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quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Jerusalém

Cidade Não Abandonada


Sobre as suas muralhas, ó Jerusalém, pus guardas,

que jamais se calarão, nem de dia nem de noite.

Vocês, que farão com que o SENHOR se lembre,

não descansem,

nem deem a ele descanso

até que restabeleça Jerusalém

e a ponha por objeto de louvor na terra.



O SENHOR jurou pela sua mão direita

e pelo seu braço poderoso:

“Nunca mais darei o seu cereal

como alimento para os seus inimigos,

nem os estrangeiros beberão o seu vinho,

que você produziu com tanto trabalho.

Mas aqueles que ajuntam o cereal

serão os que o comerão, louvando o SENHOR;

e os que recolhem as uvas

beberão o vinho nos átrios do meu santuário.”



Passem, passem pelas portas!

Preparem o caminho para o povo!

Aterrem, aterrem a estrada, tirem as pedras,

levantem um estandarte para os povos.

Eis que o SENHOR fez ouvir

até os confins da terra estas palavras:

“Digam à filha de Sião:

Eis que vem o seu Salvador;

com ele vem a sua recompensa,

e diante dele vem o seu galardão.”

Eles serão chamados de

“Povo Santo”, “Remidos do SENHOR”,

e você, Jerusalém, será chamada de “Procurada”,

“Cidade Não Abandonada”.

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Orgulho

Pr. Larry Stockstill

"O orgulho do homem o humilha, mas o de espírito humilde obtém honra."
(Provérbios 29:23)
O orgulho é sem dúvida o pecado mais mortal. Causou a queda de satanás e de inúmeros homens e mulheres enganados por ele através dos séculos.
Davi, o rei mais formidável de Israel, não permitiu que o orgulho entrasse em sua vida: "Senhor, o meu coração não é orgulhoso e os meus olhos não são arrogantes. Não me envolvo com coisas grandiosas nem maravilhosas demais para mim" (Salmos 131:1). Algumas pessoas se enaltecem ao se associarem com os ricos, os intelectuais ou agitadores políticos, como fez Hamã no livro de Ester. Davi, no entanto, estava disposto a se associar com qualquer pessoa e ainda permanecer firme em quem ele era. Ele trazia à sua lembrança que sua alma era como "uma criança recém-amamentada por sua mãe" (131:2). Crianças recém amamentadas não ficam lutando e brigando para alcançar uma posição nem para se nutrirem, ao contrário, permanecem tranquilas e contentes no colo da mãe. Uma pessoa orgulhosa sempre é inquieta. Fica empurrando e incitando para obter posição e notoriedade manipulando de todas as maneiras para alcançar o que deseja.
Como se fôssemos bebês no colo de Deus, vamos descansar e permitir que Ele nos exalte. Teremos vida mais longa... e iremos mais longe também!

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

A Bíblia é verdadeiramente a Palavra de Deus?


Nossa resposta a esta pergunta não irá apenas determinar como vemos a Bíblia e sua importância para nossas vidas, mas também, ao final, provocar em nós um impacto eterno. Se a Bíblia é de fato a palavra de Deus, devemos então estimá-la, estudá-la, obedecer-lhe e nela confiar. Se a Bíblia é a Palavra de Deus, dispensá-la, então, é dispensar o próprio Deus.

O fato de que Deus nos deu a Bíblia é evidência e exemplo de Seu amor por nós. O termo “revelação” significa simplesmente que Deus comunicou à humanidade como Ele é e como nós podemos ter um correto relacionamento com Ele. São coisas que não poderíamos saber se Deus, na Bíblia, não as tivesse revelado divinamente a nós. Embora a revelação de Deus sobre Si mesmo tenha sido dada progressivamente, ao longo de aproximadamente 1500 anos, ela sempre conteve tudo que o homem precisava saber sobre Deus para com Ele ter um bom relacionamento. Se a Bíblia é realmente a Palavra de Deus, é portanto a autoridade final sobre todas as questões de fé, prática religiosa e moral.

A pergunta que devemos fazer a nós mesmos é: como podemos saber que a Bíblia é a Palavra de Deus e não simplesmente um bom livro? O que é único sobre a Bíblia que a separa de todos os outros livros religiosos já escritos? Existe alguma evidência de que a Bíblia é realmente a Palavra de Deus? Estes são os tipos de perguntas que merecem análise se formos seriamente examinar a afirmação bíblica de que a Bíblia é a verdadeira Palavra de Deus, divinamente inspirada, e totalmente suficiente para todas as questões de fé e prática.

Não pode haver dúvida sobre o fato de que a própria Bíblia afirma ser a verdadeira Palavra de Deus. Tal pode ser claramente observado em versículos como 2 Timóteo 3:15-17, que diz: “... desde a infância, sabes as sagradas letras, que podem tornar-te sábio para a salvação pela fé em Cristo Jesus. Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra.”

A fim de responder a estas perguntas, devemos observar tanto as evidências internas quanto as evidências externas de que a Bíblia é mesmo a Palavra de Deus. Evidências internas são aquelas coisas do interior da Bíblia que testificam sua origem divina. Uma das primeiras evidências internas de que a Bíblia é a Palavra de Deus é a sua unidade. Apesar de, na verdade, ser composta de sessenta e seis livros individuais, escritos em três continentes, em três diferentes línguas, durante um período de aproximadamente 1500 anos, por mais de 40 autores (que tinham profissões diferentes), a Bíblia permanece como um livro unificado desde o início até o fim, sem contradições. Esta unidade é singular em comparação a todos os outros livros e é evidência da origem divina das palavras, enquanto Deus moveu homens de tal forma que registraram as Suas palavras.

Outra evidência interna que indica que a Bíblia é a Palavra de Deus é observada nas profecias detalhadas contidas em suas páginas. A Bíblia contém centenas de detalhadas profecias relacionadas ao futuro de nações individuais, incluindo Israel, ao futuro de certas cidades, ao futuro da humanidade, e à vinda de um que seria o Messias, o Salvador, não só de Israel, mas de todos que Nele cressem. Ao contrário de profecias encontradas em outros livros religiosos, ou das profecias feitas por Nostradamus, as profecias bíblicas são extremamente detalhadas e nunca falharam em se tornar realidade. Há mais de trezentas profecias relacionadas a Jesus Cristo apenas no Antigo Testamento. Não apenas foi predito onde Ele nasceria e de qual família viria, mas também como Ele morreria e que ressuscitaria ao terceiro dia. Simplesmente não há maneira lógica de explicar as profecias cumpridas da Bíblia a não ser por origem divina. Não existe outro livro religioso com a extensão ou o tipo de previsão das profecias que a Bíblia contém.

Uma terceira evidência interna da origem divina da Bíblia é notada na sua autoridade e poder únicos. Enquanto esta evidência é mais subjetiva do que as duas evidências anteriores, ela não é nada menos do que testemunho poderoso da origem divina da Bíblia. A Bíblia tem autoridade única, que não se parece com a de qualquer outro livro já escrito. Esta autoridade e poder podem ser vistos com mais clareza pela forma como inúmeras vidas já foram transformadas pela leitura da Bíblia. Curou viciados em drogas, libertou homossexuais, transformou a vida de pessoas sem rumo, modificou criminosos de coração duro, repreende pecadores, e sua leitura transforma o ódio em amor. A Bíblia possui um poder dinâmico e transformador que só é possível por ser a verdadeira Palavra de Deus.

Além das evidências internas de que a Bíblia é a Palavra de Deus, existem também evidências externas que indicam isto. Uma destas evidências é o caráter histórico da Bíblia. Como a Bíblia relata eventos históricos, a sua veracidade e precisão estão sujeitas à verificação, como qualquer outro documento histórico. Através tanto de evidências arqueológicas quanto de outros documentos escritos, os relatos históricos da Bíblia foram várias vezes comprovados como verdadeiros e precisos. Na verdade, todas as evidências arqueológicas e encontradas em manuscritos que validam a Bíblia a tornam o melhor livro documentado do mundo antigo. O fato de que a Bíblia registra precisa e verdadeiramente eventos historicamente verificáveis é uma grande indicação da sua veracidade ao lidar com assuntos religiosos e doutrinas, ajudando a substanciar sua afirmação em ser a Palavra Deus.

Outra evidência externa de que a Bíblia é a Palavra de Deus é a integridade de seus autores humanos. Como mencionado anteriormente, Deus usou homens vindos de diversas profissões e ofícios para registrar as Suas palavras para nós. Estudando as vidas destes homens, não há boa razão para acreditar que não tenham sido homens honestos e sinceros. Examinando suas vidas e o fato de que estavam dispostos a morrer (quase sempre mortes terríveis) pelo que acreditavam, logo se torna claro que estes homens comuns, porém honestos, realmente criam que Deus com eles havia falado. Os homens que escreveram o Novo Testamento e centenas de outros crentes (1 Coríntios 15:6) sabiam a verdade da sua mensagem porque haviam visto e passado tempo com Jesus Cristo depois que Ele ressuscitou dentre os mortos. A transformação ao ter visto o Cristo Ressuscitado causou tremendo impacto nestes homens. Eles passaram do “esconder-se com medo” ao estado de “disposição a morrer pela mensagem que Deus lhes havia revelado”. Suas vidas e mortes testificam o fato de que a Bíblia é verdadeiramente a Palavra de Deus.

Uma última evidência externa de que a Bíblia é verdadeiramente a Palavra de Deus é seu “caráter indestrutível”. Por causa de sua importância e de sua afirmação em ser a Palavra de Deus, a Bíblia sofreu mais ataques e tentativas de destruição do que qualquer outro livro na história. Dos primeiros imperadores romanos como Diocleciano, passando por ditadores comunistas e até chegar aos ateus e agnósticos modernos, a Bíblia resistiu e permaneceu a todos os seus ataques e continua sendo o livro mais publicado no mundo hoje.

Através dos tempos, céticos tiveram a Bíblia como mitológica, mas a arqueologia a estabeleceu como histórica. Seus oponentes atacaram seus ensinamentos como sendo primitivos e desatualizados, porém estes, somados a seus conceitos morais e legais, tiveram uma influência positiva em sociedades e culturas do mundo todo. Ela continua a ser atacada pela ciência, psicologia e por movimentos políticos, mas mesmo assim permanece tão verdadeira e relevante como quando foi escrita. Ela é um livro que transformou inúmeras vidas e culturas através dos últimos 2000 anos. Não importa o quanto seus oponentes tentem atacá-la, destruí-la ou fazer com que perca sua reputação, a Bíblia permanece tão forte, verdadeira e relevante após os ataques quanto antes. A precisão com que foi preservada, apesar de todas as tentativas de corrompê-la, atacá-la ou destruí-la é o testemunho claro do fato de que a Bíblia é verdadeiramente a Palavra de Deus. Não deveria ser surpresa para nós que, não importa o quanto seja atacada, ela sempre volta igual e ilesa. Afinal, Jesus disse: “Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão” (Marcos 13:31). Após observar as evidências, qualquer um pode dizer sem dúvida nenhuma que “Sim, a Bíblia é verdadeiramente a Palavra de Deus.”

sábado, 25 de novembro de 2017

Provação ardente

Sadraque, Mesaque e Abede-Nego atravessaram uma provação ardente. Pedro disse: "Amados, não se surpreendam com o fogo que surge entre vocês para prová-los, como se algo estranho estivesse acontecendo" (1 Pedro 4:12). A provação ardente é o momento das nossas vidas em que decidimos se vale a pena perder tudo que temos para servir a Deus. Os três jovens hebreus tomaram uma decisão de qualidade perante o rei: "Se formos atirados na fornalha em chamas, o Deus a quem prestamos culto pode livrar-nos... Mas, se Ele não nos livrar, saiba, ó rei, que não prestaremos culto aos teus deuses" (Daniel 3:17-18). Os jovens corajosos determinaram que, se a aprovação os incinerasse ou se eles incinerassem a provação, serviriam a Deus!
Quando você toma a decisão de alegrar-se à medida que participa dos sofrimentos de Cristo (1 Pedro 4:13), nada que satanás atire contra a sua vida pode lhe afetar. Na verdade, você descobrirá que Jesus está ali no fogo junto com você (Daniel 3:25). A única coisa que você perderá no fogo são as suas correntes, pois serão soltas pelo fogo!

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Liderança


Liderança é uma responsabilidade formidável. Posicionar-se como líder de outros envolve duas grandes responsabilidades.
Primeiro, Ezequiel disse que um líder é um "sentinela" (Ezequiel 33:2). A tarefa de um sentinela é de ficar de pé sobre o muro sempre vigilante na busca do inimigo. Não existe "parcialidade a pessoas" na vida de um sentinela, mas ele dá o sinal de alerta para que todos possam se preparar. Se o sentinela dormir, ou ficar com medo ou não se preocupar em dar o sinal de alerta, o Senhor considerará essa pessoa responsável pelo sangue de Seu povo (33:6).
A segunda responsabilidade de um líder é ser um "pastor" (34:2). O líder não apenas lidera, mas também alimenta o rebanho de Deus. Se o líder gasta seu tempo e sua atenção alimentando a si mesmo, o rebanho não será fortalecido, nem curado nem enfaixado, os perdidos e os desviados não serão trazidos de volta (34:4). Pastores nunca devem dominar sobre o rebanho com "dureza e brutalidade" (34:4). Ao contrário, devem ser um exemplo.
Líderes que cumprem essas duas funções devem ser altamente respeitados: "Obedeçam aos seus líderes e submetam-se à autoridade deles. Eles cuidam de vocês como quem deve prestar contas" (Hebreus 13:7). Obedeça e ore por seus sentinelas e seus pastores, pois a sua vida espiritual está nas mãos deles.

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

O Deus eterno é a tua habitação


"O Deus eterno é a tua habitação." (Deuteronômio 33.27)

A palavra “habitação” poderia ser traduzida “mansão” ou “lugar permanente”. Isto nos dá o pensamento de que Deus é nossa habitação, nosso lar. Existe doçura e plenitude nessa metáfora, visto que o lar é um lugar querido para nós, mesmo que se trate de uma casa simples. Muito mais querido é o nosso bendito Deus, em quem “vivemos, e nos movemos, e existimos” (Atos 17.28).

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Devocional


"Andai nele." (Colossenses 2.6)

Se recebemos o próprio Cristo em nosso coração, a nossa vida nova se manifestará em familiaridade íntima com Ele, por meio de um andar de fé nEle. Andar implica em ação. Nossa fé não pode ficar confinada ao momento de oração particular. Temos de manifestar em nossa vida diária aquilo que cremos. Se um homem anda em Cristo, ele se comporta como Cristo se comportaria.