sábado, 17 de novembro de 2018

Vamos cuidar do que Deus nos deixou!


Precisamos ampliar a rede de coleta de pilhas e baterias em São Paulo. Já existem 102 ecopontos pela cidade e precisamos utilizá-los para tal fim, pois em nenhum deles o material é coletado. É extremamente importante a correta destinação deste material que é potencialmente danoso ao meio ambiente!


Embora existam diversos pontos de coleta, a taxa de reciclagem do material ainda é baixa, o que gerou interesse de empresas que oferecem via internet o serviço de coleta de pilhas e baterias em domicílio.

O descarte incorreto de pilhas e baterias acarreta em impactos ambientais severos como contaminação de solo, lençóis freáticos e cursos d'água, o que atinge, consequentemente, os ecossistemas e toda a sociedade. Os metais pesados que compões as pilhas - chumbo, mercúrio, níquel, cádmio entre outros - são capazes de causar doenças renais, cânceres e problemas relacionados no sistema nervoso central. 

A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), Lei nº 12.305/2010, normatiza a política de Logística Reversa para pilhas, baterias e outros resíduos de alto impacto ambiental, o que torna responsabilidade dos fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes, consumidores e dos titulares dos serviços públicos de limpeza urbana a destinação correta dos materiais após o termino do ciclo de vida, tendo sido desde então implementados pontos de coleta em locais de comercio como supermercados, lojas de departamentos e papelarias.

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sexta-feira, 16 de novembro de 2018

A felicidade em Jesus

Existem muitas coisas que nos impedem de viver felizes: o ressentimento, a ingratidão, a ansiedade… Mas em Jesus encontramos a solução para todos esses problemas e podemos ser felizes. Isso não significa estar sempre sorrindo, sem problemas, mas é

uma vida com esperança e a certeza que o melhor ainda está por vir. Quando olhamos para Jesus, encontramos a felicidade.

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domingo, 11 de novembro de 2018

Jesus está chamando você!

Missões: Jesus está chamando Você!

Se você é cristão, você tem uma missão: pregar o evangelho! Todo cristão é chamado para ser missionário, seja em casa, no trabalho, com os amigos ou em outra parte do mundo. Todo o mundo precisa conhecer a verdade sobre a salvação em Jesus Cristo e você pode ajudar nessa missão.


A missão: pregar o evangelho, fazer discípulos e ensiná-los a obedecer a Deus.
O alvo: o mundo inteiro.
A duração: até o fim dos tempos.
Você não precisa ser um super cristão para cumprir a missão. Basta crer em Jesus e estar pronto para obedecer. Os primeiros missionários (os apóstolos) incluíam todo tipo de pessoas, como pescadores, um cobrador de impostos e um fabricante de tendas. Cada cristão pode participar do grande plano de Deus para salvar o mundo.

Missões - levando o evangelho aos confins da terra
Algumas pessoas são chamadas para espalhar o evangelho no lugar onde vivem, mas outras são chamadas para levar o evangelho a outros lugares. Os primeiros missionários saíram de Jerusalém e viajaram por todo o império romano, levando as boas notícias da salvação a quem nunca tinha ouvido falar de Jesus. Hoje em dia, ainda há muitas pessoas no mundo que não sabem sobre Jesus.

Parte do trabalho da Igreja é enviar e apoiar missionários para pregar o evangelho a quem ainda não foi alcançado. Isso pode ser no bairro vizinho ou do outro lado do mundo! Onde falta a alegria e a esperança da salvação, ali é um campo missionário.

Você foi chamado para fazer parte dessa grande missão. Seja como

missionário, seja apoiando missionários, seja ajudando na igreja ou falando com os amigos sobre Jesus, você tem um papel no plano de Deus para salvar outras pessoas. Tenha um coração cheio do amor de Jesus, tenha um coração missionário.

Veja também 3 motivos para apoiar missões.

Como apoiar missões:
Envolva-se em uma igreja - a igreja local é a base para todo trabalho missionário
Informe-se - existem muitas igrejas e organizações missionárias em que você pode se envolver
Ore pelos missionários - o trabalho missionário não é fácil e precisa de apoio espiritual
Apoie um missionário - todo missionário precisa de financiamento, recursos, amigos, encorajamento, etc.
Considere ser um missionário - quem sabe? Talvez Deus esteja chamando você para uma missão...

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quarta-feira, 24 de outubro de 2018

A Bíblia da mulher segundo o coração de Deus


“Uma leitura acompanhada de sábios conselhos para seu dia a dia.” "A Bíblia da mulher segundo o coração de Deus" está repleta de devocionais emocionantes. Elizabeth George apresenta um panorama empolgante sobre a verdade de Deus no que diz respeito à fé, esperança, família, corpo, amizade, agenda etc. Nela você receberá inspiração diária que a preparará para enfrentar os desafios da vida e a ajudará a fazer escolhas certas. Ao fim de cada meditação há uma oração especial para aquecer sua alma e lembrá-la do amor e do cuidado do Senhor por você! A paz e a felicidade somente são alcançadas quando vivemos segundo o coração de Deus. Elizabeth George, cujos livros já venderam mais de 4,8 milhões de exemplares, é conferencista e palestrante internacionalmente conhecida em eventos para mulheres cristãs. Elizabeth e seu marido, Jim, são pais e avós. Ambos atuam no ministério há mais de trinta anos.

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quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Pastor que apóia o PT, apóia o terror!

Pastor que apoia HADDAD foi presidente no Brasil de ONG acusada por ISRAEL de financiar TERRORISMO


Pastor que apóia HADDAD foi presidente no Brasil de ONG acusada por ISRAEL de financiar TERRORISMO

O pastor ultra-esquerdista ARIVALDO RAMOS é um militante confesso, como pode-se ver abaixo, em uma de suas declarações. Ariovaldo é uma das lideranças que organizou a reunião de líderes evangélicos minoritários em apoio a Fernando Haddad. Ele foi presidente da ONG VISÃO MUNDIAL no Brasil, entidade  internacional que tem subsidiárias em mais de 100 países.

Na reunião com HADDAD o pastor ARIOVALDO RAMOS discursou:  “As escrituras sagradas nos ensinam que o diabo pode se transformar em anjo de luz e usar até apóstolos para dizer a mentira, que é o que lamentavelmente temos assistido“

Sobre o impeachment de DILMA ROUSSEFF o pastor disse: “Na minha opinião, essa ação que avança, sem que haja motivo jurídico nem sequer para a denúncia, atenta contra a democracia, contra um projeto de emancipação do pobre, do negro, da mulher, do indígena, do quilombola, de todos que estão à margem da sociedade brasileira… Continuo na militância, apoiando. Entendo que o que está acontecendo no Brasil é um retrocesso – o que nós não podemos permitir porque a democracia não é uma benesse. É uma conquista que custou muito caro. Temos de continuar resistindo e denunciando.“

Ariovaldo também já foi até a Venezuela prestar apoio para o então presidente Hugo Chaves. Embora a Venezuela viva um regime ditatorial desde os governos de Chaves, ARIOVALDO RAMOS até hoje não se retratou e muito menos fez qualquer crítica aos governos chavistas.



Em 2016 a Shin Bet, agência de segurança interna de ISRAEL, descobriu que havia algo de errado acontecendo. A agência prendeu um funcionário de elevada patente da ONG Visão Mundial na Faixa de Gaza. O acusado teria direcionado milhões de dólares dos recursos beneficentes da entidade para a organização militante islâmica – terrorista Hamas. O acusado, Mohammed el-Halabi, teria estabelecido um esquema para desviar até 50 milhões de dólares durante anos para o HAMAS.

“… criou projetos humanitários fictícios para obter fundos para o grupo terrorista baseado em Gaza.”

Uma entidade que monitora ONGS em Israel declarou que tem sido normal que entidades de ajuda humanitária sejam cooptadas pelos terroristas do HAMAS.

“… repetidos casos em que as organizações internacionais são cooptadas pelo Hamas destacam a necessidade urgente de uma supervisão maior tanto das ONGs quanto de seus governos doadores”, declarou o Presidente do Monitor de ONGS, Prof. Gerald Steinberg.”

Revista Sociedade Militar – Com informações de https://www.dailymail.co.uk/wires/ap/article-3723986/Israel-World-Vision-manager-Gaza-funneled-money-Hamas.html e

https://unitedwithisrael.org/slain-hamas-journalist-was-hired-to-work-for-anti-israel-group/

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sábado, 13 de outubro de 2018

O Senhor que é servo

O senhor que é servo

Versículo do dia:…Para mostrar, nos séculos vindouros, a suprema riqueza da sua graça, em bondade para conosco, em Cristo Jesus. (Efésios 2.7)

Para mim, a mais surpreendente figura da Bíblia sobre a segunda vinda de Cristo está em Lucas 12.35-37, que retrata o retorno de um senhor vindo de uma festa de casamento:


“Cingido esteja o vosso corpo, e acesas, as vossas candeias. Sede vós semelhantes a homens que esperam pelo seu senhor, ao voltar ele das festas de casamento; para que, quando vier e bater à porta, logo lha abram. Bem-aventurados aqueles servos a quem o senhor, quando vier, os encontre vigilantes; em verdade vos afirmo que ele há de cingir-se, dar-lhes lugar à mesa e, aproximando-se, os servirá”.

Esteja certo de que nós somos chamados de servos, e isso sem dúvida significa que devemos fazer exatamente o que nos é ordenado. Mas a maravilha dessa figura é que o “servo” insiste em “servir” mesmo na era vindoura quando ele virá em toda a sua glória “com os anjos do seu poder, em chama de fogo” (2 Tessalonicenses 1.7-8). Por quê?

Porque o elemento central da glória de Deus é a plenitude da graça que transborda em bondade para pessoas necessitadas. Por isso, ele deseja mostrar “nos séculos vindouros, a suprema riqueza da sua graça, em bondade para conosco, em Cristo Jesus” (Efésios 2.7).

Em que consiste a grandiosidade do nosso Deus? Qual é a sua singularidade no mundo? Isaías responde: “desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu Deus além de ti, que trabalha para aquele que nele espera” (Isaías 64.4).

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sábado, 6 de outubro de 2018

VIVENDO NO EXÍLIO ( ELEIÇÕES )

Vivendo no Exílio

Daniel Lima
Não importa o resultado das eleições deste final de semana, inúmero de nós estaremos satisfeitos e outra grande parcela ficará decepcionada! Temos dificuldade quando nossa esperança (justificada ou não) é frustrada. Quem de nós nunca viu homens adultos chegarem às lágrimas quando seu time de futebol perde uma partida importante? E, veja bem, neste caso são resultados bastante irrelevantes para sua vida... Na questão de eleições, é bem possível que essa frustração afete sua vida, sua casa e, quem sabe, até sua igreja.
Como devemos reagir, enquanto cristãos, quando somos forçados a viver sob um governo que desafia nossas preferências, nossas convicções e mesmo nossa fé? Certamente muitos vão cair em uma apatia impotente: “Não adianta a gente se interessar e se envolver, nada muda mesmo!”. Outras cairão em uma revolta ou indignação, em sua grande maioria igualmente impotente: “Não dá mais, este governo eleito vai nos levar a uma situação ainda pior. Não há nada que se aproveite nele...”. Não creio que estas sejam as únicas opções e certamente não creio que são as mais saudáveis, seja para o país, seja para sua igreja, para sua família ou mesmo para você enquanto seguidor de Jesus. Já falamos em outro artigosobre o perigo de entregar-se de forma absoluta a um movimento, partido ou candidato. Hoje eu gostaria de estudar com você como fazer quando somos “forçados” a viver em um contexto ou sob um governo que, na nossa opinião, é iníquo.
A realidade de um sistema com o qual não concordamos, longe de ser algo inédito, parece ser a experiência mais comum na história humana.
Esta curiosamente não é uma situação nova ou rara para seres humanos, cristãos ou não. Com muito mais frequência somos forçados a viver em situações que nos frustram e nas quais nos sentimos injustiçados. É certo que uma parcela significativa da igreja do primeiro século era composta por escravos que certamente não queriam viver naquelas condições. O povo de Israel também passou várias vezes por situações de opressão. A realidade de um sistema com o qual não concordamos, longe de ser algo inédito, parece ser a experiência mais comum na história humana. Com isso não estou propondo uma postura resignada e fatalista, mas uma postura de fé. Nesta semana, passei por um texto que me desafiou novamente a uma postura que contrasta com o que temos visto e me parece apropriada a um exame mais cuidadoso nestes dias.
“Construam casas e habitem nelas; plantem jardins e comam de seus frutos. Casem-se e tenham filhos e filhas; escolham mulheres para casar-se com seus filhos e deem as suas filhas em casamento, para que também tenham filhos e filhas. Multipliquem-se e não diminuam. Busquem a prosperidade da cidade para a qual eu os deportei e orem ao Senhor em favor dela, porque a prosperidade de vocês depende da prosperidade dela”. Porque assim diz o Senhor dos Exércitos, o Deus de Israel: “Não deixem que os profetas e adivinhos que há no meio de vocês os enganem. Não deem atenção aos sonhos que vocês os encorajam a terem. Eles estão profetizando mentiras em meu nome. Eu não os enviei”, declara o Senhor. Assim diz o Senhor: “Quando se completarem os setenta anos da Babilônia, eu cumprirei a minha promessa em favor de vocês, de trazê-los de volta para este lugar. Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês”, diz o Senhor, “planos de fazê-los prosperar e não de causar dano, planos de dar a vocês esperança e um futuro”. (Jeremias 29.5-11)
Esta foi uma profecia de Jeremias em um período em que o povo de Deus estava colhendo consequências de uma longa série de escolhas erradas. Após séculos rejeitando a Deus, abandonando sua adoração, participando de cultos idólatras e mesmo matando os profetas, o reino do Sul, Judá, estava em um caos completo. Localizado entre superpotências da época, Judá havia ficado como uma presa disputada por estes poderosos impérios. Em um período de cerca de trinta anos, Judá passa por cinco reis e troca de lealdade entre Egito e Babilônia cerca de seis vezes. Impostos são cobrados e parte da população é exilada a cada novo dominador. No final, durante o reino de Joaquim, Jerusalém é destruída e a família real e todos os habitantes qualificados são deportados (cerca de dez mil). Apenas os mais pobres ficam na cidade destruída, com o templo queimado, sem defesas ou projeto de futuro (2Reis 24–25).
No meio desta situação, Jeremias recebeu uma palavra de Deus para passar ao rei e ao povo. Sua palavra era dura e parecia ser uma traição, pois Deus lhe pediu para falar ao povo que não resistisse ao inimigo, mas se entregasse a ele. Deus estava trazendo disciplina sobre o povo para que pudessem se arrepender de sua idolatria. Isso de forma nenhuma deveria consistir em uma surpresa para os judeus. Em praticamente todo registro da aliança de Deus com seu povo há uma longa descrição dos benefícios da fidelidade e as consequências e maldição da infidelidade. A promessa da misericórdia de Deus também estava sempre presente (por exemplo Josué 24).
Para alguns crentes, Deus parece ser obrigado a protegê-los de todo o mal, mesmo do mal que eles mesmos provocam.
No entanto, infelizmente os sacerdotes e líderes religiosos de Judá passaram a confiar tanto nas promessas de restauração, ignorando as consequências de seus atos, que rejeitavam a realidade das consequências que estavam colhendo. Rei após rei rejeitou as profecias de Jeremias, tratando-o com hostilidade e até mesmo prisão. Reis contratavam profetas que falassem o que interessava ao rei, sempre afirmando que eram profetas de Deus. Infelizmente este quadro é estranhamente familiar, tanto na batalha de informações verdadeiras e falsas que são lançadas o tempo todo como no costume de cristãos que, uma vez confrontados em uma igreja, logo buscam outra que se “encaixe” melhor em suas preferências. Tenho conhecido cristãos que agem tolamente, não cumprem seus compromissos e mais tarde lamentam a “falta de cuidado de Deus”. Para estes Deus parece ser obrigado a protegê-los de todo o mal, mesmo do mal que eles mesmos provocam.
De que forma este texto pode nos ajudar? O povo estava vivendo sob um império estrangeiro, um regime opressivo, pagão, idólatra e não tinha condições de fazer nada para mudar este governo. Isso era resultado de suas escolhas anteriores, mas o fato é que mesmo um judeu fiel e temente a Deus era forçado a viver nas mesmas condições. Talvez esta venha a ser a sua situação a partir deste domingo – ou melhor, do início do próximo ano. Talvez você se julgue injustiçado pela escolha que outros fizeram por você. Certamente muitos de nós nos veremos nesta condição. Muitos vão alegar que não escolheram este ou aquele candidato; outros, se a história recente se repetir, logo estarão profundamente arrependidos dos candidatos em que votaram.

Diante disso, Jeremias escreve o texto acima e o envia para a corte e para o povo. Quais são os princípios que podemos aprender? Como se comportar quando nos sentimos como que vivendo no exílio, sob um governo que não pedimos ou concordamos, em circunstâncias que contrariam o que cremos ou sonhamos?
  • A vida continua (Jeremias 29.5-6). Vivam a vida comum, sigam trabalhando, vivendo e se relacionando. Caso um governo que na sua opinião seja maligno for instalado, não devemos parar nosso modo de viver ou suspender qualquer atividade. Nosso chamado é continuar e, por meio de nossa vida em circunstâncias não ideais, manifestar nossa esperança em Deus.
  • Orem e trabalhem pela prosperidade de seu país (Jeremias 29.7). Infelizmente é comum que pessoas que se sentem derrotadas em eleições assumam uma postura de “quanto pior, melhor”, entendendo que agindo assim mostrarão sua discordância com a situação. O povo de Judá foi desafiado a ver que esta situação fazia parte do plano de Deus para eles. A mensagem incentivava os judeus a investirem no progresso da cidade para onde foram deportados, pois este progresso iria abençoá-los também. Mesmo se o resultado das eleições for contrário ao seu entendimento, trabalhe, ore pelo nosso país, contribua para que as coisas melhorem, continue a ser uma presença ativa e positiva. Não importa quem ganhe a eleição, seja uma benção no lugar onde vive.
  • Cuidado com falsos profetas (Jeremias 29.8-9). Seja cuidadoso quanto ao que você ouve e o que consola você. Na profecia de Jeremias havia uma promessa de restauração futura. No entanto, eles só viam o momento, e o contexto era o contrário do que esperavam. Por isso, não é surpresa que em sua desesperança o povo ouvisse, incentivasse e até mesmo contratasse profetas para falar o que queriam ouvir. Estes profetas anunciavam coisas que Deus não havia prometido, soluções que eram agradáveis mas irreais. Este era um tempo de disciplina para a nação de Israel – e talvez seja o mesmo para nós. Deus disciplina a quem ama e certamente Deus ama o povo brasileiro. Não importa o resultado das eleições, o resultado não será tudo o que gostaríamos. No entanto, temos a garantia dada por Deus de que ele continua no controle e de que seu plano não pode ser frustrado.
  • Mantenha o foco nas promessas (Jeremias 29.10-11). Para o povo de Israel havia uma promessa de que após determinado tempo Deus iria resgatar sua nação. Como cristãos temos uma promessa muito maior, mas que não se refere a esta nação. Nos foi prometido que Cristo mesmo vai voltar para nos buscar (João 14.1-4). Esta promessa é enfatizada quando Deus reafirma tanto sua autoridade como seu interesse naquilo que é melhor para nós. Isso não significa ficarmos apáticos, mas continuarmos vivendo com graça e esperança, mesmo em situações adversas.
Minha sincera oração é que pessoas mais tementes a Deus assumam o governo. Não somente para que meus interesses sejam protegidos, mas porque eu creio que pessoas tementes a Deus farão um governo melhor para nosso país do que pessoas que promovem a impiedade. Há uma exceção a este princípio: é quando Deus quer trazer disciplina sobre uma nação. Neste caso, ele levanta pessoas iníquas que farão o mal prosperar e assim talvez o povo aprenda a confiar em Deus. Em momentos conturbados, nossa esperança é no Deus que afirma:
O Senhor desfaz os planos das nações e frustra os propósitos dos povos. Mas os planos do Senhor permanecem para sempre, os propósitos do seu coração, por todas as gerações. Como é feliz a nação que tem o Senhor como Deus, o povo que ele escolheu para lhe pertencer! (Salmo 33.10-12)

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

TODO DIA COM PAZ

Todo Dia Com Paz

Quarta-Feira 3 Outubro
Porque foste morto, e com o teu sangue nos compraste para Deus de toda a tribo, e língua, e povo, e nação.
(Apocalipse 5:9)

A Fé é Para Os Pequenos E Grandes

A medalha Fields é a mais prestigiosa distinção para um matemático. Quando no ano 2002 Laurent Lafforgue recebeu a mesma, toda a atenção estava centrada nele. Mas, para surpresa de muitos, Laurent Lafforgue era um verdadeiro crente. Essas foram suas palavras: “Meu relacionamento com Deus é pouco emocional; a razão desempenha um papel muito importante. Busca o mais profundo, o mais importante”.
Por outro lado, entre os que enxergam apenas oposição entre a ciência e a fé, o matemático vê, acima de tudo semelhanças: “a fé, diz ele, tende para a verdade, e a ciência também. Não se pode investigar sem crer na existência da verdade. A matemática não é algo que funciona sozinha, mas coletivamente. Ela é igual a fé, que não pode ser vivida de forma isolada. Na matemática nunca podemos perder de vista os problemas centrais; o mesmo acontece com relação à fé: sempre tive o profundo sentimento de que o mais essencial de tudo existe: Cristo. Creio poder dizer: amo a Cristo. Amo a pessoa de Cristo”.
É agradável ler o testemunho dum homem erudito, mas o testemunho dum homem mais simples também tem seu valor. A fé cristã é universal. Homens e mulheres de todos os países e culturas têm recebido a mesma. Pessoas instruídas e pessoas sem instrução, pobres e ricos, crianças, adultos e anciãos, cientistas e artistas.
“Amas-me?, perguntou o Senhor Jesus Cristo a Pedro. Que possamos responder-Lhe: “Sim, Senhor, tu sabes que te amo” (João 21:16).

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

A hipocrisia feminista e a circuncisão feminina na África
Enquanto feministas querem assassinar bebês no útero, meninas sofrem mutilação genital




Marisa Lobo - 22/09/2018
A luta de alguns grupos que se apresentam como “defensores das mulheres” chega a ser patética diante de certos contextos. Vemos o quanto a população é manipulada por interesses ideológicos, por exemplo, do movimento feminista, quando questões absurdamente gritantes que acontecem em várias partes do mundo não recebem a devida atenção, repúdio e combate como deveriam, simplesmente porque são frutos de uma cultura religiosa inserida na lista do “politicamente correto”.

Esta semana a agência de notícias espanhola EFE noticiou a internação hospitalar de 60 crianças, meninas de 5 a 7 anos de idade vítimas de mutilação genital em Burkina Faso, na África. Todas elas deram entrada no hospital com hemorragias e infecções, correndo risco de vida. Essa prática horrorosa existe a centenas de anos em pelo menos 30 países, já tendo vitimado cerca de 200 milhões de meninas, segundo um relatório divulgado pela Unicef em fevereiro de 2016.




Na maioria desses países a cultura islâmica é majoritária, influenciando os costumes da população no tratamento das mulheres. No Egito, por exemplo, apesar de a prática ser proibida por lei, o percentual chega a 91%, segundo um levantamento da ONU em 2008, divulgado pelo jornal El Pais em 2014. Apesar de alguns discordarem da associação da prática com a religião islâmica, a mutilação é citada nos Hadiths, livros que falam sobre algumas tradições de Maomé e é orientada no Tratado da Lei Islâmica, ou The Reliance of the Traveller, uma espécie de manual de jurisprudência muçulmana, como podemos observar no trecho abaixo:

“e4.3: Circuncisão é obrigatória (para cada homem e mulher) pela remoção do pedaço da pele da glande do homem, mas a circuncisão da mulher se dá pela remoção do clítoris (isto é chamado Hufaad)”.

Ainda segundo o El Pais, Attia Abdel Mahmud, professor de jurisprudência islâmica da Universidade Al Azhar, a maior autoridade religiosa do Egito, confirmou que apesar de não ser uma obrigação, a mutilação genital feminina é uma tradição islâmica e a referência de que a prática foi autorizada por Maomé em dado episódio é verdadeira. “A circuncisão masculina é uma obrigação no Islã. Já a feminina não é, mas é reconhecida como uma prática tradicional. O dito em que o profeta autoriza uma mulher a praticá-la foi autenticado”, disse o professor ao jornal na matéria que teve como título Filhas do Nilo, a Circuncisão É uma Tradição Proibida.

DIREITOS HUMANOS E HIPOCRISIA FEMINISTA
Apesar dos esforços de algumas organizações para acabar com essa prática, ela continua presente até hoje em diversos países. A proibição por lei não acabou com a mutilação genital feminina e a possibilidade de que nações se tornem oficialmente regulamentadas por legislações religiosas, como já existe, preocupa muito, porque sinaliza a continuidade da “tradição”.

Defendo que algumas práticas culturais devam permanecer preservadas, porque são heranças de um povo, incluindo suas crenças religiosas. No entanto, nem toda cultura é boa para a vida humana, pois trazem sequelas físicas irreparáveis, psicológicas e espirituais, e isso também vale para a religião. Nesses casos, onde a vida humana está em risco, precisamos intervir e abandonar qualquer tipo de tradição que agride, deprecia e legitima a violência contra o ser humano, especialmente contra nós, mulheres.

Então fico me perguntando onde está a indignação do movimento feminista com uma notícia como essa, da agência EFE? Onde estão as feministas despeitadas que invadem templos cristãos para debochar da fé cristã, mas não manifestam um “pio” contra a atrocidade da mutilação genital ainda presente na cultura islâmica, vitimando milhares de meninas todos os anos? Covardes, é o que são! A verdade é que essas falsas defensoras das mulheres, alienadas por uma ideologia hipócrita e antiDeus, estão mais interessadas em assassinar bebês no próprio útero do que lutar em favor da verdadeira violência e discriminação contra a mulher.

A contradição do movimento feminista é tão absurda que, nesse momento, está sendo comprovada por uma campanha que está manipulando parte da população contra um candidato que propõe a castração química de estupradores. Ou seja, contra alguém que defende uma punição bem mais rigorosa para o estuprador, visando combater justamente a tal “cultura do estupro”, tão alardeada por elas mesmas, as feministas. Onde está a coerência nisso?

Só posso lamentar e dizer que mulheres que realmente se preocupam com mulheres não são feministas. São femininas! E, para isso, nós não precisamos de aliciadoras ideológicas, que em sua maioria não passam de pessoas mal amadas e frustradas com a própria sexualidade. Nós lutamos em favor das mulheres porque reconhecemos que antes de tudo somos seres humanos, iguais em direitos, deveres e importância, de modo que a nossa voz servirá para denunciar absurdos que aconteçam não apenas no Brasil, mas em qualquer parte do mundo, custe o que custar.

Marisa Lobo possui graduação em Psicologia, é pós-graduada em Filosofia de Direitos Humanos e em Saúde Mental e tem habilitação para Magistério Superior.

terça-feira, 25 de setembro de 2018

A VIDA DE JESUS


O Nascimento de Jesus
Mateus 1.18 - 2.15
Lucas 2.1-20

Jesus é apresentado no templo
Lucas 2.21-40

O jovem Jesus
Lucas 2.41-52

O batismo de Jesus
Mateus 3
Marcos 1.1-11
Lucas 3.21-22

A tentação de Jesus
Mateus 4.1-11
Marcos 1.12-13
Lucas 4.1-13

Jesus chama seus primeiros discípulos
Mateus 4.18-22
Marcos 1.16-20
Lucas 5.1-11

Jesus escolhe os doze apóstolos
Mateus 10.1-4
Marcos 3.13-19
Lucas 6.12-16

A transfiguração de Jesus
Mateus 17.1-13
Marcos 9.2-13

A entrada triunfal em Jerusalém
Mateus 21.1-11
Marcos 11.1-11
Lucas 19.29-44
João 12.12-19

A última ceia de Jesus
Mateus 26.17-35
Marcos 14.12-26
Lucas 22.1-38

Jesus ora no getsemani
Mateus 26.36-46
Marcos 14.32-42
Lucas 22.39-46

Julgamento e crucificação de Jesus
Mateus 26.47 - 27.66
Marcos 14.43 - 15.47
Lucas 22.47 - 23.57
João 18 - 19

A ressurreição de Jesus
Mateus 28.1-10
Marcos 16
Lucas 24.1-12
João 20

O grande comissionamento
Mateus 28.16-20

A ascensão de Jesus
Lucas 24.50-53
Atos 1.1-12

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

A SUA ALMA É IMORTAL

A sua alma é imortal. Ela jamais morrerá. Mas ao separar-se de seu corpo, dois destinos haverá para ela: o CÉU (a eternidade com Deus – a felicidade eterna) ou a eternidade sem Deus (o sofrimento eterno). Há apenas uma pessoa neste mundo capaz de escolher o lugar para onde você irá viver eternamente.
Você dirá que essa pessoa é Deus, mas Deus diz em Sua Palavra, a Bíblia Sagrada, que esta pessoa é você. Só você pode escolher ou determinar o destino eterno da sua alma. Você poderá, se quiser, escolher agora o céu, mas se achar que pode deixar o assunto para outra hora, já terá escolhido a eternidade sem Deus para você; se você morrer agora, irá para lá para todo o sempre. Não morrendo agora, estará andando para a eternidade sem Deus.
Certamente você quer o Céu. E para que você tenha certeza de que vai gozar o céu, o que deve fazer é:
  • Reconhecer-se pecador. Deus diz:
“Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus”. (Rom 3:23)
  • Reconhecer que você não pode entrar no Céu por seus esforços próprios.
“Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus.
Não vem das obras, para que ninguém se glorie”. (Ef 2:8,9)
  • Crer que somente Jesus Cristo pode levar você ao Céu. Jesus diz em João 14:6
“Eu sou o caminho, e a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, senão por mim”.
Jesus não disse “um dos caminhos”, mas “O caminho”.
  • Aceitar Jesus Cristo como seu único Salvador.
“Crê no Senhor Jesus e serás salvo”. (Atos 16:31)
Mas dirão alguns: Sou jovem e deixarei isto para depois. Gostaríamos de dizer duas coisas:
  • Não precisa ser velho para estar próximo da eternidade.
  • As profecias da Bíblia dizem que Jesus voltará novamente; e estas profecias se cumprem nos nossos dias. Como estará a sua vida naquele dia? Pense nisto. Pois o único meio de alcançar esta benção é Jesus.
“Eis que venho sem demora” (Ap 22:7)

Mas se você não quer escolher o Céu, saiba que está caminhando para a eternidade sem Deus, debaixo da ira de Deus.
“…porém o que não crê no filho (Jesus) a ira de Deus sobre ele permanece”. (João 3:36b)

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Lucas


“Epafras, meu companheiro de prisão por causa de Cristo Jesus, envia saudações, assim como também Marcos, Aristarco, Demas e Lucas, meus cooperadores.” (Filemom 23-24)

Lucas deve ter acompanhado o apóstolo Paulo de maneira toda especial. Como médico, era uma pessoa inteligente com a qual o apóstolo conseguia se relacionar bem. Li em um comentário bíblico que estudiosos constataram que nos dois livros do Novo Testamento escritos por Lucas pode-se reconhecer sua familiarização com a nomenclatura técnica da medicina, no idioma grego. Todavia, ele também foi um colaborador humilde, dedicado e fiel, que permaneceu ao lado do apóstolo, mesmo nas horas mais difíceis. Lucas compartilhou dos perigos e dos sofrimentos de Paulo, talvez como ninguém mais fez. Ele o acompanhou na prisão em Cesareia, na perigosa viagem marítima para a Itália e nas duas detenções em Roma. Não é à toa que Paulo, quando foi abandonado por outros, se refere a Lucas: “Pois Demas, amando este mundo, abandonou-me e foi para Tessalônica. Crescente foi para a Galácia e Tito para a Dalmácia. Só Lucas está comigo” (2Timóteo 4.10-11).


Ele foi um verdadeiro médico que acompanhou Paulo praticamente até a morte deste, enquanto muitos outros o abandonaram. O apóstolo então se referiu a Lucas: “Lucas, o médico amado” (Colossenses 4.14). Ele provavelmente era alguém muito confiável, profundo, e alguém que levava as coisas a sério com todos, também quanto ao discipulado e à fidelidade.

Lucas escreveu o evangelho que recebeu o seu nome e o livro de Atos dos Apóstolos. Assim, ele escreveu mais no Novo Testamento do que qualquer outro autor. Ele é também o historiador pioneiro do cristianismo. Isso se torna ainda mais interessante sabendo que, entre todos os autores do Novo Testamento, Lucas é o único que não é judeu. De acordo com afirmações dos pais da igreja, ele era originário de Antioquia, na Síria. Ele teria falecido ainda solteiro, aos 84 anos de idade.

Nas suas palavras introdutórias ao evangelho de Lucas e ao livro de Atos, percebemos um pouco de seu pensamento: “Muitos já se dedicaram a elaborar um relato dos fatos que se cumpriram entre nós, conforme nos foram transmitidos por aqueles que desde o início foram testemunhas oculares e servos da palavra. Eu mesmo investiguei tudo cuidadosamente, desde o começo, e decidi escrever-te um relato ordenado, ó excelentíssimo Teófilo, para que tenhas a certeza das coisas que te foram ensinadas” (Lucas 1.1-4). “Em meu livro anterior, Teófilo, escrevi a respeito de tudo o que Jesus começou a fazer e a ensinar, até o dia em que foi elevado aos céus, depois de ter dado instruções por meio do Espírito Santo aos apóstolos que havia escolhido” (Atos 1.1-2). Lucas era claramente a pessoa certa para examinar e explicar todas as circunstâncias.

Vemos aqui como Deus também utiliza as habilidades naturais para a sua obra. Nesse aspecto, Lucas é um exemplo de fidelidade, que ele manteve até o fim.

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Trombetas Parte 3


O Propósito da Trombeta na Bíblia
Dentre os propósitos da trombeta na Bíblia, pode-se destacar o sinal usado para levantar o acampamento do Tabernáculo durante a peregrinação no deserto – “Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo: Faze-te duas trombetas de prata; de obra batida as farás, e elas te servirão para a convocação da congregação, e para a partida dos arraiais.” (Nm10:1-2).

Bem como o sinal para a preparação para a guerra: “E, quando na vossa terra sairdes a pelejar contra o inimigo, que vos oprime, também tocareis as trombetas retinindo, e perante o SENHOR vosso Deus haverá lembrança de vós, e sereis salvos de vossos inimigos.” (Nm.10:9; Jz.3:27; ISm.13:3-4).

Também tinha por função marcar o início do mês, com a chegada da Lua Nova, o Ano Novo e as Festas Bíblicas: “Semelhantemente, no dia da vossa alegria e nas vossas solenidades, e nos princípios de vossos meses, também tocareis as trombetas sobre os vossos holocaustos, sobre os vossos sacrifícios pacíficos, e vos serão por memorial perante vosso Deus: Eu sou o SENHOR vosso Deus” (Nm.10:10).

O shofar também era tocado no ano de Jubileu (Yovel), anunciando a libertação da escravidão e da penúria: “Então no mês sétimo, aos dez do mês, farás passar a trombeta do jubileu; no dia da expiação fareis passar a trombeta por toda a vossa terra, E santificareis o ano quinquagésimo, e apregoareis liberdade na terra a todos os seus moradores; ano de jubileu vos será, e tornareis, cada um à sua possessão, e cada um à sua família.” (Lv.25:9-10).

Por fim, tinha por propósito, além das funções já citadas, convocar reuniões solenes, como a Coroação Real: “E Zadoque, o sacerdote, com Natã, o profeta, ali o ungirão rei sobre Israel; então tocareis a trombeta, e direis: Viva o rei Salomão!” (1Rs.1:34).

Os Toques do Shofar
O mandamento da festividade é: escutar o toque do Shofar (Lv.23:24). Pela manhã, nos dois dias de comemoração da festa na Sinagoga, durante a cerimonia de Mussaf (que significa “acréscimo” e se refere ao sacrifício adicional que era feito no Templo de Jerusalém na época bíblica, em dias especiais [Nm.29:1-6]) um integrante treinado da comunidade efetua 100 toques no shofar, que ecoam por todo o ambiente, alcançando todos os ouvintes – próximos ou distantes.

Os toques do shofar na festa são três: o primeiro é chamado de Tekiá, um toque uníssono prolongado de aproximadamente cinco segundos; o segundo de Shevarim, três toques consecutivos de aproximadamente um segundo cada, com intervalos muito curtos, sendo todos os três toques feitos numa mesma respiração; e o terceiro de Teruá, uma sequência de toques muito curtos (entre nove e quinze toques) executados dentro de uma só respiração.

 A Mudança do Nome
Depois da destruição do Templo de Jerusalém, a Festa das Trombetas passou a ser chamada de Rosh HaShaná, que literalmente significa Cabeça do Ano, mas é comumente chamada de o Ano Novo Judaico. A primeira referência escrita deste nome está na Mishná  (no tratado de Rosh Hashaná).

Rosh HaShaná, segundo a tradição rabínica, comemora o dia da criação do mundo, em especial do primeiro homem – “E disse Deus: Eis que vos tenho dado toda a erva que dê semente, que está sobre a face de toda a terra; e toda a árvore, em que há fruto que dê semente, ser-vos-á para mantimento” (Gn.1:29). Contudo, o Midrash traz ao homem a seguinte lembrança: “Não fique orgulhoso de si mesmo; até um inseto foi criado antes de você!”.

O limiar do começo de um novo ano deve trazer uma reflexão pessoal e disposição para o arrependimento através da correção de maus feitos e a prática de orações de confissão, visto a proximidade do juízo divino.

 Ano Novo no sétimo mês?
Por que o ano novo judaico se dá no sétimo mês do calendário bíblico? A razão está no fato do Senhor Deus ter instituído o mês de Nisã como o princípio dos anos para Israel, por ocasião da Páscoa e, consequentemente, a libertação dos hebreus da escravidão do Egito (Êx.12:1-2).

Os sábios judeus, depois do ano 70 d.C., estabeleceram o mês de Nisã como o início do ano religioso e o primeiro de Tishrei como o início do ano cívico de Israel, com a marcação da lua nova iniciando o ciclo anual.

As Práticas de Rosh HaShaná
Entre as práticas religiosas de Rosh HaShaná está Selichot (desculpas), uma série de poemas e versículos bíblicos onde constam pedidos de desculpas pelos pecados condenados pela Torá. Também realiza-se o ritual de Hatarat Nedarim (anulação das promessas), realizado na véspera de Rosh Hashaná – o judeu piedoso faz uma confissão de promessas feitas que infelizmente não puderam ser cumpridas ao longo do ano diante de três testemunhas, afim de que elas anulem, em nome da comunidade, as promessas feitas e não cumpridas, com o objetivo de permitir às pessoas que comecem o novo ano sem dívidas diante de Deus.

Pratos Típicos de Rosh HaShaná
Pratos típicos, de Rosh HaShaná: Chalá (pão redondo); frutas da estação: romãs e/ou as deliciosas tâmaras; e a tradicional maçã com mel. O prato principal é peixe, com rosh sher dag (cabeça de peixe), e/ou cabeça de carneiro – ambas simbolizando o começo (cabeça) do ano.

A Saudação

A saudação tradicional é: Shaná Tová – “Tenha um bom ano” -, que é a forma abreviada de LeShaná Tová Tikatêvu VeTechatêmu – “Que você seja inscrito e selado (no Livro da Vida) para um ano bom”. Para um ano novo e doce, Shaná Tová Umetuká.

A Representação Profética da Festa das Trombetas
A Festa das trombetas representa o arrebatamento da Igreja: “Porque o mesmo Senhor descerá do céu (…) e com a trombeta de Deus (…) Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor” (1Ts.4:16-17). Aguardamos a última trombeta: “Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados” (1 Co.15:52).

Representa, também, o juízo de Deus sobre a humanidade (Ap.6-19): “E vi os sete anjos, que estavam diante de Deus, e foram-lhes dadas sete trombetas (…) E o primeiro anjo tocou a sua trombeta, e houve saraiva e fogo misturado com sangue, e foram lançados na terra, que foi queimada na sua terça parte” (Ap.8:2,7a).

Remete, igualmente, à Segunda Vinda do Messias. De acordo com o Rabino Chanina Ben Dossa, o grande shofar será tocado quando os judeus exilados forem reunidos de todos os cantos da terra, conforme está escrito na décima leitura na Amidá. O que nos leva a Mateus 24:30-31: “Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem (…) E ele enviará os seus anjos com rijo clamor de trombeta, os quais ajuntarão os seus escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus”.

A Festa das Trombetas é um chamado aos judeus para se prepararem para o grande encontro com o Senhor Deus, Rei e Juiz do Universo: “Prepara-te, ó Israel, para encontrares com o teu Deus” (Amós 4:12).