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segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

A passagem por Ar e Arnom


A passagem por Ar e Arnom
Deuteronômio 2.16-25
— Quando todos os homens de guerra já haviam desaparecido do meio do povo, consumidos pela morte, o SENHOR me falou, dizendo: “Hoje você passará por Ar, na fronteira de Moabe, e chegará até diante dos filhos de Amom. Não os provoque e não entre em conflito com eles, porque da terra dos filhos de Amom não lhe darei herança, porque a tenho dado por herança aos filhos de Ló.” (Também esta é considerada terra dos refains; antigamente habitavam nela refains, e os amonitas os chamavam de zanzumins, povo grande, numeroso e alto como os anaquins; o SENHOR os destruiu diante dos amonitas; estes os expulsaram dali e habitaram no lugar deles. O SENHOR fez com eles assim como fez com os filhos de Esaú que habitavam em Seir, de diante dos quais destruiu os horeus. Os filhos de Esaú os expulsaram e habitaram no lugar deles até hoje; também os caftorins que saíram de Caftor destruíram os aveus, que habitavam em aldeias até Gaza, e habitaram no lugar deles.) “Levantem-se, sigam adiante e passem o ribeiro de Arnom; eis que entrego nas mãos de vocês Seom, amorreu, rei de Hesbom, bem como a terra dele; comecem a ocupação e entrem em guerra com eles. Hoje começarei a incutir o terror e o medo de vocês aos povos que estão debaixo do céu; os que ouvirem a sua fama tremerão diante de vocês e ficarão angustiados.”

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

A BÍBLIA DIZ QUE DEUS PROMETE UM FUTURO MARAVILHOSO:

As pessoas não vão mais ter dor, ficar velhas ou morrer. Apocalipse 21:4

Quem não anda vai conseguir até correr. Isaías 35:6

Os cegos vão enxergar. Isaías 35:5

Os mortos vão voltar a viver. João 5:28,29

Ninguém vai ficar doente. Isaías 33:24

Todos vão ter bastante comida. Salmo 72:16


sábado, 30 de dezembro de 2017

Vamos buscar mais à Deus

A MENTE DE CRISTO


Claiton Ivan Pommerening

As atitudes de qualquer pessoa revelam seu estado mental; por mais que alguém tente disfarçar o mal, em algum momento ele aparecerá. Ter a mente de Cristo é desenvolver os mesmos pensamentos e atitudes que Ele teve. Não se trata apenas de uma aquiescência mental ou desejo esporádico, mas de um estilo de vida, de uma reordenação dos pensamentos, das vontades, dos desejos e das atitudes, no sentido de refletirem a pessoa de Cristo: “Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também” (Jo 13.15).Organizar a vida em torno desse modelo de Cristo é desenvolver empatia e compaixão para com todos os que sofrem e necessitam da misericórdia divina, mesmo para com os inimigos e opositores. Essa atitude não é fácil, mas Jesus agiu assim com aqueles que se levantaram contra Ele quando bradou na cruz: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lc 23.34).

Jesus usou sua autoridade para abençoar as pessoas, não para ser servido (Mt 20.28). Sua autoridade era a exsousia, no sentido de alargar e ampliar as possibilidades humanas, e era exercida para beneficiar as pessoas, e não para prevalecer, disputar ou subjugá-las. Seu poder era exercido a favor das pessoas, alargando suas possibilidades de ser e de atuar. Essa forma de poder e autoridade é uma das mais usadas no Novo Testamento e aparece 108 vezes. Já o sentido do verbo kratós, como poder e dominação exercidos pela força, no sentido físico ou por imposição moral, nunca é atribuído a Jesus, e Ele argumenta contra o seu uso (Mc 10.41-43).

A chave hermenêutica para compreender a mente de Cristo nos evangelhos é aprender a observar delicadamente as atitudes, palavras e milagres de Jesus como gestos de cura, perdão e acolhimento, e não somente sob a ótica de moralismos ou religiosidades; não que isso não esteja presente porque também são necessárias. No contexto em que Paulo define que devemos ter a mente de Cristo, ele afirma que “o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. Mas o que é espiritual discerne bem tudo, e ele de ninguém é discernido” (1 Co 2.14-15). Significa que, para ter a mente de Cristo, é necessária essa hermenêutica do Espírito Santo, que abre os olhos às realidades antes não percebidas.

Assim, Ele deseja ver as pessoas livres de regras religiosas que tiram a vida (Mc 2.27); o coração deve estar livre de ídolos, pois acabamos nos tornando exatamente como os ídolos que veneramos (Lc 12.34). Jesus é capaz de gestos carinhosos para curar (Lc 4.39). Ele chamou o homem da mão mirrada para o meio, ensinando que quem quer fugir de seus problemas precisa aprender a encará-los (Mc 3.4-5). Os sobrecarregados pelos fardos da vida são chamados a olharem (prosphonein – falar olho no olho) para Jesus e andarem eretos (Lc 13.10-13). Prova disso foi quando Ele defrontou-se com o paralítico no tanque de Betesda e perguntou-lhe: “queres ficar são?”. Cristo quer libertar-nos de comodismos, medos e do aparente benefício que o sofrimento pode trazer (Jo 5.5-9); o contato com Deus isenta-nos da contaminação, mesmo quando precisamos tocar nas enfermidades das pessoas (Mc 1.40-42). Na cura dos dez leprosos, Jesus quer que percebamos o extraordinário da transformação cotidiana mesmo fazendo o que é ordinário, além de ensinar-nos a sermos gratos pelo ordinário, ainda que seja difícil cumprir certas liturgias engessadas e costumes ultrapassados (Lc 17.11-16); descobrir quem de fato ocupa o coração humano, porque quem não sabe quem é perdeu a sua identidade, e esta precisa ser restaurada (Mc 5.68). A pergunta de Jesus ao cego Bartimeu (“que queres que te faça?”) instiga-o a largar o manto, que servia de máscara na qual se escondia. A pergunta de Jesus fez com que o cego entrasse em contato consigo mesmo e com o anseio mais profundo da sua alma (Mc 10.49-51). Jesus, em outro momento, separa o surdo-mudo da multidão, num gesto de respeito à individualidade e intimidade, e dá atenção especial num espaço protegido dos críticos e censuradores. Jesus, então, cospe e coloca um pouco de saliva na língua do homem, mas Ele percebe a impossibilidade de aquele surdo-mudo expressar-se. Jesus dá um suspiro abrindo o seu coração em luta por ele (Mc 7.32.35). Em outra ocasião, Ele toma outro cego pela mão e leva-o para longe do povo. Num espaço de confiança e individualidade, toca nos olhos de forma espantosa (saliva), porém carinhosa; depois lhe impõe as mãos e envia-o para sua casa — a casa do pai, onde é o nosso lugar, pois a cegueira pode impedir-nos de ir para casa (Mc 8.23-26). Enfim, nas inúmeras atitudes de Jesus, vimos seu desejo de servir e cuidar.

Não é um método específico que traz a solução, mas o encontro, o relacionamento, a sensibilidade para com cada um. Além dos gestos vistos anteriormente, Jesus utilizou-se do poder das palavras que curam e trazem vida. Através delas, Ele perdoou pecados, trouxe novas possibilidades de vida, apontou novos rumos e caminhos antes desconhecidos, consolou os que sofriam as mais terríveis dores da vida, trouxe esperança aos desalentados e espalhou uma cultura de amor.

Essas atitudes e palavras de Jesus, que também devem estar presentes na vida do cristão, é o que Paulo chama de homem espiritual em seu texto, aquele que entende as coisas do Espírito e sabe discerni-las bem, que não mede a si nem aos outros com as medidas do mundo, nem cogita das coisas do mundo, porque elas invertem a lógica do Reino de Deus, “porque o Reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo” (Rm 14.17).

“Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente” (1 Co 2.14).

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

O Senhor Deus nos guarda


Muitas das orações de Davi se resumiam em duas palavras: "Guarda-me" (Salmos 141:9). 
Um dos mais gloriosos atributos de Deus é a função de Protetor. Ele prometeu duas formas de proteção a Zacarias. Primeiro, prometeu que seria "um muro de fogo ao seu [Jerusalém] redor" (Zacarias 2:5). Até mesmo os animais selvagens têm medo de fogo, e Deus disse que ergueria ao nosso redor um muro de fogo ardente em que nenhum inimigo poderia penetrar. Ele também prometeu: "todo o que tocar em vocês, toca na menina dos olhos Dele" (2:8). "Olho" pode ser interpretado como sendo a pupila do olho. É a entrada, o próprio centro do globo ocular através do qual toda luz precisa passar. O globo ocular é ferozmente protegido pela pálpebra que instintivamente fecha no mesmo momento que algo ameaçador se aproxima. O Senhor está dizendo: "Eu não estou somente vigiando você, você está dentro do Meu olho!"
Se você caminhar bem perto do Senhor, você nunca se desviará para fora do "muro de fogo" e da "pupila dos olhos" Dele. Não se amedronte, cidadão de Sião. O seu Deus tem um poder impressionante para lhe guardar! 

sábado, 16 de dezembro de 2017

E o Estado Palestino?


O Dilema Palestino

Thomas Lachenmaier

No conflito árabe-israelense ocorre o encontro dos maiores contrastes. Onde falta a vontade e a capacidade para a formação de um Estado, é impossível que surja um Estado.

Quem lança um olhar retrospectivo sobre a história do conflito árabe-israelense, após o estudo dos fatos certamente chegará a uma conclusão notável: o povo árabe já poderia ter fundado seu próprio Estado palestino diversas vezes. E isso teria acontecido com o consentimento de Israel e da sociedade internacional. Essas oportunidades de ouro, no entanto, foram desperdiçadas pelo lado palestino. E não apenas isso: elas foram encerradas com as mais amargas batalhas, guerras, intifada e terror contra Israel. Por que isso é assim?

A primeira data relacionada a essa incapacidade é 14 de maio de 1948. Nesse dia, os judeus e os palestinos deveriam ter criado um Estado respectivamente para cada povo. Eles estavam devidamente autorizados através de uma resolução concedida pela ONU. No calor dos atuais debates fica esquecido que os palestinos poderiam recentemente ter comemorado os 68 anos de existência de seu Estado soberano, ao lado de Israel, se, na primavera de 1948, eles tivessem aceitado a oferta da Organização das Nações Unidas, para a criação de um Estado próprio. Esse teria sido o primeiro Estado palestino da história.

A perda dessa oportunidade de ouro é justamente um exemplo corrente do modo de agir dos habitantes árabes do Oriente Médio. O mesmo aconteceu no Acordo de Oslo, em 1993 ou no ano de 2000, quando o então primeiro-ministro Ehud Barak fez amplas propostas, mas não encontrou parceiros.

Em setembro de 2008, o primeiro-ministro Ehud Olmert fez uma proposta ao seu colega palestino Mahmoud Abbas, para a criação de um Estado com base nas fronteiras de 1967. Olmert a considerou retrospectivamente como “a mais generosa e mais abrangente proposta já oferecida por um primeiro-ministro”. O que faltou no documento foi unicamente a assinatura de Abbas.

Por que parece ser mais atrativo continuar convencendo adolescentes a amarrarem explosivos ao corpo e detonar-se em um mercado público, a se apresentar como combatentes armados com fuzis Kalashnikov, a bombardear Israel com mísseis, ao invés de se preocupar com a organização de uma burocracia eficiente e com a agricultura, com sistemas de escoamento de esgotos e outras urgentes necessidades de infraestrutura? Como se explica a incapacidade dos palestinos em criar um Estado civilizado?

O autor israelense Obadiah Shoher escreve que é errado acusar os palestinos de não estarem dispostos a assumir responsabilidades. Antes disso, devido a fatores históricos, não haveria neles a conscientização para constituírem um Estado e nem a capacidade de realizá-lo.

O senso de um Estado pressupõe a concepção de um território e a vinculação com uma localização concreta. Os clãs palestinos, pelo contrário, são extraterritoriais. O primeiro vínculo das pessoas pertence ao clã, mas nunca está relacionado a um determinado território. Por outro lado, também o pensamento ou a inclinação pessoal do indivíduo deve corresponder às exigências de lealdade do clã – além de, por exemplo, ser dado um emprego a uma pessoa incapaz do próprio clã do que a uma pessoa capaz que pertença a outro clã. O clã, ou a tribo, é um ponto de referência diferente de responsabilidade do que o de um Estado. O Estado (enquanto for democrático) é um conjunto complexo de órgãos dotados com atribuições definidas, que se controlam reciprocamente e são mantidos à vista pela mídia livre e cujos políticos precisam se responsabilizar através de eleições transparentes. Realizar isso exige uma série considerável de condições. Onde estas não existem, não há condições de fundar um Estado.

Cada indivíduo, entre outros assuntos, precisa ajustar suas ações com uma noção sóbria de autoridade estatal. Caso ele não consiga fazê-lo, então a consequência será a existência de Estados com as características encontradas na região árabe. Por exemplo, no Egito: o ditador Mubarak foi eleito com quase 100 por cento dos votos, não havia Justiça independente, nem imprensa livre. A lealdade de um funcionário egípcio será dedicada primeiramente ao membro de seu clã familiar (mesmo que este esteja distante) ou àquele que lhe dá propina, mas não à estrutura abstrata chamada “Estado”.

A corrupção não é simplesmente uma característica difundida na sociedade, porém, a corrupção se infiltrou na constituição do Estado. Em última análise, não somente o Iêmen e a Somália são “estados problemáticos”. Também as nações árabes não dominam nenhuma forma de constituição estatal adequada aos requisitos atuais.

No lado palestino não houve o desenvolvimento de uma identidade de povo. Fala-se de um povo palestino somente depois que Yasser Arafat escreveu essa ideia sobre as bandeiras da guerra política contra Israel. Nunca antes houve uma nação palestina, nem mesmo alguma constituição estatal.
O conflito árabe-israelense tem relação com isso, sendo que nele há a colisão de duas experiências e ordens de valores em relação ao conceito de responsabilidade, de povo e de Estado. No lado palestino não houve o desenvolvimento de uma identidade de povo. Fala-se de um povo palestino somente depois que Yasser Arafat escreveu essa ideia sobre as bandeiras da guerra política contra Israel. Nunca antes houve uma nação palestina, nem mesmo alguma constituição estatal. “Povo palestino” existe no sentido de “ser contra Israel”, mas não para uma constituição concreta de algum formato que se queira atribuir para um modo de convivência estatal.

Israel, no entanto, é exatamente o contrário de tudo isso. Os israelitas certamente representam o povo mais antigo que existe. Os hebreus, de acordo com os conceitos atuais, formam um povo desde a era do bronze. Além disso, sua existência é especialmente devida a Deus – ao menos é essa a visão dos crentes judeus e cristãos. A Bíblia não escreve somente que Deus escolheu o povo de Israel para ser “o seu próprio povo” (Dt 7.6; 14.2 – ARA).

A Escritura Sagrada diz, ainda, justamente a respeito desse povo, que ele foi “criado” por Deus. É o que lemos no Salmo 100.3, ou em Isaías 43.1, onde consta: “Mas agora assim diz o Senhor, aquele que o criou, ó Jacó, aquele que o formou, ó Israel: ‘Não tema, pois eu o resgatei; eu o chamei pelo nome; você é meu’”.

Não apenas a identidade do povo de Israel persiste desde um tempo incomparavelmente longo, mas também sua identidade como nação que existiu antigamente em uma constituição estatal e hoje existe novamente. O Estado de Israel já existia há 3.000 anos.

Assim, no Oriente Médio, ocorre um choque entre duas realidades diametralmente opostas. É notável que os políticos palestinos considerem sua luta também como uma luta contra a autenticidade histórica de Israel, como uma luta contra a memória. Isso nos remete ao Salmo 83, onde menciona os inimigos de Deus, que O odeiam e levantam sua fronte desafiadora e dizem: “Venham, vamos destruí-los como nação, para que o nome de Israel não seja mais lembrado!” (v. 4).


A luta contra a memória do povo de Israel une os inimigos de Deus já desde milênios. Do mesmo modo como Hamã queria extinguir a memória do povo de Israel e eliminar os israelitas, conforme relata o livro de Ester, assim hoje o presidente iraniano Hassan Rouhani ambiciona varrer Israel do mapa. Também a administração muçulmana do Monte do Templo se opõe a essas provas do passado, que atestam a existência do povo e do Estado de Israel. No âmbito das obras subterrâneas no Monte do Templo, eles destroem os achados da antiguidade e os jogam no lixo. Eles pretendem eliminar a memória da história de Israel. Os arqueólogos israelenses se empenham para ainda salvar alguns vestígios.

No conflito árabe-israelense há a colisão de conceitos diferentes em relação ao povo, à nação e ao Estado. Ali também acontece o confronto entre dois mundos contraditórios referentes à fé no deus bélico Alá e no Deus da Bíblia.

A guerra permanente dos palestinos contra Israel não resultará na criação de um Estado palestino porque, em última análise, eles nem têm esse objetivo, e porque não existe neles a vontade nem a capacidade para a formação de um Estado. Não haveria um Estado palestino, mesmo se os inimigos de Israel conseguissem destruir o país e apagá-lo do mapa. Nesse caso simplesmente restaria uma porção de terra devastada entre o Mar Mediterrâneo e o deserto que passaria a pertencer, ora a um, ora a outro país vizinho – assim como aconteceu durante 2.000 anos. No entanto, para essa faixa de terra, para Israel, a Bíblia promete um futuro diferente. — Thomas Lachenmaier (factum-magazin.ch)

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Jerusalém

Cidade Não Abandonada


Sobre as suas muralhas, ó Jerusalém, pus guardas,

que jamais se calarão, nem de dia nem de noite.

Vocês, que farão com que o SENHOR se lembre,

não descansem,

nem deem a ele descanso

até que restabeleça Jerusalém

e a ponha por objeto de louvor na terra.



O SENHOR jurou pela sua mão direita

e pelo seu braço poderoso:

“Nunca mais darei o seu cereal

como alimento para os seus inimigos,

nem os estrangeiros beberão o seu vinho,

que você produziu com tanto trabalho.

Mas aqueles que ajuntam o cereal

serão os que o comerão, louvando o SENHOR;

e os que recolhem as uvas

beberão o vinho nos átrios do meu santuário.”



Passem, passem pelas portas!

Preparem o caminho para o povo!

Aterrem, aterrem a estrada, tirem as pedras,

levantem um estandarte para os povos.

Eis que o SENHOR fez ouvir

até os confins da terra estas palavras:

“Digam à filha de Sião:

Eis que vem o seu Salvador;

com ele vem a sua recompensa,

e diante dele vem o seu galardão.”

Eles serão chamados de

“Povo Santo”, “Remidos do SENHOR”,

e você, Jerusalém, será chamada de “Procurada”,

“Cidade Não Abandonada”.

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Orgulho

Pr. Larry Stockstill

"O orgulho do homem o humilha, mas o de espírito humilde obtém honra."
(Provérbios 29:23)
O orgulho é sem dúvida o pecado mais mortal. Causou a queda de satanás e de inúmeros homens e mulheres enganados por ele através dos séculos.
Davi, o rei mais formidável de Israel, não permitiu que o orgulho entrasse em sua vida: "Senhor, o meu coração não é orgulhoso e os meus olhos não são arrogantes. Não me envolvo com coisas grandiosas nem maravilhosas demais para mim" (Salmos 131:1). Algumas pessoas se enaltecem ao se associarem com os ricos, os intelectuais ou agitadores políticos, como fez Hamã no livro de Ester. Davi, no entanto, estava disposto a se associar com qualquer pessoa e ainda permanecer firme em quem ele era. Ele trazia à sua lembrança que sua alma era como "uma criança recém-amamentada por sua mãe" (131:2). Crianças recém amamentadas não ficam lutando e brigando para alcançar uma posição nem para se nutrirem, ao contrário, permanecem tranquilas e contentes no colo da mãe. Uma pessoa orgulhosa sempre é inquieta. Fica empurrando e incitando para obter posição e notoriedade manipulando de todas as maneiras para alcançar o que deseja.
Como se fôssemos bebês no colo de Deus, vamos descansar e permitir que Ele nos exalte. Teremos vida mais longa... e iremos mais longe também!