quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Pastor que apóia o PT, apóia o terror!

Pastor que apoia HADDAD foi presidente no Brasil de ONG acusada por ISRAEL de financiar TERRORISMO


Pastor que apóia HADDAD foi presidente no Brasil de ONG acusada por ISRAEL de financiar TERRORISMO

O pastor ultra-esquerdista ARIVALDO RAMOS é um militante confesso, como pode-se ver abaixo, em uma de suas declarações. Ariovaldo é uma das lideranças que organizou a reunião de líderes evangélicos minoritários em apoio a Fernando Haddad. Ele foi presidente da ONG VISÃO MUNDIAL no Brasil, entidade  internacional que tem subsidiárias em mais de 100 países.

Na reunião com HADDAD o pastor ARIOVALDO RAMOS discursou:  “As escrituras sagradas nos ensinam que o diabo pode se transformar em anjo de luz e usar até apóstolos para dizer a mentira, que é o que lamentavelmente temos assistido“

Sobre o impeachment de DILMA ROUSSEFF o pastor disse: “Na minha opinião, essa ação que avança, sem que haja motivo jurídico nem sequer para a denúncia, atenta contra a democracia, contra um projeto de emancipação do pobre, do negro, da mulher, do indígena, do quilombola, de todos que estão à margem da sociedade brasileira… Continuo na militância, apoiando. Entendo que o que está acontecendo no Brasil é um retrocesso – o que nós não podemos permitir porque a democracia não é uma benesse. É uma conquista que custou muito caro. Temos de continuar resistindo e denunciando.“

Ariovaldo também já foi até a Venezuela prestar apoio para o então presidente Hugo Chaves. Embora a Venezuela viva um regime ditatorial desde os governos de Chaves, ARIOVALDO RAMOS até hoje não se retratou e muito menos fez qualquer crítica aos governos chavistas.



Em 2016 a Shin Bet, agência de segurança interna de ISRAEL, descobriu que havia algo de errado acontecendo. A agência prendeu um funcionário de elevada patente da ONG Visão Mundial na Faixa de Gaza. O acusado teria direcionado milhões de dólares dos recursos beneficentes da entidade para a organização militante islâmica – terrorista Hamas. O acusado, Mohammed el-Halabi, teria estabelecido um esquema para desviar até 50 milhões de dólares durante anos para o HAMAS.

“… criou projetos humanitários fictícios para obter fundos para o grupo terrorista baseado em Gaza.”

Uma entidade que monitora ONGS em Israel declarou que tem sido normal que entidades de ajuda humanitária sejam cooptadas pelos terroristas do HAMAS.

“… repetidos casos em que as organizações internacionais são cooptadas pelo Hamas destacam a necessidade urgente de uma supervisão maior tanto das ONGs quanto de seus governos doadores”, declarou o Presidente do Monitor de ONGS, Prof. Gerald Steinberg.”

Revista Sociedade Militar – Com informações de https://www.dailymail.co.uk/wires/ap/article-3723986/Israel-World-Vision-manager-Gaza-funneled-money-Hamas.html e

https://unitedwithisrael.org/slain-hamas-journalist-was-hired-to-work-for-anti-israel-group/

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sábado, 13 de outubro de 2018

O Senhor que é servo

O senhor que é servo

Versículo do dia:…Para mostrar, nos séculos vindouros, a suprema riqueza da sua graça, em bondade para conosco, em Cristo Jesus. (Efésios 2.7)

Para mim, a mais surpreendente figura da Bíblia sobre a segunda vinda de Cristo está em Lucas 12.35-37, que retrata o retorno de um senhor vindo de uma festa de casamento:


“Cingido esteja o vosso corpo, e acesas, as vossas candeias. Sede vós semelhantes a homens que esperam pelo seu senhor, ao voltar ele das festas de casamento; para que, quando vier e bater à porta, logo lha abram. Bem-aventurados aqueles servos a quem o senhor, quando vier, os encontre vigilantes; em verdade vos afirmo que ele há de cingir-se, dar-lhes lugar à mesa e, aproximando-se, os servirá”.

Esteja certo de que nós somos chamados de servos, e isso sem dúvida significa que devemos fazer exatamente o que nos é ordenado. Mas a maravilha dessa figura é que o “servo” insiste em “servir” mesmo na era vindoura quando ele virá em toda a sua glória “com os anjos do seu poder, em chama de fogo” (2 Tessalonicenses 1.7-8). Por quê?

Porque o elemento central da glória de Deus é a plenitude da graça que transborda em bondade para pessoas necessitadas. Por isso, ele deseja mostrar “nos séculos vindouros, a suprema riqueza da sua graça, em bondade para conosco, em Cristo Jesus” (Efésios 2.7).

Em que consiste a grandiosidade do nosso Deus? Qual é a sua singularidade no mundo? Isaías responde: “desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu Deus além de ti, que trabalha para aquele que nele espera” (Isaías 64.4).

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sábado, 6 de outubro de 2018

VIVENDO NO EXÍLIO ( ELEIÇÕES )

Vivendo no Exílio

Daniel Lima
Não importa o resultado das eleições deste final de semana, inúmero de nós estaremos satisfeitos e outra grande parcela ficará decepcionada! Temos dificuldade quando nossa esperança (justificada ou não) é frustrada. Quem de nós nunca viu homens adultos chegarem às lágrimas quando seu time de futebol perde uma partida importante? E, veja bem, neste caso são resultados bastante irrelevantes para sua vida... Na questão de eleições, é bem possível que essa frustração afete sua vida, sua casa e, quem sabe, até sua igreja.
Como devemos reagir, enquanto cristãos, quando somos forçados a viver sob um governo que desafia nossas preferências, nossas convicções e mesmo nossa fé? Certamente muitos vão cair em uma apatia impotente: “Não adianta a gente se interessar e se envolver, nada muda mesmo!”. Outras cairão em uma revolta ou indignação, em sua grande maioria igualmente impotente: “Não dá mais, este governo eleito vai nos levar a uma situação ainda pior. Não há nada que se aproveite nele...”. Não creio que estas sejam as únicas opções e certamente não creio que são as mais saudáveis, seja para o país, seja para sua igreja, para sua família ou mesmo para você enquanto seguidor de Jesus. Já falamos em outro artigosobre o perigo de entregar-se de forma absoluta a um movimento, partido ou candidato. Hoje eu gostaria de estudar com você como fazer quando somos “forçados” a viver em um contexto ou sob um governo que, na nossa opinião, é iníquo.
A realidade de um sistema com o qual não concordamos, longe de ser algo inédito, parece ser a experiência mais comum na história humana.
Esta curiosamente não é uma situação nova ou rara para seres humanos, cristãos ou não. Com muito mais frequência somos forçados a viver em situações que nos frustram e nas quais nos sentimos injustiçados. É certo que uma parcela significativa da igreja do primeiro século era composta por escravos que certamente não queriam viver naquelas condições. O povo de Israel também passou várias vezes por situações de opressão. A realidade de um sistema com o qual não concordamos, longe de ser algo inédito, parece ser a experiência mais comum na história humana. Com isso não estou propondo uma postura resignada e fatalista, mas uma postura de fé. Nesta semana, passei por um texto que me desafiou novamente a uma postura que contrasta com o que temos visto e me parece apropriada a um exame mais cuidadoso nestes dias.
“Construam casas e habitem nelas; plantem jardins e comam de seus frutos. Casem-se e tenham filhos e filhas; escolham mulheres para casar-se com seus filhos e deem as suas filhas em casamento, para que também tenham filhos e filhas. Multipliquem-se e não diminuam. Busquem a prosperidade da cidade para a qual eu os deportei e orem ao Senhor em favor dela, porque a prosperidade de vocês depende da prosperidade dela”. Porque assim diz o Senhor dos Exércitos, o Deus de Israel: “Não deixem que os profetas e adivinhos que há no meio de vocês os enganem. Não deem atenção aos sonhos que vocês os encorajam a terem. Eles estão profetizando mentiras em meu nome. Eu não os enviei”, declara o Senhor. Assim diz o Senhor: “Quando se completarem os setenta anos da Babilônia, eu cumprirei a minha promessa em favor de vocês, de trazê-los de volta para este lugar. Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês”, diz o Senhor, “planos de fazê-los prosperar e não de causar dano, planos de dar a vocês esperança e um futuro”. (Jeremias 29.5-11)
Esta foi uma profecia de Jeremias em um período em que o povo de Deus estava colhendo consequências de uma longa série de escolhas erradas. Após séculos rejeitando a Deus, abandonando sua adoração, participando de cultos idólatras e mesmo matando os profetas, o reino do Sul, Judá, estava em um caos completo. Localizado entre superpotências da época, Judá havia ficado como uma presa disputada por estes poderosos impérios. Em um período de cerca de trinta anos, Judá passa por cinco reis e troca de lealdade entre Egito e Babilônia cerca de seis vezes. Impostos são cobrados e parte da população é exilada a cada novo dominador. No final, durante o reino de Joaquim, Jerusalém é destruída e a família real e todos os habitantes qualificados são deportados (cerca de dez mil). Apenas os mais pobres ficam na cidade destruída, com o templo queimado, sem defesas ou projeto de futuro (2Reis 24–25).
No meio desta situação, Jeremias recebeu uma palavra de Deus para passar ao rei e ao povo. Sua palavra era dura e parecia ser uma traição, pois Deus lhe pediu para falar ao povo que não resistisse ao inimigo, mas se entregasse a ele. Deus estava trazendo disciplina sobre o povo para que pudessem se arrepender de sua idolatria. Isso de forma nenhuma deveria consistir em uma surpresa para os judeus. Em praticamente todo registro da aliança de Deus com seu povo há uma longa descrição dos benefícios da fidelidade e as consequências e maldição da infidelidade. A promessa da misericórdia de Deus também estava sempre presente (por exemplo Josué 24).
Para alguns crentes, Deus parece ser obrigado a protegê-los de todo o mal, mesmo do mal que eles mesmos provocam.
No entanto, infelizmente os sacerdotes e líderes religiosos de Judá passaram a confiar tanto nas promessas de restauração, ignorando as consequências de seus atos, que rejeitavam a realidade das consequências que estavam colhendo. Rei após rei rejeitou as profecias de Jeremias, tratando-o com hostilidade e até mesmo prisão. Reis contratavam profetas que falassem o que interessava ao rei, sempre afirmando que eram profetas de Deus. Infelizmente este quadro é estranhamente familiar, tanto na batalha de informações verdadeiras e falsas que são lançadas o tempo todo como no costume de cristãos que, uma vez confrontados em uma igreja, logo buscam outra que se “encaixe” melhor em suas preferências. Tenho conhecido cristãos que agem tolamente, não cumprem seus compromissos e mais tarde lamentam a “falta de cuidado de Deus”. Para estes Deus parece ser obrigado a protegê-los de todo o mal, mesmo do mal que eles mesmos provocam.
De que forma este texto pode nos ajudar? O povo estava vivendo sob um império estrangeiro, um regime opressivo, pagão, idólatra e não tinha condições de fazer nada para mudar este governo. Isso era resultado de suas escolhas anteriores, mas o fato é que mesmo um judeu fiel e temente a Deus era forçado a viver nas mesmas condições. Talvez esta venha a ser a sua situação a partir deste domingo – ou melhor, do início do próximo ano. Talvez você se julgue injustiçado pela escolha que outros fizeram por você. Certamente muitos de nós nos veremos nesta condição. Muitos vão alegar que não escolheram este ou aquele candidato; outros, se a história recente se repetir, logo estarão profundamente arrependidos dos candidatos em que votaram.

Diante disso, Jeremias escreve o texto acima e o envia para a corte e para o povo. Quais são os princípios que podemos aprender? Como se comportar quando nos sentimos como que vivendo no exílio, sob um governo que não pedimos ou concordamos, em circunstâncias que contrariam o que cremos ou sonhamos?
  • A vida continua (Jeremias 29.5-6). Vivam a vida comum, sigam trabalhando, vivendo e se relacionando. Caso um governo que na sua opinião seja maligno for instalado, não devemos parar nosso modo de viver ou suspender qualquer atividade. Nosso chamado é continuar e, por meio de nossa vida em circunstâncias não ideais, manifestar nossa esperança em Deus.
  • Orem e trabalhem pela prosperidade de seu país (Jeremias 29.7). Infelizmente é comum que pessoas que se sentem derrotadas em eleições assumam uma postura de “quanto pior, melhor”, entendendo que agindo assim mostrarão sua discordância com a situação. O povo de Judá foi desafiado a ver que esta situação fazia parte do plano de Deus para eles. A mensagem incentivava os judeus a investirem no progresso da cidade para onde foram deportados, pois este progresso iria abençoá-los também. Mesmo se o resultado das eleições for contrário ao seu entendimento, trabalhe, ore pelo nosso país, contribua para que as coisas melhorem, continue a ser uma presença ativa e positiva. Não importa quem ganhe a eleição, seja uma benção no lugar onde vive.
  • Cuidado com falsos profetas (Jeremias 29.8-9). Seja cuidadoso quanto ao que você ouve e o que consola você. Na profecia de Jeremias havia uma promessa de restauração futura. No entanto, eles só viam o momento, e o contexto era o contrário do que esperavam. Por isso, não é surpresa que em sua desesperança o povo ouvisse, incentivasse e até mesmo contratasse profetas para falar o que queriam ouvir. Estes profetas anunciavam coisas que Deus não havia prometido, soluções que eram agradáveis mas irreais. Este era um tempo de disciplina para a nação de Israel – e talvez seja o mesmo para nós. Deus disciplina a quem ama e certamente Deus ama o povo brasileiro. Não importa o resultado das eleições, o resultado não será tudo o que gostaríamos. No entanto, temos a garantia dada por Deus de que ele continua no controle e de que seu plano não pode ser frustrado.
  • Mantenha o foco nas promessas (Jeremias 29.10-11). Para o povo de Israel havia uma promessa de que após determinado tempo Deus iria resgatar sua nação. Como cristãos temos uma promessa muito maior, mas que não se refere a esta nação. Nos foi prometido que Cristo mesmo vai voltar para nos buscar (João 14.1-4). Esta promessa é enfatizada quando Deus reafirma tanto sua autoridade como seu interesse naquilo que é melhor para nós. Isso não significa ficarmos apáticos, mas continuarmos vivendo com graça e esperança, mesmo em situações adversas.
Minha sincera oração é que pessoas mais tementes a Deus assumam o governo. Não somente para que meus interesses sejam protegidos, mas porque eu creio que pessoas tementes a Deus farão um governo melhor para nosso país do que pessoas que promovem a impiedade. Há uma exceção a este princípio: é quando Deus quer trazer disciplina sobre uma nação. Neste caso, ele levanta pessoas iníquas que farão o mal prosperar e assim talvez o povo aprenda a confiar em Deus. Em momentos conturbados, nossa esperança é no Deus que afirma:
O Senhor desfaz os planos das nações e frustra os propósitos dos povos. Mas os planos do Senhor permanecem para sempre, os propósitos do seu coração, por todas as gerações. Como é feliz a nação que tem o Senhor como Deus, o povo que ele escolheu para lhe pertencer! (Salmo 33.10-12)

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

TODO DIA COM PAZ

Todo Dia Com Paz

Quarta-Feira 3 Outubro
Porque foste morto, e com o teu sangue nos compraste para Deus de toda a tribo, e língua, e povo, e nação.
(Apocalipse 5:9)

A Fé é Para Os Pequenos E Grandes

A medalha Fields é a mais prestigiosa distinção para um matemático. Quando no ano 2002 Laurent Lafforgue recebeu a mesma, toda a atenção estava centrada nele. Mas, para surpresa de muitos, Laurent Lafforgue era um verdadeiro crente. Essas foram suas palavras: “Meu relacionamento com Deus é pouco emocional; a razão desempenha um papel muito importante. Busca o mais profundo, o mais importante”.
Por outro lado, entre os que enxergam apenas oposição entre a ciência e a fé, o matemático vê, acima de tudo semelhanças: “a fé, diz ele, tende para a verdade, e a ciência também. Não se pode investigar sem crer na existência da verdade. A matemática não é algo que funciona sozinha, mas coletivamente. Ela é igual a fé, que não pode ser vivida de forma isolada. Na matemática nunca podemos perder de vista os problemas centrais; o mesmo acontece com relação à fé: sempre tive o profundo sentimento de que o mais essencial de tudo existe: Cristo. Creio poder dizer: amo a Cristo. Amo a pessoa de Cristo”.
É agradável ler o testemunho dum homem erudito, mas o testemunho dum homem mais simples também tem seu valor. A fé cristã é universal. Homens e mulheres de todos os países e culturas têm recebido a mesma. Pessoas instruídas e pessoas sem instrução, pobres e ricos, crianças, adultos e anciãos, cientistas e artistas.
“Amas-me?, perguntou o Senhor Jesus Cristo a Pedro. Que possamos responder-Lhe: “Sim, Senhor, tu sabes que te amo” (João 21:16).

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

A hipocrisia feminista e a circuncisão feminina na África
Enquanto feministas querem assassinar bebês no útero, meninas sofrem mutilação genital




Marisa Lobo - 22/09/2018
A luta de alguns grupos que se apresentam como “defensores das mulheres” chega a ser patética diante de certos contextos. Vemos o quanto a população é manipulada por interesses ideológicos, por exemplo, do movimento feminista, quando questões absurdamente gritantes que acontecem em várias partes do mundo não recebem a devida atenção, repúdio e combate como deveriam, simplesmente porque são frutos de uma cultura religiosa inserida na lista do “politicamente correto”.

Esta semana a agência de notícias espanhola EFE noticiou a internação hospitalar de 60 crianças, meninas de 5 a 7 anos de idade vítimas de mutilação genital em Burkina Faso, na África. Todas elas deram entrada no hospital com hemorragias e infecções, correndo risco de vida. Essa prática horrorosa existe a centenas de anos em pelo menos 30 países, já tendo vitimado cerca de 200 milhões de meninas, segundo um relatório divulgado pela Unicef em fevereiro de 2016.




Na maioria desses países a cultura islâmica é majoritária, influenciando os costumes da população no tratamento das mulheres. No Egito, por exemplo, apesar de a prática ser proibida por lei, o percentual chega a 91%, segundo um levantamento da ONU em 2008, divulgado pelo jornal El Pais em 2014. Apesar de alguns discordarem da associação da prática com a religião islâmica, a mutilação é citada nos Hadiths, livros que falam sobre algumas tradições de Maomé e é orientada no Tratado da Lei Islâmica, ou The Reliance of the Traveller, uma espécie de manual de jurisprudência muçulmana, como podemos observar no trecho abaixo:

“e4.3: Circuncisão é obrigatória (para cada homem e mulher) pela remoção do pedaço da pele da glande do homem, mas a circuncisão da mulher se dá pela remoção do clítoris (isto é chamado Hufaad)”.

Ainda segundo o El Pais, Attia Abdel Mahmud, professor de jurisprudência islâmica da Universidade Al Azhar, a maior autoridade religiosa do Egito, confirmou que apesar de não ser uma obrigação, a mutilação genital feminina é uma tradição islâmica e a referência de que a prática foi autorizada por Maomé em dado episódio é verdadeira. “A circuncisão masculina é uma obrigação no Islã. Já a feminina não é, mas é reconhecida como uma prática tradicional. O dito em que o profeta autoriza uma mulher a praticá-la foi autenticado”, disse o professor ao jornal na matéria que teve como título Filhas do Nilo, a Circuncisão É uma Tradição Proibida.

DIREITOS HUMANOS E HIPOCRISIA FEMINISTA
Apesar dos esforços de algumas organizações para acabar com essa prática, ela continua presente até hoje em diversos países. A proibição por lei não acabou com a mutilação genital feminina e a possibilidade de que nações se tornem oficialmente regulamentadas por legislações religiosas, como já existe, preocupa muito, porque sinaliza a continuidade da “tradição”.

Defendo que algumas práticas culturais devam permanecer preservadas, porque são heranças de um povo, incluindo suas crenças religiosas. No entanto, nem toda cultura é boa para a vida humana, pois trazem sequelas físicas irreparáveis, psicológicas e espirituais, e isso também vale para a religião. Nesses casos, onde a vida humana está em risco, precisamos intervir e abandonar qualquer tipo de tradição que agride, deprecia e legitima a violência contra o ser humano, especialmente contra nós, mulheres.

Então fico me perguntando onde está a indignação do movimento feminista com uma notícia como essa, da agência EFE? Onde estão as feministas despeitadas que invadem templos cristãos para debochar da fé cristã, mas não manifestam um “pio” contra a atrocidade da mutilação genital ainda presente na cultura islâmica, vitimando milhares de meninas todos os anos? Covardes, é o que são! A verdade é que essas falsas defensoras das mulheres, alienadas por uma ideologia hipócrita e antiDeus, estão mais interessadas em assassinar bebês no próprio útero do que lutar em favor da verdadeira violência e discriminação contra a mulher.

A contradição do movimento feminista é tão absurda que, nesse momento, está sendo comprovada por uma campanha que está manipulando parte da população contra um candidato que propõe a castração química de estupradores. Ou seja, contra alguém que defende uma punição bem mais rigorosa para o estuprador, visando combater justamente a tal “cultura do estupro”, tão alardeada por elas mesmas, as feministas. Onde está a coerência nisso?

Só posso lamentar e dizer que mulheres que realmente se preocupam com mulheres não são feministas. São femininas! E, para isso, nós não precisamos de aliciadoras ideológicas, que em sua maioria não passam de pessoas mal amadas e frustradas com a própria sexualidade. Nós lutamos em favor das mulheres porque reconhecemos que antes de tudo somos seres humanos, iguais em direitos, deveres e importância, de modo que a nossa voz servirá para denunciar absurdos que aconteçam não apenas no Brasil, mas em qualquer parte do mundo, custe o que custar.

Marisa Lobo possui graduação em Psicologia, é pós-graduada em Filosofia de Direitos Humanos e em Saúde Mental e tem habilitação para Magistério Superior.

terça-feira, 25 de setembro de 2018

A VIDA DE JESUS


O Nascimento de Jesus
Mateus 1.18 - 2.15
Lucas 2.1-20

Jesus é apresentado no templo
Lucas 2.21-40

O jovem Jesus
Lucas 2.41-52

O batismo de Jesus
Mateus 3
Marcos 1.1-11
Lucas 3.21-22

A tentação de Jesus
Mateus 4.1-11
Marcos 1.12-13
Lucas 4.1-13

Jesus chama seus primeiros discípulos
Mateus 4.18-22
Marcos 1.16-20
Lucas 5.1-11

Jesus escolhe os doze apóstolos
Mateus 10.1-4
Marcos 3.13-19
Lucas 6.12-16

A transfiguração de Jesus
Mateus 17.1-13
Marcos 9.2-13

A entrada triunfal em Jerusalém
Mateus 21.1-11
Marcos 11.1-11
Lucas 19.29-44
João 12.12-19

A última ceia de Jesus
Mateus 26.17-35
Marcos 14.12-26
Lucas 22.1-38

Jesus ora no getsemani
Mateus 26.36-46
Marcos 14.32-42
Lucas 22.39-46

Julgamento e crucificação de Jesus
Mateus 26.47 - 27.66
Marcos 14.43 - 15.47
Lucas 22.47 - 23.57
João 18 - 19

A ressurreição de Jesus
Mateus 28.1-10
Marcos 16
Lucas 24.1-12
João 20

O grande comissionamento
Mateus 28.16-20

A ascensão de Jesus
Lucas 24.50-53
Atos 1.1-12

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

A SUA ALMA É IMORTAL

A sua alma é imortal. Ela jamais morrerá. Mas ao separar-se de seu corpo, dois destinos haverá para ela: o CÉU (a eternidade com Deus – a felicidade eterna) ou a eternidade sem Deus (o sofrimento eterno). Há apenas uma pessoa neste mundo capaz de escolher o lugar para onde você irá viver eternamente.
Você dirá que essa pessoa é Deus, mas Deus diz em Sua Palavra, a Bíblia Sagrada, que esta pessoa é você. Só você pode escolher ou determinar o destino eterno da sua alma. Você poderá, se quiser, escolher agora o céu, mas se achar que pode deixar o assunto para outra hora, já terá escolhido a eternidade sem Deus para você; se você morrer agora, irá para lá para todo o sempre. Não morrendo agora, estará andando para a eternidade sem Deus.
Certamente você quer o Céu. E para que você tenha certeza de que vai gozar o céu, o que deve fazer é:
  • Reconhecer-se pecador. Deus diz:
“Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus”. (Rom 3:23)
  • Reconhecer que você não pode entrar no Céu por seus esforços próprios.
“Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus.
Não vem das obras, para que ninguém se glorie”. (Ef 2:8,9)
  • Crer que somente Jesus Cristo pode levar você ao Céu. Jesus diz em João 14:6
“Eu sou o caminho, e a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, senão por mim”.
Jesus não disse “um dos caminhos”, mas “O caminho”.
  • Aceitar Jesus Cristo como seu único Salvador.
“Crê no Senhor Jesus e serás salvo”. (Atos 16:31)
Mas dirão alguns: Sou jovem e deixarei isto para depois. Gostaríamos de dizer duas coisas:
  • Não precisa ser velho para estar próximo da eternidade.
  • As profecias da Bíblia dizem que Jesus voltará novamente; e estas profecias se cumprem nos nossos dias. Como estará a sua vida naquele dia? Pense nisto. Pois o único meio de alcançar esta benção é Jesus.
“Eis que venho sem demora” (Ap 22:7)

Mas se você não quer escolher o Céu, saiba que está caminhando para a eternidade sem Deus, debaixo da ira de Deus.
“…porém o que não crê no filho (Jesus) a ira de Deus sobre ele permanece”. (João 3:36b)

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Lucas


“Epafras, meu companheiro de prisão por causa de Cristo Jesus, envia saudações, assim como também Marcos, Aristarco, Demas e Lucas, meus cooperadores.” (Filemom 23-24)

Lucas deve ter acompanhado o apóstolo Paulo de maneira toda especial. Como médico, era uma pessoa inteligente com a qual o apóstolo conseguia se relacionar bem. Li em um comentário bíblico que estudiosos constataram que nos dois livros do Novo Testamento escritos por Lucas pode-se reconhecer sua familiarização com a nomenclatura técnica da medicina, no idioma grego. Todavia, ele também foi um colaborador humilde, dedicado e fiel, que permaneceu ao lado do apóstolo, mesmo nas horas mais difíceis. Lucas compartilhou dos perigos e dos sofrimentos de Paulo, talvez como ninguém mais fez. Ele o acompanhou na prisão em Cesareia, na perigosa viagem marítima para a Itália e nas duas detenções em Roma. Não é à toa que Paulo, quando foi abandonado por outros, se refere a Lucas: “Pois Demas, amando este mundo, abandonou-me e foi para Tessalônica. Crescente foi para a Galácia e Tito para a Dalmácia. Só Lucas está comigo” (2Timóteo 4.10-11).


Ele foi um verdadeiro médico que acompanhou Paulo praticamente até a morte deste, enquanto muitos outros o abandonaram. O apóstolo então se referiu a Lucas: “Lucas, o médico amado” (Colossenses 4.14). Ele provavelmente era alguém muito confiável, profundo, e alguém que levava as coisas a sério com todos, também quanto ao discipulado e à fidelidade.

Lucas escreveu o evangelho que recebeu o seu nome e o livro de Atos dos Apóstolos. Assim, ele escreveu mais no Novo Testamento do que qualquer outro autor. Ele é também o historiador pioneiro do cristianismo. Isso se torna ainda mais interessante sabendo que, entre todos os autores do Novo Testamento, Lucas é o único que não é judeu. De acordo com afirmações dos pais da igreja, ele era originário de Antioquia, na Síria. Ele teria falecido ainda solteiro, aos 84 anos de idade.

Nas suas palavras introdutórias ao evangelho de Lucas e ao livro de Atos, percebemos um pouco de seu pensamento: “Muitos já se dedicaram a elaborar um relato dos fatos que se cumpriram entre nós, conforme nos foram transmitidos por aqueles que desde o início foram testemunhas oculares e servos da palavra. Eu mesmo investiguei tudo cuidadosamente, desde o começo, e decidi escrever-te um relato ordenado, ó excelentíssimo Teófilo, para que tenhas a certeza das coisas que te foram ensinadas” (Lucas 1.1-4). “Em meu livro anterior, Teófilo, escrevi a respeito de tudo o que Jesus começou a fazer e a ensinar, até o dia em que foi elevado aos céus, depois de ter dado instruções por meio do Espírito Santo aos apóstolos que havia escolhido” (Atos 1.1-2). Lucas era claramente a pessoa certa para examinar e explicar todas as circunstâncias.

Vemos aqui como Deus também utiliza as habilidades naturais para a sua obra. Nesse aspecto, Lucas é um exemplo de fidelidade, que ele manteve até o fim.

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Trombetas Parte 3


O Propósito da Trombeta na Bíblia
Dentre os propósitos da trombeta na Bíblia, pode-se destacar o sinal usado para levantar o acampamento do Tabernáculo durante a peregrinação no deserto – “Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo: Faze-te duas trombetas de prata; de obra batida as farás, e elas te servirão para a convocação da congregação, e para a partida dos arraiais.” (Nm10:1-2).

Bem como o sinal para a preparação para a guerra: “E, quando na vossa terra sairdes a pelejar contra o inimigo, que vos oprime, também tocareis as trombetas retinindo, e perante o SENHOR vosso Deus haverá lembrança de vós, e sereis salvos de vossos inimigos.” (Nm.10:9; Jz.3:27; ISm.13:3-4).

Também tinha por função marcar o início do mês, com a chegada da Lua Nova, o Ano Novo e as Festas Bíblicas: “Semelhantemente, no dia da vossa alegria e nas vossas solenidades, e nos princípios de vossos meses, também tocareis as trombetas sobre os vossos holocaustos, sobre os vossos sacrifícios pacíficos, e vos serão por memorial perante vosso Deus: Eu sou o SENHOR vosso Deus” (Nm.10:10).

O shofar também era tocado no ano de Jubileu (Yovel), anunciando a libertação da escravidão e da penúria: “Então no mês sétimo, aos dez do mês, farás passar a trombeta do jubileu; no dia da expiação fareis passar a trombeta por toda a vossa terra, E santificareis o ano quinquagésimo, e apregoareis liberdade na terra a todos os seus moradores; ano de jubileu vos será, e tornareis, cada um à sua possessão, e cada um à sua família.” (Lv.25:9-10).

Por fim, tinha por propósito, além das funções já citadas, convocar reuniões solenes, como a Coroação Real: “E Zadoque, o sacerdote, com Natã, o profeta, ali o ungirão rei sobre Israel; então tocareis a trombeta, e direis: Viva o rei Salomão!” (1Rs.1:34).

Os Toques do Shofar
O mandamento da festividade é: escutar o toque do Shofar (Lv.23:24). Pela manhã, nos dois dias de comemoração da festa na Sinagoga, durante a cerimonia de Mussaf (que significa “acréscimo” e se refere ao sacrifício adicional que era feito no Templo de Jerusalém na época bíblica, em dias especiais [Nm.29:1-6]) um integrante treinado da comunidade efetua 100 toques no shofar, que ecoam por todo o ambiente, alcançando todos os ouvintes – próximos ou distantes.

Os toques do shofar na festa são três: o primeiro é chamado de Tekiá, um toque uníssono prolongado de aproximadamente cinco segundos; o segundo de Shevarim, três toques consecutivos de aproximadamente um segundo cada, com intervalos muito curtos, sendo todos os três toques feitos numa mesma respiração; e o terceiro de Teruá, uma sequência de toques muito curtos (entre nove e quinze toques) executados dentro de uma só respiração.

 A Mudança do Nome
Depois da destruição do Templo de Jerusalém, a Festa das Trombetas passou a ser chamada de Rosh HaShaná, que literalmente significa Cabeça do Ano, mas é comumente chamada de o Ano Novo Judaico. A primeira referência escrita deste nome está na Mishná  (no tratado de Rosh Hashaná).

Rosh HaShaná, segundo a tradição rabínica, comemora o dia da criação do mundo, em especial do primeiro homem – “E disse Deus: Eis que vos tenho dado toda a erva que dê semente, que está sobre a face de toda a terra; e toda a árvore, em que há fruto que dê semente, ser-vos-á para mantimento” (Gn.1:29). Contudo, o Midrash traz ao homem a seguinte lembrança: “Não fique orgulhoso de si mesmo; até um inseto foi criado antes de você!”.

O limiar do começo de um novo ano deve trazer uma reflexão pessoal e disposição para o arrependimento através da correção de maus feitos e a prática de orações de confissão, visto a proximidade do juízo divino.

 Ano Novo no sétimo mês?
Por que o ano novo judaico se dá no sétimo mês do calendário bíblico? A razão está no fato do Senhor Deus ter instituído o mês de Nisã como o princípio dos anos para Israel, por ocasião da Páscoa e, consequentemente, a libertação dos hebreus da escravidão do Egito (Êx.12:1-2).

Os sábios judeus, depois do ano 70 d.C., estabeleceram o mês de Nisã como o início do ano religioso e o primeiro de Tishrei como o início do ano cívico de Israel, com a marcação da lua nova iniciando o ciclo anual.

As Práticas de Rosh HaShaná
Entre as práticas religiosas de Rosh HaShaná está Selichot (desculpas), uma série de poemas e versículos bíblicos onde constam pedidos de desculpas pelos pecados condenados pela Torá. Também realiza-se o ritual de Hatarat Nedarim (anulação das promessas), realizado na véspera de Rosh Hashaná – o judeu piedoso faz uma confissão de promessas feitas que infelizmente não puderam ser cumpridas ao longo do ano diante de três testemunhas, afim de que elas anulem, em nome da comunidade, as promessas feitas e não cumpridas, com o objetivo de permitir às pessoas que comecem o novo ano sem dívidas diante de Deus.

Pratos Típicos de Rosh HaShaná
Pratos típicos, de Rosh HaShaná: Chalá (pão redondo); frutas da estação: romãs e/ou as deliciosas tâmaras; e a tradicional maçã com mel. O prato principal é peixe, com rosh sher dag (cabeça de peixe), e/ou cabeça de carneiro – ambas simbolizando o começo (cabeça) do ano.

A Saudação

A saudação tradicional é: Shaná Tová – “Tenha um bom ano” -, que é a forma abreviada de LeShaná Tová Tikatêvu VeTechatêmu – “Que você seja inscrito e selado (no Livro da Vida) para um ano bom”. Para um ano novo e doce, Shaná Tová Umetuká.

A Representação Profética da Festa das Trombetas
A Festa das trombetas representa o arrebatamento da Igreja: “Porque o mesmo Senhor descerá do céu (…) e com a trombeta de Deus (…) Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor” (1Ts.4:16-17). Aguardamos a última trombeta: “Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados” (1 Co.15:52).

Representa, também, o juízo de Deus sobre a humanidade (Ap.6-19): “E vi os sete anjos, que estavam diante de Deus, e foram-lhes dadas sete trombetas (…) E o primeiro anjo tocou a sua trombeta, e houve saraiva e fogo misturado com sangue, e foram lançados na terra, que foi queimada na sua terça parte” (Ap.8:2,7a).

Remete, igualmente, à Segunda Vinda do Messias. De acordo com o Rabino Chanina Ben Dossa, o grande shofar será tocado quando os judeus exilados forem reunidos de todos os cantos da terra, conforme está escrito na décima leitura na Amidá. O que nos leva a Mateus 24:30-31: “Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem (…) E ele enviará os seus anjos com rijo clamor de trombeta, os quais ajuntarão os seus escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus”.

A Festa das Trombetas é um chamado aos judeus para se prepararem para o grande encontro com o Senhor Deus, Rei e Juiz do Universo: “Prepara-te, ó Israel, para encontrares com o teu Deus” (Amós 4:12).

Trombetas Parte 2


O Shofar – A Trombeta
O shofar, ao contrário do que alguns pensam, não é um instrumento musical na concepção da palavra, pois não possui um som harmonioso, embora assemelhe-se um pouco à trombeta como nós conhecemos. Contudo, não é esse o seu propósito. A razão do shofar é mais profunda, é um chamado estridente e agudo para o arrependimento a todos aqueles que reconhecem o seu toque.

O chifre de carneiro (Shofar) está intimamente ligado a Israel devido ao fato de ter sido um carneiro o substituto de Isaque no Monte do Senhor, chamado Moriá: “Então levantou Abraão os seus olhos e olhou; e eis um carneiro detrás dele, travado pelos seus chifres, num mato; e foi Abraão, e tomou o carneiro, e ofereceu-o em holocausto, em lugar de seu filho” (Gn.22:13).

Trombetas parte 1


Shofarot, que significa em hebraico Trombetas é uma das sete festas solenes dadas pelo Senhor a Israel – “Fala aos filhos de Israel, dizendo: No mês sétimo, ao primeiro do mês, tereis descanso, memorial com sonido de trombetas, santa convocação” (Lv.23:4) -, sendo comemorada, pelo calendário bíblico, no primeiro dia do sétimo mês, chamado de Tishrei, correspondente a Setembro/Outubro de nosso calendário. O dia da comemoração de Shofarot se torna Shabat, dia no qual o trabalho é proibido: “Nenhum trabalho servil fareis” (Lv.23:25a). Para os nossos dias, seria como um feriado.

Após o exílio na Babilônia, a celebração passou a ser observada durante os dois primeiros dias do mês de Tishrei, pensando no alcance das comunidades judaicas da Galut (dispersão dos judeus por todo o mundo = Diáspora Judaica). Lembrando que o dia da festa começa no pôr do sol do dia anterior e segue até o anoitecer do dia posterior.

No período bíblico, isto é, enquanto existia o templo judaico em Jerusalém, a Festa de Shofarot iniciava a terceira peregrinação do israelita a Jerusalém para celebrar ao Deus de seus pais com sacrifícios e ofertas pacíficas ao som do shofar (Nm.29:1-6). Portanto, Shofarot começa o último ciclo das festas anuais do povo de Deus, as festa de de Outono. Em sequência a Shofarot, dez dias depois temos o Yom Kipur (Dia do Perdão) e Sucot (Festa dos Tabernáculos).

Shofarot, posteriormente chamado Rosh HaShaná, marca o começo de um novo ano cívico para Israel. Nos dias 10 e 11 de Setembro de 2018 a comunidade judaica estará comemorando o início do ano 5779.

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Justificação

A justificação acha-se ligada a importantíssima questão de se saber como pode o homem ser justo para com Deus? Por três vezes se faz uma tal pergunta no Livro de Jó (4.17 - 9.2 - 25.4 - cp com 15.14). Sinceros israelitas sentiram a opressão da idéia (Sl 143.2 - Mq 6.6).

Em todo o ritual mosaico esse sentimento se manifesta, bem como no ritual e cerimonial do paganismo. o primeiro lugar da Bíblia, onde se sugere a verdadeira solução do problema, encontra-se em Gn 15.1 a 6, pois aí, pela primeira vez, se fala da justiça e da crença. A palavra de Deus, se diz no vers. 1, veio a Abraão, porque foi grande a confiança deste na revelação divina, sendo a justiça a conseqüência. Esta passagem é, em alguns casos a chave para as diversas referências que em outros lugares da Bíblia as encontram com respeito à justiça e fé. A mesma idéia da justificação pela confiança em Deus se apresenta em Sl 32.1,2 e Hc 2.4 - mas de um modo mais claro se acha a doutrina da justificação nas páginas do Novo Testamento. A justificação diz particularmente respeito à nossa verdadeira relação com Deus, não se tendo em vista a condição espiritual, mas a situação judicial. Esta verdadeira comunhão com Deus foi comprometida pelo pecado, de que resultou a culpa, a condenação e a separação. A justificação compreende o ressurgimento dessa comunhão, sendo removida a condenação pelo perdão, a culpa pela justiça, e a separação pela boa vontade. A justificação significa realmente a reintegração do homem, na sua verdadeira relação com Deus. É, então, considerado como justo, aceito perante Deus como reto com respeito à lei divina, sendo, portanto, restaurada a sua primitiva posição. E deste modo a justificação é muito mais do que o perdão, embora o perdão seja, necessariamente, uma parte da justificação. As duas idéias se acham distintas em At 13.38,39. o perdão é apenas negativo, sendo dado para ser removida a condenação, ao passo que a justificação é também positiva, trazendo a remoção da culpa e a concessão das boas relações com Deus. o perdão é apenas um ato de misericórdia divina, repetindo-se esse ato sucessivamente por toda a nossa vida cristã. A justificação é completa, nunca é repetida, e abrange o passado, presente e futuro da nossa vida. Quem já se banhou (justificação), não necessita de lavar senão os pés (perdão) (Jo 13.10). Também a justificação se deve distinguir da santificação, que geralmente se compreende na significação de ser feito santo. Ainda que justificação e santificação sejam estados inseparáveis na experiência da vida, devem, contudo, claramente distinguir-se no pensamento. A justificação diz respeito à nossa situação espiritual - e a santificação à nossa espiritual condição. Aquela está em conexão com o nosso estado para com Deus, e esta com o amor que Lhe devemos: uma trata da nossa aceitação, a outra da nossa qualidade de aceitáveis - uma é o fundamento da paz, Cristo por nós - a outra é o fundamento da nossa pureza, Cristo em nós. A base da nossa justificação é a obra redentora de nosso Senhor Jesus Cristo. Àquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós, para que nele fôssemos feitos justiça de Deus (2 Co 5.21). Por meio dele todo o que crê é justificado (At 13.39). Por conseqüência, é pela obra de Cristo, e não pelas nossa próprias obras ou méritos, que nós somos justificados. o homem tem sempre procurado estabelecer a sua própria justiça, mas o mau êxito tem sido o resultado, em todos os tempos, pois é manifesta a sua incapacidade, tanto para apagar o passado, como para garantir o futuro. Pela graça sois salvos,... e isto não vem ... de obras, para que ninguém se glorie (Ef 2.8,9). A justificação é alcançada pela fé. Todo o que crê é justificado (At 13.39) - Justificados, pois, mediante a fé (Rm 5.1). A confiança faz sempre supor que dependemos de alguém que nos está superior - é o reconhecimento da nossa própria incapacidade, e do poder de algum outro ser. A fé une-nos a Cristo, e essa união é a única resposta que se pode dar à revelação de Deus. É a renúncia de nós próprios, e a crença no Salvador. Descansamos em Jesus os nossos corações e aceitamos a Sua perfeita justiça. A grande verdade da justificação, pela fé em Cristo, é de supremo valor para a vida espiritual e serviço de Deus. Ela é a base da paz espiritual (Rm 5.1). É o fundamento da liberdade espiritual, ficando nós livres da escravidão do pecado, e sendo assim levados à própria presença de Deus. É a garantia da santidade, porque traz aos nossos corações o poder do Espírito Santo. É, também, a inspiração de toda a obra boa, visto como a alma, livre de toda a ansiedade a respeito da sua salvação, fica livre para trabalhar na salvação dos outros. Não há contradição entre S. Paulo e S. Tiago sobre esta doutrina da justificação, embora ambas as epístolas se refiram a Abraão para exemplo. Paulo, em Rm 4, trata de Abraão a respeito do que está descrito em Gn 15 - Tiago trata do mesmo patriarca, em relação ao fato narrado no cap. 22 do mesmo livro, o que aconteceu vinte e cinco anos depois. Mas durante este espaço de tempo foi Abraão um homem justificado pela fé (Gn 15.6), e quando chegou o tempo da grande prova (Gn 22), manifestou, então, a sua fé pelas obras. Quando Paulo escreveu teve em vista os não-cristãos, e faz uso do cap. 15 de Gn para provar a necessidade da fé, e mostrar que obras são as que vêm da fé. Tiago, porém, dirige-se aos cristãos, e usa o cap. 22 de Gn para provar as necessidades das obras, e fazer ver que a fé deve ser provada pelas obras. Paulo está tratando o assunto do ponto de vista legalístico, e contra todo o mérito humano - Tiago discorre com espirito antinômico e contra a simples ortodoxia intelectual. Um faz realçar a base da justificação, o outro a prova. Como diz Arnot, Paulo e Tiago não são dois soldados de exércitos diferentes, combatendo um contra o outro, mas sim dois combatentes do mesmo exército, lutando, costa com costa, contra inimigos que vêm de direções opostas.

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

João Batista


João Batista veio anunciar a boa-nova da vinda do Messias aos que andavam por estradas irregulares e paisagens estéreis. Repetindo as palavras de Isaías, ele instou multidões curiosas: “…Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas” (Lucas 3:4,5;

Isaías 40:3).

João sabia que, para o povo de Jerusalém ter condição de acolher seu muito aguardado Messias, seus corações precisavam mudar. Montanhas de orgulho religioso tinham de vir abaixo. Quem estava no vale de desespero por sua vida doente tinha de ser levantado.

Nada disso podia ser feito por puro esforço humano. Os que se recusaram a responder ao Espírito de Deus aceitando o batismo de arrependimento de João falharam em não reconhecer o seu Messias quando Ele veio (Lucas 7:29,30). Porém, os que viram que necessitavam mudar descobriram em Jesus a bondade e o milagre de Deus. — Mart De Haan

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Joel

Você já leu o livro de Joel, na Bíblia?


Por meio desse texto, esse profeta explica como podemos chegar à presença de Deus: é necessário que haja um arrependimento sincero por parte do ser humano para que a Salvação Eterna possa ser alcançada.

Muitas pessoas, nos dias de hoje, vivem como aquelas dos tempos de Joel. Elas conhecem as orientações de Deus, mas insistem em não seguir os Seus ensinamentos. O grande problema desse tipo de atitude é que, em algum momento, as consequências virão. Perceba que os comportamentos ruins trazem resultados ruins. Por exemplo, se uma pessoa vive no mundo do crime, mais cedo ou mais tarde, ela será pega; ou se uma pessoa é adúltera, de alguma forma a verdade dessa traição será descoberta. Esse princípio funciona com outras atitudes errôneas também. E mesmo que a pessoa não sofra as consequências em vida, ela terá de encarar o destino eterno de sua alma após a morte.

Por isso, na primeira parte de seu texto, o profeta é usado por Deus para chamar o povo ao arrependimento sincero.

E rasgai o vosso coração, e não as vossas vestes, e convertei-vos ao SENHOR vosso Deus; porque Ele é misericordioso, e compassivo, e tardio em irar-Se, e grande em benignidade, e Se arrepende do mal.
Joel 2.13
Já na segunda parte, Deus promete abençoar e proteger o Seu povo. Ele diz que derramará o Seu Espírito sobre toda a carne (Joel 2.28). Vale lembrar que essa profecia se inicia no “Dia de Pentecostes” (Atos 2), quando os discípulos do Senhor Jesus foram batizados com o Espírito Santo.

Porém, juntamente com essa promessa, Joel fala sobre o Fim dos Tempos, informando que haverá “prodígios no céu, e na terra, sangue e fogo, e colunas de fumaça. O sol se converterá em trevas, e a lua em sangue” (Joel 2.30-31).

A partir do terceiro e último capítulo desse livro, o Senhor diz, ainda, que fará juízos contra os demais povos que perseguem Israel.

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Uma vez salvo, salvo para sempre?


Pergunta: "Uma vez salvo, sempre salvo?"

Resposta: Uma vez que a pessoa é salva, está salva para sempre? Quando as pessoas conhecem a Cristo como seu Salvador, são trazidas a um relacionamento com Deus que garante que sua salvação seja eternamente assegurada. Inúmeras passagens da Escritura declaram tal fato. (a) Romanos 8:30 diz: “E aos que predestinou a estes também chamou; e aos que chamou a estes também justificou; e aos que justificou a estes também glorificou.” Este verso nos diz que a partir do momento que Deus nos escolhe, é como se fôssemos glorificados na Sua presença no céu. Não há nada que possa impedir um crente de um dia ser glorificado porque Deus já assim determinou no céu. Uma vez justificado, a salvação é garantida – a pessoa está garantida, como se ela já estivesse glorificada no céu.


(b) Paulo faz duas perguntas cruciais em Romanos 8:33-34: “Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem os condenará? Pois é Cristo quem morreu, ou antes quem ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós.” Quem tentará acusar o escolhido de Deus? Ninguém, porque Cristo é nosso defensor. Quem nos condenará? Ninguém, porque Cristo, O que morreu por nós, é O que condena. Temos como Salvador aquele que é defensor e juiz.

(c) Os crentes nasceram de novo (foram regenerados) no momento em que creram (João 3:3; Tito 3:5). Para que um cristão perdesse a salvação, teria que ser não-regenerado. A Bíblia não nos dá evidências de que o novo nascimento possa ser revertido. (d) O Espírito Santo habita em todos os crentes (João 14:17; Romanos 8:9) e batiza todos os crentes no Corpo de Cristo (I Coríntios 12:13). Para que um crente perdesse a salvação, teria que ser “não habitado” e desconectado do Corpo de Cristo.

(e) João 3:15 afirma que todo aquele que crer em Jesus Cristo “terá a vida eterna”. Se você crê em Cristo hoje e tem vida eterna, mas a perder amanhã, então esta jamais foi “eterna”. Então, nesse caso, se você perdesse a salvação, as promessas de vida eterna na Bíblia seriam falsas. (f) Como prova definitiva, creio que a Escritura explica melhor por si só: “Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor” (Romanos 8:38-39). Lembre-se que o mesmo Deus que salvou você é o mesmo Deus que o manterá salvo. Uma vez salvos, sempre salvos. Nossa salvação, definitivamente, está garantida para sempre.

terça-feira, 14 de agosto de 2018

No Meio de Um Redemoinho


No meio de um redemoinho
Perdas, angústias, desilusões,... Tem hora que procuramos onde está um refúgio, um lugar para respirar, um ombro para chorar e ouvidos para nos ouvir, mas não temos. Nesse momento a aflição chega, a angústia bate à porta do nosso coração e não temos como fugir do desespero total. Um verdadeiro caos.

Quando isso acontece, não temos muitas respostas para as nossas dúvidas. Choramos, lamentamos e pedimos a Deus para agir. Mas sabe, nem sempre é tão rápido a resposta dEle. A partir daí, começa os questionamentos internos: “Onde está Deus? Deus ainda me ama? Por que eu sofro tudo isso?” O nosso coração anseia por respostas, a nossa alma grita por socorro. E, agora?

Alguns recorrem às murmurações e começam a se afastar das promessas, desistem dos planos de Deus e se enfraquecem na fé. Outros correm para as igrejas, vão aos cultos de oração em busca de uma resposta. Mas nem sempre encontram.

Jó foi um homem temente a Deus, mas sentiu bem na pele o que é perder. Perdeu tudo: filhos, gados, riqueza, saúde e até ouviu de sua esposa algo que ninguém queria ouvir: “Amaldiçoa o seu Deus e morre!” Logicamente que ela amava o seu marido, mas no momento de desespero preferia vê-lo morto.

Tudo estava escuro e sem saída na mente confusa daquele homem. Ele era um homem justo e não tinha cometido falta alguma com Deus. Essa história tem alguma semelhança com você? Vamos pensar... Sofremos e olhamos para dentro de nós e dizemos: “Sou fiel, não fiz nada de errado, por que isso, Senhor?” Nem sempre temos as respostas na hora que clamamos.

Deus ouviu o clamor de Jó e o respondeu de dentro de um redemoinho (Jó 38.1). Interessante que quando estamos em lutas, a última coisa que queremos é ver um redemoinho. Não é mesmo? Ali era um lugar improvável, mas foi o lugar escolhido por Deus para conversar com Jó. Realmente ele não precisava passar por tudo aquilo, mas Deus conhecia a fidelidade dele.

Nossos planos nem sempre saem conforme planejamos. Deus mostrou para Jó que Ele precisava ser soberano em toda sua vida. Guarde isso com você! Deus te conhece e tem as respostas para todos os seus questionamentos. Ele não perdeu você. Muito menos esqueceu daquilo que te prometeu. Isso é uma prova. O professor está calado. Mas ao final, ele entregará a sua nota. E qual será?

Aproveite para confiar mais em Deus. Olhe para o Alto. O redemoinho está bem perto de você. Fique atenta! Pode ser ali que Deus virá para falar contigo. Jó foi aprovado e recebeu tudo em dobro. Sua recompensa também será grandiosa. Creia!

Por Luciene Saviolli

sábado, 11 de agosto de 2018

Como devemos lidar com a morte de um filho?


Pergunta: "Como devem os pais cristãos lidar com a morte de um filho?"

Resposta: Como pais, não podemos imaginar uma experiência mais traumática do que perder um filho. Todos os pais naturalmente esperam que irão morrer antes dos seus filhos. Tal perda é um extraordinário evento fora-de-ordem que traz consigo uma enorme sensação de dor e tristeza persistente. É uma experiência transformadora que apresenta desafios únicos para os pais na medida em que procuram reconstruir as suas vidas sem seu filho.

Seria presunçoso de qualquer pessoa tentar dizer aos pais como lidar com a morte de seu filho. No entanto, sabemos que os que têm rendido suas vidas a Deus são mais aptos a se recuperarem dessa perda com um maior senso de normalidade do que aqueles sem uma fé genuína e positiva em nosso Criador. Levando isso em consideração, como devem os pais cristãos lidar com a morte de um filho? Será que a Bíblia aborda o assunto, e em caso afirmativo, em que sentido?

Em primeiro lugar, devemos observar que cada pessoa lida com a dor de forma diferente. As emoções variam muito na sua intensidade e são normais e naturais. Em segundo lugar, nenhum pai ou mãe chega a cicatrizar completamente da perda de um filho. Não é como uma doença da qual se recupera. A maioria dos conselheiros compara esse evento a uma lesão física que transforma a vida. No entanto, também devemos saber que embora possamos sempre sentir a perda, a sua intensidade diminui com o tempo.

É a fé do cristão em um Deus amoroso e sempre fiel que nos permite resistir e recuperar-nos da perda de um filho, às vezes de maneiras que outros acham notáveis. Tal foi o caso de Davi na perda do seu primeiro filho, o qual morreu sete dias após o nascimento (2 Samuel 12:18-19). Há várias lições valiosas que podemos aprender com esta passagem da Escritura que podem ajudar os pais em luto a enfrentar o futuro com esperança.

Uma delas é que Davi orou fervorosamente pela vida do seu filho (2 Samuel 12:16). Isso deve ser verdade para todos os pais em todos os momentos, e não apenas quando os tempos são difíceis. Os pais devem sempre orar por seus filhos, pedindo a Deus que cuide deles e os proteja. Da mesma forma, os pais devem orar para que Deus ofereça sabedoria e orientação divina para que os nossos filhos cresçam na disciplina e admoestação do Senhor (Juízes 13:12; Provérbios 22:6, Efésios 6:4).

Uma outra lição que aprendemos com Davi foi a sua reação à morte do seu filho. Ao saber que a criança havia morrido, houve uma aceitação representada por suas ações quando ele "se levantou da terra; lavou-se, ungiu-se, mudou de vestes, entrou na Casa do SENHOR e adorou; depois, veio para sua casa e pediu pão; puseram-no diante dele, e ele comeu" (2 Samuel 12:20). O que é surpreendente sobre esta passagem é que Davi "entrou na casa do Senhor e adorou." Em outras palavras, Davi não só aceitou a morte do seu filho, mas entregou tudo a Deus em adoração. A capacidade de adorar e honrar a Deus em um momento de provação ou crise é uma poderosa demonstração da nossa confiança espiritual em nosso Deus. Fazer isso nos permite aceitar a realidade da nossa perda. E é assim que Deus nos liberta para continuar vivendo. Davi modela para nós nesta história a sabedoria de liberar aquilo que não podemos mudar.

A próxima lição é a mais reveladora. É a confiança no conhecimento de que crianças que morrem antes de chegarem à idade da responsabilidade vão para o céu. A resposta de Davi aos questionando a sua reação à morte de seu filho sempre foi uma grande fonte de conforto a pais crentes que perderam bebês e crianças pequenas. "Porém, agora que é morta, por que jejuaria eu? Poderei eu fazê-la voltar? Eu irei a ela, porém ela não voltará para mim" (2 Samuel 12:23). Davi estava plenamente confiante de que iria encontrar o seu filho no céu. Esta passagem é uma indicação forte de que os bebês e crianças que passam deste mundo vão para o céu.

Sofrer a perda de um filho é uma viagem comovente. Não há regras estabelecidas para nos ensinar a lamentar. No entanto, conselheiros e aqueles que sofreram a perda de um filho têm fornecido alguns conselhos úteis:

• Reconheça que você não está sozinho. Você tem Deus. Você tem seus irmãos e irmãs em Cristo. Você tem amigos próximos e familiares. Peça por ajuda. Eles estão disponíveis a ajudá-lo.

• Não coloque limites de tempo na sua recuperação. Não espere que um dia passe sem que você pense em seu filho, e nem deseje isso.

• Fale sobre o seu filho. É importante que você compartilhe a história do seu filho com outras pessoas.

• Cuide de si mesmo e dos seus outros filhos. Eles também estão sofrendo a perda de um irmão e o desconforto adicional de ver seus pais em luto.

• Tente não fazer nenhuma decisão importante, pelo menos durante o primeiro ano.

• Espere que passar pelos muitos "primeiros" após a morte de um jovem filho – primeiro aniversário, primeiro natal, etc. - vai ser doloroso.

E, por último, os cristãos que perderam uma criança têm a promessa fiel da Palavra de Deus: "E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram" (Apocalipse 21:4).

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Qual dos 2 ladrões é você?

Qual dos dois ladrões da cruz é você?



Qual dos dois ladrões da cruz é você?


“Se é somente para esta vida que temos esperança em Cristo, dentre todos os homens somos os mais dignos de compaixão.” 1 Coríntios 15:19




Qual dos dois ladrões da cruz é você? Pergunta deselegante esta que eu fiz, né? A grande e assustadora verdade é que nós somos um dos dois. Sempre.

Acho interessante o quanto lemos a Bíblia e conseguimos enquadrar inúmeras pessoas, familiares, e até inimigos nos personagens. Porém, a modelagem literária bíblica foi feita para que nós pudéssemos nos enxergar nela. É uma espécie de espelho.

Quando lemos a Bíblia temos sempre que nos perguntar: “Quais desses personagens reflete a minha vida?”.

A Bíblia diz que Jesus foi crucificado, e em ambos lados de sua cruz foram pendurados ladrões. Além de serem ladrões existe mais uma coisa em comum entre eles que é mostrado nos diálogos: eles fazem um pedido de ajuda. Só que o tipo de ajuda que cada um pede é totalmente diferente do outro.

O primeiro ladrão que questionou Jesus pediu: “Se és mesmo o Cristo, salva a ti mesmo e a nós”. Já o outro ladrão pede: “Nós merecemos estar aqui, mas esse homem não. Senhor, lembra de mim quando entrares no Teu Reino”.

Sentiu a diferença do pedido de um e do outro? Agora que vem a parte mais dura de se ler neste texto. Qual tipo de pedido você faz quando ora? Quando pede ajuda a Deus… Qual tipo de ajuda você pede?

O primeiro ladrão pediu algo para esta terra: “Salva a ti mesmo e a nós”. Já o outro pediu para a vida eterna: “Lembra de mim quando entrares no Teu Reino”. Em sua oração quanto tempo você gasta pedindo coisas para esta vida, aqui na terra? E quanto tempo você gasta pedindo coisas para a eternidade, no céu?

O apostolo Paulo diz: “Se esperamos em Cristo somente nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens”.

Reflita nisto. O que você tem buscado em Cristo em suas orações? Coisas materiais? Coisas somente nesta vida e nesta terra?

Insisto: Qual dos dois ladrões é você nesta história?

André Samuel Câmara é diretor da Rede Boas Novas Nacional e pastor do Centro de Convenções da Assembleia de Deus em São Cristóvão – RJ.

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Quem eram os doze discípulos de Jesus?


Pergunta: "Quem eram os doze (12) discípulos/apóstolos de Jesus Cristo?"

Resposta: A palavra “discípulos” se refere a um “aprendiz” ou “seguidor”. A palavra “apóstolo” se refere a “alguém que é enviado”. Enquanto Jesus estava na terra, os doze eram chamados discípulos. Os 12 discípulos seguiram a Jesus Cristo, aprenderam com Ele, e foram treinados por Ele. Após a ressurreição e a ascensão de Jesus, Ele enviou os discípulos ao mundo (Mateus 28:18-20) para que fossem Suas testemunhas. Eles então passaram a ser conhecidos como os doze apóstolos. No entanto, mesmo quando Jesus ainda estava na terra, os termos discípulos e apóstolos eram de certa forma usados alternadamente, enquanto Jesus os treinava e enviava para pregarem.

Os doze discípulos/apóstolos originais estão listados em Mateus 10:2-4: “Ora, os nomes dos doze apóstolos são estes: primeiro, Simão, por sobrenome Pedro, e André, seu irmão; Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão; Filipe e Bartolomeu; Tomé e Mateus, o publicano; Tiago, filho de Alfeu, e Tadeu; Simão, o Zelote, e Judas Iscariotes, que foi quem o traiu”. A Bíblia também lista os 12 discípulos/apóstolos em Marcos 3:16-19 e Lucas 6:13-16. Ao comparar as três passagens, há algumas pequenas diferenças. Aparentemente, Tadeu também era conhecido como “Judas, filho de Tiago” (Lucas 6:16). Simão, o Zelote também era conhecido como Simão, o cananeu. Judas Iscariotes, que traiu Jesus, foi substituído entre os doze apóstolos por Matias (veja Atos 1:20-26). Alguns professores bíblicos vêem Matias como um membro “inválido” para os 12 apóstolos, e acreditam que o apóstolo Paulo foi a escolha de Deus para substituir Judas Iscariotes como o décimo segundo apóstolo.

Os doze discípulos/apóstolos eram homens comuns a quem Deus usou de maneira extraordinária. Entre os 12 estavam pescadores, um coletor de impostos, um revolucionário. Os Evangelhos registram as constantes falhas, dificuldades e dúvidas destes doze homens que seguiam a Jesus Cristo. Após testemunharem a ressurreição e a ascensão de Jesus ao Céu, o Espírito Santo transformou os discípulos/apóstolos em homens poderosos de Deus que “viraram o mundo de cabeça para baixo” (Atos 17:6). Qual foi a mudança? Os 12 apóstolos/discípulos haviam “estado com Jesus” (Atos 4:13). Que o mesmo possa ser dito de nós!

quinta-feira, 12 de julho de 2018

Os limites do materialismo

O Limite do Materialismo
Werner Gitt

As leis naturais sobre a informação confirmam: para a imensa quantidade de informação da natureza é necessário que haja um Emissor onisciente e onipotente. Elas apontam para um mundo espiritual.

Na área da ciência, a argumentação mais forte é sempre dada quando se emprega as leis naturais para fundamentar um procedimento ou uma ideia, bem como para contestá-los. Em cada ser vivo encontramos uma gama inimaginável de informação que é absolutamente necessária para os planos construtivos dos indivíduos e para o direcionamento de todos os procedimentos complexos nas células. Com o auxílio das leis naturais da informação é possível comprovar que cada informação, e isso inclui também a informação biológica, necessita de um autor inteligente.

Fala-se em uma lei natural quando, em nosso mundo perceptível, a validade geral de frases de forma reprodutiva pode ser constantemente confirmada. As leis naturais possuem o maior poder de afirmação na ciência, pois:

Para elas não há exceções;
Elas respondem as questões se algum procedimento planejado é possível de ser realizado ou não;
Elas já sempre existiram, e isso independentemente de sua descoberta ou formulação realizada por pessoas;
Elas podem ser aplicadas com êxito também para situações ainda desconhecidas.
Por leis naturais normalmente entendemos as leis da física e da química. Aquele que pensa que o mundo pode ser descrito unicamente com grandezas materiais acaba restringindo suas percepções. Também as grandezas não materiais como, por exemplo, a informação, a vontade e a consciência fazem parte da nossa realidade. As leis naturais para grandezas não materiais preenchem os mesmos critérios rigorosos como as leis para grandezas materiais e, por isso, têm o mesmo efeito em suas conclusões.

Para que se possa descrever as leis naturais da informação e analisar um sistema desconhecido, é necessário que se tenha a definição precisa e adequada da informação: a informação está presente sempre que são identificados todos esses cinco níveis hierárquicos em um sistema observado: estatística, sintaxe (código, gramática, vocabulário), semântica (significado), pragmática (ação) e apobética (alvo, resultado).

As quatro leis naturais da informação são:

Uma grandeza material não pode produzir uma grandeza não material.
A informação é uma grandeza não material.
Em processos estatísticos (procedimentos sem uma inteligência diretiva) não se produz informação.
A informação somente surge por meio de um emissor inteligente.
Um emissor inteligente é provido de consciência, é criativo, pensa com independência e age orientado para um objetivo. Após as leis naturais da informação serem conhecidas, elas podem então ser aplicadas objetiva e efetivamente para obter conclusões de ampla abrangência. Como nossas questões ultrapassam as respostas possíveis de cunho científico, precisamos de uma fonte de informação superior e esta, em minha opinião de cristão, é a Bíblia. A seguir mencionaremos primeiramente a conclusão científica com base nas leis naturais e na sequência mencionaremos a orientação bíblica que confirma ou até ultrapassa o resultado científico.


A informação codificada na molécula DNA supera de longe qualquer das nossas tecnologias disponíveis.
Conclusão nº 1: pelo fato de que em todas as formas de vida há um código (molécula DNA ou RNA) além dos outros níveis da informação, encontramo-nos claramente dentro da área de definição da informação. Assim, nesse caso podemos identificar a 4ª lei natural da informação: é necessário que haja um emissor inteligente!

Como não existe processo comprobatório por meio de observação ou experimentação dizendo que a informação surgiu por si na matéria, isso também vale para qualquer informação nos seres vivos. Assim, as leis naturais 1 a 4 também requerem um autor inteligente para elaborar os programas. Assim, a 1ª conclusão é uma prova da existência de Deus ou também uma contestação científica ao ateísmo.

Conclusão nº 2: a informação codificada na molécula DNA supera de longe qualquer das nossas tecnologias disponíveis. Já que nenhuma pessoa entra em questão como emissor, este precisa ser procurado fora do nosso mundo visível. Podemos concluir: o emissor não só precisa ser extremamente inteligente como também precisa dispor de uma imensa gama de informação e inteligência, isto é: ele precisa ser onisciente. Isso se aplica com as leis naturais nº 1 e 4 sobre a informação.

Admitamos que esse emissor (autor, criador, deus) tivesse inteligência limitada, então ele necessitaria de um deus superior a ele e que tivesse mais informação para ensiná-lo. Como este, por sua vez, também necessitaria de um instrutor, chegaremos a uma grande quantidade de deuses, sendo que o “último”, pelo constante acréscimo, chegaria ao saber infinito, isto é, seria onisciente. A alternativa lógica equivalente a ser admitida seria a de haver um único Deus. Este, nesse caso, precisaria ser infinitamente inteligente e ter à sua disposição um conjunto infinito de informações. Assim, ele precisaria ser onisciente.

A segunda alternativa é a que a Bíblia também ensina. Existe somente um Deus: “Eu sou o primeiro e eu sou o último; além de mim não há Deus” (Is 44.6). Se esse Deus, como observamos na 2ª conclusão, é onisciente, então ele tem conhecimento sobre todas as coisas do presente, do passado e também do futuro. Se ele sabe de tudo, também além dos limites temporais, então ele deve mesmo ser eterno! É o que lemos também em Salmo 90.2, Isaías 40.28 e Daniel 6.26.

Conclusão nº 3: pelo fato de que o Emissor

codificou a informação de maneira genial, como a encontramos nas moléculas de DNA,
deve ter construído as complexas biomáquinas, que decodificam a informação e executam os vários processos para a biossíntese,
deve ter elaborado cada detalhe de todos os seres vivos e programado todas as suas habilidades,
podemos concluir que o Emissor queria que tudo fosse dessa maneira e que ele deve ser muito poderoso.

A partir da 2ª conclusão verificamos, com base nas leis naturais, que o emissor (criador, deus) deve ser onisciente e eterno. Agora passamos a indagar sobre a grandeza do seu poder. Aplicando a mesma lógica como na 2ª conclusão, chegaremos ao resultado de que ele também precisa ser onipotente. É o que a Bíblia também comprova: “‘Eu sou o Alfa e o Ômega’, diz o Senhor Deus, ‘o que é, o que era e o que há de vir, o Todo-poderoso’” (Ap 1.8).

Conclusão nº 4: como as pessoas estão em condições de produzir nova informação, esta não pode ter origem em nossa parte material (corpo). Assim, podemos concluir: o homem precisa ter um componente não material (alma, espírito). Isso também contradiz a ideia do materialismo. É o que podemos constatar com a aplicação da 1ª e da 4ª leis naturais sobre a informação.

Na biologia da evolução e das moléculas raciocina-se exclusivamente de modo materialista. Com o auxílio da informação, esse materialismo pode ser contestado da seguinte maneira: todos nós temos a capacidade de gerar nova informação (p. ex.: em cartas, livros, etc.) – isto é, grandezas não materiais. Como a matéria é incapaz de fazer isso (1ª lei natural sobre a informação), requer-se um componente não material além do nosso corpo (matéria), e esse é a alma. Em 1Tessalonicenses 5.23, a Bíblia confirma essa conclusão: “Que o próprio Deus da paz os santifique inteiramente. Que todo o espírito, a alma e o corpo de vocês sejam preservados irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo”. O corpo é a parte material da pessoa, enquanto a alma e o espírito são componentes não materiais.

Em virtude da maneira materialista de pensar, na ciência, os pesquisadores trabalham com a seguinte condição: “Nosso cérebro é a fonte da informação”. Essa suposição é errada, pois nosso cérebro é matéria e, de acordo com a 1ª lei natural sobre a informação, ele é incapaz de gerar informação. Assim, o cérebro, mesmo que seja muito complexo, não pode ser a fonte da informação; ele é apenas uma máquina de processamento da informação.


Aquilo que é vivo não constitui uma grandeza material. Não pode ter sido gerado pela matéria.
Conclusão nº 5: pelo fato de que a informação é o componente básico de toda a vida, que não pode ser gerada a partir da matéria e energia, é necessário que haja um emissor inteligente. Como, porém, todas as teorias da evolução química e biológica exigem que a informação seja gerada unicamente pela matéria e pela energia (e assim não podem ter um emissor), podemos concluir que todas essas teorias e conceitos da evolução química e biológica (macroevolução) devem ser falsas. Podemos verificar isso mediante a aplicação da 1ª e da 2º leis naturais sobre a informação.

A evolução tenta explicar a vida simplesmente no nível físico-químico. As leis naturais excluem a ideia da macroevolução – isto é, a trajetória desde a célula original até a pessoa. O sistema da evolução, diante dos enunciados da informação, se apresenta como um “Perpetuum mobile da informação” (“movimento perpétuo”), ou seja, é algo impossível.

A microevolução, ou seja, a adaptação dentro de uma espécie (p. ex.: diferenças entre os bicos dos tentilhões de Darwin) são possíveis de observar. A informação necessária para isso, por consequência, também não foi gerada na matéria, mas decorre de diversificação do programa que o Criador, em toda sua onisciência, já havia previsto.

O relato da criação ressalta reiteradamente que a inimaginável multiplicidade de toda a vida foi criada muito especificamente – cada um conforme a sua espécie. Também nesse caso não há sinal algum da evolução.

Conclusão nº 6: como também aquilo que é vivo não constitui uma grandeza material, não pode ter sido gerado pela matéria. Disso concluímos: na matéria não existe nenhum processo que conduza do estado sem vida para o estado vivo. Procedimentos puramente materiais não podem conduzir à vida, tanto na terra como em qualquer lugar do universo. Isso se verifica com a aplicação da 1ª lei natural sobre a informação.


O diferencial da vida (ou o fenômeno “vida”) em um ser vivo, da mesma forma como a informação, não é algo material. Conforme a 6ª conclusão demonstra, com o auxílio dessa nova abordagem pode-se excluir a possibilidade de geração espontânea de vida na matéria.

Resumindo, podemos concluir que, com o auxílio dos enunciados da informação, pode-se contestar ideias amplamente divulgadas:

a concepção puramente materialista na ciência,
todas as atuais concepções evolucionistas (evolução química e biológica),
o materialismo (p. ex.: a figura humana materialista),
o ateísmo.
Além disso, conseguimos comprovar:

que precisa existir um autor da vida (criador, deus) de acordo com as leis naturais da informação,
que esse autor precisa ser onisciente e eterno,
que ele precisa ser onipotente,
que a pessoa precisa ter um componente não material (alma),
que o cérebro não pode ser a fonte da informação por nós gerada.
No entanto, nesse ponto surgem perguntas importantes: quem é o emissor dessa informação biológica e quem é o autor de todas as formas de vida?

Deus entregou a tarefa da criação ao seu Filho Jesus e, por isso, o Novo Testamento fala sobre Jesus: “Ele é a imagem do Deus invisível... pois nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis... todas as coisas foram criadas por ele e para ele. Ele é antes de todas as coisas, e nele tudo subsiste” (Cl 1.15-17). Assim, não há nada no nosso mundo que não tenha sido criado por nosso Senhor Jesus: o imenso cosmo faz parte, bem como cada micróbio, cada formiga, cada girafa e também cada pessoa.

Jesus Cristo é o que estava desde a eternidade e é o Soberano do reino celestial. A ele foi dada toda a autoridade no céu e na terra (Mt 28.18). Será que conseguimos compreender a seguinte empolgante ideia? O Homem na cruz do Gólgota e o Criador desse mundo e de toda a vida são a mesma Pessoa! Com seu amor insondável por nós ele permitiu ser sacrificado sem qualquer resistência por causa do nosso pecado, para que a porta para o céu fosse aberta para nós. Quem rejeita o Salvador perde tudo: “... como escaparemos, se negligenciarmos tão grande salvação?” (Hb 2.3). Quem o aceita, recebe tudo, pois Jesus disse: “Quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna... já passou da morte para a vida” (Jo 5.24).




Extraído de Revista Chamada da Meia-Noite julho de 2017