). Pensou, então, em conquistar uma fortaleza, a única que no centro daquela terra tinha resistido às forças do povo escolhido. Por meio de um repentino assalto foi tomada a cidade de Jebus, sendo daí para o futuro conhecida pelo seu antigo nome Jerusalém, e também pelo nome de Sião (2 Sm 5). Esta cidade foi grandemente fortificada, tornando-se a capital do reino. A arca foi transportada com grande solenidade de Quiriate-Jearim sendo construída uma nova tenda ou tabernáculo para recebê-la (2

Sm 6). A prosperidade continuou a bafejar as armas de Davi - mas no meio de tantos triunfos, quando o seu exército estava cercando Rabá, caiu ele nas profundezas do pecado, planejando a morte de Urias, depois de ter cometido adultério com Bate-Seba (2 Sm 11). Convencido da sua grave falta, arrependeu-se, implorando a misericórdia do Senhor, e foi perdoado - mas a parte restante da sua vida foi amargurada com questões de família. Absalão, seu filho muito amado, revoltou-se contra ele, e por algum tempo Davi teve de exilar-se - mas por fim morreu o ingrato e revoltado israelita, que tanto martirizou seu pai (2 Sm 15 a 18). o insensato procedimento do rei, na numeração do povo, enevoou ainda mais a vida de Davi (2 Sm 24). Finalmente, depois de ter Adonias pretendido o trono, abdicou Davi em favor de Salomão, confiando-lhe, além disso, a tarefa de edificar o templo, para o qual ele tinha reunido muitos materiais. E, depois das recomendações finais ao seu sucessor, descansou com seus pais, ‘e foi sepultado na cidade de Davi’ (1 Rs 1 e 2). A vida de Davi acha-se cheia de incidentes românticos e de contrastes surpreendentes. É, realmente, uma história humana, que manifesta tanto a fraqueza como a força de uma alma de extraordinária capacidade. o ter sido qualificado Davi como homem ‘segundo o coração de Deus’ (1 Sm 13.14 e At 13.22) não significa, de forma alguma, que Davi fosse homem perfeito, mas somente que ele era um agente escolhido do Senhor para os Seus profundos desígnios. os pecados de Davi foram causa de graves acontecimentos na sua vida, mas nele se via um homem que se humilhou a si mesmo em grande arrependimento na convicção de haver pecado (2 Sm 12). Sobre o caráter geral de Davi diz o deão Stanley o seguinte: ‘Tendo em vista a complexidade dos elementos que constituem o caráter de Davi, a paixão, a ternura, a generosidade, a altivez, as suas qualidades de soldado, pastor, poeta, estadista, sacerdote, profeta, rei - considerando ainda nesse homem extraordinário o amigo romântico, o guia cavalheiresco, o pai dedicado, não se encontra em todo o A.T. outra pessoa com a qual ele se possa comparar... É ele o tipo e a profecia de Jesus Cristo. Não se chama a Jesus o filho de Abraão, ou o filho de Jacó, ou o filho de Moisés, mas sim o ‘filho de Davi’.

sexta-feira, 27 de abril de 2018

Bênçãos espirituais


Versículo do Dia:“Deus, o nosso Deus.” (Salmos 67.6)

É estranho o fato de que fazemos pouco uso das bênçãos espirituais que Deus nos outorga. No entanto, ainda mais estranho é nos beneficiarmos tão pouco de Deus mesmo. Apesar de ser Ele “o nosso Deus”, recorremos pouco a Ele e pedimos pouco dele. Quão raramente pedimos conselho ao Senhor! Quão frequentemente saímos para os nossos compromissos sem buscar a orientação de Deus! Em nossas aflições, constantemente nos esforçamos para levar os nossos próprios fardos, em vez de lança-los sobre o Senhor, para que Ele nos sustente! Isto não acontece porque não podemos entregar-Lhe nossos fardos, visto que Ele nos diz: “Eu sou teu, alma; vem e faze uso de mim, como quiseres. Podes vir livremente ao meu estoque; tu és bem-vinda”. É nossa própria culpa o não nos beneficiarmos de nosso Deus.

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Como posso me tornar um cristão?


O primeiro passo para se tornar um Cristão é entender o que o termo 'Cristão' significa. A origem do termo 'Cristão' foi na cidade de Antioquia no primeiro século d.C. (veja Atos 11:26). É possível que, de primeira, o termo “Cristão” era para ter sido uma ofensa. A palavra significa essencialmente “pequeno Cristo”. No entanto, ao passar dos séculos, os crentes em Jesus adotaram o termo “Cristão” e passaram a usá-lo para se identificarem como seguidores de Jesus Cristo. Uma definição simples de um Cristão é alguém que segue a Jesus Cristo.

Por que devo me tornar um Cristão?

Jesus Cristo declarou que Ele “não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” (Marcos 10:45). Então aparece a seguinte pergunta: “Por que precisávamos ser resgatados?” A ideia de um resgate é um pagamento que precisa ser feito em troca da liberação de uma pessoa. Essa ideia é usada mais frequentemente em ocasiões de sequestro, quando alguém é sequestrado e feito prisioneiro até que o resgate seja pago por sua liberação.

Jesus pagou nosso resgate para nos livrar da escravidão! Escravidão de quê? Escravidão do pecado e suas consequências, ou seja, da morte física seguida da separação eterna de Deus. Por que Jesus precisava pagar por esse resgate? Porque somos todos contagiados pelo pecado (Romanos 3:23) e, portanto, merecemos o julgamento de Deus (Romanos 6:23). Como Jesus pagou esse resgate? Por morrer na cruz em nosso lugar (1 Coríntios 15:3; 2 Coríntios 5:21). Como é que a morte de Jesus podia ser suficiente para pagar por todos os nossos pecados? Jesus era Deus em forma humana. Deus veio à terra para se tornar um de nós, podendo assim Se identificar conosco e morrer por nossos pecados (João 1:1,14). Como Deus, a morte de Jesus foi de valor infinito, suficiente para pagar pelos pecados do mundo inteiro (1 João 2:2).

A ressurreição de Jesus depois da Sua morte demonstrou que o Seu sacrifício foi suficiente para conquistar o pecado e a morte.

Como posso me tornar um Cristão?

Essa é a melhor parte. Por causa de Seu amor por nós, Deus fez com que tornar-se um Cristão fosse excessivamente simples. Tudo que você precisa fazer é receber Jesus como seu Salvador, aceitando completamente a Sua morte como o sacrifício suficiente por seus pecados (João 3:16), confiando nEle – e só nEle - como Salvador (João 14:6; Atos 4:12). Tornar-se um Cristão não se trata de seguir rituais, ir à igreja ou fazer certas coisas ao invés de outras. Tornar-se um Cristão se trata de ter um relacionamento pessoal com Jesus Cristo – isso é o que faz de uma pessoa um Cristão.

Você está pronto para se tornar um Cristão?

Se você estiver pronto para se tornar um Cristão ao receber Jesus Cristo como seu Salvador, tudo que precisa fazer é acreditar nEle. Você compreende e acredita que é um pecador e merece o julgamento de Deus? Você compreende e acredita que Jesus carregou sobre Si a punição que pertencia a você, morrendo no seu lugar? Você compreende e acredita que a Sua morte foi suficiente para pagar pelos seus pecados? Se as respostas para essas três perguntas foram sim, então simplesmente coloque sua confiança em Jesus como seu Salvador. Receba-o, através da fé, confiando nEle completamente. Isso é tudo o que é necessário para se tornar um Cristão!

sexta-feira, 20 de abril de 2018

A verdadeira felicidade


A verdadeira felicidade não está naquilo que você tem, nem naquilo que lhe acontece, mas nas suas atitudes. O 1º passo para ser feliz é crer em Jesus, ficando livre do pecado e da culpa. O 2º passo é ser grato, lembrando de cada bênção. O 3º passo é ser generoso, encontrando a alegria especial de ajudar os outros.

segunda-feira, 16 de abril de 2018

A qual a forma correta de estudar a Bíblia?

Qual a forma correta de estudar a Bíblia?
Determinar o significado das Escrituras é uma das tarefas mais importantes que um crente tem nesta vida. Deus não nos diz que devemos simplesmente ler a Bíblia. Devemos estudá-la, lidar com ela corretamente. Estudar as escrituras é tarefa árdua. Uma olhadela superficial das Escrituras pode às vezes nos levar a tirar conclusões erradas a respeito do que Deus quer dizer. Por isso, é crucial compreender vários princípios a respeito de como determinar o correto significado das Escrituras.

1. Ore e peça ao Espírito Santo que dê a você entendimento. João 16:13 diz: “Mas, quando vier aquele Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir.” Jesus, em João 16, se refere ao Espírito Santo e diz que quando Ele viesse (O Espírito Santo veio no Pentecoste, Atos 2), Ele os guiaria até a verdade. Da mesma forma com que o Espírito santo guiou os apóstolos na autoria do Novo Testamento, Ele também nos guia para que compreendamos as Escrituras. Lembre-se, a Bíblia é livro de Deus, e precisamos perguntar a Ele o que significa. Se você é um cristão, o autor das Escrituras, o Espírito Santo, habita em você... e Ele quer que você compreenda o que escreveu.


2. Não isole a passagem dos versículos que o cercam, achando que o significado da passagem não é dependente dos versos ao redor. Você deve sempre ler os versos que estão ao redor e capítulos, e estar familiarizado com o propósito do livro. Mesmo sendo as Escrituras vindas de Deus (II Timóteo 3:16; II Pedro 1:21), Deus usou homens para escrevê-las. Estes homens tinham um tema em mente, um propósito para escrever, uma questão ou questões específicas às quais se referiam. Leia o contexto para o livro da Bíblia que está estudando para descobrir quem o escreveu, para quem foi escrito, quando foi escrito e por que foi escrito. Então leia os capítulos anteriores ao verso ou versos que está estudando para sentir exatamente o tópico sobre o qual o autor humano estava escrevendo. Tenha cuidado também e deixe o texto falar por si mesmo. Às vezes as pessoas colocam um significado particular em palavras com o fim de obter a interpretação que bem desejam.

3. Não tente ser totalmente independente em seu estudo da Bíblia. É arrogância pensar que você não pode alcançar entendimento através do longo trabalho de outros que estudaram as Escrituras. Algumas pessoas, equivocadamente, se achegam à Bíblia com a idéia que vão depender apenas do Espírito Santo e descobrirão todas as verdades ocultas das Escrituras. Cristo, ao dar o Espírito Santo, providenciou pessoas com dons e dons espirituais ao corpo de Cristo. Um desses dons espirituais é o do ensino (Efésios 4:11-12; I Coríntios 12:28). Estes mestres são dados pelo Senhor para nos ajudar a corretamente compreender e obedecer as Escrituras. Também é sábio estudar a Bíblia com outros crentes, ajudando uns aos outros a compreender e aplicar a verdade da Palavra de Deus.

sábado, 14 de abril de 2018

Pregai o evangelho


A ordem de Jesus: "...pregai o Evangelho a toda criatura" (Marcos 16.15b) é contemporânea e totalmente relevante; todo o progresso atual e todos os benefícios das ciências não podem dar ao homem o que ele mais precisa: um vivo relacionamento e uma profunda comunhão com o Pai, através de Jesus Cristo.

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Há vida após a morte?


Há vida após a morte? A Bíblia nos diz: “O homem, nascido de mulher, vive breve tempo, cheio de inquietação. Nasce como a flor e murcha; foge como a sombra e não permanece... Morrendo o homem, porventura tornará a viver” (Jó 14:1-2,14)?

Como Jó, quase todos nós já fomos desafiados por essa pergunta. O que exatamente acontece conosco depois que morremos? Simplesmente cessamos de existir? É a vida uma porta giratória de saída e volta para a terra para se alcançar grandiosidade pessoal? Todos vão para o mesmo lugar, ou vamos para lugares diferentes? Existem mesmo céu e inferno, ou são estes apenas um estado de consciência?

A Bíblia nos diz que não apenas há vida após a morte, mas vida eterna tão gloriosa que “Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam” (1 Coríntios 2:9). Jesus Cristo, Deus em carne, veio à terra para nos dar o dom da vida eterna. “Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados” (Isaías 53:5).

Jesus tomou para Si a punição que cada um de nós merece e sacrificou a Sua própria vida. Três dias depois, Ele provou que era vitorioso sobre a morte saindo da sepultura, em Espírito e carne. Ele permaneceu na terra por quarenta dias e foi visto por milhares antes de subir para a sua morada eterna nos céus. Romanos 4:25 diz: “O qual por nossos pecados foi entregue, e ressuscitou para nossa justificação.”

A ressurreição de Cristo foi um evento bem documentado. O apóstolo Paulo desafiou pessoas a questionarem testemunhas oculares sobre a sua validade, e ninguém foi capaz de contestar a verdade da ressurreição. A ressurreição é a pedra angular da fé Cristã; porque Cristo foi ressuscitado dos mortos, nós podemos ter fé de que nós, também, seremos ressuscitados.

Paulo admoestou alguns dos primeiros cristãos que não acreditavam nisso: “Ora, se é corrente pregar-se que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como, pois, afirmam alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos? E, se não há ressurreição de mortos, então, Cristo não ressuscitou” (1 Coríntios 15:12-13).

Cristo foi apenas o primeiro de uma grande colheita daqueles que serão ressuscitados para a vida mais uma vez. A morte física veio através de um homem, Adão, do qual somos todos descendentes. Mas todos aqueles que foram adotados para a família de Deus através da fé em Jesus Cristo terão uma nova vida (1 Coríntios 15:20-22). Tal como Deus levantou o corpo de Jesus, assim serão os nossos corpos ressuscitados quando Jesus voltar (1 Coríntios 6:14).

Todos seremos, no final, ressuscitados, mas nem todos irão para o céu juntos. Uma escolha deve ser feita por cada pessoa nesta vida para determinar para onde ela vai na eternidade. A Bíblia diz que está marcado para que nós morramos uma vez, e após isso virá o julgamento (Hebreus 9:27). Aqueles que foram feitos justos irão para a vida eterna no céu, mas os incrédulos receberão punição eterna, ou inferno (Mateus 25:46).

O inferno, como o céu, não é apenas um estado de existência, mas um lugar literal, e muito real. É um lugar onde os injustos receberão incessante e eterna ira de Deus. Eles receberão tormento emocional, mental e físico, sofrendo conscientemente de vergonha, arrependimento e desgraça.

O inferno é descrito como um abismo sem fim (Lucas 8:31, Apocalipse 9:1), e um lago de fogo, queimando com enxofre, onde os seus habitantes serão atormentados dia e noite para todo o sempre (Apocalipse 20:10). No inferno haverá choro e ranger de dentes, indicando intensa tristeza e raiva (Mateus 13:42). É um lugar “onde não lhes morre o verme, nem o fogo se apaga” (Marcos 9:48). Deus não tem prazer na morte dos ímpios, mas deseja que eles se voltem contra seus desejos pervertidos para que possam viver (Ezequiel 33:11). Mas Ele não irá nos forçar à submissão; se nós escolhermos rejeitá-lo, Ele tem pouca escolha a não ser nos dar o que nós queremos – uma vida longe Dele.

A vida na terra é um teste – uma preparação para o que há de vir. Para os crentes, é a vida eterna na presença imediata de Deus. Então, como nos tornamos justos e aptos a receber esta vida eterna? Há apenas um caminho – através da fé e confiança no Filho de Deus, Jesus Cristo. Jesus disse: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e todo o que vive e crê em mim não morrerá, eternamente” (João 11:25-26).

O dom gratuito da vida eterna está disponível para todos, mas requer que neguemos alguns prazeres do mundo e que nos sacrifiquemos para Deus. “Por isso, quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, todavia, se mantém rebelde contra o Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus” (João 3:36). Nós não teremos a oportunidade de nos arrependermos dos nossos pecados após a morte porque uma vez que nós estivermos face a face com Deus, não teremos escolha a não ser acreditar Nele. Ele quer que nos cheguemos a Ele em fé e amor agora. Se nós aceitarmos a morte de Jesus Cristo como pagamento pela nossa rebelião pecaminosa contra Deus, teremos garantida não só uma vida de significado na terra, mas também vida eterna na presença de Cristo.

Se você quer aceitar Jesus como seu Salvador, aqui está uma oração modelo. Lembre-se que fazer esta oração ou qualquer outra oração não irá salvar você. Apenas confiando em Cristo você pode ser salvo do seu pecado. Esta oração é simplesmente uma forma de expressar para Deus a sua fé Nele e agradecer por lhe dar a salvação. “Deus, eu sei que pequei contra Ti e mereço punição. Mas Jesus Cristo tomou a punição que eu mereço para que, através da fé Nele, eu pudesse ser perdoado. Eu me volto contra o meu pecado e ponho a minha fé em Ti para salvação. Obrigado por Tua graça e perdão maravilhosos – o dom da vida eterna! Amém!”

terça-feira, 10 de abril de 2018

O fariseu e o publicano


A alguns que confiavam em sua própria justiça e desprezavam os outros, Jesus contou esta parábola: "Dois homens subiram ao templo para orar; um era fariseu e o outro, publicano. O fariseu, em pé, orava no íntimo: 'Deus, eu te agradeço porque não sou como os outros homens: ladrões, corruptos, adúlteros; nem mesmo como este publicano. Jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho'. "Mas o publicano ficou a distância. Ele nem ousava olhar para o céu, mas batendo no peito, dizia: 'Deus, tem misericórdia de mim, que sou pecador'. "Eu digo que este homem, e não o outro, foi para casa justificado diante de Deus. Pois quem se exalta será humilhado, e quem se humilha será exaltado".
Lucas 18:9-14

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Bom dia!


"E, porque sois filhos, Deus enviou aos vossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai." Gálatas 4:6

domingo, 8 de abril de 2018

Como posso ter certeza da salvação?


Você sabe com certeza que você tem vida eterna e que você vai para o Céu quando morrer? Deus quer que você tenha certeza disso! A Bíblia diz: “Estas coisas vos escrevi, a fim de saberdes que tendes a vida eterna” (1 João 5:13). Suponha que você estivesse na frente de Deus neste exato momento e Ele lhe perguntasse: “Por que eu deixaria você entrar?” O que você diria? Você pode não saber o que responder. O que você precisa saber é que Deus nos ama e providenciou para nós uma forma para que pudéssemos saber com certeza onde vamos passar a eternidade. A Bíblia afirma isto assim: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3:16).

Em primeiro lugar, precisamos entender o que está nos mantendo afastados do Céu. O problema é este – nossa natureza pecaminosa nos impede de ter um relacionamento com Deus. Nós somos pecadores por natureza e por escolha. “Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3:23). Nós não podemos salvar a nós mesmos. “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie” (Efésios 2:8-9). Nós merecemos a morte e o inferno. “Porque o salário do pecado é a morte” (Romanos 6:23).

Deus é santo e justo e deve punir o pecado, mas ainda assim Ele nos ama e providenciou perdão para o nosso pecado. Jesus disse: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim” (João 14:6). Jesus morreu por nós na cruz: “Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus” (1 Pedro 3:18). Jesus foi ressuscitado dos mortos: “O qual foi entregue por causa das nossas transgressões e ressuscitou por causa da nossa justificação” (Romanos 4:25).

Então, de volta à questão inicial - “Como posso ter certeza de que eu vou para o Céu quando morrer?” A resposta é – acredite no Senhor Jesus Cristo e você será salvo (Atos 16:31). “Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus” (João 1:12) Você pode receber a vida eterna como um dom GRATUITO. “Mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 6:23). Você pode ter uma vida cheia de significado agora mesmo. Jesus disse: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância” (João 10:10). Você pode passar a eternidade com Jesus no Céu, pois Ele prometeu: “E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que, onde estou, estejais vós também” (João 14:3).

Se você quer aceitar Jesus como seu Salvador e receber o perdão de Deus, aqui está uma oração que você pode fazer. Fazer esta oração ou qualquer outra não irá salvar você. É apenas confiando em Jesus Cristo que se recebe perdão dos pecados. Esta oração é simplesmente uma forma de expressar a Deus a sua fé Nele e agradecer por providenciar o seu perdão. “Deus, eu sei que pequei contra Ti e mereço punição. Mas Jesus Cristo tomou sobre Si a punição que eu mereço para que através da fé Nele eu pudesse ser perdoado. Eu me volto contra o meu pecado e ponho a minha confiança em Ti para salvação. Obrigado por Tua graça e perdão maravilhosos! Amém!”

terça-feira, 3 de abril de 2018

Como ficar bem com Deus?


Para “ficar bem” com Deus, nós devemos primeiro entender o que está “errado”. A resposta é o pecado. “Não há quem faça o bem, não há nem um sequer” (Salmos 14:3). Nós nos rebelamos contra os mandamentos de Deus; nós “andávamos desgarrados como ovelhas” (Isaías 53:6).

A má notícia é que a pena para o pecado é a morte. “A alma que pecar, essa morrerá” (Ezequiel 18:4). A boa notícia é que um Deus de amor foi atrás de nós para nos trazer salvação. Jesus declarou que o Seu propósito era “buscar e salvar o perdido” (Lucas 19:10), e Ele declarou seu propósito cumprido, ao morrer na cruz, com as palavras: “Está consumado!” (João 19:30).

Ter uma relação certa com Deus começa por reconhecer os nossos pecados. A seguir vem uma confissão humilde dos nossos pecados para Deus (Isaías 57:15) e uma determinação de abandonar o pecado. “Com a boca se confessa a respeito da salvação” (Romanos 10:10).

Este arrependimento deve ser acompanhado de fé. Mais especificamente, fé que o sacrifício de Jesus e a Sua ressurreição milagrosa o qualificam para ser seu Salvador. “Se, com a tua boca, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo.” (Romanos 10:9). Muitas outras passagens falam da necessidade da fé, como João 20:27; Atos 16:31; Gálatas 2:16; 3:11, 26 e Efésios 2:8.

Estar bem com Deus é uma questão da sua resposta ao que Deus fez em seu favor. Ele enviou o Salvador, Ele proveu o sacrifício para tirar o seu pecado (João 1:29), e Ele lhe oferece a promessa: “Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (Atos 2:21).

Uma linda ilustração de arrependimento e perdão é a parábola do filho pródigo (Lucas 15:11-32). O filho mais novo desperdiçou o presente de seu pai em pecado vergonhoso (versículo 13). Quando ele reconheceu que seu agir estava errado, decidiu retornar para casa (versículo 18). Ele concluiu que não seria mais considerado como filho (versículo 19), mas ele estava errado. Seu pai amou o rebelde que havia voltado, mais do que nunca (versículo 20). Tudo estava perdoado, e uma celebração ocorreu (versículo 24).

Deus mantém as Suas promessas, incluindo a promessa de perdoar. “Perto está o SENHOR dos que têm o coração quebrantado e salva os de espírito oprimido” (Salmos 34:18).

Se você quer ficar bem com Deus, aqui está uma pequena oração. Lembre-se que fazer esta oração ou qualquer outra oração não irá salvar você. Apenas confiando em Cristo você pode ser salvo do seu pecado. Esta oração é uma simples forma de expressar a Deus a sua fé Nele e agradecer por lhe dar a salvação. “Deus, eu sei que pequei contra Ti e mereço punição. Mas Jesus Cristo tomou a punição que eu mereço para que através da fé Nele eu pudesse ser perdoado. Eu me volto contra o meu pecado e ponho a minha fé em Ti para salvação. Eu aceito Jesus como meu Salvador pessoal! Obrigado por Tua graça e perdão maravilhosos – o dom da vida eterna! Amém!”

segunda-feira, 2 de abril de 2018

segunda-feira, 26 de março de 2018

A oração dos pecadores


A oração dos pecadores é uma oração que uma pessoa faz a Deus quando entende que é pecadora e precisa de um Salvador. Fazer a oração dos pecadores não vai resolver nada por si só. Uma oração dos pecadores só é efetiva se ela representa genuinamente o que uma pessoa sabe, entende e acredita sobre sua natureza pecaminosa e necessidade de salvação.

O primeiro aspecto de uma oração dos pecadores é o entendimento de que nós todos somos pecadores. Romanos 3:10 proclama: “Como está escrito: Não há justo, nem um sequer.” A Bíblia torna claro o fato de que nós todos pecamos. Nós todos somos pecadores necessitando da misericórdia e perdão de Deus (Tito 3:5-7). Por causa do nosso pecado, nós merecemos punição eterna (Mateus 25:46). A oração dos pecadores é um apelo por graça ao invés de julgamento. É um pedido de misericórdia ao invés de ira.

O segundo aspecto de uma oração dos pecadores é o conhecimento do que Deus fez para consertar a nossa condição perdida e pecaminosa. Deus se fez carne e se tornou um ser humano na Pessoa de Jesus Cristo (João 1:1-14); Jesus nos ensinou a verdade sobre Deus e viveu uma vida perfeita e sem pecado (João 8:46; 2 Coríntios 5:21). Jesus então morreu na cruz em nosso lugar, levando a punição que nós merecemos (Romanos 5:8). Jesus ressuscitou dentre os mortos para provar a Sua vitória sobre o pecado, a morte e o inferno (Colossenses 2:15; 1 Coríntios 15). Por causa de tudo isso, nós podemos ter nossos pecados perdoados e a promessa de um lar eterno nos Céus – se nós simplesmente depositarmos nossa fé em Jesus Cristo. Tudo o que precisamos fazer é crer que Ele morreu em nosso lugar e ressuscitou dentre os mortos (Romanos 10:9-10). Podemos ser salvos somente pela graça, somente pela fé, fé somente em Jesus Cristo. Efésios 2:8 declara: “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus.”

Fazer a oração dos pecadores é simplesmente uma maneira de declarar a Deus que você está confiando em Jesus Cristo como seu Salvador. Não existem palavras “mágicas” que resultem em salvação. É apenas a fé na morte e ressurreição de Jesus que pode nos salvar. Se você entende que é um pecador e precisa de salvação através de Jesus Cristo, aqui está uma oração dos pecadores que você pode fazer a Deus: “Deus, eu sei que sou um pecador. Sei que eu mereço as conseqüências dos meus pecados. Porém, estou confiando em Jesus Cristo como meu Salvador. Eu acredito que a Sua morte e ressurreição promovem o meu perdão. Eu acredito em Jesus, e somente em Jesus, como meu Senhor e Salvador pessoal. Agradeço a Ti, Senhor, por me salvar e perdoar! Amém!”

quinta-feira, 22 de março de 2018

O temor a Deus

O Temor a Deus Como Fonte de Vida

Rolf Höneisen

Na sociedade ocidental o temor a Deus está desaparecendo rapidamente. Isso traz consequências: sem temor a Deus falta a condição decisiva para o êxito da comunidade.

“O temor do Senhor é fonte de vida, e afasta das armadilhas da morte.” — Provérbios 14.27

Deus é o princípio e o fim! Tudo inicia com Deus e tudo termina com Deus. Ele chamou o Universo e nossa Terra à existência. Através do estudo da Criação, o homem adquire a noção que há um Criador com infinita grandeza e poder por trás de tudo. “Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis” (Rm 1.20). Por ter sido criado por Deus, o homem é responsável. Tudo o que o homem pode reconhecer de Deus é encontrado na Criação e através da sua consciência (ver Jo 1.9).

Pisar em um ouriço-do-mar causa uma dor imensa. No entanto, quem de outro modo daria atenção para um ouriço-do-mar? Os cortes transversais em seus espinhos mostram o seu conteúdo. Sob o microscópio ele se revela como se fossem estrelas reluzentes. Os espinhos são complexamente elaborados. Sua formação varia com a espécie. Eles são complexos, belos, úteis e com design perfeito.

Eu mostrei fotos dos espinhos de ouriços-do-mar para pacientes de uma clínica para tratamento de deficientes mentais. Após a apresentação, um homem cadeirante permaneceu no local. Percebi em seu olhar que ele ficou impressionado em sua consciência com a imagem de um milagre da Criação. A noção a respeito do Deus invisível havia sido despertada nele. Esse homem, que vivia há muitos anos nesse lar e que, sob a ótica humana, não tinha perspectiva alguma de mudança, viu uma nova luz no horizonte. Assim, conversei com ele sobre início e fim, sobre Céu e inferno e sobre o caminho que conduz a Deus – Jesus Cristo.

Pessoas tementes a Deus vivem sob princípios de Deus em muitas áreas, mesmo sem conhecê-los adequadamente. Elas são abençoadas mesmo não estando em um relacionamento pessoal de fé com Deus. As regras de Deus para a vida têm efeito preservador. Acima de tudo, na área da proteção à vida, nas questões desde o aborto até à eutanásia, pessoas tementes a Deus têm uma posição firme e clara. Elas agem de acordo com sua consciência e dizem: “Assim não dá!”

O temor a Deus no sentido correto conduz ao respeito das ordens dadas por Deus, até nos mínimos detalhes. Deus trata Suas ordens com a mesma seriedade como trata as Suas promessas. Eu não administro meus relacionamentos e propriedades a bel prazer, mas no “temor do Senhor”. Qual é o efeito do temor ao Senhor, como ele se torna visível? “Quem tem os meus mandamentos e lhes obedece, esse é o que me ama” (Jo 14.21a).

Não é o autoconhecimento, mas o temor a Deus que conduz à vida. Um olhar sobre a sociedade ocidental, porém, mostra que o temor do Senhor está desaparecendo e que, ali onde ele ainda existe, é combatido ativamente. Na Alemanha, no estado de Nordrhein-Westfalen, o partido Die Linke (A Esquerda) quer retirar da Constituição a frase: “Temor a Deus como alvo da educação”. Os livres-pensadores e ateus colocam de lado o resto do temor a Deus e proclamam: provavelmente não existe nenhum Deus. Essa rejeição aberta está abrindo um caminho com diversas consequências para a sociedade. Sem temor a Deus falta a condição para afastar “as armadilhas da morte”. Numa sociedade sem temor a Deus cresce justamente o contrário de paz e respeito. O que aumenta é o cinismo, o egoísmo e a violência.

A expressão “temor do Senhor” aparece muitas vezes na Bíblia. No Antigo Testamento consta a palavra yi’rah, no Novo Testamento aparece phobos e significa medo e temor. Pode ter tanto o sentido positivo como negativo. Negativo aonde o medo diante do pecado e perdição não encontra saída e a figura divina se restringe à ira de Deus, que condena e executa.

O temor a Deus se torna positivo quando revela pecado e perdição e, ao mesmo tempo, leva para a saída, para a solução, leva ao Salvador e à fé. O temor a Deus então se transforma na fonte de vida quando inclui o amor de Deus. O abrangente amor de Deus não nos mantém aprisionados ao medo. O apóstolo João escreveu: “Dessa forma o amor está aperfeiçoado entre nós, para que no dia do juízo tenhamos confiança, porque neste mundo somos como ele. No amor não há medo; ao contrário o perfeito amor expulsa o medo, porque o medo supõe castigo. Aquele que tem medo não está aperfeiçoado no amor. Nós amamos porque ele nos amou primeiro” (1Jo 4.17-19).

A graça e o amor de Deus transformam o medo diante do onipotente em veneração e sinceridade. Por isso o temor a Deus é uma fonte de vida central numa sociedade e também numa igreja cristã. Quanto ao assunto de relacionamento mútuo na igreja, Paulo nos ensina: “Sujeitem-se uns aos outros, por temor a Cristo” (Ef 5.21).

Na literatura da sabedoria bíblica, no livro de Provérbios, lemos: “O temor do Senhor é fonte de vida, e afasta das armadilhas da morte” (14.27). “Afastar” tem o significado de “eu me desvio de um caminho no qual estou andando”. Nessa passagem, sem dúvida, está em jogo a questão da morte eterna e da vida eterna. Isso, todavia, inclui também as “pequenas mortes” dos nossos relacionamentos cotidianos.

Tudo inicia com Deus e tudo termina com Deus. Quando falamos em Deus, o Pai, estamos falando do onipotente, onisciente e maravilhoso Criador dos Céus e da Terra. Quando falamos em Jesus – idem! Deus não apenas sabe de cada fio de cabelo em minha cabeça, mas também de cada passo que eu dou. Ele sabe como e por que permite algo e quanto tempo permanece determinada situação. Será que eu tenho tanto temor a Deus, tanta veneração a Deus e tanta confiança que eu sou capaz de acreditar nisto?

Era a época antes do Natal de 1945, em algum lugar na Alemanha. Enquanto os filhos esperavam alegres pela comemoração do Natal, a mãe deles vivia numa sequência de altos e baixos, entre esperança e medo. Ela ainda não havia recebido notícias do seu marido. Ele havia sido aprisionado na Rússia. Ainda estaria vivo? Ele voltará para casa? Na véspera de Natal ouviu-se a campainha da porta. O carteiro veio entregar a correspondência. A mãe lia a carta enquanto as crianças brincavam eufóricas – de repente, porém, elas silenciaram. A mãe estava sentada à mesa, estremecendo. As suas lágrimas caíam sobre a carta aberta sobre a mesa. Seu marido havia morrido na prisão, no dia 15 de outubro. As crianças se agarraram à mãe. Houve um silêncio mortal. Finalmente, um dos filhos perguntou: “Mamãe, agora o Natal será cancelado?” A mãe fica perplexa, mas então, com um sobressalto, diz: “Não, agora comemoraremos mais do que nunca!” A mãe organizou as comemorações de Natal para os filhos porque o Salvador veio ao mundo. O temor a Deus se transforma em fonte de vida. Ele faz reconhecer que Deus não perdeu o controle. O Filho de Deus nasceu em meio à perdição da nossa era, para nos libertar das amarras mortais. Ele fez por nós o que éramos incapazes de conseguir: o Filho de Deus, com o Seu sangue, pagou nossa culpa perante Deus. Através da fé recebemos a graça. Podemos amarrar nossa vida a Jesus e ter uma nova vida através do Seu poder, e isso diariamente. Não sou mais eu quem vive, mas Cristo vive em mim! – “Pois somos santuário do Deus vivo. Como disse Deus: ‘Habitarei com eles e entre eles andarei; serei o seu Deus, e eles serão o meu povo’” (2Co 6.16).


Em nossos dias observamos um ataque maciço contra as ordens de Deus sobre o casamento e sobre a paternidade e maternidade. É claramente perceptível como o Diabo anda ao redor, procurando qual o próximo casamento que ele consegue tragar, qual o próximo relacionamento que ele consegue destruir, qual o próximo coração de um homem, mulher ou criança que ele consegue ferir. Os ataques ocorrem em todas as frentes e são apoiados desde a mídia até o cinema. O ataque tem dimensões globais. Também os cristãos são arrastados para as armadilhas fatais através de suas insinuações de que romantismo, paixão e sexo com alternância de parceiros trazem satisfação de vida. No entanto, não estamos expostos vulneravelmente a esses ataques. Uma força essencial disponível é a do temor ao Senhor.

José foi vendido para o Egito e foi levado do mercado de escravos à casa de Potifar, um dos mais importantes funcionários do Faraó. José vivia em veneração diante de Deus e Deus abençoou seu procedimento. Não devemos achar, porém, que por isso ele não tivesse as necessidades e emoções masculinas típicas. Além disso, por ser de boa aparência, a mulher de Potifar lançou o olhar sobre ele. Certo dia ela o convidou explicitamente para que ele dormisse com ela. A tentação não estava na “telinha”, mas estava palpável diante dele. Com que justificativa José rejeitou a mulher de Potifar, que não o convidou apenas uma vez, mas diariamente? Ele a rejeitou com as palavras: “Como poderia eu, então, cometer algo tão perverso e pecar contra Deus?” (Gn 39.9c).

José tratou a situação a partir da sua posição de relacionamento com Deus. Ele considerou que sair da linha seria primeiramente um murro no rosto de Deus! O seu temor a Deus o ajudou a vencer. Dessa maneira, José honrou a Deus e foi honrado por Deus, e salvou o seu povo na crise de fome. A Bíblia ensina: “Aquele que teme o Senhor possui uma fortaleza segura, refúgio para os seus filhos” (Pv 14.26).

De onde Noé conseguiu reunir forças para construir um gigantesco cargueiro numa região seca e em meio à zombaria do mundo? Encontramos a explicação no Novo Testamento, em Hebreus 11.7. Ele construiu sua arca “pela fé” e “movido por santo temor”. Desse modo ele salvou a sua família e, ao mesmo tempo, a humanidade. A abençoada consequência para Noé foi que ele recebeu graça, e o melhor: Deus firmou uma aliança com ele, Deus o transformou em parceiro na aliança!

O que proporciona a força de viver para uma pessoa? Uma aliança com Deus, um firme relacionamento com Jesus Cristo. Ele nos concede a força para termos autoridade sobre as situações em nossa vida. “Não inveje os pecadores em seu coração; melhor será que tema sempre o Senhor. Se agir assim, certamente haverá bom futuro para você, e a sua esperança não falhará” (Pv 23.17-18).

A atmosfera das primeiras igrejas cristãs estava impregnada pela vida no temor ao Senhor. A bênção resultante foi paz, força e crescimento. “A igreja passava por um período de paz em toda a Judeia, Galileia e Samaria. Ela se edificava e, encorajada pelo Espírito Santo, crescia em número, vivendo no temor do Senhor” (At 9.31). Acrescento mais uma passagem de Provérbios: “A recompensa da humildade e do temor do Senhor são a riqueza, a honra e a vida” (22.4). O temor a Deus está diretamente ligado à bênção.

A vida espiritual sem temor a Deus leva à indiferença. Crescimento, fé e santificação somente prosperam em uma atmosfera de temor de Deus. O apóstolo Paulo escreveu: “Amados, visto que temos essas promessas, purifiquemo-nos... aperfeiçoando a santidade no temor de Deus” (2Co 7.1). Para viver em humildade, com temor a Deus, é necessário ter disposição. Somente deste modo é possível permanecermos no processo de transformação. Assim conseguimos ingressar na riqueza de Deus.

A vida de um cristão não se resume apenas a sorrisos piedosos e atitudes adequadas. Trata-se de honrar a Deus! Para tanto, é necessário ter uma vida no temor ao Senhor e desviar-se do mal. Desta maneira permanecemos no caminho com Deus. Não para nossa salvação, porém em gratidão pela nossa salvação.

Quem não conhece o poder de Deus, por não saber o que é o verdadeiro temor a Deus, poderá ser ajudado através de uma oração sincera: “se clamar por entendimento e por discernimento gritar bem alto; se procurar a sabedoria como se procura a prata e buscá-la como quem busca um tesouro escondido, então você entenderá o que é temer o Senhor e achará o conhecimento de Deus” (Pv 2.3-5).

O Céu e a Terra se unem no coração da pessoa que teme a Deus. Deus utiliza pessoas individualmente para construir o Seu reino. Um exemplo: as parteiras Sifrá e Puá. Elas não obedeceram às ordens governamentais de matar todos os meninos recém-nascidos. De onde elas tiraram forças para abandonarem a sua costumeira segurança? Elas tinham – de acordo com Êxodo 1.17 – temor a Deus, por isso não obedeceram ao rei do Egito e deixaram os meninos com vida.

O temor a Deus é sabedoria. Sabedoria de Deus significa desviar-se do mal (ver Jó 28.28). Isto significa que é importante, também no futuro, defender alguma posição impopular e não acompanhar algumas coisas que não devem ser feitas, pois “o temor do Senhor é fonte de vida, e afasta das armadilhas da morte”.


“Sifrá” significa beleza e “Puá” significa brilho. Essas duas mulheres trouxeram luz para um mundo escurecido porque tinham temor a Deus. Os cristãos também têm essa tarefa – ser luz para o mundo e fazer resplandecer o brilho de Deus na escuridão da morte. — Rolf Höneisen